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Lucas Duarte

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  1. @Adriano Umemura você saberia dizer por agora se todos vão ter acesso a algum nível de consultoria, independente do tamanho do patrimônio, ou se isso será exclusivo para patrimônios maiores? Ontem vendo a live e vendo alguns comentários surgiram muitas dúvidas... ouvi dizer que a consultoria seria pra todos, depois pra pessoas com 100K+, depois 500K+, não sei mais qual das informações estão corretas, hahaha Obrigado desde já!
  2. Acho que ficou bem claro qual será o valor cobrado anualmente como taxa (1,5% a.a.). Porém, sem um parâmetro de comparação mostrando quantos % em média são perdidos em RF + RV no modelo atual, fica difícil enxergar vantagens em mudar para o modelo fee based quando o patrimônio e os aportes forem pequenos. Não sei nem se faz sentido fazer essa comparação, visto que a % perdida com ágio pode variar de acordo com os tipos de investimentos que a pessoa escolhe ter em carteira. É preciso considerar também o tempo que levaria para esse público atingir o patrimônio necessário para desfrutar do produto de maior vantagem nessa história, que na minha visão é a consultoria com um consultor exclusivo, além de entender quais níveis de consultoria vão ser disponibilizados na plataforma. Às vezes, um consultor que não faça tudo pra você mas que te dê algum direcionamento mínimo com um acompanhamento com periodicidade maior (não precisa ser todo mês, por exemplo) em um nível de patrimônio menor já seria o suficiente pra muita gente. Acho que o melhor é aguardar um material mais completo para tirar dúvidas, ou ver com o pessoal do suporte se isso já pode ser esclarecido. Faz sentido ou falei bobeira?
  3. A China não só detém mais de 50% da demanda do minério de ferro, como também é a maior compradora de boa parte das commodities que produzimos no país inteiro... e não é por conta da qualidade do minério, é simplesmente porque a demanda é gigantesca (vide o fato de que a China produz praticamente tudo que tem no mundo industrializado hoje) e a nossa oferta é alta. A China sozinha comprou cerca de 30% de tudo o que exportamos daqui do país no ano passado. Se algo acontecesse com a China, não só a Vale sofreria, mas também todas as empresas que fazem parte da cadeia de oferta das outras commodities comercializadas. Se isso é algo provável, é outra história. Isso, no entanto, não é uma informação que te impede de investir na empresa, como o @Rai Nunes Espindola comentou. O importante aí é você avaliar se você quer correr o risco de investir em uma empresa cujo 50% do volume de receita é proveniente de um único cliente, e o quão arriscado é para a operação da Vale a possibilidade desse cliente deixar de comprar por algum motivo, além dos pitacos do governo que podem influenciar essa balança de alguma forma. E os outros 50%, vem de onde? O que a Vale está fazendo para diversificar essa fonte de receita? Faz sentido fazer essa diversificação? Se não vender pra China, vai vender pra quem? Como funciona o ciclo dessa commodity? É bastante coisa pra entender. Commodities são uma parada complicada, hahah
  4. Seguindo a onda de comentários do pessoal, gostaria só de endossar um ponto que achei realmente importante, que são os problemas com acomodação. Uma amiga muito próxima voltou de lá recentemente e confirmou esse problema: acomodações muito caras, repletas de brasileiros e com alta chance de você precisar dividir um quarto com alguém que também está lá pra aprender do zero, reduzindo ainda mais sua imersão nos aspectos culturais e linguísticos. Com toda certeza faça um intercâmbio, cara, mas sugiro repensar o destino. Tem lugares muito bons que podem sair mais em conta.
  5. Na verdade, acredito que nunca existiu o tal sigilo em compras feitas através de plataformas de investimento, bancos e corretoras. Essas instituições são obrigadas a informar toda a movimentação realizada por seus clientes por lá, e obviamente isso inclui a intermediação e "custódia" das criptos. Então, se você compra bitcoin ou qualquer outro criptoativo através desse tipo de plataforma, você não tem sigilo mesmo não, e o ideal seria declarar pra não dar problema no futuro. O sigilo faria sentido somente se você negociasse os criptoativos através de transações p2p, isto é, quando a compra é realizada através de uma transferência direta entre o vendedor para sua carteira própria (que pode ser de papel ou hardwallet, como vimos no curso), utilizando suas keys e o blockchain sem o intermédio de nenhuma plataforma ou instituição. Desse modo, não tem muito o que o governo fazer pra poder associar essa transferência à sua pessoa. É mais difícil de fazer e um pouco menos seguro, no entanto. Alguém com mais conhecimento no mundo dos criptos pode sugerir plataformas que ligam os dois públicos (você e o vendedor). Eu compro na Binance e transfiro pra minha carteira mesmo.
