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Paulo Henrique Guedes

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Tudo postado por Paulo Henrique Guedes

  1. Olá pessoal, tenho essa dúvida e algumas outras que vou relatar abaixo. Tenho alguns CDB's na "corretora de duas letras". Se eu quiser concentrar tudo no BTG, qualquer CDB pode ser transferido? Ou pode haver restrição de algum CDB/LCI não ser "compatível" com a corretora de destino? Perco a rentabilidade contratada se eu transferir? (Obs, nenhum deles é liquidez diária. Todos tem resgate apenas no prazo de vencimento) Agora vai uma terceira pergunta que envolve um pouco de ética. Amo a plataforma da AUVP e todos os recursos, estou jogando tudo aqui pra manter em um só lugar. Não quero ser ingrato, mas o fato é que normalmente eu consigo achar oportunidades melhores na renda fixa na de duas letrinhas (principalmente do Banco Master). Meu patrimônio ainda é pequeno. Não tenho nem 50mil, por isso aporto "sem medo" nesses CDB's arriscados pois tem proteção do FGC. Tenho tentado entrar cedo pra olhar as ofertas, mas acaba que encontro alguns CDB's melhores na de duas letras (hoje mesmo peguei um pós de 131%... sei que está fora contrafluxo, que nesse momento deveria ser pré, porém lembro que o Raul falou na aula que quando for algo de 130% ou mais, aí compensa pegar... vencimento para 2030). Enfim, chegando a pergunta: é muito "feio", "antiético" ou pode dar problema se eu adquirir os CDB's na "concorrência" e depois transferir a custódia pra AUVP (considerando que isso pode se repetir algumas vezes)? É uma pergunta sincera gente! Como meu patrimônio é pequeno, não tenho assessor no meu pé na de duas letras. Eu mesmo escolho meus produtos. Amo a plataforma da AUVP/BTG e tenho tentado concentrar tudo aqui, mas quanto a renda fixa, tenho tido essas outras oportunidades.
  2. Vou contar minha experiência com Nubank. Eu não gosto do Nubank como banco principal, mas para metas curtas usamos as caixinhas que rendem 100% do CDI e liquidez diária. A parte de organização das caixinhas facilita muito, por isso não fico preocupado com rendimento. Pra mim não faz sentido priorizar a rentabilidade em detrimento da ajuda e organização visual. Minha esposa não entende tanto de investimentos, mas usar as caixinhas animou muito ela porque ela fica responsável e se sente participante do processo de construção do patrimônio e organização das metas financeiras. Exemplo: utilizamos as caixinhas para pagamento de IPTU e IPVA antecipado. Como fazemos isso? Pego o valor a vista do IPVA do último ano, e acrescento uma margem de 5%. Divido por 12 (ou 10, depende de quanto você começa a guardar) e mensalmente colocamos esse dinheiro na caixinha (OBS: a caixinha tem opção de trancar o dinheiro por mais tempo, então, o dinheiro dos primeiros aportes nós trancamos por 6 meses ou mais, aí rende mais que 100% do CDI). Quando chega na época de pagar, sacamos o dinheiro e pagamos a vista o IPVA ou qual for a conta destinada da meta. Conseguimos aprender em família a não entrar em dívidas, e os aportes mensais, como são pequenos, não pesam no orçamento. Até sobra dinheiro quando pagamos a conta, e aí consequentemente o próximo ano de "aportes" da parcela das contas são menores. Fazemos isso para viagens também. Em geral, já damos destinos ao dinheiro das metas de forma mensal e antecipamos gatos grandes e planejados que sabemos que vão ocorrer (revisão periódica do carro, IPTU, IPVA, compra de material escolar, presentes de fim de ano, etc). O aprendizado e educação financeira desse método ajudou muito a envolver minha esposa na nossa construção de patrimônio. Tanto que hoje, quando vamos viajar, ela já vê o orçamento das caixas, planeja, pesquisa os locais com base no que temos disponível e quando queremos algo maior, nos planejamos pra isso pelas caixinhas também. Pra curto prazo, essa é minha estratégia. O problema de tesouro Selic e alguns CDB's é que eles não oferecem essa organização visual dos aportes com objetivos. Fica aí minha dica e experiência, espero ter ajudado.
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