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Sobre Daniel S

- Aniversário 09/08/1978
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Conquistas de Daniel S
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mas daí agora estamos falando outra coisa.... muito mais curtição! comprar o campari, vermute e gin, preparar o drink sem olhar pro copo conversando com o pessoal, aquela balaca linda e tals
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GERDAU (GOAU) - Qual a opinião sobre ela nos dias atuais
Daniel S respondeu o(a) pergunta de Thales Morais De Almeida em 📈 Renda Variável
salveee Bruno, entendi teu racional em relação a dividendos, mas eu "sem recomendar nada" também ponderaria um contraponto se a GGBR é a operação e a GOAU "apenas" uma holding, essa ultima carregaria uma quantidade de custos administrativos extras (overhead, etc) para uma geração adicional de valor menos conhecida e menos fácil de validar, entender, estudar o segmento, verificar os balanços, DREs, etc... ou seja, em termos operacionais "na economia real" gera muito pouco, quase nada (talvez possa gerar em termos de investimentos ou otimizações tributárias, mas seriam outros quinhentos...) então na prática nós que aprendemos a fazer buy and hold com base no conceito que uma ação é um pedaço de uma empresa eu ainda estaria mais inclinado a focar a análise na GGBR que em essência é o business que está "carregando a holding nas costas" -
Alguém tá olhando com carinho pra Marcopolo? Levou mais um tombo hoje e acendeu a luz do "precinho camarada" por aqui....
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banco master presente!! cara, de fato eu acho que tá muito boa, sem crise de confiança rsrsrsrs talvez o desafio daqui pra frente seja seguir um método de aportes mensais que te permita balanceamento contínuo no futuro, nesse aspecto definir estratégia certinho de %s e dos motivos de cada classe de ativos por exemplo (e nao é uma critica, apenas observação) mas IVVB11 e VOO entendo que poderiam ser consolidados (por estrategia) ao inves de deixar duas frentes
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(RS) Inimigos do "Risco"
Daniel S respondeu o(a) tópico de Óliver Wachholz em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
tive a oportunidade de trabalhar nos EUA onde (alguns) avós dão ações de empresas de presente para os netos, eu mesmo comprei uma ação da DIsney (da edição emitida em papel, ao portador) pra fazer um quadro e colocar no quarto do filho que nasceu quando estávamos lá... serviu também como uma espécie de "lembrete" pois eventualmente voltariamos pra ca e me comprometi a tentar passar para ele (e depois a filha que veio) uma visão mais ampla de investimentos quando estivessem maiores, hoje eles tem 17 e 14 anos e já começaram a "investir" nos ativos mais basicos de enteder em conta de adolescente pra primeiro aprender o basico sobre a população, as narrativas, o que falam quando comento sobre investimentos etc já desisti de dar bola pra isso ou mesmo tentar ajudar, vejo que em alguns circulos existe ate um "preconceito" sobre isso.... ou seja, se quiser conselho de alguém pega de alguém que já saiba o que está fazendo ou que já tenha feito aquilo na prática, o resto é melhor ignorar totalmente ou só dar risada -
Risco de quebra do governo brasileiro (default soberano)
Daniel S respondeu o(a) tópico de Elenara Geraldo em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
P.S.. nada disso impede que o governo realmente ferre gloriosamente a economia com irresponsabilidade fiscal, nem impede que o brasil seja obrigado (mais uma vez) a lançar uma nova moeda ou plano que envolva apertar a população seja com inflação, impostos ou aquele consignado delicinha que vai gerar um lucro legal pros bancos e pro governo em impostos A história do Brasil em termos de moedas não é brincadeira não.... uma reservinha de valor tem o seu valor rsrsrs Real (réis): Utilizado durante o período colonial e imperial, de 1694 a 1942. Cruzeiro (Cr$): Introduzido em 1942, em um período de inflação crescente. Cruzeiro Novo (NCr$): Criado em 1967, em uma tentativa de conter a inflação. Cruzeiro (Cr$): Retornou em 1970, após o fracasso do Cruzeiro Novo. Cruzado (Cz$): Implementado em 1986, durante o Plano Cruzado, também com o objetivo de combater a inflação. Cruzado Novo (NCz$): Criado em 1989, como parte do Plano Verão. Cruzeiro (Cr$): Retornou novamente em 1990. Cruzeiro Real (CR$): Introduzido em 1993, como uma etapa de transição para o Real. Real (R$): Em vigor desde 1994, implementado como parte do Plano Real, que "estabilizou" a economia brasileira. -
Risco de quebra do governo brasileiro (default soberano)
Daniel S respondeu o(a) tópico de Elenara Geraldo em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
my 2 cents provavelmente a maior hecatombe econômica da historia foi a grande depressão de 1929 a 1939 nos EUA 2008 no arrasto também deixou marcas maiores que Argentina e Grécia em termos de economia e tamanho do problema... nenhum desses mega-eventos acabaram com o "sistema de tesouro" enfim, colapso em empresas e bolsas, fundos de pensão, a economia em geral seria tão grande que não receber o dinheiro do governo estaria entre nossas menores preocupações na prática mas tens razão em termos de gestão de risco a única forma de evitar ser engolido pela tsunami seria alguma reserva de valor pra recomeçar (ouro, bitcoin, dolarizar uma parte, etc) -
o mão de alface é obrigatório !!! pesquisa nas palavras chave o post "brincar de trader" e coloca teus resultados na roda
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Em qual área vocês atuam ?
