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Sobre Airton Carlos Nichele Júnior

- Aniversário 02/18/1984
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Não, apenas o conteúdo da página mesmo. Tem alguns FAQs e tudo mais, mas tentamos otimizar o SEO nas principais palavras chave, e vem funcionando. Mas no fim das contas, o que vale (e sempre valerá) pro SEO ter a melhor performance é a maior quantidade de cliques e a "retenção" do usuário ali no site. Desde 2017 eu venho aperfeiçoando isso e hoje temos excelentes resultados.
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Então, essa é justamente a "última ideia" que eu vinha tendo antes de abrir este tópico. É trabalhoso, mas dá resultado, eu sei. Talvez seja o caminho que vamos seguir. Temos as redes da empresa, mas literalmente, não usamos elas. Começar a criar um conteúdo interessante que traga propriedade e reconhecimento, pode ser um bom ponto. Até pq se o cara for procurar no Google sobre o tema, tirando os anúncios pagos, eu estou sempre na primeira/segunda posição. Inclusive, essa é outra dúvida que tenho sobre o comportamento do público hoje em dia: será que as pessoas entendem que os primeiros resultados normalmente são pagos, e clicam e confiam naquilo? Ou entendem que é alguém pagando e vão para os resultados orgânicos? Eu mesmo costumo pular os pagos... Vamos ver se o pessoal acaba dando mais ideias/dicas. Fazer uma reunião delas, e aí tentar chegar num MDC.
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Então, eu tenho acesso à todos os CNPJ que se cadastram nos órgãos de controle. Criei uma automatização que baixa a lista, e-mail, telefone, e faz um primeiro contato. Rodei ela poucas vezes, mas não senti uma boa conversão. No fim, me coloquei no papel do cliente e me senti como aquele Spammer chato e aí não contrato por birra hehe. Eu estou pensando nessas parcerias. A gente tinha algumas, que eram excelentes. Inclusive um dos meus focos são os escritórios contábeis. Eles acabam ficando perdidos no assunto e a gente fornece uma baita solução que resolve pra eles, e pro cliente. É uma parceria que funciona, mas infelizmente não é consistente em adquirir, apenas em manter (o que é excelente, não estou reclamando hehe). Essas oportunidades do Google que você cita, vem do orgânico? Não, sem taxas, sem nada. Ele paga a recorrência, e ao se cadastrar ganha 30 dias grátis (se cadastra e sai usando), sem aprovação, sem implementar, sem nada. O cliente entra no sistema, um tutorial guia ele do início até o fim do processo. Nosso onboarding é muito legal, interativo, e logo vai ter vídeos também. O vendedor só teria a função de vender mesmo. Mostrar que o produto existe e fazer o cliente se cadastrar. Mas como citei, meu público é carente, eles querem conversar, querem ter um "canal exclusivo", e as vezes acham que o vendedor é isso, mas na real, meu suporte (que não usa IA, é humanos mesmo) acaba sendo muito melhor.
