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Victor Ribeiro De Mattos

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Tudo postado por Victor Ribeiro De Mattos

  1. Entendi. Realmente imagino que essas plataformas abusem da vantagem de negociação que tem para espremer os criadores. Mas pra mim complica ter um aplicativo que não conheço instalado no celular. Já cogitou disponibilizar numa página web?
  2. Quanto à ser valorizado por ter mestrado, é simples: Se não estão valorizando, ou a empresa é uma exceção na industria (que você não quer trabalhar de qualquer forma) ou a crença que a industria valoriza mestrado está errada. Pessoalmente acredito no segundo. Era cientista de dados em 2015 (época do unicórnio que tinha que saber tech, estatística e negócios à fundo) e pra mim parecia que "precisar de currículo acadêmico" era mais da boca pra fora. O bottom line é entregar o projeto para conseguir o resultado de negócio, e não precisa de mestrado pra isso. O mestrado era um bom sinal para separar os bons profissionais dos ruins na hora da contratação, mas está cada vez menos. Não só a academia está distante das necessidades de mercado (já era uma discussão em 2016 nas conferências da CONRE-3 (Conselho Regional de Estatística) como muitos mestrados não tem mais o rigor que costumavam (então não é mais que nem a época espartana que só os brabo sobreviviam). Minha opinião é você testar algumas entrevistas sem ter mestrado, ouvir o feedback (avaliando coerência entre o que falam e fazem) e corre atrás do que te falta (pode inclusive ser o mestrado). --- Dito isso, esse plano é 100% sobre o que acontece no mundo externo e pode ser que o problema seja interno. Se a questão de ir atrás do mestrado é porque você não sente confiança, isso é uma forma de procrastinação. Aí o trabalho é outro.
  3. Não recomendo ter uma interação agressiva desse jeito. Minha experiência é que cria atrito que não precisaria existir (tornando tudo mais difícil) além de fechar portas na saída (o que nunca recomendo, mesmo com empresas que não queira voltar recebendo o dobro). Dá raiva ver esse tipo de comportamento, mas agir com raiva é cilada.
  4. Oi @João Eduardo Ferreira Bertacchi, Parabéns pelo projeto!! Eu tenho uma alta preferência em consumir conteúdo auditivo ao invés de escrito (maioria dos livros que consumo são audiobooks) e ter esse formato para me atualizar dos RIs é brilhante!! Queria perguntar se há plano de distribuir em outros canais, como Spotify. Muitos podcasts que ouço são por lá. Também não me sinto seguro instalando qualquer coisa no celular, mesmo quando a distribuição dele é feita por app stores. Estou ansioso para saber seus próximos passos!
  5. Então a precificação é para usar o sistema ao invés de desenvolver ele? Eles deram detalhes do que esperam dessa negociação? Chegou e pesquisar concorrência?
  6. Oi @Ricardo Franco, Antes de tudo, sinto muito pela situação que você está. Sua empresa falhou com a parte humana com os funcionários dela. Queria sugerir você mudar sua pergunta de "o que outras pessoas decidiriam" para "o que elas levariam em conta". Essa é uma decisão importante para a sua vida, e ninguém vai conseguir saber tantos detalhes relevantes para essa decisão quanto de você. Aprenda com os outros sem terceirizar suas decisões. --- Dito isso, pra mim eu não conseguiria trabalhar no meu melhor numa empresa que quebrou minha confiança. Primeiro, manteria minha cabeça fria para não tomar decisões impulsivas. Aí prepararia um plano de saída, independente de outras decisões. E o melhor momento de encontrar outro trampo é quando você tem um trampo. Também é minha opinião que mestrado não tem tanto valor em engenharia de software. É uma profissão de prática e sinalizar que você consegue entregar um projeto é mais importante do que ter um currículo acadêmico. Mas isso tudo só é relevante para você se o mestrado tiver a função de elevar seu valor profissional. Existem várias outras possíveis razões de fazer um mestrado, e eu não sei qual é a sua. Por fim, eu acho perigoso opiniões de pessoas que não levam em consideração a estabilidade financeira de uma casa. Muitas vezes elas romantizam em propósito e crescimento e não levam em conta que é preciso um mínimo de estabilidade e segurança. É a metáfora de subir uma casa com um fundamento sólido. --- Perguntas para se fazer: - Qual é seu objetivo de longo prazo? Tem vários possíveis (como atuação em área específica, ser bem pago, ...) e isso que vai ditar o plano de longo prazo. - O custo de vida em Curitiba é negociável? Desde diminuir para um lugar mais em conta ou se mudar para outra cidade (no caso de não seguir no Mestrado). - Está fácil conseguir outras oportunidades? Em tecnologia, recomendo fazer pelo menos uma entrevista a cada 6 meses. Se não fez ainda, se candidata (numa que nem tem interesse) só pra ver como se sai no processo seletivo. --- Por fim, não recomendo você tomar uma decisão apressada com pouca informação. Às vezes temos prazos que a vida nos impõe, mas se não é o caso, use o tempo. Espero ter conseguido ajudar. Boa sorte!
