-
Interações
157 -
Entrou
-
Última visita
Sobre Thiago Busse

- Aniversário 10/18/1979
Informações pessoais
-
Estado civil
Bem casado ❤️
Visitantes recentes no perfil
1460 visualizações de perfil
Conquistas de Thiago Busse
-
Perdida na carreira e prestes a me formar
Thiago Busse respondeu para um tópico em 💰 Carreira & Empreendedorismo (Conselho sinceros)
Primeiro: fica tranquila. Você tem 22 anos, tempo ao seu favor e já está fazendo algo que muita gente demora anos para fazer: parar, refletir e tentar organizar o caminho, além de já estar aqui na AUVP... Quem me dera ter essa clareza com 22, rs. Mas antes de qualquer decisão grande, eu priorizaria ficar bem. Burnout e depressão são coisas sérias. Já passei por isso pessoalmente e também com a minha esposa, e posso te falar: não tem mágica nem milagre. O caminho é acompanhamento profissional, sono, alimentação, exercício e rotina minimamente saudável. Parece básico, mas é a receita de voltar a ficar bem. Dá para continuar olhando vagas e pesquisando caminhos, mas sem se atropelar. Talvez colocar um prazo ajude: “até janeiro vou focar em me cuidar, me formar e pesquisar opções com calma”. Sobre propósito, eu tomaria cuidado para não travar esperando uma resposta perfeita. Na vida real, o caminho não vem pronto e bonitinho. A gente vai vivendo, testando, errando, ajustando e as coisas vão fazendo sentido com o tempo. O Ikigai, que o Raul comenta, pode ajudar bastante: tenta cruzar o que você gosta, no que você é boa, pelo que pode ser paga e o que o mundo/mercado precisa. Talvez hoje você ainda não tenha a resposta final, e tudo bem. O importante é ir aproximando as escolhas desse cruzamento. Então eu começaria simples: cuidar da saúde, terminar a faculdade, mapear áreas que te interessam e testar caminhos sem colocar o peso de “decidir o resto da vida” agora. E, de verdade, você está no caminho. Está estudando, refletindo, buscando ajuda e pensando no futuro. Isso já é muita coisa. Esse vídeo do Raul sobre Ikigai pode te ajudar bastante: https://www.youtube.com/watch?v=BgLy8sMiUTg E esse papo antigo sobre busca de propósito também é muito bom: https://youtu.be/NbgY6PUL8JY?si=Fpkqus47mB-nfJ8I&t=810 Se cuida, fique bem e sucesso! -
Fala! Imagina, tamo junto. Sobre mentoria, acho que pode ser dos dois jeitos: alguém de dentro da empresa ou alguém externo. Dentro da empresa pode ser muito bom, desde que não seja seu gestor direto nem alguém muito envolvido na sua área, para ter uma visão mais isenta. A vantagem é que essa pessoa já entende o contexto, a cultura, os jogos internos, onde você pode crescer e onde pode estar se sabotando. Importante ser alguém que tenha competência e êxito, não adianta ser amigo. Mas também pode ser alguém de fora, algum profissional mais sênior que você conheça, tenha abertura e consiga te provocar com sinceridade. O importante é ser alguém que não passe só a mão na cabeça, mas que consiga te ajudar a transformar potencial em entrega e te cobrar por metas objetivas. O ideal é essa pessoa te ajudar a enxergar coisas tipo: onde você começa a tirar o pé, quais comportamentos aparecem antes disso, quais resultados você precisa mostrar e como se posicionar melhor para assumir mais protagonismo. E tem mentorias boas por aí sim. Na própria AUVP tem o programa de conselheiros, que é uma linha bem interessante, dá uma olhada nesse post aqui que explica melhor: Mas acho que você está indo pelo caminho certo: terapia para entender o padrão por dentro, e mentoria para transformar isso em ação prática na carreira. Sucesso!
-
Separação de PFxPJ
Thiago Busse respondeu o(a) tópico de Wellington Bezerra em 💰 Carreira & Empreendedorismo (Conselho sinceros)
@Wellington Bezerra, estamos no mesmo barco, também sou empreendedor iniciante, bem vindo a bordo, rs O básico que tenho tentado seguir é: conta da empresa é da empresa, conta pessoal é pessoal. Definir um pró-labore, separar cartões, registrar entradas/saídas e não usar o caixa da PJ como extensão da carteira pessoal, porque aí vira samba do CNPJ doido 😂 Tem um post bom do Investidor Sardinha explicando essa diferença entre PF e PJ e por que essa separação ajuda na segurança e organização do negócio. Vale a leitura: https://investidorsardinha.r7.com/aprender/diferencas-entre-pessoa-fisica-e-juridica/ Tem também esse vídeo no canal sobre o assunto: https://www.youtube.com/watch?v=mmx23yFIqp4 E aproveitando, vi hoje um post da @Bia Henriques aqui na comunidade sobre a reformulação do módulo 1 da AUVP. Eles abriram um formulário para a galera votar nas aulas que vão entrar no módulo, sobre carreira, empreendedorismo e negócios... vota lá nos temas também ;) -
Dicas de carreira
Thiago Busse respondeu o(a) tópico de Vitor Schlichting em 💰 Carreira & Empreendedorismo (Conselho sinceros)