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Fala Victor. Por aqui tudo certo e contigo? Obrigado pela resposta! Eu tenho um sistema que emite documentos fiscais (que atualmente são 99% eletrônicos), conforme citei na mensagem original. De certa forma, tenho uma certa similaridade com o teu mercado, visto que você vende cursos (que acredito que sejam online). Pensei já nisso que você falou de aumentar a quantidade de exposição de pessoas o funil e aí converter mais, e acredito que o tráfego pago seja um caminho para isso, mas não consegui pensar numa campanha interessante, e nem tive propostas interessantes de empresas especializadas nisso para me auxiliar com isso (queria um fornecedor, não um sócio hehe). Meu maior problema é que o público que me procura tem duas principais características, não sabe o que contratar (o que é o produto, como funciona, o nome do documento, o que buscar, etc) e assim fica difícil fazer uma campanha de "palavras chave" relativamente boa, afinal, seriam muitos termos, e em alguns casos até ambíguos (explico mais abaixo). Outro ponto sobre o meu público, é que ele é relativamente leigo, principalmente no meio digital, aí noto uma resistência de aparecer um "anúncio milagroso" na timeline dele. Esse medo eu já consigo dar uma certa contornada hoje em dia, com a prova social, já que tenho bastante clientes no Brasil inteiro. Sobre os termos ambíguos, é que eu faço a emissão de CTe-OS, que é a sigla de: Conhecimento de Transporte eletrônico para Outros Serviços, que no caso, é o "mesmo" documento (CTe) de transporte de carga, mas com foco em "outros serviços", no meu caso ocado no transporte de passageiros apenas (e sem pretensão de expandir para carga). O documento de carga não serve para pessoas, e vice-versa. Como sabemos, o Brasil só funciona com produtos físicos graças ao transporte rodoviário, e nesse caso tenho MUITA gente que me procura (justamente pela comunicação fácil e preço interessante) para tentar o meu sistema para CTe de carga, mesmo deixando claro que atendo outro setor. E em alguns testes de mídia paga que fizemos no passado, acabava consumindo um valor altíssimo para público que não era alvo, novamente, por causa dessa semelhança de termos. Eu sei que tenho uma "particularidade" muito específica, e aí, fico batendo cabeça tentando encontrar a solução menos onerosa, já que "sem vender" funciona bem, mas se "vender", eu posso melhorar ainda mais. PS: Novamente, obrigado pela resposta, e a minha resposta à ela, não é duvidar/questionar o que você falou e sim deixar mais claro os pontos do meu negócio (ou talvez eu esteja olhando o micro e esquecendo do macro hehe).
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Fala pessoal, tudo certo? Queria pedir a opinião de vocês sobre caminhos para aumentar o faturamento da minha empresa. Hoje a empresa vem crescendo em média 68% ao ano, o que é um número muito bom. O detalhe é que esse crescimento aconteceu basicamente com posicionamento orgânico e venda passiva. Na prática, a gente quase não “vende”. O cliente chega, entende a solução, testa (pouco conversa com a gente), e compra. Ou seja: o produto tem demanda, resolve uma dor real e o mercado já valida isso de forma natural e orgânica. O lado bom que eu vejo, é que isso mostra força do produto e do posicionamento. O lado ruim é que talvez estejamos deixando dinheiro na mesa por não ter uma estratégia mais ativa, estruturada e previsível. Acho que vale citar aqui também que o produto não tem muitos recursos, invenções mirabolantes. Só faz muito bem feito a principal função que ele se propõe e tem um dos preços mais baratos do Brasil (se não for de fato o mais barato). Minha principal dúvida hoje é: como aumentar a conversão e o faturamento sem simplesmente contratar um vendedor CLT e sair fazendo venda ativa no modelo tradicional? Tenho algumas travas bem práticas nesse ponto: O ticket médio é relativamente baixo (algo em torno de R$182,00/mês). Então pagar comissão percentual sobre o valor vendido pode ficar pouco atrativo para quem vende. Para valer a pena, o vendedor teria que vender um volume absurdo, o que seria ótimo para nós, claro, mas talvez não seja compatível com o esforço (e tempo de contato inicial, apresentação, etc) necessário para prospectar, explicar e converter. Contratar um vendedor com salário fixo também não parece uma boa opção neste momento, principalmente considerando encargos trabalhistas e o risco de criar uma