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Eddy Paulini

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Tudo postado por Eddy Paulini

  1. Bom dia, @João Pedro Sá Medeiros ! É sobre o valor que você possui dentro do BTG Investimentos.
  2. Bom dia, @Vitor Cesa ! Não, o valor investido internacionalmente pelo BTG não entra na base de cobrança do fee based em vista que já existem as taxas próprias para investir internacionalmente.
  3. @Lucas Borin lembre-se também que para nós alunos da AUVP temos acesso a taxa private na renda fixa que é uma taxa que só é oferecida para quem tem 10 milhões ou mais investidos. Aqui todos temos acesso a essa taxa independente do valor investido. Além do cashback como citado pelos amigos.
  4. Bom dia, @Matheus Kaiser Saliba ! As corretoras possuem hoje basicamente dois modelos de cobrança. Afinal, corretoras não deixam de ser empresas e elas visam lucros. Um destes modelos é o comission based. É um modelo onde a corretora fica sempre com uma parte do lucro nos produtos ofertados. Por exemplo, ele recebe um CDB prefixado de 18%a.a. Ela coloca a venda na corretora para nós investidores adquirimos a 16%a.a. onde essa diferença de 2% é a comissão dela. Também é muito comum termos neste modelos assessores de investimentos oferecendo outros produtos como COEs, fundos de investimentos, etc, que também geram uma comissão para eles onde surge na maioria das vezes conflitos de interesses pois quanto menos legal é o produto para o investidor, maior é o comissionamento da corretora/assessor em cima do produto ofertado. Depois, temos o fee based que é um modelo que começou a ser introduzido a não muito tempo no mercado. É um modelo onde a corretara ganha de acordo com o patrimônio do investidor sendo um percentual em cima deste patrimônio. Aqui o modelo é livre de conflito de interesses e muito mais transparente. Para a corretora ganhar, o cliente precisa ter seu patrimônio evoluindo. Neste caso, a corretora ao invés de comer fatias da rentabilidade em taxas escondidas como no exemplo anterior, ela oferece uma gama de benefícios para o investidor. Por exemplo, devolver a taxa que ficaria ao investidor na forma de cashback. Para nós alunos na AUVP Capital + BTG o valor é de 0,9%a.a. diluídos em cobranças mensais de 0,075%. Foi optado este modelo dado a transparência e por ser livre de conflito de interesses. Tanto aqui na comunidade como no canal do Investidor Sardinha tem conteúdos falando mais sobre os modelos.
  5. Bom dia, @Luis Carlos Santos Araújo ! Como dito anteriormente e reforçando nossos amigos, o ideal é uma conta corrente de bancão. No máximo deixar 50% do valor da reserva no tesouro Selic, mas o restante é conta corrente de banco mesmo dado a segurança.
  6. Em SP Capital no sábado 08/02 E é real isso hahha
  7. Sextou!! Boa, amigo! Agora pra ativar o cartão tem que pagar cerveja para pelo menos 8 sardinhas 😂
  8. Tentei deixar "todos" os casos possíveis explicados Hahha
  9. Rapaz, não esquenta a cabeça pois eu tinha um entendimento semelhante ao seu 😅 Bom que agora podemos ficar bem mais tranquilos com melhores esclarecimentos sobre =)
  10. Sextou, sardelas! E sextou com um convite para o pessoal de São Paulo (e proximidades ou dispostos a se deslocar) para comparecerem e confraternizarem, sábado dia 08/02, a partir das 20h, em São Paulo - SP. Local exato será informado inbox para quem estiver interessado. Estamos definindo o local, provavelmente será aos arredores da Vila Mariana como de costume em nossos encontros por aqui. Se manifestem aqui neste tópico quem vai! #### NÃO é um evento oficial AUVP #### Apenas adultos; Adultos, entendam-se por pessoas responsáveis; Seja gentil; Será em local público (bar ou similar); Podem levar conjugues; O Raul não vai pagar; Cada um paga o seu. Aguardo vocês =D
  11. Boa tarde, @Daniel Van der Veen Santos ! A confecção do cartão com logo da AUVP leva um tempinho para ficar pronto. Então, é enviado primeiro o com logo do BTG para você já ter acesso ao cartão e poder usar o mesmo. Em breve o cartão com logo da AUVP chega =)
