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Victor Ribeiro De Mattos

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Tudo postado por Victor Ribeiro De Mattos

  1. Oi Cássio, Antes de tudo parabéns por fazer um esforço para agregar nas suas capacidades fora do trabalho. Essa é a parte mais importante e o que você precisa manter o máximo possível. Quanto ao inglês em si: Meu entendimento é que pode ser que sim mas provavelmente não. O que funciona ou não depende do contexto. Ex: Raul fala de investir 25% da renda porque o contexto mais comum do público dele é de uma classe média alta (em torno de R$6.000,00 à R$12.000,00 de renda), mas no contexto de ganhando menos de R$4.500,00 essa "regra" não vale porque não é razoável pedir isso com quanto custa sobreviver no Brasil. O que influencia a resposta da sua pergunta é: Existem oportunidades próximas de você que o que faltaria para aproveitar é ter inglês? E essa questão é influenciada pelo tempo (pode ser que não agora, mas talvez no futuro). Dito isso, eu mesmo faço Duolingo mesmo que não tendo uma "razão explícita". Outras línguas tem jeitos de pensar diferentes (ex: inglês tem uma relação com tempo mais sofisticada que a nossa enquanto a gente tem a conjugação) e essas outras formas de pensar desenvolvem nossa mente. Aí te devolvo com outra pergunta: Aprender inglês pra você é só um meio de melhorar sua qualidade de vida? Se sim, é o melhor investimento que você poderia estar fazendo agora para subir pro próximo degrau?
  2. Oi Rodrigo, Queria te dar um feedback na sua proposta. Como estamos na comunidade da AUVP, vou assumir que posso dar num tom mais cru como o Raul costuma dar. Mas antes quero te dar contexto: Trabalho como programador à mais de 15 anos, mas 2/3 desse tempo em dados. Já trabalhei com aplicações web, mas foi no início da carreira. Dito isso, gosto de estudar tecnologia pela graça e debato na mesa de bar de igual com sênior de aplicação web. Feedback: Sua oferta está ruim, e provavelmente vai atrair um público complicado. O mercado de profissionais de tecnologia só tem piorado quanto a encontrar gente boa, e um papel importante como o que está descrevendo precisa de um filtro bem rígido. Em contra partida sua oferta tem uma lista vaga de tecnologias (com sobreposição de frameworks front-end, o que é um alerta laranja por si só), quase nenhum contexto da área em que a ferramenta é aplicada (é mais importante saber da área de negócio do que a tecnologia esta em si), efetivamente nenhuma informação da empresa em si e promessas vagas. Pessoalmente imagino um júnior ganancioso te procurando. Afinal o que está pedindo é uma lista genérica de frameworks e termos genéricos (alguém que acabou de sair de um bootcamp de 6 meses consegue atender esses requisitos) e prometendo promoções sem atrelar responsabilidade nenhuma. Não sei sua situação (inclusive isso é parte do problema) nem urgência, mas na maioria dos casos recomendaria dar um passo pra trás e reavaliar como tocar o projeto de encontrar seu líder técnico (porque é isso que é: Um projeto, e que vai levar tempo e esforço se for pra ter o mínimo de qualidade). Me diz o que acha na thread e qualquer coisa a gente pode conversar no privado.
  3. Vendo os tutoriais do Raul sobre como usar cê já tem tudo o que precisa do lado técnico para começar. Dito isso, tem também a parte não técnica (ex: confiança de tentar, sair merda, continuar tentando e ir melhorando). Mas aí a galera da AUVP não consegue ajudar.
  4. Sua pergunta está faltando contexto. Coisas como qual sua experiência com programação (está migrando entre ecossistemas / linguagens ou está começando do zero?), qual o problema que quer resolver (se não for aplicação web, já digo que não vale a pena), quais suas expectativas com esse aprendizado (já está trabalhando numa empresa que usa Spring e quer entender melhor como funciona?), qual o seu estilo de aprendizado (te atrai abrir o capô e entender o que está acontecendo? ir resolvendo problemas dos mais simples para os mais complexos? prefere ver o processo inteiro antes de tentar você ou em partes?), ... Só para contexto: Comecei com Java em 2013 mas não estou no ecossistema a mais de década, então não sei avaliar os detalhes técnicos da sua dúvida. Mas estou indo para minha segunda década de experiência, e já tô acostumado a galera focar demais nessa parte e esquecer as perguntas não técnicas que são discutivelmente mais importantes.
  5. Fala @Maruan Soares, Vivi esse dilema em 2022 quando pensei seriamente em mudar de área. Spoiler: Ainda estou aqui. Cheguei a ficar com burnout e fiquei sem trabalhar por quase 2 anos. Minha reserva (que era muito maior que 6 meses) quase zerou no processo. Pra quem julga, espero que nunca passe pela situação de saber que isso te fará mal mas seu emocional tá tão cagado que não tem controle dos seus comportamentos (pesadelo, vai por mim). Quando a reserva estava no final o desespero que não ter como me sustentar foi maior que o de ver o terminal. Mas isso só ajudou a me tirar do zero na procura de trampo. Ainda tinha crise de ansiedade vendo código. O que virou a chave pra mim foi fazer overengineering no projetos dos processos seletivos. Cheguei até a perder o prazo nos primeiros. Kkkkkkk. Adicionava outras technologias na stack, modularizava os componentes enquanto mantendo coerência entre eles, refatorava o que já tinha feito depois de perceber uma sacada quando mexi em outro módulo, ... Quando consegui recuperar o prazer da minha relação com a tecnologia, revigorou. Dito isso, não sei qual o seu contexto nem no quê a tecnologia está te afetando além dela em si. Pode ser que tenha envelhecido e seu corpo não sustenta um estilo de vida característico de sentado comendo porcaria (estou nessa), pode ser que outras áreas da vida que estejam faltando mas a tecnologia é a maior e a frustração dela parece proporcional mas não é a causa raiz, ... Se quiser trocar ideia, só chamar.
