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Pedro Guerreiro

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Tudo postado por Pedro Guerreiro

  1. Olá! Comentando para acompanhar. É um assunto que me interessa também. Legal saber como outras pessoas começaram com os freelas. Nas minhas experiências com freela, sempre foi mais fácil conseguir e foi mais rentável via indicação. Algum colega do serviço que conhecia alguém precisando de algo e me repassou o serviço. Os que eu consegui por conta foram sempre mostrando alguma coisa do meu trampo atual, visualmente, coisas simples, e também projetos que fiz em paralelo para criar portfólio/aprender. O que tenho feito recentemente é tirar algumas ideias do papel para aumentar os projetos que tenho para mostrar, pra trazer mais variedade e tal. Mas fazer coisas por fazer assim não sei se é a melhor opção. Pode ser que esses projetos não virem nada além de um portfólio sem clientes (o que com certeza não vale o tempo/custo).
  2. O inglês precisa estar num nível que você consegue entender claramente o que está sendo dito e você precisa se comunicar claramente, conseguir passar a sua ideia, seu ponto de vista, etc. Na minha experiência isso é suficiente, mas com o tempo, principalmente para crescer na carreira vai ser necessário um inglês com mais vocabulário para contextualizar melhor, ser mais natural, etc. Mas não precisa se assustar, não precisa ter inglês de nativo (nós não vamos ter). Pelo menos com o pessoal que eu me comunico não vejo nenhum problema em cometer alguns erros de gramática, conjugação, etc. Eu vejo outras pessoas não ingles-nativas também cometendo pequenos erros, tendo sotaque (indianos principalmente, muito sotaque mesmo após anos trabalhando/vivendo no USA) e tá tudo bem, nunca vi ninguém corrigindo inglês de ninguém, nem reclamando de outra pessoa por causa de inglês. Acho que o LinkedIn é o principal caminho. É muito fácil fazer contato. O que fiz foi começar a seguir Tech Recruiters, principalmente de consultorias que contratam LATAM. Acho que é o caminho mais fácil para começar: consultorias que contratam somente devs da América Latina para o USA. Se você é um cara com uma experiência legal, você pode começar a fazer uns posts no LinkedIn em inglês, técnico e tal. Acho que isso pode ajudar no engajamento. Se não me engano existem algumas ferramentas que auxilam na análise do perfil do LinkedIn para deixar mais atraente para os recruiters.
  3. Opa! Olha, na minha perspectiva o mercado internacional continua em alta e deve se manter assim, a não ser que tenhamos alguma mudança política que afete esse comportamento (acho bem improvável). Mas hoje não está como estava uns anos atrás quando tivemos um pico de buscas por devs LATAM para USA/Europa. Falando claro pela minha própria experiência, eu recebia muito mais contatos uns 3/4 anos atrás do que hoje, para o mercado internacional. Por outro lado na consultoria que trabalho temos sempre vagas abertas, parece que a demanda está se mantendo ou até crescendo. E no cliente que eu estou alocado eu vejo que muitos devs que entram e saem para outros trampos, o que me parece que há uma boa demanda.
  4. Já passei por essa fase aí, quase no mesmo momento de carreira rs Hoje eu diria que não faz sentido tentar abraçar muita coisa nesse começo. Foca no que você tá trabalhando, se aperfeiçoa no que você está mexendo que você deve evoluir mais rápido. A grana vai ser consequência da sua capacidade de resolver problemas maiores. Se a empresa é bacana e tem plano de carreira foca no que dá pra crescer, se não, aprende tudo que der, faz alguns projetos, tenta participar de várias etapas de um projeto, desde concepção até o go-live e depois suportando essa aplicação em produção. Você vai aprender muita coisa boa e vai criar uma casca importante. Aí quando você estagnar na evolução técnica e conhecimento vai ser hora de buscar voos maiores e você vai estar preparado.
  5. Salve pessoal! Gostaria de contribuir com meus 2 cents pra discussão também, essa foi uma das minhas dores quando eu quis sair do trampo BR pro trampo gringo. Como já citado acho que a sensação de não fluência faz parte da rotina, vamos sentir isso por muito tempo rs. Eu acho que estou há pouco tempo, meu terceiro ano trabalhando pra empresa americana, mas sinto que já evolui muito mas ao mesmo tempo eu to sempre tentando dar aquele próximo passo de falar com mais confiança, mais vocabulário, usar mais expressões pra soar mais natural no dia a dia, etc. o que acaba também dando a sensação de que nunca vai ser 100%, não tem linha de chegada. Quando eu decidi trabalhar pra fora eu fui ver de estudar inglês mas não me encaixei em nenhuma escola, aí fiz aula particular por alguns meses. Acho que pra quem é tímido, procura por um professor de inglês que saiba programar ou seja um pouco da área (já tenha estudado ou tenha interesse), isso pode ajudar no início a conversar mais no técnico. Pro serviço eu achei que me ajudou muito e foi a minha virada de chave pra me sentir preparado pro trabalho em inglês. Após alguns meses de aulas "normais" nós ficamos fazendo aula de programação, eu ensinava meu professor a programar e nisso ele ia me corrigindo no inglês. O professor é americano (não fala nada de PT), então saia muito do contexto de uma aula com conteúdo certinho e tal, e isso ia me ajudando a improvisar, ouvir com foco em entender o problema dele e pensar em tech ao mesmo tempo. Depois de algumas semanas nessas sessões, quando eu comecei a terminar a sessão sem estar exausto, eu me senti pronto pra procurar trabalho rs. Eu fiz algumas aulas também no preply. Professores de diferentes partes do mundo pra ir vendo sotaques e tal. Foi legal. A que mais fiz foi uma professora da África do Sul (tem muitos profs de lá), o sotaque deles não é muito forte e devido a moeda fraca o valor fica muito interessante pra gente.
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