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Amanda Viana Neves

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Reputação

  1. Oiii Thaina!! Li teu post e ele me pegou muito, porque eu tô num momento bem parecido mesmo que em outro contexto.Eu passei muitos anos trabalhando muito na Irlanda, num ritmo bem intenso, muito voltado pra performance, dinheiro e construção de futuro. E recentemente comecei a questionar exatamente isso: quando é a hora de reequilibrar essa balança. No meu caso, eu acabei tomando uma decisão consciente de voltar pro Brasil justamente pra trazer mais equilíbrio pra vida. Financeiramente isso não é a decisão “otimizada” — eu vou ganhar menos por conta da moeda e das oportunidades — mas eu cheguei num ponto em que o custo invisível começou a ficar alto demais.Eu não percebi no início, mas fui entrando num modo muito automático de viver, só trabalho e entrega. E o alerta real veio quando isso começou a bater no corpo e na mente. Eu desenvolvi ansiedade, sintomas de depressão e tive que procurar terapia pra entender o que estava acontecendo. E foi nesse processo que ficou claro pra mim que não era só “cansaço de fase”, era um desequilíbrio de vida mesmo.Pra mim, o ponto de virada não foi uma decisão racional de planilha foi quando meu corpo começou a pedir mudança.E isso me fez entender algo que conecta muito com o que você trouxe: a gente consegue sustentar muito esforço por um tempo, principalmente quando tem objetivo claro, mas chega uma hora em que o custo de não equilibrar começa a afetar quem a gente é no processo.Hoje eu vejo essa escolha menos como “droga vs salada” e mais como sustentabilidade vs exaustão. E nem sempre a decisão mais racional no papel é a mais saudável na vida real.No fim, acho que o difícil é exatamente isso que você colocou: saber a hora.
  2. Entrevistas, mercado de trabalho e IA (gancho do vídeo do Raul de ontem) Oi, pessoal! Acabei de assistir ao vídeo do Raul de ontem sobre entrevistas e saber se vender. Achei muito bom, principalmente porque estou vivendo esse momento. Moro na Irlanda e estou buscando uma oportunidade no Brasil para voltar já empregada, em uma posição sênior na área fiscal/contábil. Uma coisa que tenho percebido é que praticamente toda vaga hoje pede experiência com IA. Eu uso IA no dia a dia para ganhar produtividade, escrever e-mails, organizar ideias e pesquisar soluções, mas não para automatizar processos fiscais, por exemplo. Aí vem meu venting 😂: às vezes sinto que as empresas esperam que um profissional sênior também seja especialista em automação com IA. E isso me fez pensar no vídeo do Raul. Até onde vai o “saber se vender”? Se a vaga pede experiência com IA e você usa IA, mas de uma forma diferente da que a empresa imagina, vocês colocariam isso no currículo? Como vocês abordariam esse assunto na entrevista? Queria muito ouvir a experiência de quem está contratando ou de quem também está passando por isso.
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