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Eddy Paulini

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Tudo postado por Eddy Paulini

  1. Excelente livro! Gostei bastante quando li e para mim foi bem casado com o homem mais rico da Babilônia que a amiga @Ludmyla Cruz Da Silva comentou. Achei que ambos se complementaram.
  2. Bom dia, @Andre De Vasconcellos Correa ! Aqui em casa funciona o cashback do BTG. Uma média aí de gastos no cartão de uns R$3.500 (passamos praticamente tudo no cartão) e o cashbak de 1% eu acho legal.
  3. Tranquilo, @Guilherme Drögemöller ! Acontece =)
  4. Bom dia, @Leandro Okimoto ! O acesso as aulas, a comunidade e aos benefícios como aluno AUVP Capital + BTG cessam depois de um ano. Para continuar com estes benefícios será preciso assinar a AUVP Sempre: https://auvp.com.br/auvp-sempre/ Lembrando que na AUVP Sempre além de voltar com os itens citados acima você também volta a ter acesso as lives de segunda com o Raul e também recebe as atualizações das aulas e materiais de apoio.
  5. Mas vamos lá. O Tesouro Selic não sofre da marcação a mercado como explicado antes. Já os outros títulos do tesouro que no caso seriam os prefixados e o IPCA+, esses sim poderão variar de acordo com mudanças da Selic e outros fatores econômicos. Será que não está ocorrendo uma confusão aqui nos títulos? 😅
  6. Pessoal, cuidado com essas notícias. Muita coisa para gerar cliques e dar aquela assustada nas pessoas com umas fake news que só atrapalham e podem mexer com nosso emocional na hora de fazer os aportes. Tomem cuidado.
  7. Sim, estes títulos normalmente tendem a ter uma rentabilidade bem maior dado o risco.
  8. Boa noite, @Guilherme Drögemöller ! Apenas um adendo ao seu comentário. O tesouro Selic praticamente não sofre da marcação a mercado. A relevância da variação diária é muito pequena que acabamos por não considerar. Tenho uma parte também de valores no tesouro e já peguei umas variações da Selic. Em cima do montante, a variação é baixíssima, menos de R$30.
  9. Com os cashbacks que temos na renda fixa e outras operações como aluguel de ações e a rentabilidade obtida com as taxas, eu não vejo problemas. Além disso, recebe-se também mensagens da consultoria falando sobre uma oportunidades na renda fixa o que ajuda também a levar uns bons títulos e tome mais rebate. Isso além da praticidade de tudo em um único lugar e ter mais benefícios como o cartão, o limite, etc. Para mim, estou super de acordo.
  10. Alguém disse banco master aqui? Cadê meus sócios? Hahhaha
  11. Boa tarde, @Francisco Carlos Salim Martins ! Desconheço a empresa. Uma alternativa seria tentar a sorte de enviar um e-mail solicitando informações mas isso é feito infelizmente sem esperança de retorno ou com dados suficientes para uma análise. Esse é o grande gap de se investir em empresas que não possuem capital aberto e é o que consequentemente aumenta o risco deste tipo de investimento.
  12. Pessoal tá perdendo a vergonha Huahuaha
  13. @George Redivo e @Bruno Luiz De fato essa campanha se encerrou em 16/10 para quem tinha R$50.000 na AUVP Capital + BTG.
  14. Boa tarde, @João Peralta e @Taína Martins Magalhães ! Uma for de verificar empresas do setor pode ser pelo site da B3. Lá tem uma área de pesquisa para ver as empresas da bolsa por setor. https://www.b3.com.br/pt_br/produtos-e-servicos/negociacao/renda-variavel/empresas-listadas.htm Alguns exemplos de empresas no setor seriam: Cosan, Petro Rio e Petro Recôncavo. Lembrando que não são recomendações de compra ou venda. Avaliem melhor as empresas lembrando que elas podem ter sua viabilidade prontamente consultada na AUVP Analítica que também tem o filtro de Setor. https://analitica.auvp.com.br/acoes/setores/petróleo.-gás-e-biocombustíveis/sub-setores/petróleo.-gás-e-biocombustíveis Espero que ajude!
  15. Centralizando tudo pela AUVP Capital + BTG aqui.
  16. Boa tarde, @Rodrigo Novelli ! Sim, seu raciocínio está certinho. Ótimo ponto para refletir! Em prazos custos não vejo muito sentido em seguir o contrafluxo. Ele é mais viável para prazos um pouco maiores. Na minha concepção, entre 3 a 4 anos para inclusive proporcionar um giro da carteira. Quando temos temos metas com dinheiro carimbado como citou, entendo que o melhor seria ter uma segurança e liquidez do valor. Eu optaria por tesouro Selic, títulos IPCA+ com vencimento próximo, CDBs de liquidez diária e estando entre 1 e 2 anos eu procuraria LCIs e LCAs para se beneficiar da isenção do IR.
