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Paulo Bardella

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Sobre Paulo Bardella

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Reputação

  1. Fala, Antônio! Tudo bem? Cara, na parte contábil eu faria questão de entender como funciona: quais impostos estou pagando, qual meu regime tributário, quanto realmente sobra líquido, quais são minhas obrigações etc. Agora, fazer tudo sozinho, eu particularmente não faria. Procuraria um bom contador e acompanharia de perto. Você entende o processo, mas deixa a execução com quem trabalha com isso todos os dias. Principalmente porque PJ não é simplesmente pegar o líquido CLT e comparar com o valor da nota. Tem imposto, contador, previdência, férias, 13º, benefícios e outros custos que você precisa colocar na conta. Sobre quando sair do CLT, eu faria uma transição gradual. Não queimaria a ponte antes de atravessar. Se existir a possibilidade de começar o PJ mantendo o CLT por algum período, eu faria isso. Esperaria o novo contrato começar a pagar com regularidade e ter segurança de que aquela renda cobre tranquilamente meus custos fixos. Aí sim pensaria em fazer a migração completa. E, se tiver que sair do CLT de uma vez, eu gosto de ter pelo menos 12 meses dos meus custos fixos guardados. Startup early stage pode dar muito certo, mas também tem bastante risco. E uma última coisa: eu trataria essas phantom stocks como upside, não como salário. Para tomar a decisão, faria as contas principalmente com o dinheiro que efetivamente vai cair na conta todo mês. Boa sorte nessa nova fase! Se puder, me segue aqui na comunidade e também no Instagram: @paulobardella. Um grande abraço!
  2. Fala, meu amigo! Beleza? Cara, “um amigo, fábrica cigana e R$ 200 mil” na mesma frase já acende umas luzes amarelas aqui. Mas vamos por partes. Primeira pergunta que eu faria: esses R$ 200 mil fazem falta para você? Se esse negócio der completamente errado e você perder boa parte desse dinheiro, sua vida continua normalmente? Depois disso, eu tentaria entender muito bem a operação. Quem vai fabricar? Qual é o custo real por unidade? Qual o pedido mínimo? Margem? Impostos? Licenças? Marketing? Logística? Distribuição? Capital de giro? E, principalmente: quem vai comprar essa bebida? Porque fabricar produto é uma coisa. Conseguir vender, distribuir, receber e ainda sobrar margem é outra completamente diferente. Eu também não colocaria R$ 200 mil de uma vez só para descobrir se existe mercado. Se fosse possível, começaria pequeno, faria um lote menor, tentaria vender e validaria a operação. Primeiro vende, depois escala. E sociedade com amigo exige ainda mais cuidado. Tudo muito bem documentado, responsabilidades definidas e cada cenário discutido antes de colocar dinheiro. Então eu não começaria perguntando se R$ 200 mil são suficientes. Começaria perguntando: quanto eu consigo testar desse negócio sem colocar R$ 200 mil em risco? Boa sorte! Se puder, me segue aqui na comunidade e também no Instagram: @paulobardella. Um grande abraço!
  3. Fala, Mateus! Beleza? Cara, você está voando aí. Entrou como sênior em 2024, já virou Tech Lead, tem um gerente que promove seu trabalho e ainda existe uma possibilidade real de chegar à gerência. Eu colocaria bastante energia nisso agora. Às vezes a gente começa a pensar tanto no próximo passo que acaba tirando o foco justamente da oportunidade que está na nossa frente. Você ainda tem espaço para crescer, aumentar sua renda, ganhar experiência e acumular patrimônio. Então eu faria exatamente isso: bate no teto primeiro e depois pensa no que fazer. 😂 Chega lá, consolida sua posição e, quando realmente sentir que não existe mais espaço para crescer, aí você avalia com calma qual será o próximo movimento. Porque voltar para o Brasil buscando uma diretoria ou partir para o empreendedorismo não significa necessariamente ganhar mais logo de cara. Pode ser que você precise dar alguns passos para trás para depois voltar a crescer. O crescimento nunca acontece em linha reta. Se depois disso você entender que quer empreender, eu faria uma transição gradual. Não queimaria a ponte antes de atravessar. Começaria alguma coisa em paralelo, validaria, tentaria vender e só depois pensaria em abandonar uma renda excelente em dólar. E, se em algum momento decidir largar tudo para empreender, eu teria pelo menos 12 a 15 meses dos meus custos fixos pessoais guardados. Se der errado, você tem tranquilidade para colocar uma pedra naquela tentativa e seguir em frente. Por enquanto, aproveita a oportunidade que está na sua frente e continua acelerando. Boa sorte, cara! Se puder, me segue aqui na comunidade e também no Instagram: @paulobardella. Um grande abraço!