  7. Oi @Gabriel Luchtenberg, Curiosamente, um amigo direcionou um cara que estava tentando furar a bolha para uma vaga na gringa. Ele chegou a contratar uma consultoria, mas não estava tendo resultado. A consultoria focou muito em LinkedIn e habilidade de conversação em inglês, que são coisas importantes, não me entenda mal. Mas a minha opinião é que elas não são as mais importantes, que vão trazer o melhor resultado com menor esforço. A consultoria que ele contratou não levou em conta o contexto dos contratantes. Empresas americanas preferem profissionais americanos não só por questão de proximidade cultural, mas também por questões legais. Trabalho para a gringa desde o início da pandemia. Todas as minhas experiências foram com consultorias intermediárias entre mim e a empresa com a qual eu trabalho. Exemplos famosos são Baires Dev e X-Team. Elas resolvem o problema de avaliar os profissionais (que dificulta em várias ordens de grandeza por conta de quantidade ao aceitar profissionais estrangeiros), manter a "relação empregatícia" e centralizar o custo numa única entidade ao invés de ficar controlando o pagamento individual. A consultoria que ele contratou não trouxe esse ponto. Ele tava submetendo o currículo somente no LinkedIn, diretamente para as empresas americanas, que por conta da IA virou um canal virtualmente inútil para contratação. --- Dito isso, consultorias não são iguais, assim como pessoas não são iguais. Vai de avaliar a instituição com qual você está interagindo, que é o jogo do mercado. --- Espero ter ajudado. Boa sorte!
  8. O código ficou bem bacana, @Rafael Mafort Coimbra! Parabéns pela entrega.
  9. Oi @Alexandre Beilner, Cara, muito bacana essa ideia e seria bem útil. Dito isso (indo contra meus interesses em ter algo assim pra brincar), para um TCC eu acho muito arriscado para você. O bottom line de um TCC é fazer uma demonstração das suas capacidades ao final do curso e conseguir o diploma. A descrição do que você está dizendo é muito sofisticado e vai ser difícil concluir o projeto para conseguir fazer a entrega do TCC. Eu te recomendaria a escolher uma única funcionalidade e implementar da forma mais crua possível pra rodar. Terminando isso, você reavalia seu estado e decide mais uma funcionalidade (pode ser uma tela mais bonita pra causar um impacto na bancada do TCC que funciona bem). O truque é ignorar as possíveis ideias de projetos finais e focar nos possíveis primeiros passos e iterar. Espero que isso tenha te ajudado. Boa sorte no seu TCC!
  10. Oi @Jorge Luiz Alegretti, Numa negociação, normalmente tem a ver com o valor percebido na troca por cada parte. O valor oferecido por você para eles e o valor para você desse projeto influencia no preço. Ex: Faria sentido você dar desconto agressivo se esse é seu primeiro projeto freelance, quer investir mais nesse caminho, o cliente em questão é de um perfil que você tem interesse em atender, você precisa criar portfólio e suas finanças não serão seriamente impactadas. No caso do seu cliente seria bom você conhecer com mais detalhes processo de negócio dele pra ter noção dos custos e qual o impacto que o seu sistema poderia ter (ex: cortou o tempo na metade e dobrou a taxa de entrega). Isso te dá uma noção do valor que essa negociação tem para o seu cliente. O valor percebido também é influenciado pela expectativa do que pode se encontrar no mercado (no seu caso de freelance / consultoria). Nesse caso, o preço é altamente balizado pela hora de um profissional atuando naquele setor. No caso de desenvolvimento de software, um preço médio de um programador com sua senioridade e nível de especialização na área de negócio do sistema que vai desenvolver. Isso vai te ajudar a ter uma ordem de grandeza de valores. Numa condição genérica, acho que não estaria muito distante do que o nosso colega @Lucas Fontes Gaspareto falou, de 15k por mês. Mas recomendo fazer a sua simulação para contextualizar melhor no seu cenário. --- E isso é só pra você colocar uma noção de preço na cabeça. A parte de negociação desse preço é outros 500, mas aí você me avisa se você quiser que eu fale mais a respeito também. Abraço,
  11. A IA mais útil que eu encontrei até agora foi a de voz para texto. Ela arrancou um atrito na captura de ideias de uma forma que eu já sei que eu não vou abrir mão disso nunca mais. A que eu escolhi foi a Wispr Flow, mas tem outras como Superwhisper.