estrutura pesada antes de ter certeza do retorno. Uma alternativa seria trabalhar com vendedor externo/PJ, emitindo nota para nós. Mas mesmo assim fico com várias dúvidas: como remunerar de forma justa? Comissão por cliente fechado? Por recorrência? Por ativação? Por indicação qualificada? Outro ponto complicado é medir a conversão real. Nosso processo é todo online: apresentação, cadastro, teste, contratação e uso acontecem pelo navegador, sem necessidade de interação humana. Então, se um vendedor conversa com um possível cliente, mas ele não fecha na hora e só se cadastra semanas depois diretamente pelo site, como atribuir essa venda corretamente? (Tem que ser justo, só assumir que o cliente se cadastrou e ficar sem pagar comissão não faz parte da cultura da empresa). Uma saída seria o próprio vendedor cadastrar o cliente ou usar algum tipo de link/cupom/rastreamento. Mas aí surge outro problema: se ele faz esse primeiro cadastro, talvez acabe virando também o “suporte inicial” daquele cliente, principalmente nos casos em que a pessoa precisa de ajuda para começar (meu público é meio carente, e muitos tem medo, além disso, como é ligado ao setor de emissão de documentos fiscais, muitos contadores deixam eles no escuro - e as vezes até na mão). Isso deveria fazer parte da comissão? Ser cobrado à parte? Ser tratado como implantação? Enfim, quando olho para venda ativa, aparecem muitas dúvidas operacionais antes mesmo de começar. E talvez o caminho nem seja necessariamente “colocar vendedor”. Pode ser que existam outras formas mais inteligentes de aumentar conversão, melhorar aquisição, ativar melhor os leads, criar parcerias, canais de indicação, automações, ou qualquer outro modelo que eu ainda não esteja enxergando. Queria ouvir de quem já passou por essa fase: Como vocês saíram de um crescimento orgânico/passivo para um crescimento que soma também a iniciativa ativa de conversão sem esperar o cliente, e claro, sem criar uma estrutura comercial pesada ou inviável? O que funcionou melhor: vendedor externo, indicação com comissão, parcerias, afiliados, tráfego pago, automação, inside sales leve (já temos uma campanha mas talvez não estejamos aproveitando ela bem), ou outro caminho?
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Alguém impressionado com o Claude ultimamente?
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) tópico de Caleb Carneiro em 🍺 Geral
Concordo e por isso mesmo que repito que tive estes resultados. Se eu usar o mesmo prompt (bem estruturado) em ambas as ferramentas (Codex ou Code da Anthropic) o Code acaba com os créditos muito antes. Claro que nenhum deles disponibiliza a quantidade de créditos que libera junto dos planos (não compro tokens de API, uso os inclusos nas assinaturas mensais), então pode ser que um tenha menos que o outro, mas enfim, o Claude Code, pra mim, não foi grandes coisas não... -
Plataforma de gestão financeira. Encaixei
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) tópico de Jose Monteiro Da Gama Tetraneto em 🛠️ Projetos
Muito legal, Jose. Um pouco do Finanças aqui da própria AUVP. Pra quem tá começando, ou até praquele tio da família que não consegue se controlar, tem uma oportunidade de fazer seu controle. -
Pergunta para DEVs / Equipe AUVP = Diagrama do Cerrado
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) pergunta de Diego Costa Ruiz em 🤔 Dúvidas técnicas
Para compras internacionais e criptomoedas ele também não considera os valores mínimos de investimento. Acho que isso é uma regra de negócio, para não travar com os limites do BTG, visto que você pode usar outro banco. -
Alguém impressionado com o Claude ultimamente?
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) tópico de Caleb Carneiro em 🍺 Geral
Eu não me adaptei ao Claude. Gasta os créditos de forma muito rápida e sinceramente, não está entregando muito mais que o Codex da OpenAI. O Codex entrega alguns códigos mais porcaria, mas como consome em média 3x menos créditos, dá pra arrumar a "cagada" e ainda fazer algum recurso extra. A única coisa que o CODEX me surpreendeu foi a possibilidade dele usar o mouse no meu Mac, e assim testar UX/UI, assim como o controle remoto das ações, mas não compensou pra mim, no meu custo x benefício. -
Recriei o diagrama do cerrado, só que melhor
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) tópico de Lucas Henrique Andrade Camargo Gazula em 🛠️ Projetos