  12. Boa tarde, sardelas! Sextou! Como estão? Mais tópico da nossa série Entendendo sobre o qual eu trago alguns tópicos que normalmente geram dúvidas, receios, confusões, etc. Hoje vamos falar sobre o famigerado FGC, mais especificamente falando sobre as coberturas. Entrei em contato diretamente com o FGC para tirar algumas dúvidas, simular uns exemplos com números para entendermos de uma vez como funcionam os limites de cobertura na prática. Ou seja, informações diretamente da fonte! Essa será a ênfase aqui do nosso tópico. Vamos lá. A informação que sempre temos acesso facilmente é que temos uma cobertura vigente de R$ 250 mil por instituição emissora dos títulos e um teto de 1 milhão por CPF, renováveis a cada 4 anos. Ok. Mas na prática como funcionaria? Vamos imaginar que eu tenho neste exato momento investimentos em títulos que que são garantidos pelo FGC distribuídos da seguinte maneira: Banco A: R$ 150.000 Banco B: R$ 150.000 Banco C: R$ 250.000 Banco D: R$ 300.00 Banco E: R$ 150.000 Banco F: R$ 250.000 A melhor maneira para entendermos na prática como funcionariam os limites, vamos fazer uma alusão aqui. Vamos pensar que o FGC é uma gaveta que tem lá dentro R$ 1 milhão ao meu dispor da cobertura (o teto de 1 milhão por CPF). Quando um emissor quebra, eu posso abrir a gaveta e pegar o valor referente ao que eu tinha aplicado limitando-se a R$ 250 mil por instituição. Sendo vamos, criar um cenário hipotético: Hoje janeiro de 2025 o banco B foi pro vinagre. Eu posso abrir a gaveta e pegar meus R$ 150.000. Agora, veremos que a gaveta não tem mais 1 milhão e sim R$ 850.000 em vista que eu acabei de pegar 150. É partir deste momento, ou seja, da primeira abertura de gaveta que eu fiz que o prazo de 4 anos começa a contar para o meu CPF. Agora, é junho de 2025 e o banco C quebrou. Vou lá na gavetinha e pego mais R$ 250.000. A gaveta ainda tem R$ 600.000 para eu usar dentro dos 4 anos que começaram a contar e que vencerão em janeiro de 2029. Mas o que acontece quando essa data chegar? Calma lá, pequenos gafanhotos e gafanhotas. Vamos chegar lá! Agora mais um banco quebrou e é janeiro de 2026. O banco que deu BO foi o banco D. Veremos que eu tenho R$ 300.000 nele. Eu só posso pegar R$ 250.000 que é o limite por instituição conforme regra do FGC. Logo, eu vou perder R$ 50.000 e não tem o que fazer neste caso. E vendo o valor que teremos dentro da gaveta, nesse linha do tempo eu tenho agora R$ 350.000. Vamos pensar que agora chegamos em novembro de 2026 onde o banco F quebrou, eu recebi o valor referente a ele e me sobraram apenas R$ 100.000 na gaveta. E por fim, o banco F quebrou em dezembro de 2026. Eu poderia receber os R$ 250.000 que tenho aplicados neles pois estaria dentro do limite da instituição, mas o meu saldo de cobertura referente ao meu CPF só me permite resgatar mais R$ 100.000 no momento em que estou. Ou seja, eu vou receber R$ 100.000 e os outros R$ 150.000 que sobrariam eu vou perder. Quando chegar a data de janeiro de 2029, minha gaveta vai resetar. Em outras palavras, voltarei a ter 1 milhão nela e começará novamente um ciclo. Lembrando que a contagem do ciclo de 4 anos será dado a partir do momento que eu abrir a gaveta pela primeira vez. Espero que essas informações tenham ficado claras e que isso ajude ao entendimento de todos bem como ter atenção nos seus investimentos de renda fixa para não correr riscos de eventualmente ter uma dor de cabeça. Ter uma quebra constante de emissores assim como elucidei no meu exemplo do post é bem amis difícil, mas nunca sabemos, não é mesmo? Mas não altera o fato de que requer atenção, especialmente ao limite de ressarcimento por instituição emissora. Vejam novamente no nosso exemplo quando o banco D quebrou e eu tinha um valor acima dos 250 mil garantidos. E apenas para cravar, vamos reforçar que os limites de cobertura se referem ao montante que temos na instituição já acrescido dos rendimentos e não do montante aportado. Isso significa que se eu tenho, por exemplo, aportado R$ 220.000 em títulos do Banco X, esses aportes já renderam R$ 50.000. Ou seja, eu tenho um total de R$ 270.000 nessa instituição. O FGC me paga 250 mil e os 20 da diferença, eu irei perder. Dúvidas sobre o tema, fico à disposição para esclarecer mais =)
  13. Até o dog tá feliz de ver as cartas Hahhaha Um amigo meu daqui recebeu ontem as dele! Agora é seguir firme para abrir todas elas!!
