Anônimo Postado 7 horas atrás Postado 7 horas atrás Pessoal, sou desenvolvedor, mas hoje estou vindo aqui mais para pedir ajuda mesmo e trocar ideia. Queria ver se consigo ajudar minha esposa e, claro, isso acaba refletindo em mim também. Minha esposa é psicóloga, tem uma atuação bem forte com o público infantil, orientação de pais e também trabalha bastante com questões como autismo infantil, entre outros casos. Hoje ela acabou se tornando referência aqui na região onde moramos. Recebe bastante indicação de psicopedagogos, psiquiatras, fonoaudiólogos, enfim, criou uma rede bem sólida. O ponto é que chegou num limite… ela não consegue mais escalar, porque no fim do dia é só ela atendendo. E aí que entra o que estou tentando pensar: como transformar todo esse conhecimento e autoridade que ela já construiu em outras fontes de renda, sem depender 100% do tempo dela? Outro ponto importante pra gente é o seguinte: nós dois somos PJ e pensamos em ter filhos em um futuro próximo. E aí entra uma incerteza… pode ser uma gestação super tranquila, ou pode exigir um afastamento maior. Não tem como prever. A gente já está se organizando com reserva financeira, mas mesmo assim estamos buscando alternativas para que ela consiga continuar gerando renda, mesmo que precise ficar um tempo mais afastada dos atendimentos. Então queria ouvir de vocês: alguém aqui já passou por algo parecido? Ou alguém da área de psicologia que conseguiu escalar o negócio sem depender só do atendimento individual? Qualquer ideia, experiência ou caminho já ajuda bastante 🙏
Eddy Paulini Postado 6 horas atrás Postado 6 horas atrás 1 hour ago, Convidado Anônimo disse: Pessoal, sou desenvolvedor, mas hoje estou vindo aqui mais para pedir ajuda mesmo e trocar ideia. Queria ver se consigo ajudar minha esposa e, claro, isso acaba refletindo em mim também. Minha esposa é psicóloga, tem uma atuação bem forte com o público infantil, orientação de pais e também trabalha bastante com questões como autismo infantil, entre outros casos. Hoje ela acabou se tornando referência aqui na região onde moramos. Recebe bastante indicação de psicopedagogos, psiquiatras, fonoaudiólogos, enfim, criou uma rede bem sólida. O ponto é que chegou num limite… ela não consegue mais escalar, porque no fim do dia é só ela atendendo. E aí que entra o que estou tentando pensar: como transformar todo esse conhecimento e autoridade que ela já construiu em outras fontes de renda, sem depender 100% do tempo dela? Outro ponto importante pra gente é o seguinte: nós dois somos PJ e pensamos em ter filhos em um futuro próximo. E aí entra uma incerteza… pode ser uma gestação super tranquila, ou pode exigir um afastamento maior. Não tem como prever. A gente já está se organizando com reserva financeira, mas mesmo assim estamos buscando alternativas para que ela consiga continuar gerando renda, mesmo que precise ficar um tempo mais afastada dos atendimentos. Então queria ouvir de vocês: alguém aqui já passou por algo parecido? Ou alguém da área de psicologia que conseguiu escalar o negócio sem depender só do atendimento individual? Qualquer ideia, experiência ou caminho já ajuda bastante 🙏 Bom dia, Anônimo! Tudo bom? Olha, não sou nenhum especialista na área, nem nada. Mas a história da sua esposa lembrou da minha psicóloga que partilhou de uma rotina semelhante. Ela virou uma boa referência aqui na região (interior de São Paulo) e começou a ficar sem agenda. Mas como ela tinha provavelmente uma boa renda por estar sempre com agenda cheia, ela expandiu o negócio. Saiu de um prédio onde ela tinha apenas a sala dela de atendimento e foi para outro com três salas e montou a clínica de saúde integrada dela. Salvo engano, ela tem mais uma psicóloga que ela treinou e chamou também para trabalhar, uma nutricionista e uma psiquiatra. Ou seja, começou a casar o trabalho dela com outras frentes para além da psicoterapia que ela já fazia muito bem. Ela comentou que alguns pacientes dela foi possível transferir para a outra psicóloga da clínica, tem mais espaço de agenda para receber novos pacientes na clínica em si que pode ir tanto para ela como para a outra psicóloga. Obviamente isso foi um processo e ela comentou também sobre um pouco de dificuldades em encontrar bons profissionais e que ela pudesse treinar com a visão e técnicas dela da profissão. Espero que ajude sobre o tema! 1
Amanda Santos#2716 Postado 5 horas atrás Postado 5 horas atrás 2 horas atrás, Convidado Anônimo disse: alguém aqui já passou por algo parecido? Ou alguém da área de psicologia que conseguiu escalar o negócio sem depender só do atendimento individual? Bom dia Anônimo, tudo bem? Acredito que o @Eddy Paulini já enriqueceu bastante aqui com a resposta dele e eu faria a mesma coisa. Na verdade foi exatamente o que eu e minha esposa fizemos no negócio dela. Ela é personal de natação e a alguns anos atrás tivemos o mesmo "problema" para resolver. Muita demanda, agenda cheia e limite de faturamento. Foi quando decidimos criar a nossa equipe de natação. Hoje temos 6 professoras trabalhando no time e conseguimos aumentar o nosso faturamento e a minha esposa inclusive hoje consegue tirar um dia 100% off para descansar durante a semana. No lugar de vocês, acho que faz todo sentido abrir uma clínica. Claro que aqui precisar montar um plano de negócios, definir o público alvo, quais tipos de atendimentos vocês terão. Mas acredito que vocês podem até expandir para outros tipos de serviços e não só terapias com psicológos. Exemplo: serviços de fono, terapia ocupacional, fisioterapia, etc.. Talvez focar em um público alvo, como crianças por exemplo. Enfim, acredito que vocês tem alguns caminhos que podem seguir e que com certeza poderão trazer mais resultados. Desejo muito sucesso nos projetos de vocês! E se precisar de uma contabilidade para ajudar nas demandas, me chama que posso ajudá-los: 1191483-4831 1
Victor Hugo Moreira Postado 2 horas atrás Postado 2 horas atrás Acho que o 1° caminho é o que o Eddy falou, de chamar mais pessoas para atender junto com ela. E o 2° caminho que eu sou mais suspeito pra falar porque trabalho com isso é ela ir para o digital. Aí falando sem papo de guru de internet e como é a realidade. Vender cursos da muito trabalho, exige uma estrutura e equipe boa para conseguir transformar em um negócio de fato, mas te dá escala. Então o que eu faria seria entrar no digital inicialmente para vender os serviços dela, produzir conteúdo e distribuir com anúncios para trazer audiência para ela. Aí ela pode ganhar dinheiro: 1 - Vendendo as consultas, que ela poderia cobrar mais caro, já que teria mais pessoas procurando do que ela pode atender. 2 - Criando um infoproduto que seja fácil de entregar (guia, curso com aulas gravadas, ebook, etc...). Precisa ser algo que não exige suporte inicialmente e que ela vai deixar o link lá na rede social pra pingar as vendas, para dar menos trabalho. As dificuldades é que envolve aprender a gravar vídeos, falar na frente da câmera, talvez aprender um pouco de edição... enfim, não é algo fácil como o pessoal vende, mas é escalável.
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