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Pergunta

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Fala pessoa, estou analisando as ações que já tenho na carteira e estou passando um pente-fino agora na CPFE3. Gostei dela e minhas 12 perguntas ficaram assim:

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Posto isso, há uma questão que me intriga e se alguém já tiver analisado, por favor, ajude.

A CPFL Energia possui contratos de concessão para distribuição de energia elétrica em diversas regiões do Brasil. As principais concessões e suas respectivas datas de vencimento são:

  • CPFL Paulista: Contrato iniciado em 20 de novembro de 1997, com vigência de 30 anos, portanto, com término previsto para 20 de novembro de 2027.
  • RGE Sul Distribuidora de Energia: Contrato vigente até 6 de novembro de 2027.
  • CPFL Piratininga: Contrato vigente até 23 de outubro de 2028.

Recentemente, a CPFL Energia protocolou pedidos junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para prorrogar essas concessões por mais 30 anos. A ANEEL tem 60 dias para analisar as solicitações e encaminhar sua avaliação ao Ministério de Minas e Energia (MME), que, por sua vez, possui 30 dias para decidir e convocar as companhias para assinatura dos novos contratos.

Eu entendo que há uma grande chance de renovação e é até mais barato para o governo, mas sou novo no meio do oceano. Devo levar isso em consideração? A minha preocupação é que dois desses contratos correponde a uns 60% do faturamento.

E aí? O que acham?

 

Editado por Artur Barbosa
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19 respostas para essa pergunta

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Postado
4 minutes ago, Artur Barbosa disse:

Fala pessoa, estou analisando as ações que já tenho na carteira e estou passando um pente-fino agora na CPFE3. Gostei dela e minhas 12 perguntas ficaram assim:

image.png.37a9322ecc3b8efc394a8eb221b37093.png

Posto isso, há uma questão que me intriga e se alguém já tiver analisado, por favor, ajude.

A CPFL Energia possui contratos de concessão para distribuição de energia elétrica em diversas regiões do Brasil. As principais concessões e suas respectivas datas de vencimento são:

  • CPFL Paulista: Contrato iniciado em 20 de novembro de 1997, com vigência de 30 anos, portanto, com término previsto para 20 de novembro de 2027.
  • RGE Sul Distribuidora de Energia: Contrato vigente até 6 de novembro de 2027.
  • CPFL Piratininga: Contrato vigente até 23 de outubro de 2028.

Recentemente, a CPFL Energia protocolou pedidos junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para prorrogar essas concessões por mais 30 anos. A ANEEL tem 60 dias para analisar as solicitações e encaminhar sua avaliação ao Ministério de Minas e Energia (MME), que, por sua vez, possui 30 dias para decidir e convocar as companhias para assinatura dos novos contratos.

Eu entendo que há uma grande chance de renovação e é até mais barato para o governo, mas sou novo no meio do oceano. Devo levar isso em consideração? A minha preocupação é que dois desses contratos correponde a uns 60% do faturamento.

E aí? O que acham?

 

Boa tarde, @Artur Barbosa !

Vou tentar dar uma opinião aqui sobre o tema.

Essas concessões que você menciona são comuns em diversas empresas do setor. Inclusive estive essa tarde conversando com um dos moderadores aqui sobre o caso da Taesa que tem algo semelhante: vencimento de boa parte das concessões em um futuro próximo e até então, nenhum movimento de mercado relevante da parte deles para renovação dos contratos, aquisições de novas linhas em leilões, etc.

Voltando a CPFL, sim. Faz total sentido você ponderar essa renovação e acompanhar o andamento destes pedidos de renovação. Afinal, a RAP da empresa vem daí o que consequentemente impacta em seu caixa, lucros e níveis de endividamento.

Na minha opinião, por ora isso é um fato de risco por assim dizer pois estamos falando de 60% da fonte provedora de receitas da empresa que está em jogo. Mesmo que essas renovações não aconteçam (por isso a importância do acompanhamento) é importante ver como a empresa vai se movimentar. Inclusive sugiro ler caso ainda não tenha lido, o guidance da empresa para este ano, se eles já falaram sobre o assunto, sobre pretensão de aquisição de novas linhas, se tem dinheiro em caixa e/ou saúde financeira suficiente para gerar dívidas, contratos, etc, entender o andamento dos outros contratos que possuem menor relevância por assim dizer, enfim, interpretar o que a empresa tem em mente e como ela quer fazer as coisas acontecerem.

 

Espero que ajude!

  • Brabo 3
  • Aí cê deu aula... 1
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Postado (edited)
3 minutes ago, Eddy Paulini disse:

Inclusive sugiro ler caso ainda não tenha lido, o guidance da empresa para este ano, se eles já falaram sobre o assunto, sobre pretensão de aquisição de novas linhas, se tem dinheiro em caixa e/ou saúde financeira suficiente para gerar dívidas, contratos, etc, entender o andamento dos outros contratos que possuem menor relevância por assim dizer, enfim, interpretar o que a empresa tem em mente e como ela quer fazer as coisas acontecerem.