  12. Eae @Renan Teixeira, Cara, tentei acessar o código fonte no https://github.com/renant/keep_or_delete/ e não consegui. Achei a ideia legal, mas nem ferrando vou instalar um app não verificado sem poder ver o código. Já que é pra estudos e aprimoramento, imagino que não tem problema deixar ver o fonte. Atualiza aí se eu estiver equivocado de alguma forma ou se algo mudar. Abraço,
  13. Oi @Ryan Carlos Ferreira, Me pareceu que está misturando duas coisas: Qual área de interesse investir e oportunidades para o exterior. Minha opinião é que a primeira é mais importante que a segunda. Tem oportunidade em ambas as áreas para bons profissionais, e você investir no que te interessa que te fará um deles. Também acredito que o melhor que você pode fazer é desistir de encontrar caminho tranquilo. Não só fica mais difícil se diferenciar como você não vai aguentar sustentar o esforço necessário com essa mentalidade. Contexto: Sou da área de dados com background em desenvolvimento e trabalho para empresa gringa. Kkkkkkk Dito isso, tem mais vagas para devs que analistas de forma geral. Isso porque é mais difícil se tornar um bom dev e eles são caros (por isso procuram aqui). Mas também tem vagas na área de dados (não só analistas) e nessas a competição é menor para oportunidades mais técnicas (como engenheiro de dados). Mas, novamente, sem ânimo vai ser muito difícil sustentar o esforço.
  14. Oi @Janaina De Souza Telles, Como pode ver das ótimas dicas que os colegas passaram, um excelente caminho é "colocando a mão na massa". Dito isso, acho que cabe complementar com a parte mais humana. Faça o que gosta. Como já deve ter visto, o corpo de conhecimento da área é enorme. É impossível aprender tudo e tentar é contra produtivo (experiência própria). Mas a parte boa disso é que você tem liberdade para escolher seu caminho. A melhor forma de navegar o mar técnico é gostando de navegar. Não tem como continuar se não estiver fazendo o que te interessa. E quando digo "caminho" não me refiro ao mapa da jornada mas somente ao próximo passo. Não tem como saber pra onde seus interesses vão te levar, mas eles te mantém seguindo em frente (que é o que importa). Isso te torna anti-frágil para volatilidade natural da área. Ao risco de ser repetitivo com os colegas: Faça coisas. Citando um cara foda da nossa área "Programação é uma profissão de prática. Assim como um cozinheiro, músico, artesão, ... não se aprende somente estudando teoria" (by Fábio Akita). Aí quem vai dizer o que vai te fazer olhos brilhar é você. Pode refazer um sistema que você gosta, pegar um desafio na internet, mudar alguma coisa num sistema de código aberto, etc. No meu caso meu último instigador foi pegar desafios de entrevistas de emprego e fazer over-engineering neles. Kkkkkkk --- Como foi pra mim: Estou na área de tecnologia à 16 anos e em papeis de desenvolvimento à 14. Comecei como suporte técnico (hospedagem e e-mail), fui para desenvolvedor web (primeiro PHP, depois otimização de front na época do jQuery, aí Java com JEE), mudei para desenvolvedor de relatórios (MySQL e Jasper), virei cientista de dados (mas mais cuidando da parte de tecnologia porque isso era 2015 e achavam que CDs eram unicórnios), depois fui para arquiteto de sistemas (era líder da plataforma de Machine Learning num dos bancões), procurei voltar a colocar mão na massa e virei engenheiro de dados (montei uma plataforma de dados do zero) e agora sou engenheiro de plataforma de dados (infra de aplicação). Mas já tô curtindo aprender full-stack com TS e pode ser que vá pra isso em seguida (ou não). Nenhum conhecimento que adquiri foi desperdiçado. No mínimo ele moldou meu jeito de pensar de uma forma que quando mudei eu conseguia refletir sobre os problemas de forma diferente. Isso quando não era justamente o que faltava em que sempre esteve na área. Várias vezes eu entro numa equipe e consigo agregar no que lhes faltam. --- Desejo sorte na sua jornada e desafios que te façam crescer. Não se esqueça de cultivar seu entusiasmo, porque ele é o que nunca te deixará na mão.
