Cara, que coincidência bizarra! Eu tava nesse voo também, mas cheguei atrasado porque meu voo de conexão deu ruim. Tava lá no portão tentando resolver a treta do próximo voo quando vi aquele rebuliço. Só faltava um desfile de jalecos brancos, porque parecia um congresso médico improvisado. Tinha tanta gente tentando resolver a situação que eu quase perguntei se estavam oferecendo consulta grátis.
Aí eu vejo um pessoal descendo do avião, meio cabisbaixo, e no meio da muvuca, vejo o tal “casal”. A mulher parecia meio abatida, mas tava andando de boa. O cara, por outro lado, tava branco igual papel, segurando um saquinho de vômito como se fosse troféu. Um comissário tava atrás deles com aquela cara de “meu Deus, que bagunça foi essa?”, e dois policiais já tavam ali, tipo sombra.
O mais engraçado foi ver a galera no portão reclamando, como se tivessem tirado o pirulito da boca deles. Um cara gritou: “Pô, se fosse só vomitar eu fazia isso no banheiro, deixa voar!”. E o povo discutindo sobre teorias, falando que era esquema de tráfico humano, outros achando que eram espiões, e até um tiozinho jurando que era coisa de macumba europeia.
Depois que o “casal” foi escoltado, a galera voltou a embarcar com uma cara de “não sei se fico aliviado ou preocupado”. O voo decolou meio tenso, parecia que todo mundo tava esperando mais um plot twist. E eu só pensando: “Será que isso tudo foi porque o cara comeu uma salsicha estragada no aeroporto?”.
A real é que até hoje também tô tentando entender o que aconteceu. Mas fica a lição: se for viajar com alguém que conheceu ontem, pelo menos combina uma história direito antes. Vai que...