@Vitor Schlichting, perfeito esse ponto. Às vezes o desafio nem é ter a ideia certa, é fazer ela entrar sem parecer que você está batendo de frente. Em empresa familiar, ainda mais com dono mais experiente e com a cabeça já bem formada, eu evitaria chegar no “acho que tem que fazer assim”. Mesmo você estando certo, pode soar como confronto. Eu tentaria ir mais pelo caminho de construir junto. Algo tipo: “Pensando no que você comentou e na sua experiência com a empresa, levantei uns números aqui pra ajudar na decisão.” Ou: “Não quero mudar tudo, queria só testar uma alternativa pequena pra ver se melhora o resultado.” Uma dica prática: em vez de vender uma mudança grande, vende um teste pequeno. Tipo: “vamos testar por 30 dias esse controle de cobrança e ver se reduz atraso?”. Aí você tira do campo da opinião e leva para dado, teste e resultado. Outra coisa que ajuda é sempre mostrar 3 pontos: qual problema resolve, qual risco existe se não fizer nada e qual ganho pode ter se testar. Geralmente é o que funciona mais para mim, nesse cenário. E use bastante pergunta. Dono mais antigo normalmente reage melhor quando sente que está participando da decisão, e não sendo corrigido. Algo como: “você acha que faria sentido testar isso pequeno antes de decidir se muda ou não?” Você não precisa ganhar a discussão, precisa ganhar confiança. Quando ele perceber que você não está tentando provar que sabe mais, mas sim proteger o negócio e melhorar o resultado, a conversa muda. Vai por etapas: Primeiro ele compra sua forma de pensar. Depois começa a comprar suas ideias -
Falando como gestor que já liderou times com mais de 45 pessoas: isso é bem mais comum do que parece. Já vi muita gente muito boa tecnicamente, inteligente, querida pelo time, que quando chegava perto de assumir mais protagonismo simplesmente tirava o pé. Não por falta de capacidade, mas por algum bloqueio mesmo: medo de errar, medo da cobrança, síndrome do impostor, excesso de autocrítica, ou até medo de virar “o responsável oficial” pelas coisas. Pelo seu relato, você já sabe fazer bem a parte difícil: aprender rápido, negociar, ganhar confiança e virar referência. Mas o ponto talvez nem seja só crescer ou ganhar destaque. É se comportar como uma empresa, tipo um Eu S/A: entregar valor sempre, independente do cargo, da promoção ou do holofote. E isso passa por olhar além da sua cadeira. Entender o negócio como um todo, onde você impacta resultado, onde pode destravar valor e como sua entrega ajuda a empresa de verdade. É isso que te torna mais do que referência. Te torna quase indispensável. Eu não trataria isso só como organização. Voltaria para terapia com esse tema bem claro na mesa. Algo mais comportamental, tipo TCC, pode ajudar bastante. E em paralelo, tentaria ter um mentor ou gestor de confiança para te cobrar por metas objetivas, não só por potencial. Já tive mentor e já fui mentor, isso ajuda muito! Livro pode ajudar também: Mindset, Hábitos Atômicos e A Coragem de Ser Imperfeito são bons caminhos. Mas sendo bem sincero: pelo que você descreveu, o principal não é aprender mais uma técnica. É entender o padrão que te faz frear quando você começa a crescer.
-
Thainá, acho que você já trouxe a resposta no próprio texto: esse ritmo faz sentido por um período, com um objetivo claro. O perigo é quando o “por um período” vira modo de vida sem data pra acabar. Pra mim, o mais importante é transformar isso em meta. Tipo: vou manter esse ritmo até juntar X, terminar tal etapa da casa, pagar tal coisa, chegar em tal ponto. Porque quando não tem meta, prazo ou critério de parada, isso vira ansiedade disfarçada de produtividade. E também acho importante ficar muito atenta aos sinais de esgotamento. Cansaço constante, irritação, falta de prazer, sono ruim, saúde indo pro ralo… essas coisas vão acumulando. Eu já passei por fases assim e, normalmente, só percebia tarde demais. Aí para arrumar a casa depois é bem mais difícil. Então acho que não é sobre parar de correr atrás, até porque tem fases da vida que exigem mais mesmo. Mas precisa ter consciência de ciclo. No fim, tudo na vida é equilíbrio. Construir patrimônio é importante, mas construir uma vida que você consiga viver e aproveitar também faz parte do investimento.
-
Dicas de carreira
Thiago Busse respondeu o(a) tópico de Vitor Schlichting em 💰 Carreira & Empreendedorismo (Conselho sinceros)
Não sou da área financeira, então não vou entrar tanto na parte técnica. Mas uma coisa que aprendi na carreira é tentar entender cedo qual caminho faz mais sentido para você: liderança ou especialista. No começo, conhecimento técnico pesa muito mesmo: Excel, Power BI, análise, indicadores, inglês, tudo isso vai te dar muita base. Mas, com o tempo, o que mais diferencia é saber lidar com gente, vender ideia, influenciar, organizar prioridade e fazer as coisas acontecerem. Outro ponto importante: tenta pensar menos como “o cara do financeiro” e mais como alguém que ajuda o negócio a tomar decisão melhor. Onde o caixa trava? Onde tem risco? Onde dá para melhorar margem ou processo? Isso muda bastante a forma como as pessoas enxergam seu trabalho. Sobre MBA, eu pensaria com calma. Às vezes, antes dele, vale construir cases práticos aí dentro: dashboard, melhoria de fluxo, redução de inadimplência, automação de relatório. Isso conta muito em entrevista. Você parece já ter uma base bem boa. Agora é transformar isso em resultado visível e escolher bem o próximo passo. Uma dica para ver salários reais de mercado é olhar no site da Glassdoor, lá é mandatório você postar algo real de alguma emrpresa que trabalhou, então os dados são bem fiéis a realidade.