  15. Oi Cássio, Antes de tudo parabéns por fazer um esforço para agregar nas suas capacidades fora do trabalho. Essa é a parte mais importante e o que você precisa manter o máximo possível. Quanto ao inglês em si: Meu entendimento é que pode ser que sim mas provavelmente não. O que funciona ou não depende do contexto. Ex: Raul fala de investir 25% da renda porque o contexto mais comum do público dele é de uma classe média alta (em torno de R$6.000,00 à R$12.000,00 de renda), mas no contexto de ganhando menos de R$4.500,00 essa "regra" não vale porque não é razoável pedir isso com quanto custa sobreviver no Brasil. O que influencia a resposta da sua pergunta é: Existem oportunidades próximas de você que o que faltaria para aproveitar é ter inglês? E essa questão é influenciada pelo tempo (pode ser que não agora, mas talvez no futuro). Dito isso, eu mesmo faço Duolingo mesmo que não tendo uma "razão explícita". Outras línguas tem jeitos de pensar diferentes (ex: inglês tem uma relação com tempo mais sofisticada que a nossa enquanto a gente tem a conjugação) e essas outras formas de pensar desenvolvem nossa mente. Aí te devolvo com outra pergunta: Aprender inglês pra você é só um meio de melhorar sua qualidade de vida? Se sim, é o melhor investimento que você poderia estar fazendo agora para subir pro próximo degrau?
  16. Oi Rodrigo, Queria te dar um feedback na sua proposta. Como estamos na comunidade da AUVP, vou assumir que posso dar num tom mais cru como o Raul costuma dar. Mas antes quero te dar contexto: Trabalho como programador à mais de 15 anos, mas 2/3 desse tempo em dados. Já trabalhei com aplicações web, mas foi no início da carreira. Dito isso, gosto de estudar tecnologia pela graça e debato na mesa de bar de igual com sênior de aplicação web. Feedback: Sua oferta está ruim, e provavelmente vai atrair um público complicado. O mercado de profissionais de tecnologia só tem piorado quanto a encontrar gente boa, e um papel importante como o que está descrevendo precisa de um filtro bem rígido. Em contra partida sua oferta tem uma lista vaga de tecnologias (com sobreposição de frameworks front-end, o que é um alerta laranja por si só), quase nenhum contexto da área em que a ferramenta é aplicada (é mais importante saber da área de negócio do que a tecnologia em si), efetivamente nenhuma informação da empresa em si e promessas vagas. Pessoalmente imagino um júnior ganancioso te procurando. Afinal o que está pedindo é uma lista genérica de frameworks e termos genéricos (alguém que acabou de sair de um bootcamp de 6 meses consegue atender esses requisitos) e prometendo promoções sem atrelar responsabilidade nenhuma. Não sei sua situação (inclusive isso é parte do problema) nem urgência, mas na maioria dos casos recomendaria dar um passo pra trás e reavaliar como tocar o projeto de encontrar seu líder técnico (porque é isso que é: Um projeto, e que vai levar tempo e esforço se for pra ter o mínimo de qualidade). Me diz o que acha na thread e qualquer coisa a gente pode conversar no privado.
  17. Vendo os tutoriais do Raul sobre como usar cê já tem tudo o que precisa do lado técnico para começar. Dito isso, tem também a parte não técnica (ex: confiança de tentar, sair merda, continuar tentando e ir melhorando). Mas aí a galera da AUVP não consegue ajudar.
  18. Sua pergunta está faltando contexto. Coisas como qual sua experiência com programação (está migrando entre ecossistemas / linguagens ou está começando do zero?), qual o problema que quer resolver (se não for aplicação web, já digo que não vale a pena), quais suas expectativas com esse aprendizado (já está trabalhando numa empresa que usa Spring e quer entender melhor como funciona?), qual o seu estilo de aprendizado (te atrai abrir o capô e entender o que está acontecendo? ir resolvendo problemas dos mais simples para os mais complexos? prefere ver o processo inteiro antes de tentar você ou em partes?), ... Só para contexto: Comecei com Java em 2013 mas não estou no ecossistema a mais de década, então não sei avaliar os detalhes técnicos da sua dúvida. Mas estou indo para minha segunda década de experiência, e já tô acostumado a galera focar demais nessa parte e esquecer as perguntas não técnicas que são discutivelmente mais importantes.