Excelente, vou buscar informação no RI.

Forte abraço.
Obrigado.

Editado por Artur Barbosa
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4 minutes ago, Eddy Paulini disse:

Na minha opinião, por ora isso é um fato de risco por assim dizer pois estamos falando de 60% da fonte provedora de receitas da empresa que está em jogo. Mesmo que essas renovações não aconteçam (por isso a importância do acompanhamento) é importante ver como a empresa vai se movimentar.

Um ponto positivo é que hoje mais de 50% dela é da State Grid uma gigante global Chinesa, ou seja, dinheiro tem.

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Foram ótimos pontos tocados aqui, inclusive de ótimo aprendizado
Em questão as solicitações de renovação de concessão, o mercado em geral parece bem otimista sobre sua aceitação
Inclusive, já está até precificado, a CPFL vem fazendo um ótimo serviço, acompanho os relatórios dela tem 1 ano mais ou menos e ela tem uma ótima capacidade pra continuar gerando bastante receita, inclusive se recuperaram muito bem dos estragos das enchentes do Sul.

Sem citar o capex gigantesco que ela levando em diante, vem muito crescimento ai pela frente!

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6 minutes ago, Wesley Carvalho disse:

Se fosse analisar friamente sua questão 7, a resposta seria não... Conheço algumas pessoas que trabalharam e trabalham em diversos setores da empresa (atendimento, engenharia e técnico de rua) que relatam algumas situações meio cabulosas como desrespeito e abuso de poder por parte de gerentes de área e regionais... O que você considerou "boa relação trabalhista"?

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Fala @Wesley Carvalho, obrigado pela ajuda.

Essa notícia é de 2015 e a CPFL passou por uma transformação depois da venda de 50% para a State Grid em 2017.

Alguns pontos que considerei como boa relação trabalhista:

  • A CPFL Energia mantém, de modo geral, boas relações trabalhistas com seus funcionários. A empresa conta com cerca de 15 mil colaboradores distribuídos entre diversas subsidiárias e procura promover um ambiente de trabalho seguro, inclusivo e motivador. Iniciativas como a Universidade CPFL demonstram investimento no desenvolvimento profissional interno, oferecendo treinamentos e planos de carreira estruturados. Programas de valorização, reconhecimento por desempenho e esforços em diversidade e inclusão também compõem a cultura corporativa. Esse compromisso reflete-se em um clima organizacional estável – a CPFL não enfrenta histórico de greves prolongadas ou conflitos laborais graves nas últimas décadas, algo importante num setor que já viu paralisações em outras companhias.
  • Os sindicatos que representam os eletricitários das empresas da CPFL negociam acordos coletivos regularmente, geralmente alcançando consenso sem confrontos públicos. Por exemplo, em 2024 os trabalhadores da CPFL Piratininga aprovaram acordo coletivo com reajuste salarial de 3,93% a partir de junho alinhado à inflação, sem necessidade de mediação judicial ou protestos significativos. A CPFL Renováveis também fechou acordo com reajuste integral da inflação (4,5% pelo IPCA) e ganho real em pisos salariais. Esses resultados sugerem uma negociação pautada pelo diálogo e disposição da empresa em atender demandas razoáveis, garantindo a satisfação mínima dos colaboradores. Adicionalmente, a CPFL enfatiza valores de segurança no trabalho – aspecto crítico em empresas de energia. Relatórios anuais apontam redução de índices de acidentes e diversos programas de treinamento em procedimentos seguros, indicando cuidado com o bem-estar dos funcionários.
  • Em comparação a pares, a CPFL não aparece envolvida em disputas trabalhistas de alto perfil. A Eletrobras, por exemplo, historicamente teve relações tensas com sindicatos (devido a reestruturações e controle estatal), e a Cemig enfrentou greves pontuais. A Equatorial, ao assumir novas concessionárias, precisou fazer ajustes de pessoal que geraram ruídos locais, mas tem evoluído. Já a CPFL, como empresa privada consolidada há anos, possui políticas maduras de RH e um histórico de estabilidade. Não há trocas constantes de mão de obra ou uso excessivo de headhunters para substituir talentos – ao contrário, a empresa valoriza a retenção e crescimento interno (muitos executivos, inclusive o atual CEO, vieram da base da companhia, o que denota boa relação e confiança mútua entre empresa e colaboradores). Essa estabilidade sugere que o quadro de pessoal tem bom engajamento e alinhamento com os objetivos da empresa.
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3 minutes ago, Artur Barbosa disse:

clima organizacional estável – a CPFL não enfrenta histórico de greves prolongadas ou conflitos laborais graves nas últimas décadas, algo importante num setor que já viu paralisações em outras companhias

Ahh isso aqui é realmente um diferencial interessante, meu viés por conhecer detratores da empresa não me permitiu enxergar além da "fama" que a empresa tem aqui na região.

