Venho analisando e pensando no modo que vou montar minha carteira internacional, pensando tanto em EUA como Global. Agora com o fim do curso e analisando ETFs de forma mais detalhada, comecei a perceber a grande correlação entre os diversos ETFs que existem, seja por setor ou globais.
Muita gente tem VT como global, mas comparando ele com IVV, percebe-se que as 10 maiores posições são basicamente as mesmas, com pesos não muito distantes. Caso a pessoa opte por ainda investir em QQQ, porque gosta do setor de tecnologia, dai praticamente as mesmas 10 (com algumas variações) tem quase 52% do peso.
Dessa forma, achei melhor setorizar os ETFs, mesmo que alguns não tenham o mesmo histórico de performance desses, no caso das techs, pega-las diretamente me parece fazer algum sentido, considerando o peso delas nos ETFs, e como elas que pesaram muito no desempenho deles.
Penso hoje em comprar diretamente Nvidia, Google, TSM e Broadcom por exemplo, Oracle e Microsoft também fazem sentido, e o resto setorizar por ETFs.
Setor Industrial, como VIS ou IYJ;
Setor Financeiro, como XLF;
Small Caps, como o IJR;
São alguns exemplos, ainda estou na pesquisa de algum Global EX USA e de Renda Fixa.
Agora a questão é, alguém construiu dessa forma e faz sentido? Pra fugir da grande correlação entre ETFs? Não me entra na cabeça ter tanta redundância em 8/10 empresas que estão em vários diferentes e com tanto peso.
Quais as principais desvantagens que eu não estou vendo com essa lógica?
Pergunta
João Soter Corrêa Neto
Venho analisando e pensando no modo que vou montar minha carteira internacional, pensando tanto em EUA como Global. Agora com o fim do curso e analisando ETFs de forma mais detalhada, comecei a perceber a grande correlação entre os diversos ETFs que existem, seja por setor ou globais.
Muita gente tem VT como global, mas comparando ele com IVV, percebe-se que as 10 maiores posições são basicamente as mesmas, com pesos não muito distantes. Caso a pessoa opte por ainda investir em QQQ, porque gosta do setor de tecnologia, dai praticamente as mesmas 10 (com algumas variações) tem quase 52% do peso.
Dessa forma, achei melhor setorizar os ETFs, mesmo que alguns não tenham o mesmo histórico de performance desses, no caso das techs, pega-las diretamente me parece fazer algum sentido, considerando o peso delas nos ETFs, e como elas que pesaram muito no desempenho deles.
Penso hoje em comprar diretamente Nvidia, Google, TSM e Broadcom por exemplo, Oracle e Microsoft também fazem sentido, e o resto setorizar por ETFs.
Setor Industrial, como VIS ou IYJ;
Setor Financeiro, como XLF;
Small Caps, como o IJR;
São alguns exemplos, ainda estou na pesquisa de algum Global EX USA e de Renda Fixa.
Agora a questão é, alguém construiu dessa forma e faz sentido? Pra fugir da grande correlação entre ETFs? Não me entra na cabeça ter tanta redundância em 8/10 empresas que estão em vários diferentes e com tanto peso.
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Cláudio Medeiros
Bom dia, eu uso este site para ver a correlação entre ETFs. https://www.etfrc.com/funds/overlap.php Espero ter ajudado. Abraço
João Soter Corrêa Neto
Venho analisando e pensando no modo que vou montar minha carteira internacional, pensando tanto em EUA como Global. Agora com o fim do curso e analisando ETFs de forma mais detalhada, comecei a perceb
Daniele Vilela
João, que ótimo ver essa análise. Vou dar minha contribuição: Sobre a correlação entre ETFs: Realmente, muitos ETFs globais, como VT, e setoriais, como QQQ ou IVV, acabam sendo altamente concen
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