  14. Amigo, quanto mais usar a comunidade mais você vai pegando as manhas! Aqui é o puro suco da AUVP! Se tiver qualquer dúvida sobre, conte com a gente também e te aguardamos na live inaugural onde o Raul também vai explicar bastante coisa. Seja bem vindo ao nosso cardume 🐟
  15. Bom dia, @Wesley Navarro Silveira ! Apenas complementando nossos amigos. Existem diversas forma de uma empresa recompensar seus acionistas que não deixam de ser sócios. Além da remuneração na forma de proventos (dividendos, JCP), existe também a bonificação de ações. As bonificações nada mais é do que um aumento de sua participação como sócio da empresa. Como sabemos, cada ação que temos de uma empresa, representa uma pequena fatia da qual somos "donos" da mesma. Quando existe uma bonificação, nosso percentual de participação na empresa aumenta e consequentemente nosso percentual na participação dos lucros, nosso patrimônio referente a empresa também aumenta. Como citado também, uma tendência no longo prazo para boas empresas é que as cotações cresçam junto com os lucros. Em outras palavras, uma empresa lucrativa e sólida, tende a se valorizar no mercado. Fazendo uma alusão bem simples, é como se eu comprasse um carro hoje por R$10.000 e daqui a 5 anos o meu carro se valoriza e agora vale R$50.000. Com as empresas inseridas no mercado ocorre algo semelhante. Ainda sobre as cotações, vamos nos ater também ao fato de que as boas empresas apesar de oscilarem e ter momentos de queda, elas "sobem caindo". E isso é algo natural no mercado de renda variável. Veja um exemplo abaixo da Weg: Em linhas gerais, podemos perceber que ao longo do tempo ganhamos mais valor e não estamos necessariamente falando de preço. Existe aquela linha tênue entre preço e valor. Além disso, no longo prazo podemos nos deparar com diversas situações. Como também citado pelos amigos, mudanças de estratégias podem ocorrer nas empresas. Por exemplo, uma empresa hoje que foca totalmente em crescimento reinvestindo o máximo possível nela mesma, pode chegar a um momento que ela veja que atingiu seu máximo e/ou seus objetivos o que faz com que ela pare de reinvestir tanto em si e comece a remunerar mais seus acionistas. Os investimentos que ela fara em si será manter sua fase de mercado que estaria um nível estável de maturidade (maturidade aqui é referenciado as quatro fase de uma empresa que seriam introdução, crescimento, maturidade e declínio). E pro fim, quando estamos chegando próximos na fase de usufruto do nosso patrimônio e ter uma renda passiva, mudanças em nossa carteira podem ocorrer. Por exemplo, trocar uma empresa que ainda foca no crescimento por uma que tem um histórico sólido e de bons pagamentos de proventos aos seus acionistas. Espero que agregue ao tema!
  16. Bom dia, @Gabriel David Sanches ! Apenas complementando nossos amigos. Você pode ter sim 10 instituições com R$100 mil em cada. O que é importante se ater é que conforme uma cobertura vai sendo contabilizada dentro do limite de 1 milhão do seu CPF. Vamos fazer uma alusão que é como se você tivesse uma gaveta com 1 milhão de reais lá dentro. Quando uma instituição quebra, você pode sacar até R$250 referente a essa instituição. Vamos imaginar que isso ocorreu então. Logo, você tirou da gaveta R$250 mil e agora sobram lá R$750 mil. Seguindo essa linha, vamos pensar agora que mais um banco quebrou e você pegou R$50. Agora a gaveta tem R$700 mil restantes. Veja então que a ideia é que temos até 1 milhão para usar dentro de 4 anos (o prazo começa a contar à partir do momento em que a gaveta foi aberta pela primeira vez). Espero que tenha ficado claro!
  17. Bom dia, @Leidiane Fernandes ! Apenas complementando nossos amigos. Vamos imaginar que a GOAU é o cérebro. É quem toma as decisões e tem participação em várias outras empresas, e a GGBR é o corpo, é quem executa diretamente uma operação.
  18. Bom dia, @Henrique Moreira#9349 ! Quem nunca fez uma bela 💩 no mundo dos investimentos, que atire a primeira pedra Hahahha Até partilho com você que nas antigas, bem no comecinho dos investimentos, eu já perdi uma graninha com varejo. Na época da Via Varejo 😅 Noticiários de mercado são realmente umas bombas. A maioria são vendedores de sustos e tem vínculos com corretoras e afins. Logo, a intenção nada mais é na minha opinião do que uma manipulação para empurrar o investidor assustado a fazer exatamente o que eles querem. O Efeito FOMO come solto, infelizmente.
