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Líderes

Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 06/03/26 em todas as áreas

  1. Pessoal, não sei na área de vocês mas aqui onde moro, no MT, o que tem tido dessa febre de venda e revenda de iPhone não é brincadeira. Eu tenho uns 3 ou 4 conhecidos que tem trabalhado com isso e estão MUITO bem, e que progressivamente migraram para trabalhar também com venda e revenda de veículos. Inclusive na questão do iPhone esses dias vi o preço e tá batendo por uns 2k os preços dos vendedores do ML e Amazon. A minha dúvida é: esse meio é confiável e é uma boa para começar a empreender ou é algo sazonal e/ou que tenha alguma pegadinha? É claro que sei também (e espero que vocês também) que a maioria desse mercado vive de contrabando, então conseguir um fornecedor confiável que traga as encomendas do Paraguai - ou seja lá da onde que for - já é meio caminho andado. Não sei se isso quer dizer alguma coisa, mas não sei dizer se eles vendem com NF e etc., e se isso pode ser burlado devido a não ser um produto que entrou legalmente no país. Mas de qualquer forma minha dúvida é se é uma coisa promissora e saudável a se fazer e que dê pra começar e escalar.
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  2. Nao sei se seria uma boa ideia, ja que eles pagam os dados .... Mas vou te dizer uma coisa, quando mais calculos, comparativos, etc ficamos com vontade de fazer, menos focamos no que importa que é fazer renda..... é legal pra estudar e te entendo, mas com certeza de graça acho um pouco improvavel que possam disponibilizar . . . mas vai que
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  3. Eu vejo de uma forma um pouco diferente. Se a empresa está saudável, tem caixa e não existe uma necessidade clara para o recurso, não faz muito sentido contratar uma dívida apenas porque ela está disponível ou porque a taxa parece atrativa. O primeiro ponto é que crédito tem custo. Mesmo uma linha subsidiada ou com juros abaixo do mercado continua sendo uma despesa financeira. Para a estratégia funcionar, o retorno líquido dos investimentos precisaria superar o custo da operação de forma consistente, considerando impostos, oscilações e eventuais mudanças no cenário econômico. O segundo ponto é que você está aumentando o risco sem necessariamente aumentar o resultado do negócio. Hoje a empresa não tem dívida. Ao contratar um empréstimo sem necessidade, você cria uma obrigação mensal que antes não existia. Pode parecer leve agora, mas em uma eventual queda de faturamento, mudança de mercado ou oportunidade inesperada, essa obrigação continua lá. Outro aspecto é que limite de crédito não precisa ser usado para existir. Muitas vezes o mais valioso é manter um bom relacionamento com o banco, histórico saudável e capacidade de contratação quando realmente surgir uma oportunidade que justifique a alavancagem, como expansão, compra de equipamentos, aquisição de concorrente ou aumento de estoque com retorno esperado. Na minha visão, dívida barata continua sendo dívida. Se não existe um projeto com potencial de retorno superior ao custo do crédito, nem uma necessidade de reforço de caixa, o cenário mais racional costuma ser simplesmente não pegar o recurso. Afinal, o melhor empréstimo é aquele que você tem acesso quando precisa, e não necessariamente aquele que você contrata quando não precisa.
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  4. Pessoal, quero compartilhar uma decisão importante que tomei e que agora estou tornando pública para criar um compromisso comigo mesmo. Minha meta para os próximos meses é concluir minha transição para o mercado financeiro e iniciar minha jornada como consultor financeiro. Trabalho há mais de 10 anos com dados, analytics e modelagem, construindo soluções para empresas de diversos segmentos. Enquanto muita gente da área financeira busca aprender dados, eu acabei seguindo o caminho contrário: mergulhei nos estudos de finanças. Nos últimos anos venho estudando investimentos, planejamento financeiro e construção patrimonial. Porém, nos últimos meses, a alta demanda do trabalho acabou reduzindo bastante meu ritmo de estudos. Foi então que tomei uma decisão que para algumas pessoas pode parecer arriscada: pedi desligamento da empresa para dedicar os próximos meses integralmente à minha preparação. Mas essa não foi uma decisão impulsiva. Desde o início do ano venho planejando esse movimento, reforçando minha reserva, organizando meu patrimônio e acompanhando indicadores financeiros para entender se eu realmente tinha condições de fazer essa pausa. Hoje, olhando meus números: ✅ Reserva para mais de 8 meses de despesas ✅ Endividamento de apenas 4,6% ✅ Dívida anual equivalente a 0,13x da minha renda ✅ Patrimônio líquido próximo de R$ 291 mil ✅ Patrimônio gerador de renda superior a R$ 219 mil Apesar de ainda estar longe da independência financeira (cerca de 10% da meta FIRE), os indicadores me mostraram que eu poderia dar um passo para trás agora para tentar dar dois passos à frente no futuro. Existe receio? Claro. Ficar sem salário por alguns meses não é confortável para ninguém. Mas acredito que planejamento financeiro serve justamente para isso: criar opções de vida e permitir decisões com mais consciência. Minha meta pública agora é: 🎯 CPA até 15 de julho 🎯 CPRO-I logo na sequência 🎯 CPRO-R em seguida Quero aproveitar esse período para construir uma base sólida e, futuramente, atuar com consultoria financeira. Anexei abaixo o dashboard que desenvolvi para acompanhar minha evolução financeira e que foi uma das ferramentas que me ajudaram a tomar essa decisão. Alguém aqui já fez uma mudança de carreira semelhante ou tirou um período sabático para investir em formação profissional? Como foi a experiência?
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