  19. Fala @Maruan Soares, Vivi esse dilema em 2022 quando pensei seriamente em mudar de área. Spoiler: Ainda estou aqui. Cheguei a ficar com burnout e fiquei sem trabalhar por quase 2 anos. Minha reserva (que era muito maior que 6 meses) quase zerou no processo. Pra quem julga, espero que nunca passe pela situação de saber que isso te fará mal mas seu emocional tá tão cagado que não tem controle dos seus comportamentos (pesadelo, vai por mim). Quando a reserva estava no final o desespero de não ter como me sustentar foi maior que o de ver o terminal. Mas isso só ajudou a me tirar do zero na procura de trampo. Ainda tinha crise de ansiedade vendo código. O que virou a chave pra mim foi fazer overengineering no projetos dos processos seletivos. Cheguei até a perder o prazo nos primeiros. Kkkkkkk. Adicionava outras technologias na stack, modularizava os componentes enquanto mantendo coerência entre eles, refatorava o que já tinha feito depois de perceber uma sacada quando mexi em outro módulo, ... Quando consegui recuperar o prazer da minha relação com a tecnologia, revigorou. Dito isso, não sei qual o seu contexto nem no quê a tecnologia está te afetando além dela em si. Pode ser que tenha envelhecido e seu corpo não sustenta um estilo de vida característico de sentado comendo porcaria (estou nessa), pode ser que outras áreas da vida que estejam faltando mas a tecnologia é a maior e a frustração dela parece proporcional mas não é a causa raiz, ... Se quiser trocar ideia, só chamar.
  20. Idéia de conteúdo!! Pega uma tecnologia comum em sistema do mercado financeiro, mostra pra galera e dá um hackathon para tirar algo disso. Me agregaria pra caramba aprender mais sobre a tecnologia específica dessa indústria!!
  21. Gosto da ideia de juntar a gelara tech na AUVP! Tenho dúvidas sobre o assunto do evento. Conteúdo tech que seja do interesse dos tantos perfis que existem pode ser difícil. Não é a toa que existe conferência React, Python, AWS, Azure, ... e tentar uma com uma mistura de todos eles imagino não atendendo ninguém. Hackathon pode ser legal se for a desculpa para juntar a galera, falar bobagem e tomar umas enquanto coda. Tem o mesmo problema dos múltiplos perfis, mas dá para colar todos com uma trend do momento (ex: Mostrar como programar com IA e deixar o circo pegar fogo. Kkkkkkk) Pra mim só gostaria de conhecer a comunidade da AUVP, e seria bônus todos no evento serem de tecnologia também. Aí dá pra nerdar de tudo que gosto!!
  22. Trabalho como PJ para uma empresa americana com outros brasileiros além de pessoas do Sri Lanka, Europa e afins. O inglês que ouço é medíocre. A pronuncia é muito carregada mas dá pra entender o que querem dizer. Nos EUA existe uma lei que para terceirizar para o exterior você precisa provar que não conseguiu encontrar profissional no país. Normalmente não encontra porque querem pagar bem menos. Isso não tão problemático já que o câmbio compensa. Eu consegui na euforia de 2020-21 quando achavam que o mundo agora é digital, não vai voltar para o real, todo mundo vai virar programador e cê conseguia entrar na área com um cursinho de 6 meses. Kkkkkkk Desde então ficou MUITO mais difícil. E IA só tá piorando. Mas ainda dá pra fazer. Eu consigo as acessar as oportunidades porque já tem no meu currículo experiência trabalhando nesse modelo (já mudei de trampo pra outra americana desde lá). Não sei como está para conseguir a primeira. Talvez precise pegar uma oportunidade mais fraca para se provar antes de ir pras mais legais (como tudo na vida).
  23. Tem como favoritar para ficar fácil de acessar assim que entro na comunidade?
  24. Nota Fiscal é um documento que a empresa emite para informar o governo de uma transação financeira. Ele precisa ser emitido mesmo quando só uma das partes é brasileira. No nosso caso a única diferença é que o Fisco não consegue verificar essa transação com a empresa americana, mas precisamos declarar do mesmo jeito.
  25. Vi a mesma coisa que os colegas aqui. Não porque é uma empresa de produto que a única coisa que precisa ser feita é o desenvolvimento do produto. Sequer é a coisa mais difícil. Ter relacionamento com cliente para sequer considerarem o que oferecem pra ele, convencer que seu produto realmente entrega o que promete e dar suporte para essa entrega se manter é muito mais difícil que o desenvolvimento do produto.
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