Meu viés também é forte como consumidor: eu simplesmente detesto ser cliente dessa empresa, tudo é burocrático e demorado, o atendimento presencial é precário e via telefone é ridículo de demorado.... Mas dito isso, nunca fui "cliente" (refém?) de nenhuma concorrente dela, pode ser que ela seja a melhor do setor mesmo (deus nos ajude)

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20 minutes ago, Fabio Segato disse:

Minha visão é que vocês querem esmiuçar a empresa como se fossem fazer uma oferta de aquisição, acionista minoritário não precisa de uma análise tão detalhada e profunda, vocês estão perdendo muito tempo com isso. Empresa tem 20 anos de lucros consecutivos, dívida controlada... Vocês querem procurar pelo em ovo... para no final do dia comprar 100 ações... 

Na perspectiva de um acionista minoritário ela está mais que excelente para diversificar o patrimônio.

Discordo, estou comprando para ser dono por anos, talvez 20 ou mais. A cada ano devo fazer uma análise minuciosa. 

Não sei em qual módulo está, mas no módulo 4 isso é explicado.

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18 minutes ago, Fabio Segato disse:

Problema é quando você tiver uma carteira com 100 ativos para analisar minuciosamente, não vai fazer mais nada na vida, quando poderia estar se dedicando a sua profissão, e evoluindo em uma segunda fonte de renda e etc...

Se você trabalha com isso , ok, se é só um sardinha holder eu acho inviável fazer esse tipo de análise mega detalhada de cada empresa do seu portifólio 

Mas quem disse que terei 100 ações @Fabio Segato? Aconselho a assistir os módulos, pois está falando exatamente o contrário do que é ensinado. 🤔

Forte abraço.

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1 hora atrás, Fabio Segato disse:

Minha visão é que vocês querem esmiuçar a empresa como se fossem fazer uma oferta de aquisição, acionista minoritário não precisa de uma análise tão detalhada e profunda, vocês estão perdendo muito tempo com isso. Empresa tem 20 anos de lucros consecutivos, dívida controlada... Vocês querem procurar pelo em ovo... para no final do dia comprar 100 ações... 

Na perspectiva de um acionista minoritário ela está mais que excelente para diversificar o patrimônio.

Boa noite, @Fabio Segato !

Existem diversas escolas de investimentos como chamamos. São diversos métodos que podemos adotar para analisar empresas. Não vamos afirmar que existem as certas ou as erradas. Mas tem aquelas que são de fato eficientes, que foram testadas pelo tempo e por investidores e que também podem se encaixar mais ou não com o perfil de cada investidor.

Um destes métodos é o método Scuttlebutt que trata-se de uma investigação mais aprofundada da empresa a qual queremos investir. Inclusive ela é ensinada aqui no curso. É um método que é voltado para investidores mais detalhistas, que gostam de entender a empresa e sua operação como um todo o máximo possível.

Para quem gosta deste nível de detalhe, de estudos, vale a pena e isso é aplicável independente de valores investidos, tamanho de patrimônio, etc. Sempre digo aqui que um dos pontos importantes para um investidor de longo prazo é ter paz nas suas decisões. E há quem precise de um nível de detalhes mais elevado para se tornar sócio mesmo que minoritário. E está tudo certo.

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Postado
2 horas atrás, Fabio Segato disse:

Minha visão é que vocês querem esmiuçar a empresa como se fossem fazer uma oferta de aquisição, acionista minoritário não precisa de uma análise tão detalhada e profunda, vocês estão perdendo muito tempo com isso. Empresa tem 20 anos de lucros consecutivos, dívida controlada... Vocês querem procurar pelo em ovo... para no final do dia comprar 100 ações... 

Na perspectiva de um acionista minoritário ela está mais que excelente para diversificar o patrimônio.

É por isso que a tese de investimento e o diagrama do cerrado são individuais :)

Se pra você não vale a pena investigar tão "a fundo", não investigue e está tudo bem. Na tese de investimentos de outra pessoa que está planejando aportar uma quantidade maior de dinheiro, pode fazer mais sentido do que pra quem vai investir 200 reais. Ou mesmo que fosse o caso de uma análise de estudo com o objetivo apenas para praticar, também estaria tudo certo.

Mas que você está opinando antes mesmo de chegar no módulo de renda variável, ficou bem claro 😉

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Postado

Opa Fabio! Achei interesante sua tese nos comentarios aqui!