  4. Fala, Antônio! Tudo bom? Aqui na empresa eu comecei justamente de um jeito que não recomendaria para ninguém. 😂 Entrei em sociedade com outras três pessoas que eu praticamente não conhecia e ainda fizemos uma dívida enorme para começar. Deu merda. Quebrei, fiquei devendo, estourado em cartão de crédito, nome negativado. Mas consegui dar a volta por cima. Foi um aprendizado enorme, encontrei outro sócio, reorganizamos o negócio e hoje estamos há 15 anos no mercado, com um faturamento relevante. Então, se tem uma coisa que aprendi é: começar é começando. Não existe muito jeito. Você pode estudar, fazer plano de negócio, analisar mercado e montar todas as planilhas possíveis, mas só vai descobrir se sua ideia realmente funciona quando colocar o produto ou serviço na rua e alguém estiver disposto a pagar por ele. No seu caso, principalmente porque você já tem uma renda muito boa, eu começaria com um pé em cada canoa. Manteria minha fonte de renda e começaria alguma coisa em paralelo. Vai testando, vendendo, errando pequeno e entendendo se aquilo tem futuro antes de largar tudo. Se chegar o momento em que realmente precisar abandonar seus contratos para se dedicar integralmente ao negócio, eu teria pelo menos 12 a 15 meses dos meus custos pessoais fixos guardados. Se der tudo errado — e pode dar — você tem tempo para colocar uma pedra naquele projeto, reorganizar a vida e começar novamente sem passar aperto. Empreender sempre vai ter frio na barriga. E nenhuma análise de viabilidade vai eliminar completamente esse risco. Em algum momento você precisa colocar alguma coisa para vender e descobrir se existe alguém do outro lado disposto a comprar. Boa sorte! Se puder, me segue aqui na comunidade e também no Instagram: @paulobardella. Um grande abraço!
  5. Fala, Thiago! Beleza? Primeiro, parabéns pela trajetória. Chegar aos 37 anos com praticamente R$ 1 milhão investido e uma renda desse nível não é para qualquer um. Sinceramente, acho que a sua ansiedade está fazendo o problema parecer maior do que os números mostram. Se hoje você ganha em torno de R$ 50 mil e perder 70% dessa renda, ainda sobrariam aproximadamente R$ 15 mil por mês. Com R$ 11 mil de custos fixos, você ainda estaria, em tese, cobrindo suas despesas sem precisar mexer no patrimônio. E, mesmo que em algum mês precise mexer, faz parte. A vida de autônomo e de empresário é exatamente assim. Existem momentos em que você ganha muito e momentos em que ganha pouco. O crescimento nunca acontece em linha reta. E você fez exatamente aquilo que deveria ter feito nos anos bons: ganhou bastante, manteve os custos relativamente controlados e construiu um colchão financeiro enorme. Na minha visão, você gabaritou a preparação para esse momento. Reserva e patrimônio também existem para isso. Não precisa entrar em desespero se eventualmente tiver que usar uma pequena parte desse dinheiro enquanto reorganiza sua operação e busca novos clientes. Você comprou uma coisa muito valiosa com esse R$ 1 milhão: tempo para pensar e tomar decisões sem estar com a corda no pescoço. Se você conseguiu construir uma renda de R$ 50 mil por mês prestando consultoria, existe uma boa chance de conseguir construir novamente uma carteira de clientes que te leve para perto desse patamar. Talvez demore alguns meses, talvez mais. Faz parte do jogo. Eu não mudaria toda a minha vida profissional por causa de um momento de baixa. Usaria o colchão que você construiu, continuaria com os custos fixos sob controle e colocaria energia em trabalhar mais, trabalhar melhor e buscar novos clientes. Sobre ansiedade, esporte me ajuda demais. Academia, corrida, futebol, tênis... de preferência algum esporte com competição. Ajuda muito a gastar energia e colocar a cabeça no lugar. No mais, bola para frente. Você se preparou justamente para enfrentar momentos como esse. Espero ter ajudado! Se puder, me segue aqui na comunidade e também no Instagram: @paulobardella. Um grande abraço!
