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Thainá Espínola Gomes

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Sobre Thainá Espínola Gomes

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Reputação

  1. pois é, aqui eu sou o braço direito do dono, então o crescimento que tem é o gradual natural da empresa, por isso que to pensando em ver outras opções, não da pra minha perspectiva profissional depender só da vontade e ritmo deles
  2. pois é, acho que dentro dos salários pagos dentro da empresa nos outros cargos eu não estou mal, mas penso em relação ao que eu de fato agrego, vejo que até as consultorias que contratam por fora elogiam meu trabalho, organização e resultados, ontem numa reunião um desses 3os falou: "seria um sonho se as outras empresas fizessem isso que você fez, thainá, não quer fazer isso pra outros clientes não" e meu chefe respondeu "não vai querer roubar meu pessoal" kkkk mas, to me preparando pra testar outras possibilidades, em talvez empresas com maior capacidade de investir, como vc disse testar o mercado
  3. Eu não sei com precisão como são os salários em outras empresas, no formato CLT acho até que é meio tabu, não tenho intimidade suficiente pra perguntar isso a ninguem e nem me sentiria confortável. Eu sei que tem designer que ganham muito dinheiro, mas com os royalties dos produtos, de forma escalável, quanto mais vende, mais ganha, e sei também que tem designer que apenas com os royalties ganham o mesmo valor que eu aqui na empresa mesmo. A menção do valor da poltrona é apenas pra entender que trabalho num mercado de valor agregado pra contexturalizar mesmo, esse valor é um valor de loja que tem custos fora do controle da fabrica. Produtos eu ja assino aqui na empresa, só não recebo royalties por eles mesmo, pelo menos não ainda kkkk
  4. Fala, galera! Queria pedir a opinião de vocês sobre uma questão de carreira. Estou tentando entender se meu salário atual é compatível com o nível de responsabilidade que tenho hoje ou se talvez eu esteja acomodada e faria sentido buscar uma oportunidade em outra empresa. Pra contextualizar: Tenho 28 anos, sou formada em Design pela UFPB e trabalho há cerca de 5 anos como Designer de Produtos em uma fábrica de móveis de alto padrão na Serra Gaúcha (RS). É uma empresa de porte médio, mas relativamente reconhecida no mercado nacional. Para vocês terem uma ideia do posicionamento da marca, uma poltrona pode chegar facilmente à faixa dos R$ 20 mil. Entrei na empresa para um período de experiência recebendo R$ 1.400 e fui crescendo ao longo desses anos. Hoje meu salário bruto é de aproximadamente R$ 5.600. Meu cargo vai muito além de desenhar produtos. Hoje sou responsável por: Desenvolvimento de novos produtos da marca; Gestão de todo o processo de prototipagem, acompanhando desde o projeto até a validação final; Interface diária com os setores produtivos para garantir a execução dos protótipos; Desenvolvimento técnico e adaptação de produtos assinados por designers externos; Pesquisa de tendências, materiais e mercado para direcionar os lançamentos; Participação em feiras nacionais do setor, visitas técnicas e eventos; Representação da empresa em palestras e encontros com arquitetos e especificadores; Participação ativa no planejamento das coleções e lançamentos. Ao longo desses anos já desenvolvi dezenas de produtos para a empresa e participei diretamente da construção do portfólio da marca. Um ponto importante é que, diferente dos designers convidados que assinam coleções para a empresa, eu não recebo royalties sobre nenhum produto desenvolvido internamente. Toda a minha remuneração é exclusivamente o salário CLT. Por outro lado, também existem muitos pontos positivos no meu trabalho. A empresa me proporciona uma visibilidade muito grande dentro do mercado de design. Meu nome aparece em lançamentos, eventos e feiras, conheço muitos profissionais relevantes da área, tenho contato constante com arquitetos, lojistas e outros designers, além de trabalhar em um ambiente excelente. Gosto genuinamente da empresa e das pessoas com quem trabalho. O problema é que minha carreira parece ter chegado em um teto. Acima de mim existe apenas o diretor (que também é o dono da empresa), então praticamente não há cargos para crescer nem um plano de carreira estruturado, com perspectivas claras de evolução