Porem gostaria de destacar esse trecho!

1 hour ago, Fabio Segato disse:

você tiver uma carteira com 100 ativos para analisar

Existe uma estratégia de investimento que objetive ter 100 ou mais Papeis/Empresas?

 

PS: E nem to falando de STOXX All Europe 100; S&P500 que alguns ETFs seguem e contem essa quantidade +

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Postado
1 hour ago, Artur Barbosa disse:

Mas quem disse que terei 100 ações @Fabio Segato? Aconselho a assistir os módulos, pois está falando exatamente o contrário do que é ensinado. 🤔

Forte abraço.

100 ativos eu disse, isso é bem fácil, se tiver 30 ações, 30 FIIs , 30 Stocks... é até um número razoável de ativos de renda variável, pensando em um portifólio diversificado.

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Postado
4 minutes ago, Bruno Rangel disse:

Opa Fabio! Achei interesante sua tese nos comentarios aqui!

Porem gostaria de destacar esse trecho!

Existe uma estratégia de investimento que objetive ter 100 ou mais Papeis/Empresas?

 

PS: E nem to falando de STOXX All Europe 100; S&P500 que alguns ETFs seguem e contem essa quantidade +

Eu disse ativos, se vc tem 30 ações no Brasil, 30 FIIs, 30 Stocks, 30 REITs...

É um portifólio bemmm normal pensando em diversificar, só aí tem 90 ativos

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Postado
6 horas atrás, Fabio Segato disse:

100 ativos eu disse, isso é bem fácil, se tiver 30 ações, 30 FIIs , 30 Stocks... é até um número razoável de ativos de renda variável, pensando em um portifólio diversificado.

Você está certo Fabio, mas não é bem assim que irei agir em todos os tipos de ativos. Essa técnica irei usar para ações.

FIIs serão mais simples e outros ativos em Renda Fixa não exigem esse tipo de análise, talvez debêntures um pouco mais, mas só na compra.

Forte abraço.

  • 0
Postado (edited)
9 horas atrás, Fabio Segato disse:

Eu disse ativos, se vc tem 30 ações no Brasil, 30 FIIs, 30 Stocks, 30 REITs...

É um portifólio bemmm normal pensando em diversificar, só aí tem 90 ativos

Não temos isso como um Portifolio Normal, Asolutamente discordo dessa abordagem.

Mas vou "concordar" com Voce e sua "Estrategia", e agiardar a sua evolução no curso!

Obrigado pelo Debate!

Editado por Bruno Rangel
  • 0
Postado
14 horas atrás, Wesley Carvalho disse:

Se fosse analisar friamente sua questão 7, a resposta seria não... Conheço algumas pessoas que trabalharam e trabalham em diversos setores da empresa (atendimento, engenharia e técnico de rua) que relatam algumas situações meio cabulosas como desrespeito e abuso de poder por parte de gerentes de área e regionais... O que você considerou "boa relação trabalhista"?

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Se você considerar que a CPFL deu uma guinada e mudou a gestão completamente após a aquisição pela StateGrid em 2017, você pode ignorar esses fatos acontecidos em 2015.
Existe a CPFL antes e depois da StateGrid, acho que vale a pena precificar apenas a nova gestão que está mais do que de parabéns

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Postado

Se fosse analisar friamente sua questão 7, a resposta seria não... Conheço algumas pessoas que trabalharam e trabalham em diversos setores da empresa (atendimento, engenharia e técnico de rua) que relatam algumas situações meio cabulosas como desrespeito e abuso de poder por parte de gerentes de área e regionais... O que você considerou "boa relação trabalhista"?

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Postado (edited)

Minha visão é que vocês querem esmiuçar a empresa como se fossem fazer uma oferta de aquisição, acionista minoritário não precisa de uma análise tão detalhada e profunda, vocês estão perdendo muito tempo com isso. Empresa tem 20 anos de lucros consecutivos, dívida controlada... Vocês querem procurar pelo em ovo... para no final do dia comprar 100 ações... 

Na perspectiva de um acionista minoritário ela está mais que excelente para diversificar o patrimônio.

Editado por Fabio Segato
erro de digitação
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Postado
50 minutes ago, Artur Barbosa disse:

Discordo, estou comprando para ser dono por anos, talvez 20 ou mais. A cada ano devo fazer uma análise minuciosa. 

Não sei em qual módulo está, mas no módulo 4 isso é explicado.

Problema é quando você tiver uma carteira com 100 ativos para analisar minuciosamente, não vai fazer mais nada na vida, quando poderia estar se dedicando a sua profissão, e evoluindo em uma segunda fonte de renda e etc...

Se você trabalha com isso , ok, se é só um sardinha holder eu acho inviável fazer esse tipo de análise mega detalhada de cada empresa do seu portifólio 

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