  6. Fala, Mário! Tudo bem? Desculpa me intrometer, porque eu sei que você não pediu opinião sobre isso especificamente, mas queria compartilhar uma visão. Pela minha experiência, acho muito difícil encontrar um bom sócio quando ainda não existe uma ideia validada, um MVP ou algum projeto em andamento. As melhores sociedades que conheço normalmente surgiram quando uma das partes já tinha começado a construir alguma coisa. No seu lugar, eu começaria um projeto em paralelo ao seu trabalho atual. Você tem uma bagagem muito boa em marketing e vendas, então colocaria uma ideia para rodar, validaria o mercado e só depois pensaria em trazer um sócio, caso realmente fizesse sentido. Outra coisa que eu faria seria começar com um pé em cada canoa. Continue no seu emprego enquanto valida o negócio. Isso reduz muito o risco e evita tomar decisões por necessidade financeira. Parabéns pela trajetória. Dá para ver que você construiu uma experiência muito sólida e isso certamente vai ajudar no empreendedorismo. Boa sorte! E, se puder, me segue aqui na comunidade e também no Instagram: @paulobardella. Um abraço!
  7. Fala, meu amigo! Tudo bem? A primeira coisa que eu diria é: o crescimento na carreira raramente acontece em linha reta. Normalmente, você cresce, estabiliza por um tempo, aprende mais, e depois cresce novamente. Faz parte do processo. Também tomaria cuidado para não deixar a ansiedade ditar suas decisões. Uma das coisas que mais me ajuda é praticar esportes, de preferência algum que tenha um pouco de competição. Isso ajuda muito a aliviar a ansiedade e a colocar as ideias no lugar. Tem também um vídeo muito bom do Raul sobre crescimento profissional e mudança de emprego. Vale muito a pena assistir. No seu lugar, eu começaria a testar o mercado. Atualizaria o currículo, participaria de algumas entrevistas e entenderia quanto o mercado está disposto a pagar pelo seu perfil. Isso, além de abrir oportunidades, costuma diminuir a sensação de estar "preso". Sobre a transferência interna, eu avaliaria com bastante cuidado. Se for para mudar de área mantendo o mesmo cargo e o mesmo salário, eu compararia essa opção com as oportunidades que existem fora da empresa. Pessoalmente, eu daria preferência a uma mudança que também representasse um avanço de carreira e de remuneração, e não apenas uma troca lateral. Continue trabalhando com dedicação e disciplina, mas lembre-se de que você tem 29 anos. Ainda há bastante tempo para construir uma carreira excelente. O importante é continuar evoluindo e não tomar decisões apenas por causa da ansiedade. Boa sorte! E, se puder, me segue aqui na comunidade e também no Instagram: @paulobardella. Um grande abraço!