salarial. Para complementar minha renda, hoje faço consultorias e projetos por fora, mas cheguei em um ponto em que simplesmente não tenho mais horas disponíveis no dia. Trabalho bastante entre o CLT e os freelas, então aumentar a renda assumindo mais projetos deixou de ser uma opção viável. Minha dúvida é justamente essa: Vocês acham que um salário bruto de aproximadamente R$ 5.600 faz sentido para esse nível de responsabilidade dentro da indústria moveleira? Ou vocês enxergam que talvez eu esteja permanecendo por conforto, pelos benefícios intangíveis da empresa (ambiente, networking, visibilidade e qualidade de vida), quando minhas competências poderiam me colocar em empresas maiores, ocupando cargos mais estratégicos e com uma remuneração significativamente melhor? Gostaria muito da opinião de quem trabalha com indústria, design, gestão de produto ou já passou por uma situação parecida. Quero entender se minha percepção faz sentido ou se estou deixando oportunidades passarem por receio de mudar.
  5. Eu sou designer, acho que outros colegas de trabalho usam de forma mais ostensiva, mas atualmete uso muita pra organização de projetos, com geração de planilhas, textos, e também na parte de design grágico eu faço basnte rótulo de vinho personalizado, então as ilustrações e referências muitas vezes eu faço com ajuda de ia pra agilidade no serviço, ja que é um demanda mais de toque de caixa, não são projetos maiores de vinhos de linha. além disso na parte de design de produto uso bastante pra renderização das minhas modelagens 3d, facilita bastante, trocas de acabamentos e etc.
  6. Eu hoje tenho 28 anos e essa é uma questão pela qual também passei. A diferença é que, no meu caso, a falta de oportunidades nem me permitia escolher em que área da minha profissão eu queria atuar. Eu simplesmente fazia o que aparecia, porque as opções eram muito limitadas. Desde a universidade até hoje, me mudei de cidade três vezes em busca dessas portas que iam se abrindo. Fui seguindo as oportunidades que surgiam e aprendendo no caminho. O maior aprendizado que tive nesses anos é que, muitas vezes, a gente descobre o caminho fazendo. Depois de muita reflexão, percebi que não tem como adivinhar qual é a melhor escolha além dos critérios mais objetivos , e isso eu acho que você conseguiu considerar muito bem. Então, meu conselho é o seguinte: primeiro, priorize a sua saúde. Sem ela, nada mais importa. Não existe dinheiro, promoção ou cargo alto que compense perder a saúde. E, segundo, não tenha medo de começar por qualquer uma das opções que você está considerando. Nada impede que você mude de direção depois. Muito pelo contrário: qualquer uma delas vai te fazer aprender, crescer e te dar mais clareza sobre o que faz sentido para você. Aposte na sua capacidade de perceber, ao longo do caminho, quando é a hora de mudar, e não tenha medo dessa mudança. No fim das contas, o peso maior não está na escolha do caminho, mas em insistir em uma escolha que já não faz mais sentido depois que você percebeu que existe uma opção melhor. desejo apenas o melhor!!
  7. Oi, pessoal! Ultimamente tenho pensado muito no meu caminho profissional e, assistindo ao módulo 1 junto com a aula de Um Pouco de Droga, Um Pouco de Salada, me veio um questionamento: quando é a hora de reequilibrar essa balança entre a droga e a salada? Tenho 28 anos e concilio meu trabalho CLT como designer de fábrica com o meu MEI, onde atuo como designer de produto no contraturno, além de produzir conteúdo para o YouTube falando sobre design. No fim das contas, acabo trabalhando em média de 10 a 12 horas por dia, a semana inteira, de domingo a domingo. Esse foi um compromisso que assumi por um período, com um objetivo muito claro: conseguir construir minha casa sem prejudicar meus investimentos e sem comprometer as despesas do dia a dia. A questão é que eu sei que viver a 100% por muito tempo não é saudável. Ao mesmo tempo, também sinto que, para sair do lugar e conquistar alguns objetivos, esse esforço na juventude faz sentido. Então fico me perguntando: como vocês identificam que chegou a hora de reequilibrar essa balança? Como saber quando é o momento de diminuir o ritmo e conseguir conciliar melhor a busca pelos objetivos com os prazeres da vida, sem sentir que está abrindo mão do futuro?
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