  17. Bem vindo ao curso, amigo! Se já gosta de café já ganha moral por aqui Hauhuahuah Bons estudos!
  18. Boa tarde, @Igor Carpio ! Existem duas formas comumente adotadas quando fazemos a avaliação de fundos de papel: 1 - cria-se perguntas duplas para responder também sobre os FIIs de papel. Por exemplo, "Vacância Física, inferior a 5,00%? / Possui portfólio com indexadores diversificados?" ou 2 - avalia-se os FIIs por fora assim como fazemos na renda fixa afinal a avaliação de um FII de papel não é muito além do que avaliar títulos de renda fixa (CRIs) e depois da análise, vai marcando perguntas como sim independente do que esteja escrito nelas até chegar a uma nota desejada para o ativo. No meu caso eu avalio por fora com alguns critérios que estabeleci e vou marcando as perguntas até chegar a uma nota que eu queira e julgue de acordo com o risco da minha avaliação. Quanto maior o risco, menos perguntas marco como sim. Espero que ajude!
  19. A rentabilidade na verdade é diária sendo o IPCA equivalente do dia + % contratado.
  20. Bom dia, @Gabriel Duraes Guth ! Apenas para dar uns centavinhos de contribuição ao tema, segue um gráfico que representa uma diferença entre uma aplicação DCA (Dollar-cost averaging ou preço médio do dolar) X Buy the dip (comprar na queda grosseiramente falando). Inclusive aqui é um complemento a colocação do amigo @Marco Antonio Yamamoto. Em resumo, o buy the dip só faria sentido se soubéssemos exatamente os melhores momentos de queda para aportar o dinheiro além do fato de que este dinheiro ainda idealmente deveria estar em um local com alguma rentabilidade e com liquidez para se aproveitar o momento exato da queda. Aqui já temos dois problemas pois o dinheiro estar bem posicionado enquanto espera uma oportunidade é uma questão e saber exatamente o momento da queda é como o velho acertar o 👌 da mosca. Todavia, quando temos um bom preço médio montando o mesmo com aportes regulares, a tendência é que estaremos sempre em uma posição onde nosso dinheiro esteja trabalhando e crescendo. E mesmo nos momentos onde existam quedas, por mais que não peguemos o melhor momento (seja ele qual for) faremos compras com preços mais baixos em comparação ao que os preços estarão no futuro. Isso somado a compensação de que quando não fazemos um aporte em um "momento de queda" ou seja, um mês em que a compras não são feitas em preços mais baixos, nosso dinheiro então já estará posicionado de forma que ele renda mais. Espero que agregue à discussão!
  21. Ele ressuscitou um dia na semana passada 😂
  22. Comecei a usar relógio recentemente. Tenho apenas um analógico da festina e gosto bastante. Estou de olho em um modelo para ter mais um que seria aqueles de aço com o mostrador branco e sem muitos detalhes. No máximo os números em romano e já era haha Mas não achei ainda um assim, logo não sei que marca seria. Não vejo graça em relógios smart 😅
  23. Turma 1 🙋‍♂️ Não é a primeira vez que vejo FIIs dando uma derretida então nem ligo muito 😅
  24. Bom dia, @Carlos José De Lima Filho ! O pagamento de dividendos de uma empresa é informado pelo seu estatuto. Dentro do estatuto a empresa vai informar como ela vai remunerar seus acionistas indicando percentuais pagos, periodicidade e condições para pagamento dos dividendos. Caso a empresa não cite nenhuma informação sobre a remuneração aos acionistas em forma de proventos, ou seja, ela omita no estatuto qualquer informação sobre remuneração aos acionistas, ela por regulamentação da CVM deverá pagar aos seus acionistas 25% do lucro líquido do exercício. Mas aqui vem uma questão interessante. Como dito, se a empresa não fale nada sobre o pagamento, ela se enquadra na regra da CVM explicada acima. Porém, se a empresa informa algo no estatuto é este informe que vai ser levado em consideração onde a regra da CVM só se aplica na omissão da informação. Logo, uma empresa pode optar por descrever em seu estatuto que ela não vai remunerar seus acionistas em forma de proventos. A remuneração ao acionista neste caso aconteceria com geração de valor das cotações e da empresa em si. Ou seja, podemos dizer que a grosso modo o investidor que comprou a empresa a R$10, acreditou nela pegando seus lucros reinvestindo em si mesma o que fez com que ela ganhasse mais espaço de mercado e consequentemente maiores lucros, fez com que o mercado precificasse a ação para R$50. Logo, o patrimônio do investidor aumento. Uma ideia semelhante ao comprar um terreno por um valor e anos depois o valor de aumentado significativamente. Existem empresas que de fato optam por não fazer o pagamento de proventos por acreditarem em seu potencial de valorização (veja que aqui estamos falando realmente de valor e não necessariamente de preço). Isso pode depender tanto da metodologia adotada pela empresa como a fase em que ela está. Um cenário comum é vermos empresas que percebem que já estão estáveis no mercado, são consolidadas e não encontram mais espaço para crescer mas conseguem se manter podem sim começar a fazer pagamentos de proventos mudando seu estatuto. Espero que complemente ao tema!
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