  6. Idéia de conteúdo!! Pega uma tecnologia comum em sistema do mercado financeiro, mostra pra galera e dá um hackathon para tirar algo disso. Me agregaria pra caramba aprender mais sobre a tecnologia específica dessa indústria!!
  7. Gosto da ideia de juntar a gelara tech na AUVP! Tenho dúvidas sobre o assunto do evento. Conteúdo tech que seja do interesse dos tantos perfis que existem pode ser difícil. Não é a toa que existe conferência React, Python, AWS, Azure, ... e tentar uma com uma mistura de todos eles imagino não atendendo ninguém. Hackathon pode ser legal se for a desculpa para juntar a galera, falar bobagem e tomar umas enquanto coda. Tem o mesmo problema dos múltiplos perfis, mas dá para colar todos com uma trend do momento (ex: Mostrar como programar com IA e deixar o circo pegar fogo. Kkkkkkk) Pra mim só gostaria de conhecer a comunidade da AUVP, e seria bônus todos no evento serem de tecnologia também. Aí dá pra nerdar de tudo que gosto!!
  8. Trabalho como PJ para uma empresa americana com outros brasileiros além de pessoas do Sri Lanka, Europa e afins. O inglês que ouço é medíocre. A pronuncia é muito carregada mas dá pra entender o que querem dizer. Nos EUA existe uma lei que para terceirizar para o exterior você precisa provar que não conseguiu encontrar profissional no país. Normalmente não encontra porque querem pagar bem menos. Isso não tão problemático já que o câmbio compensa. Eu consegui na euforia de 2020-21 quando achavam que o mundo agora é digital, não vai voltar para o real, todo mundo vai virar programador e cê conseguia entrar na área com um cursinho de 6 meses. Kkkkkkk Desde então ficou MUITO mais difícil. E IA só tá piorando. Mas ainda dá pra fazer. Eu consigo as acessar as oportunidades porque já tem no meu currículo experiência trabalhando nesse modelo (já mudei de trampo pra outra americana desde lá). Não sei como está para conseguir a primeira. Talvez precise pegar uma oportunidade mais fraca para se provar antes de ir pras mais legais (como tudo na vida).
  9. Tem como favoritar para ficar fácil de acessar assim que entro na comunidade?
  10. Nota Fiscal é um documento que a empresa emite para informar o governo de uma transação financeira. Ele precisa ser emitido mesmo quando só uma das partes é brasileira. No nosso caso a única diferença é que o Fisco não consegue verificar essa transação com a empresa americana, mas precisamos declarar do mesmo jeito.
  11. Vi a mesma coisa que os colegas aqui. Não porque é uma empresa de produto que a única coisa que precisa ser feita é o desenvolvimento do produto. Sequer é a coisa mais difícil. Ter relacionamento com cliente para sequer considerarem o que oferecem pra ele, convencer que seu produto realmente entrega o que promete e dar suporte para essa entrega se manter é muito mais difícil que o desenvolvimento do produto.
  12. Minha experiência com esses projetos é que é mais importante ser algo que você gosta de fazer do que a sua fé de que trará resultado. Seja fazendo over-engineering porque você gosta, resolvendo um problema pessoal com um sistema criado de qualquer jeito, criando um sistema tangente ao assunto que está aprendendo e curtindo, ... Não acho realista querer "começar um projeto que cê faz no tempo livre" que irá "no longo prazo se tornar um negócio rentável" sem que este esteja já trazendo resultado no presente. Eu descartaria o desejo do projeto se tornar um negócio no futuro. Mesmo se ele fosse se tornar, você só continuaria engajando nele por tempo o bastante para dar certo se fosse puramente porque você quer fazer ele (e não porque no futuro trará benefícios).
  13. É um problema interessante. Tenho dúvida quanto à demanda. Tenho medo da perspectiva técnica. O custo de desenvolvimento desse sistema pode ser complicado: Cada sistema terceiro a ser integrado aumenta a complexidade do sistema construído da mesma forma que uma pessoa num sistema de comunicação, que é exponencial (procura "problema exponencial de comunicação" que cê vai entender). Os sistemas do governo são famosos por serem ruins de integrar, então cada única integração é uma ordem de grandeza mais difícil do que integrações comuns. Processamento de dados dessa escala são difíceis de fazer Também vejo desafios na parte de negócio: Para fazer sentido para o cliente (pessoas que querem garantir que recebem todos os benefícios), precisaríamos trazer mais do que estão perdendo. Qual a taxa de perda? Imagino que pequena. Então precisaríamos cobrar ainda menos que isso pra fazer sentido. O público que se interessaria por isso já está contando centavos. Oferecer custo para esse tipo de pessoa é difícil Para ter a identificação dessas perdas, acredito que precisaríamos pedir input dos clientes toda vez que fizessem uma transação para monitorar se foi emitido a NF (estamos dando mais trabalho pro cliente). Combinando essas duas reflexões, duvido que a conta fecharia para o desenvolvimento desse sistema. Talvez seria legal como projeto pessoal, mas duvido que daria pra fazer um negócio com ele. Mas não tenho tanto conhecimento para ter certeza, então estaria aberto a mudar de ideia se me trouxerem evidências contrárias desses pontos.
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