  19. Bom dia, @João Vitor Silva Lima ! Acredito que sua dúvida seria sobre não acharmos investimentos com percentuais maiores do CDI, certo? Por exemplo, não estamos vendo títulos rendendo 130, 140% do CDI. Seria essa sua dúvida? Partindo do pressuposto que sim, o que acontece é que este percentual de pagamento ficaria muito fora da curva com relação ao que está sendo oferecido hoje no mercado como um todo em títulos de renda fixa. Um título rendendo 130% do CDI em cima da taxa de juros atual de 13,25%a.a., resultaria em uma rentabilidade de aproximadamente 17%a.a. Isso fica acima de títulos que estão pagando hoje em média no mercado primário de 14 ou quase 15% prefixados ou de títulos IPCA+ 7 ou 8% que somados a inflação acumulada hoje (4,83%) resultaria em um rentabilidade de aproximadamente 13%. Não vou considerar aqui mercado secundário que apesar de oferecer rentabilidades muito maiores, a oferta de títulos é muito mais escassa com baixíssimo lastro. Dentro do mercado secundário, por exemplo, vi agora há pouco aqui algumas ofertas já disponíveis para visualização de 120% do CDI, mas com períodos muito curtos, mal batendo 3 meses. O que acontece é que hoje a taxa de juros estando alta, a procura por títulos atrelado a taxa de juros para maiores rendimentos no curto prazo aumenta bastante. E isso faz com que consequentemente os emissores baixem a rentabilidade oferecida tanto pelo alto volume de procura como para equiparar mais com outros indexadores a fins de que estes outros indexadores também tenham saída. Veja se essas explicações sanam sua dúvida! Caso ainda persista algo, comente aqui para podermos discutir mais sobre =)
  20. Relatório disponibilizado mas ainda sem informação por aqui também 😅
  21. Boa noite, @Gabriel Mendes Coutinho ! A verdade é que não tem certo ou errado neste ponto que você levantou. Vai depender da tranquilidade do investidor com relação aos riscos. Digo isso pois quanto maior o prazo de vencimento de um título, maior é seu risco. Há quem tolere mais este risco, há quem tolere menos. Apenas compartilhando o que faço (não é uma recomendação do que fazer ou não fazer), busco títulos com prazos de vencimento em média de 4 anos, as vezes 5. Também pretendo investir ainda por mais uns 15 anos. Com estes prazos de vencimento, terei um certo giro na carteira que é algo que eu realmente procuro e um prazo de 4 anos na média me é tranquilo tanto para segurar os valores por estes períodos como para ter um tempo que considero razoável para os títulos surfarem em diferentes ciclos de mercado. Outro ponto importante a levar em consideração e que inclusive é reforçado nas aulas, é que no começo, tem chances de realmente não termos todos os nossos títulos rendendo legal. É a partir do segundo ou terceiro ano investindo que teremos uma gama maior de diferentes títulos de diferentes safras e com diferentes indexadores onde, aí sim sempre teremos uma gama de títulos com altas rentabilidades mesmo que outros não por estarem esperando seu momento de novo ciclo de mercado ou por já ter cumprido seu papel em um ciclo anterior. É trabalho de longo prazo.
  22. Vai depender da estratégia. Não tem certo ou errado. Mesmo se eu dissesse que um caminho é melhor que o outro, eu estaria baseando na minha realidade e nos meus objetivos. Recomendo pensar mais neste tema com o que é ensinado no módulo 6 que tratará sobre as vantagens de se investir no exterior e como ela pode beneficiar algumas estratégias.
  23. Legal! Fico feliz que tenha ajudado aí! Qualquer dúvida mais, já sabe =)
  24. Eddy Paulini

    ETF

    Boa noite, @Erik Pacheco ! Na minha opinião é muito melhor investir diretamente no tesouro. O máximo que poderia ser feito que eventualmente pode ser vantajoso de alguma maneira investindo em algum fundo que invista em títulos público, seriam fundos de previdência. Fora isso, como aprendemos a investir e a controlar nosso dinheiro, investir diretamente no tesouro, escolhendo os títulos que iremos querer, aplicando um conceito de contrafluxo e sabendo que podemos até nos beneficiar de uma marcação a mercado, fica muito melhor.
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