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Daniel Correa Silveira

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Tudo postado por Daniel Correa Silveira

  1. Olá @Andre Fernando Simoes tudo bem! Primeiramente quero deixar bem claro que não é "jogar areia" na tua idéia, são apenas pensamentos que surgiram de alguém que também é empresário no ramo de serviços e gosta de trabalhar cenários e planilhas rsrsrsrs Eu li tudo com atenção. Pelo que foi exposto, minha percepção é que sua estratégia está fortemente apoiada na dificuldade de novos entrantes abrirem concorrência "ainda que na marra" após essa aquisição. A barreira de entrada é tão sólida mesmo? Seria interessante (como dica) projetar um período de payback da estratégia. Se durar 2-3 anos esse período de beber agua limpa, ela para em pé? Não considerar a situação em perpetuidade! Na minha experiência, o problema de uma concorrência artificial (na falta de uma palavra melhor), onde as margens conseguem ser infladas ainda que aos poucos, é que alguém vai enxergar a oportunidade, entender o mix, perceber a precificação "premium"... Daí para alugar ou construir uma sala e abrir concorrência é um pulo talvez menor que tu antecipes. Sugestão seria alocar um prazo de "agua limpa" pra essa estratégia (3, 5 anos?) daí tu sabes melhor qual prazo e considerar os "e se" da vida... E se um novo entrante chegar? Se a minha margem for pressionada em x%, se houver algum esqueleto no armário desse CNPJ, se os meus fornecedores perceberem que sou o único e decidirem me apertar no custo de suprimentos, se a vila reduzir um pouco a população jovem (ou geral), etc Acho que isso vai te ajudar a projetar cenários e criar algum plano de contenção. Desejo muito sucesso! Abraço
  2. Cara, sendo bem sincero não deu pra entender muito a tese ainda. Minha opinião ("poluída" por quem trabalhou no segmento de transporte de granéis sólidos na ponta do contratante de fretes por vários anos) é que precisas entender mais o segmento, o que pretendem transportar, quais distâncias médias, margem, seguro de carga necessário e, em especial, qual o diferencial real do modal elétrico. O projeto vai ser mais eficiente (não só o custo frete em si mas o custo de capital envolvido)? Já olhou o business plan? Considera recargas dos caminhões, a infra já existe? O que precisa de infra extra caso não? Origem e custo do capital necessário? Quais seriam os clientes target? Estão pelo custo ou mais pelo green project? Margem estimada? A demanda é sazonal ou é mais estável? Existe capital humano adequado ou treinamento eficiente para bom uso dos ativos? A lista não é exaustiva, mas quanto mais fundo for nesse tipo de projeto (dinheiro e seu tempo) mais vai precisar ter essas e outras respostas bem organizadas. De forma bem genérica eu vi algumas dezenas de transportadoras abrir e fechar. Muitas aproveitaram incentivos pra comprar caminhões, mas não conseguiram manter eficiência operacional, outras consolidaram e viraram grandes conglomerados. Nesse recorte do segmento o que mais se viu foram transportadoras criando boas plataformas de captar demanda e oferecer cotações rápidas e assertivas e com isso acabaram "agregando" motorista e caminhoneiro que não conseguiu sobreviver sozinho porque não tinha o canal da demanda e atendimento ao cliente ponta a ponta bem estabelecido.
  3. Olá bom dia! Eu tive um dilema e dúvida muito similar em determinado momento da minha carreira. Considere (e pesquise se tem isso disponível na sua região) a modalidade de Mestrado Profissional... na minha época "resolveu" a situação e olhando em retrospectiva trouxe um valor adicional. Consegui negociar liberação de horário para cursar as aulas sexta a tarde/noite e sábado o dia inteiro na UFRGS no mestrado em Engenharia de Produção. Em troca implementei um projeto na empresa. Foi uma fase foda, estudei que nem um desgraçado e nunca li tanta coisa técnica na vida. Na fase da dissertação eu achei que melhorou porque era 100% prática e vinculada com a empresa. Ainda não tinha filhos, era grupo de estudo com os colegas toda hora, quase zero vida pessoal e lazer. Sinceramente valeu a pena... com a aplicação do projeto na própria empresa "bancaram" 80% do curso, que nessa modalidade era pago mesmo sendo UFRGS... então foi ganha-ganha total. Te permite além de continuar trabalhando, lecionar nas universidades caso esse seja seu interesse. Eu fiz como um "hobby sério" por 3 anos, gostei muito e cheguei a orientar uns TCCs na época, mas depois a agenda ficou pesada pra manter isso como trabalho extra. PS 1: Eu acho que se não tivesse encontrado essa modalidade iria preferir um MBA. PS 2: Não tem como negar que vai ser uma fase foda se for trabalhar e fazer o mestrado em paralelo. Então precisa estar preparada psicologicamente para não fazer mais nada por 2 anos, só trabalhar e estudar, pra mim com 24 anos, sem filhos e com uma mulher que me apoiou, deu certo. Sucesso!!
  4. projeto do carnaval: vou testar isso no Perplexity com a minha carteira de FIIs, valeu @Sergio Tanaka
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