  6. Outro lugar interessante que tive a oportunidade de conhecer foi Jurema Águas Quentes, no Paraná. Fica na cidade de Iretama, cerca de 411km de Curitiba. O lugar funciona como pensão completa, você paga somente o que for beber. A comida é simplesmente maravilhosa, com muita fartura e opções variadas, e o parque é no meio do mato com muita opção legal, como trilha de bicicleta, arborismo, e as piscinas de águas termais. A água é 100% mineral, não recebe tratamento com cloro e nenhum outro produto, é quentinha e é trocada todos os dias (é um fluxo "natural", a água vai da mina pra piscina, da piscina pro tratamento e depois direto pro rio). Pra quem gosta de ficar na tranquilidade no meio do mato e curtir uma piscininha, é um paraíso.
  7. Pra Maragogi, São Miguel e qualquer outro lugar de praia paradisíaca, recomendo viajar na temporada alta ou pelo menos próximo dela. Tive a brilhante ideia de viajar para Maragogi e São Miguel no ano passado na temporada de chuva, e o lugar não fica nem um pouco parecido com as fotos, hahaha Mas as pessoas fazem valer a pena, fomos muito bem recebidos por lá.
  8. Sensacional Walace, parece maravilhoso mesmo. Concordo com você, as paisagens são de cair o queixo só pelas fotos, imagina presencial, hahaha Obrigado pela sugestão, com certeza vou avaliar e tentar ir pra lá
  9. Eu tô pensando em planejar uma viagem pra Grécia ao invés de uma festa de casamento, hehe. A família da minha noiva é de lá, então temos um motivo extra pra conhecer. Foi uma viagem cara?
  10. Valeu Adriano. Tinha visto no RI deles somente os trimestrais, vou procurar esses outros pra dar um confere.
  11. Boa noite, pessoal, tudo bem? Estou aguardando o relatório do 4T23 de algumas empresas que trazem um panorama anual, e surgiu a dúvida se os FIIs emitem esse relatório com um panorama anual também. Já conheço os mensais, mas como essa é a minha primeira "virada de ano" como investidor, não sei se devo esperar esse report pra estudar alguns FIIs que estou namorando ou se eles só emitem o report mensal mesmo. Alguém mais das antigas pode dar um help? Valeu!
  12. Fala, Fernando! Eu já tive um problema parecido com o cartão de crédito... eu costumava sempre fazer todas as minhas compras no crédito, esperar o salário e pagar a fatura. Percebi que o problema prático disso é que você fica o mês inteiro sem dinheiro, consumindo no cartão e esperando que o salário caia para que a dívida seja quitada. Essa prática não é muito boa, porque se ocorrer qualquer imprevisto com sua fonte de renda você vai ter complicações com o cartão que podem resultar em juros altíssimos. A estratégia que eu usei na época pra reverter essa situação foi utilizar meu décimo terceiro pra quitar a fatura do mês anterior, assim eu consegui sempre ter o dinheiro na minha conta durante o mês inteiro, utilizar parte dele para quitar minha fatura e manter uma quantidade em conta pra qualquer imprevisto. Com certeza durmo mais tranquilo fazendo assim. Respondendo sua pergunta, hoje eu costumo fazer igual aos colegas, exceto pelo fato das parcelas. Eu não costumo parcelar nenhuma compra cujo valor seja pequeno, porque não vejo necessidade e não gosto de ter dívida por um período muito longo no cartão. E quando parcelo, só faço se houver algum desconto para o pagamento à vista, ou se o valor da compra for muito grande mesmo, mas é uma decisão bem pessoal e pra mim funciona bem. No débito eu pago somente o que não tem como pagar no crédito de forma alguma, como a diarista que prefere receber em dinheiro. O resto, onde dá pra usar crédito eu tô usando, hahah Acho que como dica eu posso dizer pra você focar em não depender do salário do próximo mês para quitar sua fatura do mês atual, sempre buscando gastar menos do que você tem disponível na conta. Assim você não vai gastar dinheiro que você não possui no momento, vai deixar de contar com o ovo que ainda não foi colocado e vai ter mais segurança no fim do dia.
  13. Tenta repetir essa análise com ativos de segmentos mais semelhantes! Vivara e Movida são ambas empresas de consumo cíclico, mas são de nichos bem diferentes. Movida, por exemplo, é uma empresa que sofre bastante com a depreciação dos bens, visto que o preço dos carros tende a diminuir com o passar dos anos. Vivara, por outro lado, atua no setor de jóias e outros itens de luxo, então não deve sofrer tanto com depreciação igual Movida. E olha que esse é só um fator, podem existir vários outros pontos. Como o pessoal falou, é complicado comparar essas duas empresas sob qualquer ponto de vista. Dentro desse mesmo setor, como exercício, tenta comparar Movida com Localiza, Teka com Karsten, Vivara com Technos, etc. Compare uma empresa com suas concorrentes diretas e veja quais delas possuem bons indicadores, atendem a bons princípios segundo as regrinhas propostas pelo Fischer e de acordo seus próprios critérios como investidor. No final você vai ter uma comparação mais honesta.