Deve ser, pq eu já dei a sugestão no final do ano passado e assim estamos hehe. De qualquer forma, fica uma boa sugestão para o amigo. PS: Muito legal o projeto, já deixei minha estrela lá no git também. -
Recriei o diagrama do cerrado, só que melhor
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) tópico de Lucas Henrique Andrade Camargo Gazula em 🛠️ Projetos
Cara, muito legal! Uma hora vou rodar no meu Docker pra ver como fica. Inclusive, dei uma sugestão pro pessoal da AUVP, pra uma situação que me incomoda, e vou dar a mesma dica pra você, a hora que for fazer um upgrade: O problema é que a ferramenta obriga cada ativo a ter apenas uma classificação fixa, mesmo quando, na prática, alguns ativos se comportam estrategicamente como outra categoria — como renda variável vs. renda fixa, ou até híbridos que misturam características. Isso dificulta a leitura estratégica da carteira e complica os aportes: o sistema sugere valores sem considerar bem a moeda, não calcula quantidades automaticamente e exige conversões e contas manuais, o que casos internacionais, é um problema. Resultado: processo mais lento, menos fluido e mais sujeito a erro. As tentativas de contorno (como duplicar ativos ou forçar classificações “erradas”) viram gambiarra e acabam distorcendo o valor investido, a composição da carteira e as metas. A solução proposta é adicionar um campo opcional no cadastro do ativo, permitindo definir como ele deve “se comportar” estrategicamente. Exemplo: um ativo cadastrado como renda variável poderia se comportar como renda fixa (AUPO11 por exemplo). Assim, ele mantém sua classificação estrutural correta, mas passa a influenciar o Diagrama do Cerrado e as metas conforme o papel estratégico definido. Isso traz flexibilidade sem quebrar a lógica do sistema. -
Projeto de Educação Financeira - Educa Bank (Live do dia 13/04/26)
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) tópico de Lucas Hernandez em 🛠️ Projetos
Exato! Medalhas, badges, o termo que for. Pode ser só "estrelinhas", mas a ideia é justamente gameficar e tornar a competição entre os demais acirrada. "eu quero essa recompensa também". "eu tenho vc não tem..." -
Projeto de Educação Financeira - Educa Bank (Live do dia 13/04/26)
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) tópico de Lucas Hernandez em 🛠️ Projetos
@Lucas Hernandez acho que uma coisa que talvez não esteja tão evidente nos prints, mas ajuda na retenção dos alunos, e talvez até no material de vendas, é a gameficação do app. Criar rankings (não apenas de quem tem mais dinheiro), mas algo como quem poupou mais no mês, no período, quem fez as compras mais inteligentes (se tiverem dois provedores de internet, um pode ser mais barato que o outro), quem conseguiu seguir a estrutura de gastos sugeridos (mais ou menos como a tela de "metas" do orçamento doméstico aqui da AUVP), enfim, há uma infinidade de possibilidades. Isso motiva o pessoal a estar sempre de olho nos "concorrentes" e tentando melhorar. Além, é claro, de mostrar que se A consegue, B também pode. Pode haver "badges" de premiação, e quem sabe até criar um ranking nacional, quando isso for para outras escolas. Desta forma podem rolar até gincanas "intercolegiais"... -
Projeto de Educação Financeira - Educa Bank (Live do dia 13/04/26)
Airton Carlos Nichele Júnior respondeu o(a) tópico de Lucas Hernandez em 🛠️ Projetos
Lucas, como eu te respondi na mensagem direta, vale começar organizando a ideia num plano de negócio. Não precisa nascer perfeito — é algo que você vai ajustando conforme analisa o cenário e entende melhor pra onde faz sentido ir. E tem um ponto importante: nem toda ideia boa se paga. Às vezes faz todo sentido no papel, mas quando coloca na ponta do lápis, não fecha. Por isso essa etapa de análise é essencial, pra não investir tempo e energia em algo que não se sustenta. Sobre o tema em si, eu vejo uma falha enorme no ensino, tanto público quanto privado. Educação financeira praticamente não existe em currículo "aberto". Em outros lugares isso vem de casa e a escola só reforça — aqui, na maioria dos casos, não vem de lugar nenhum. Claro, a realidade da sala de aula não ajuda: turma cheia, muitas vezes sem estrutura nenhuma em casa. Pensando em modelo de negócio, eu enxergo escola privada como um caminho interessante. Algo tipo licença por aluno — cada um com seu acesso focado na escala. Se for um sistema enxuto, com baixa necessidade de manutenção, o esforço maior fica no começo. Depois, vira uma fonte recorrente bem interessante.