Daniel S respondeu o(a) tópico de Kaique Martins Marques em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
últimos 4,5 anos lavanderias de auto-serviço já construí algumas casas com sócios em Floripa, em SP estruturamos e administramos por 8 anos a TSF Capital Ltd (consultoria de nicho no agro para trade and structured finance), por 7 anos fui executivo de logística da Bunge (multinacional do agro), dei aulas de marketing e logistica (um hobby sério) na universidade, fui head de logistica de um startup russo do agronegocio no brasil e tive "passagens" mais curtas no inicio de carreira pela TNT Logistics, SLC Alimentos, Siemens e Vonpar (distribuidor coca-cola sul do Brasil) o atestado de antecedentes completo kkkk https://www.linkedin.com/in/danielcorreasilveira/details/experience/ -
Simplesmente achei a melhor desculpa pra quem não gosta MT de sair de casa
Daniel S respondeu o(a) tópico de Adryan Figueira em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
e o pior é que já tá dando muito negócio pelo app https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/03/27/consignado-clt-registra-r-128-bilhao-em-emprestimos-em-uma-semana.ghtml -
Lista de Conquistas da Comunidade!
Daniel S respondeu o(a) tópico de Adryan Figueira em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
bom trabalho, achei do c....lho -
stew é mais!!
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Claudião, salvee! Sempre gostei de dialogar com pessoal das humanas, então vamos dar uma engajada no tópico. Primeiro (uma brincadeira) cuidado com o uso desse termo giro de 360 graus... a direção diametralmente oposta são 180 graus! Quem deu um giro de 360 completou o círculo inteiro e voltou exatamente ao ponto de partida. Mas pelo menos deu um walk on the wild side... Vale a pena considerar o "tamanho do dólar" e do mercado financeiro frente a todas essas promessas de criptomoedas, das novas ordens, da China desbancar os EUA, de apertarem o botão da guerra, etc. Alguns dados legais: EUA responde por 25% PIB Global, quase 90% das transações de cambio mundial são em dólar, quase 60% das reservas mundiais estão em dólar, o mercado financeiro americano compreende entre U$ 70-100 trilhões, mas mais que isso, ele é o DOBRO dos 9 mercados seguintes do TOP 10... Pensar nisso é entender o tamanho e representatividade dos EUA nesse contexto sem ideologias ou crenças, pois por trás desse "mercado financeiro" tem empresas, empregos, tecnologia, criatividade, atração e retenção de talentos, inovação e renovação constante. Na real esse "medo da China" serve apenas para movimentar o imaginário das massas... elege presidentes, atiça ideologias anti-imperialistas, ódio ao rico e poderoso simplesmente por sua riqueza e poder e, na prática, não muda o movimento de capitais muita coisa não. Para nós, peixes pequenos, acho sempre válido e necessário voltar aos fundamentos e ficar por lá. Escolher boas e sólidas empresas, setores perenes, lucro constante, algo em papéis do governo e outros titulos fixos de boa procedencia, um pouquinho no cassino do cripto para convexidade... e de resto focar em trabalhar, melhorar a renda e guardar uma parte da grana para o "eu do futuro" em uma troca compensatória com o conforto do eu do presente. Lá em 1970 já tinha gente dizendo que a OPEC não negociaria mais em dólar, que os EUA perderiam a hegemonia, a "moeda petróleo" dominaria, etc. Passaram 50 anos, podem passar mais 50... na prática não arranhou muita coisa daqueles grandes números expostos antes.
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salveee To aqui curioso para saber se tem alguém pegando tesouro direto de longuíssimo prazo E se preferem o IPCA+ 2050 ou esse Renda+ 2065 (que vence 2084?!?!) Motivos da escolha...
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já tá bem respondido... meus 2 cents: lembra que o apto também tem possibilidade de valorização.. a região é boa? tem baixa oferta? se segurar 3-5 anos a quanto será que vende?.... tenta colocar isso na tua conta, mesmo que simulando, se der 10-12% de valorização no ano deu spread de -3 e poucos% versus carteira, sem crise e nesse período quem sabe dizer se a "promoção" vai continuar ou acabar, eu com certeza não sei rsrsrsrs enfim acho que ficaria com o imóvel e tentaria (como já exposto) maximizar uso do FGTS e em paralelo refazer a carteira mesmo que com aportes ultra-pequenos... pra não perder o gosto de investir longo prazo e cara com 27 anos sem filhos tem muita água pra rolar debaixo da ponte, daqui a pouco quita isso bem antes do previsto e já parte pra próxima com o ativo na mão pra vender BEM e alocar na carteira.... o "boost" na aposentadoria vai vir de 20-25 anos trabalhando e focando em aumentar a tua renda, no esquema geral do teu cenário essa conta é quase "de prego e parafuso"