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Carlos Filho

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Respostas da comunidade

  1. Carlos Filho's post em O que acham da situação da OI (a empresa de telecomunicações)? foi marcado como a melhor resposta   
    @Andre De Almeida Olders, sobre a Oi, realmente é um caso bastante delicado e eu confesso que nunca mais iria ver uma pergunta sobre a Oi 😁.
    Como sabemos há anos a empresa está em recuperação judicial desde 2016 e, mesmo com a venda de ativos importantes (como a operação móvel, torres e data centers), continua com uma dívida gigantesca - na casa dos R$20 bilhões.
    O risco ainda é muito elevado. A Oi enfrenta vários desafios complicados, que francamente fica difícil acreditar que vai sobreviver. Vou deixar quatro pontos para te deixar com a formiga atrás da orelha.
    Setor extremamente competitivo, com rivais mais capitalizadas (Vivo, TIM, Claro). Necessidade de investimentos pesados em infraestrutura de fibra ótica. Histórico de geração de caixa negativa. Dificuldade em cumprir os compromissos do plano de recuperação judicial. Para investidores, é praticamente uma aposta binária: ou a empresa consegue se reestruturar e as ações disparam, ou continua em dificuldades e pode acabar valendo quase nada.
    Eu gosto sempre de dizer que empresas em RJ são mais para "traders" do que para investidores de longo prazo (e aqui na AUVP nós somos Buy and Holders de carteirinha). São extremamente voláteis e reagem fortemente a qualquer notícia que é transmitida na TV, ou seja, especulação.
    Se você está começando nos investimentos (módulo 4), sugiro assistir todo o curso do @Raul e focar em empresas com fundamentos mais sólidos antes de entrar nesse tipo de situação especial. O risco de perda de 100% do capital investido é real.
    Forte abraço e não faz besteira!
  2. Carlos Filho's post em IPCA+ foi marcado como a melhor resposta   
    @Vera Kacperzak Tenório Cavalcante, sobre sua dúvida do IPCA+2029:
    O preço unitário (PU) elevado em si não é problema. Esse valor de R$3.189,33 representa apenas o valor atual do título, que foi emitido originalmente por R$1.000 e vai crescendo com o tempo (IPCA + taxa de juros).
    O que realmente importa analisar nesses casos:
    A taxa de juros oferecida - quanto maior, melhor seu rendimento O prazo até 2029 - você precisará esperar até lá para receber o valor total Sua necessidade de liquidez - se precisar do dinheiro antes, terá que vender no mercado secundário (podendo ter perdas) Para quem está iniciando, algumas considerações:
    Títulos mais longos (como 2029) têm maior oscilação de preço Se os juros subirem no futuro, o valor de mercado desse título pode cair temporariamente O rendimento é bom para proteção contra inflação Se você tem horizonte de investimento até 2029 e gostaria de ter uma proteção contra a inflação, pode ser uma boa opção. Mas (sempre) diversifique seus investimentos e não coloque todo seu patrimônio nele. Nunca coloque seus ovos em uma única cesta.
    Forte abraço, espero ter ajudado.
  3. Carlos Filho's post em Se desfazer de ações sem TAG LONG foi marcado como a melhor resposta   
    Fala @Willian Fernandes, tudo beleza?
    A ausência de Tag Along é um fator de risco, mas não necessariamente um motivo isolado para venda imediata se as empresas continuam lucrativas e com bons fundamentos.
    Apenas como lembrete para quem vai ler e é iniciante sobre o Tag Along: este tipo protege minoritários em caso de venda do controle. Sem ela, você pode ficar sem as mesmas condições que o controlador receberia numa eventual venda. 
    Para valores pequenos (R$2 mil em cada), o impacto de uma eventual perda seria limitado no seu patrimônio total, o que pode justificar manter a posição se você acredita nos fundamentos. Você poderia adotar algum método para se sentir um pouco mais tranquilo, como:
    Não aumentar mais essas posições Definir um stop claro (ex: 15-20% de queda) Monitorar os fundamentos com mais rigor que suas outras posições E por fim, se as empresas continuarem entregando bons resultados, você pode manter e ir reduzindo gradualmente conforme surgir melhores oportunidades para realocar esse capital. O critério principal deve ser a qualidade do negócio e a governança como um todo, não apenas a presença ou ausência de Tag Along.
    Forte abraço, espero ter ajudado.
  4. Carlos Filho's post em fgts foi marcado como a melhor resposta   
    Olá Leandro,
    Não é possível investir diretamente o valor do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em Tesouro Direto. O FGTS possui regras específicas de movimentação e uso dos recursos que não incluem a transferência direta para investimentos pessoais no Tesouro Direto.
    Alternativas possíveis é que se sua esposa se enquadra em alguma das condições de saque, ela poderia:
    Aderir a modalidade do saque-aniversário permite sacar parte do FGTS anualmente, e este valor sacado poderia ser investido em Tesouro Direto. No entanto, ao optar por esta modalidade, perde-se o direito ao saque integral em caso de demissão sem justa causa. Se ela tiver direito a algum saque previsto em lei, pode retirar o valor e depois investir no Tesouro Direto. Em alguns casos, como na compra de imóveis, é possível usar o FGTS para quitar ou amortizar financiamentos, o que poderia liberar recursos de outras fontes para investimento. Forte abraço, espero ter ajudado.
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