Anônimo Postado ontem às 06:43 Postado ontem às 06:43 Há algum tempo, tenho cultivado uma ideia de negócio que creio ser promissor, uma vez que esta ideia já foi validada por outros empreendedores corajosos e que atende a uma demanda perene da sociedade: a alimentação. Em contraponto a esta minha empolgação, tenho vários 'contras' a considerar, entre eles a necessidade de estar presente na formação da minha filha de quase 4 anos. Explicando melhor os contras: Presença paterna - hoje, moro em Natal, mas sou do interior e, antes de mudar para cá devido a minha nomeação para assumir a um cargo público efetivo, convivi com a mãe de minha filha até alguns meses antes de ser nomeado; e, no momento, as únicas formas que consigo estar presente na vida de minha filha é por meio de visitas mensais ou de ligações por celular - o que, ao meu ver, é quase nada, diante da necessidade de que esteja de fato presente, vivendo experiências com minha filha. Limitações como servidor público estadual - como servidor público estadual, sei que tenho limitações no que se refere à administração de negócios/empresas; sei que não posso ser administrador ou sócio administrador de nenhum CNPJ, o que representa mais um desafio para escolher empreender, pois teria que realizar uma certa 'engenharia social' para conseguir fazer o negócio acontecer estando dentro dele, 'driblando' esta limitação que me é imposta, enquanto servidor público. Recursos insuficientes para tirar a ideia do papel - conforme mencionei inicialmente, já faz algum tempo que carrego esta ideia comigo e, sinceramente, só não a tornei concreta devido a falta de recursos financeiros, pois sei que o retorno de capital é vantajoso (para minha realidade, com potencial de multiplicar minha renda atual em quase 5x) e praticamente certo. Inclusive, visando superar esse desafio, já andei pesquisando sobre consignados, pelos juros mais baixos, para investir esses recursos na concretização da ideia, mas o Estado do RN tem dívidas de repasses desse tipo de crédito, o que levou a sua suspensão para servidores estaduais. Assim, se eu quiser realmente construir este negócio, num futuro próximo, vou precisar acumular pelo menos o valor de um MVP, para começar, ou de um investidor que tenha interesse e aporte o capital inicialmente necessário para a consecução do plano. Então, basicamente é este o panorama que tenho diante de mim, onde tenho que por na balança "estar presente na vida de minha filha" e "executar uma ideia muito promissora de negócio". E, muito sinceramente, afirmo que meu desejo é poder fazer bem essas duas coisas, mas sei quanta energia e dedicação são necessários para por o negócio em ação e o quanto de energia e dedicação também exige a educação de um filho. Assim, muito provavelmente, caso opte por foca um dos dois, consequentemente um deles vai sair prejudicado, e não quero que seja minha filha. O Cenário Ideal Por fim, acredito que o cenário ideal seria: vender essa ideia para alguém disposto a colocá-la em prática, com a devida viabilidade financeira, e pedir transferência para alguma unidade do interior, para poder estar bem mais próximo e presente da minha filha. Aceitando sugestões e propostas! 🙂
Recommended Posts