  8. ala, Luiz! Parabéns pela história. Dá para ver que você construiu tudo com muito trabalho, coragem e disciplina. Isso tem muito valor. Na minha opinião, você não precisa fazer nenhuma mudança radical agora. Continue fazendo o que já vem dando certo. Seu negócio está crescendo, você consegue investir uma parte muito relevante da renda e ainda mora com seus pais, o que te dá uma vantagem enorme para acumular patrimônio. Sobre o inglês, eu faria uma coisa simples: uma hora por dia, todos os dias. Em dois ou três anos, mantendo essa constância, a evolução costuma ser muito grande. Também acho que você está carregando uma ansiedade que vem da sua história de vida. E isso é mais comum do que parece em quem cresceu com pouca condição financeira. Uma coisa que me ajuda bastante é praticar esportes, de preferência esportes com um componente de competição. Eles ajudam muito a aliviar a ansiedade. Além disso, se você sentir que esses pensamentos estão atrapalhando sua qualidade de vida, eu consideraria fazer terapia. Eu faço há mais de sete anos e, para mim, foi uma das melhores decisões que tomei. Por fim, não deixe que a ansiedade faça você perder a noção do quanto já conquistou aos 22 anos. Continue trabalhando, estudando, investindo e tendo paciência. O patrimônio é construído ao longo do tempo, e, pelo que você contou, você está em um excelente caminho. Se puder me segue aqui e la @paulobardella. Boa sorte!
  9. Independentemente da área que você escolher, acredito que o mais importante é a dedicação. Estude bastante, procure evoluir todos os dias e tenha paciência com o processo. Tem um vídeo muito bom do Raul sobre crescimento profissional que vale a pena assistir. Ele mostra que carreira é construída no longo prazo. Também é importante entender que o crescimento raramente acontece em linha reta. Haverá momentos de avanço, de estagnação e até alguns passos para trás. Isso faz parte. O que costuma diferenciar quem chega longe é a capacidade de continuar aprendendo, trabalhando com disciplina e mantendo a ambição de evoluir, mesmo quando os resultados demoram a aparecer.
  10. arabéns pela trajetória até aqui. Na minha opinião, você está em uma posição muito boa. Tem 24 anos, já conquistou uma renda, mora com seus pais, tem uma boa capacidade de poupança e ainda fala inglês. Isso te dá bastante flexibilidade para construir o futuro. Continue aproveitando esse momento para juntar patrimônio, mas sem deixar de viver e aproveitar a juventude. Esse equilíbrio também é importante. Se você gosta da ideia de concursos, acho um caminho totalmente válido. Existem excelentes oportunidades, principalmente nas áreas de TI e bancária. Por outro lado, vale lembrar que carreiras públicas costumam oferecer mais estabilidade, enquanto o empreendedorismo normalmente oferece um potencial maior de crescimento financeiro — mas também vem acompanhado de mais riscos. Como seus custos são baixos hoje, você está em uma fase muito favorável para experimentar, aprender e até assumir alguns riscos calculados, caso um dia queira empreender. Se optar por esse caminho, eu faria isso com planejamento e uma boa reserva financeira. E uma reflexão que sempre levo comigo: os maiores arrependimentos costumam estar nas oportunidades que deixamos passar por medo. Planeje bem, coloque as chances a seu favor e siga em frente. Você ainda tem muito tempo para construir uma carreira de sucesso.
  11. Na minha opinião, você já deu um passo importante: percebeu que aumentar a capacidade de gerar renda faz muita diferença na construção de patrimônio. Eu continuaria trabalhando enquanto busca oportunidades melhores. Envie currículos, participe de processos seletivos e vá galgando posições que aumentem sua responsabilidade e sua remuneração. Também recomendo assistir ao vídeo do Raul sobre crescimento profissional. Achei que ele explica muito bem como acelerar a carreira. Além disso, invista bastante nos estudos. A faculdade pode abrir portas, mas, se eu pudesse destacar uma habilidade, seria o inglês. Hoje, na minha visão, ele deixou de ser um diferencial. Em muitas carreiras, não falar inglês acaba sendo uma desvantagem. Continue evoluindo um passo de cada vez. Com 22 anos, você tem tempo para construir uma carreira muito sólida se mantiver a disciplina e a vontade de aprender.