  14. Mas porque vocês querem vender a casa quitada onde vocês moram pra viver de aluguel? Acho que essa deve ser a primeira coisa a ser respondida por vocês. Trocar o seguro pelo incerto pode trazer muita dor de cabeça, até porque o dinheiro aplicado em investimentos não vai poder ser retirado a qualquer momento sem nenhum critério. Se o objetivo de vocês for comprar uma casa menor ou menos custosa para viver, de forma que sua qualidade de vida seja mantida, vale a pena. Vocês poderiam comprar à vista e aplicar o restante do dinheiro sem nenhuma preocupação. Em qualquer outro caso, acho que vale a pena repensar os motivos por trás dessa ideia, visto que o aluguel vai trazer inseguranças que hoje vocês não têm. Receber 4.500,00 a partir do primeiro mês é algo muito atraente, mas vocês precisam lembrar também que não existe garantia de rentabilidade futura, principalmente quando o assunto é renda variável. Retirar parte dos proventos dos investimentos para bancar o aluguel também não é uma ideia muito boa, pois olha só: Imaginem que vocês aluguem uma casa equivalente à que possuem hoje para manter o mesmo padrão de vida (até porque se vocês quisessem diminuir o padrão, vender a casa atual e comprar uma mais simples seria uma opção melhor, como mencionei anteriormente). Como a média dos aluguéis é 0,5% do valor do imóvel, vocês precisariam desembolsar R$ 4.000,00 por mês para bancar somente o aluguel. Isso consome quase todo o rendimento mensal do valor que vocês aplicariam, corroendo assim o efeito do tempo sobre os juros compostos. Com o passar do tempo, o patrimônio investido por vocês iria deixar de crescer muito por conta dessa retirada. Isso sem nem levar em consideração os ciclos naturais do mercado, que podem diminuir temporariamente o valor recebido mensalmente através dos juros. São alguns pensamentos meus que talvez possam ajudar vocês a tomar a melhor decisão. Um abraço!
  15. Eu morei em uma república na época da faculdade, quando dividia o mesmo quarto com dois amigos meus, e a casa inteira com mais dois amigos (éramos 5 no total). Foi uma experiência muito legal, mas aprendi uma coisa muito importante: mesmo que você não tenha nenhum problema de relacionamento ou convivência com as pessoas, eventualmente você vai se sentir incomodada com questões como privacidade e regras de convivência comuns. Eu não gostava, por exemplo, de ter que esperar para tomar banho ou não poder tomar um banho demorado. Em alguns momentos, gostaria de ter silêncio pra me concentrar em leituras ou estudos, e isso poderia ou não acontecer. Ás vezes, você quer usar seu copo preferido pra tomar uma gelada e vai encontrar ele sujo na pia! Em suma, dividir a moradia com uma ou mais pessoas possui vantagens e desvantagens, e tais coisas são muito pessoais. Você pode gostar muito de conviver com pessoas diferentes, pode aprender muito, se tornar uma pessoa mais organizada, mais comunicativa, e talvez possa descobrir desvantagens em coisas que você jamais imaginou que poderiam ser incômodos pra ti (eu descobri as desvantagens que citei acima só passando pela experiência mesmo, haha). Como a turma falou, é uma decisão pessoal, mas acho que ela deve sempre partir de dois pontos: primeiro, você precisa ter uma boa relação com a pessoa com quem você vai morar. Isso é primordial, porque vai evitar a maioria dos problemas de convivência que obviamente poderiam acontecer. Se a relação entre vocês não é boa e você acha que o estresse não compensa a economia financeira, não more com essa pessoa, simples assim. O segundo ponto é que é necessário que ambas estejam dispostas a passar por essa experiência, não só você, e a manter uma divisão de despesas e responsabilidades com clareza, com regras e objetivos a serem cumpridos, para que ninguém sinta sobrecarga ou injustiça. Sentem-se juntas e definam literalmente quem vai limpar o que, quando isso será feito, quem paga o que, como a divisão de despesas será feita, a partir de qual horário a música alta não é mais permitida, entre outros detalhes (são exemplos, você precisa definir esses critérios com base na realidade de vocês, mencionei alguns pontos que eu levaria em consideração porque prefiro manter as coisas bem organizadas). Dividir a casa com alguém é organização, assim como viver em uma família. Cada uma tem suas regras, vocês precisam definir as suas. Com as coisas organizadas, a chance de você ter problemas diminui bastante, então com isso bem definido, acredito que o resto é experiência.
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