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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 05/25/26 em todas as áreas

  1. Bom dia pessoal, acho que li todos os tópicos deste fórum, e comentários. Realmente é dificil ou sou burro demais da conta. Sinto como se tivesse a faca e o queijo na mão, e estou atirando o queijo fora e tentando comer a faca. Sempre penso no meu nicho que é construção civil, sei que tenho capacidade de solucionar muitos problemas nesta área apenas com informação, além de ser uma área muito pobre de conteúdo técnico e prático serio. Estou pensando em encontrar um sócio no ramo digital, alguém que já atua na produção de conteúdo próprio ou que trabalha com isso, e maturar a ideia. Hoje tenho condição de investir dinheiro em um projeto destes, mas na minha cabeça, fazer tudo sozinho, seria o secredo do fracasso.
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  2. No self-service, controlar a praça resolve 99% dos problemas. Deixar carne por último, uma oferta generosa e bonita de alimentos mais baratos no antes. Esse cara ajuda a melhorar. Pela internet você tem o ifood consumindo parte da margem, colocar seu cartão na entrega oferecendo desconto no segundo pedido ajuda muito. Aquele sisteminha de pediu 3 vezes ganha 1, que acaba sendo a taxa do ifood. E tenta aumentar o valor mesmo! Pode rolar!
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  3. Que relato bom de ler. Eu já tive negócios de alimentação e tem que ter muita estratégia! Você trouxe um ponto que provavelmente conversa com muita gente aqui, principalmente quem empreende em negócios de margem apertada, operação pesada e muita variação de custo. Restaurante é um daqueles negócios em que faturamento sozinho pode enganar bastante, porque a casa pode estar cheia, o delivery pode estar rodando, o cliente pode estar voltando, e ainda assim a sensação ser de aperto constante. Muitas vezes o problema não está na demanda, mas no quanto cada venda realmente deixa no caixa depois de insumo, equipe, desperdício, embalagem, taxa de aplicativo, energia, aluguel e tempo de operação. Sobre oferecer além do que a margem permite, acho que essa é uma pergunta muito importante. Às vezes, na tentativa de fidelizar, o negócio vai colocando mais benefício, mais volume, mais entrega, mais “agrado” e sem perceber começa a educar o cliente a pagar pouco por muito. Aí o cliente ama, mas a conta não fecha com a mesma intensidade. Talvez um bom caminho seja olhar para três coisas com bastante frieza. O que mais vende, o que mais dá margem e o que mais dá trabalho. E ser estratégico com o que você vai fazer com esses dados. Eu odiava tirar produto que eu achava delicioso do meu cardápio... mas é a vida. O caixa é rei, se não me dá retorno não tem espaço no meu menu. Nem sempre o item campeão de venda é o item que sustenta o negócio. E nem sempre aquilo que o cliente mais elogia é o que mais vale a pena manter do jeito que está. Se vocês já têm bom faturamento, fidelização e demanda, parece que existe valor percebido. Agora talvez a provocação seja menos sobre vender mais e mais sobre entender onde o lucro está escapando. Precificação em restaurante não é só “quanto o mercado aceita pagar”. É ficha técnica bem feita, margem por produto, CMV, controle de desperdício, aproveitamento de insumos documentado na ponta do lápis, revisão de cardápio, análise do delivery separado do salão e coragem de ajustar o que ficou barato demais para a operação que vocês construíram. E parabéns pela trajetória. Passar por 2011, pandemia, inflação, mão de obra e alta de insumos mantendo o negócio vivo, com cliente fiel e demanda, já diz muita coisa sobre a força da operação de vocês. É coisa de ajustar os ponteiros para não ter que pagar pra trabalhar.
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  4. Talvez tenha algum insight. Espero que ajude.
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  5. E aí, Anônimo! Tudo bom? Vamos lá, entanto contribuir um pouco aqui que eu também faço parte da área, hoje com um pequeno negócio de doces sob encomenda. Acho que você já teve já um bom norte com o vídeo do Raul (aquele vídeo realmente está muito bom haha) e acredito que nessa altura você já deva estar com tudo mais alinhado com relação a gastos, separar PF da PJ, etc. Mas onde exatamente você está sentindo dificuldades? É na precificação mesmo? Como anda o cardápio de vocês? Muito extenso? Mais enxuto? Conseguem fazer reaproveitamento de ingredientes? Fichas técnicas em dia e sendo seguidas? Controle de perdas? Falando um pouco de precificação, não sei que região você é, mas aqui onde estou no interior de São Paulo, a questão de preços está meio complexa mesmo. Eu dou o exemplo do chocolate que atualmente está beirando uns R$100 o kg ;/ O repasse disso é complicado. As margens diminuem um pouco e por aqui, parece piada talvez, mas tem certos bairros e uma cidade vizinha que parece que é cultural reclamar de preço, principalmente que faz coisas por conta, seja doces, marmitas, etc. Gostam de reclamar de preço, mas na hora de comprar vinho caro e queijo francês no mercado ninguém reclama 😅 Não sei se já fizeram, mas uma consultoria voltada no ramo pode ajudar. Pagar um consultor para um dia mesmo de consultoria e ajudar a entender custos, cardápio, otimizar isso, pode ser uma saída bem viável. Espero que ajude!
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  6. Como diria Renan de Almeida, do Choque de Cultura: "O sonho de todo profissional é mudar de profissão" rs Brincadeiras a parte, cada empresário teve sua trajetória, não tome a minha como verdade, mas foi o que aconteceu comigo: Sou empresário há 21 anos, sou dev, deixei uma profissão estável, que pagava bem, guardava mais de 70% do salário. Só arrisquei pois era jovem, morava com os pais, tinha um valor muito bom investido, algo como metade do valor de um apartamento novo em São Paulo (bairro de classe média). Tinha 2 clientes já no gatilho e não queria ser CLT (como quase todo mundo né). Mas fiquei 18 anos ganhando menos que meus amigos de trabalho. A empresa sobreviveu, o faturamento sempre cresceu, mas foi muito devagar. E só há 2 anos ela tá realmente bem a ponto de eu ganhar acima da média do que eu ganharia como CLT. Se eu voltasse no tempo não sei se faria de novo, por 20 anos tirei só 1 semana de férias por ano, trabalhar 10, 12, 14 horas por dia, as vezes de fds.... Não tenho 1 chefe, cada cliente acaba sendo um chefe! Viajei pouco, curti pouco os melhores anos (falar a real, é dos 20 aos 40). Mesmo que agora eu esteja ganhando mais do que se eu fosse CLTs, não sei se valeu realmente a pena. Ok que vou deixar algo para minhas filhas. Mas eu teria muito mais dinheiro investido, isso é certeza ! A grama do vizinho é sempre mais verde !
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