  12. Sinceramente, ninguém merece trabalhar em um ambiente onde é constantemente humilhado. Isso acaba cobrando um preço muito alto ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, entendo que nem sempre é possível simplesmente pedir demissão de um dia para o outro. Por isso, eu faria uma transição planejada. Primeiro, buscaria construir uma reserva financeira que cobrisse cerca de 12 meses dos meus custos fixos. Isso dá muito mais tranquilidade para mudar de rumo sem tomar decisões por desespero. Enquanto isso, começaria a investir cada vez mais na fotografia, mantendo as duas atividades em paralelo. Pelo que você contou, além do retorno financeiro, ela também parece te dar bastante satisfação. Se essa nova atividade ganhar tração e passar a gerar uma renda consistente, a decisão de sair do emprego atual tende a acontecer de forma muito mais segura. Acredito que o ideal é fazer essa mudança com planejamento, e não por impulso. Assim, você preserva sua segurança financeira e aumenta muito as chances de sucesso na nova carreira.
  13. Tem um vídeo muito bom do Raul sobre crescimento profissional e aumento de renda. Vale muito a pena assistir, porque ele aborda exatamente esse tema. Sobre a faculdade, na minha opinião, vale a pena concluir. Conhecimento dificilmente é um investimento perdido. Muita gente cita exemplos de grandes empresários que não terminaram a faculdade, como o próprio Raul, mas acho importante lembrar que eles são exceções, não a regra. É melhor construir sua carreira aumentando as probabilidades de sucesso do que contando com uma exceção. Também acredito que assumir posições de maior responsabilidade depende de uma combinação de tempo, disciplina, resultados consistentes e confiança que você transmite para a liderança. Continue buscando oportunidades para aprender e entregar mais do que esperam de você. E, se em algum momento perceber que a empresa onde está não oferece espaço para crescer, vale olhar o mercado. Agora, se isso acontecer repetidamente em diferentes empresas, talvez seja um sinal de que ainda falta desenvolver algumas competências ou ganhar mais experiência. Isso é completamente normal e costuma vir com o tempo, muito trabalho e dedicação.
  14. Não conheço os detalhes do seu negócio, então encare isso apenas como uma opinião pessoal. Se a sua empresa ainda é de pequeno ou médio porte, eu teria bastante cautela em assumir dívidas ou captar recursos com investidores pagando juros. Quando tudo dá certo, parece uma ótima solução. Mas, se o mercado muda, um cliente importante sai ou a utilização das máquinas fica abaixo do esperado, essa obrigação financeira pode colocar muita pressão no caixa da empresa. Particularmente, eu prefiro crescer um pouco mais devagar, reinvestindo os lucros e comprando as máquinas à vista conforme o caixa permite. É um caminho menos acelerado, mas também tende a ser mais seguro. Claro que essa é uma visão de quem não atua no seu segmento. Pode ser que, no mercado de locação de máquinas, existam modelos de financiamento que façam bastante sentido. Vale a pena ouvir quem já escalou uma operação como a sua antes de tomar uma decisão.
  15. Na minha visão, você está em uma excelente fase da carreira. Com 24 anos, você tem algo muito valioso a seu favor: o tempo. Isso permite acumular experiência, construir reputação e aproveitar o efeito dos juros compostos na própria carreira. Sobre networking, acredito que ele é consequência de um bom trabalho. Procure agir sempre com transparência, cumprir o que promete e realmente buscar o melhor para o cliente. Profissionais que passam confiança acabam sendo lembrados e indicados naturalmente, e esse tipo de relacionamento costuma ser muito mais sólido do que um networking feito apenas para "trocar cartões". Como você gosta do mercado de seguros e já está crescendo na área, eu continuaria investindo em me tornar cada vez mais competente. Uma carreira muito bem construída em um setor específico costuma gerar excelentes oportunidades no longo prazo.
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