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Atmos Maciel Pereira

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Respostas da comunidade

  1. Olá pessoal. Meu nome é Atmos Maciel, tenho 30 anos. Sou engenheiro de software backend e já estou na área a 10 anos. Trabalho atualmente com Python e C# como langs de programação e também tenho atuado na parte de gestão de time, como a empresa onde trabalho o time é bem pequeno, acabo tendo que ajudar no código e também no gerenciamento dos projetos. Já trabalhei em várias áreas do mercado, desde o varejo, educação e agora, no mercado industrial de processos. Pra quem quiser trocar ideia é só chamar em algum dos canais aqui: https://atmosmaciel.com/ Linkedin: https://www.linkedin.com/in/atmosmaciel/
  2. Eu acho que até mesmo o termo vibe coding está caindo em desuso... heheheh. Com a evolução das llms e as próprias empresas que desenvolvem essas ferramentas estão chamando de "Context Engineering": https://www.anthropic.com/engineering/effective-context-engineering-for-ai-agents. O que faz sentido... O "vibe coding" fica para as pessoas que não querem se aprofundar na engenharia de uso das llms... vai acabar ficando para quem quer fazer mvps ou validar fluxos. No meu dia a dia, eu uso basicamente claude code cli 3 gemini cli. Mas 90% do tempo claude code cli. De editores eu uso as IDEs da jetbrains mesmo. Vez ou outra dependendo do projeto eu uso vscode. O cursos eu testei, mas visto que uso muito essas ferramentas de cli não fazia sentido ter o cursor no meu fluxo, apesar de entender que se a empresa pagar aí vale apena obviamente. A vantagem de utilizar ferramentas de cli é que você pode padronizar flows de desenvolvimento em time e também abre oportunidade pra usar outras ferramentas de llms opensource como o opencode: https://opencode.ai/
  3. Pois é... Existe tanta complicação... Tantos pontos que é até chato ficar comentando sobre... Os caras prometem a riqueza, prometem que se você fizer seguindo a "fórmula", vai dar certo. Só que a formula é justamente: vender(técnicas de venda), isso não significa que vai funcionar, que vai dar certo. Porque as pessoas podem simplesmente não querer comprar. E aí os guros tiram os deles da reta... "Olha se voce não conseguiu a culpa é sua, eu te dei a fórmula..." Eu sempre ignoro isso e tentando validar pelos caminhos da observação e validação. É aquilo né o mercado ta cheio de gente besta... Na verdade tem gente fazendo de tudo pra aparecer kkkkkkkkkkkk
  4. Cara precisa mesmo ser um curso pago? Sinceramente eu acho que tem contudo de altissima qualidade que não é pago na internet. Vou dar minhas duas referencias principais: - https://www.youtube.com/@DevDojoBrasil: conteúdos extremamente completos sobre tudo de java, de maneira bem pratica. - https://www.studytonight.com/java/ conteudo mais de leitura(o que eu acho ótimo), mas obiviamente, muito mais pratico pra ir acompanhando. Eu acho que depois disso, viriam livros, ou algum tipo de treinamento bem mais especializado. Eu acho que vale apena pagar por cursos, quando eles são na verdade grandes mentorias ou voltados pra uma especificidade muito grande. Mas essa é apenas minha opinião. Espero ter ajudado de alguma forma.
  5. Eu tenho um rodando em producao, mas fiz pra teste pessoal. Fiz para validar o "vibe conding". Sinceramente, tive vários problemas no processo. Mas saiu do lugar. O problema de micro-saas na verdade não é a produção, é a distribuição. Fazer o código é até fácil, agora com llms, mas vender e fazer as pessoas usarem é outros quinhentos. Fazer publicidade, investigir em propaganda, tráfego pago. Vender em si... Isso é que é a treta mais complicada. Pra quem tem um bom canal de distribuição, aí sim facilita muito, mas pra quem ta zerado, vai precisar investir bastante em vender o produto. Isso é o que esse mercado de hype do SAAS não contam pra ninguém. É frustante, ninguém vai descobrir seu micro saas por acidente e ele vai virar um sucesso. Eu fiz um levantamento básico... se eu quiser que meu SAAS tenha alcance... vi que o tempo de marketing e venda seria elevado, muito mais do que o tempo que levou pra fazer o MVP. Não estou reclamando, mas só observando, pois vejo que esse mercado de gurus de SAAS não levam isso em consideração na hora de vender. Essa foi minha pequena experiência que tive em novembro deste ano, estudando sobre o assunto na pratica e subindo um MVP em prod... vou ver se vale apena investir em marketing e vendas pra pelo menos ver se da algum tipo de lucro.
  6. Eu particularmente não curto nada hackathon. O formato em si, eu já considero predatório. Agora imagina o seguinte... O evento vai ser em GO, e tem alunos de todo o br que vão se organizar pra ir. Todo mundo ta trampando o tempo todo e correndo atrás, vendo código, tela, IA o dia todo. Aí a pessoa decide ir em um evento e quando chega lá, vai ter que resolver problema e ficar "codando" no evento, mais ainda? Pow sacanagem... kkkkkkkkkkkk. Já temos nossos projetos do trabalho, projetos pessoais, projetos pra testar por aí, novas tecnologias pra estudar. Aí pra ir num evento e ter que resolver mais problema, eu acho meio trash. kkkkkkkkkkk Eu sou do time que vai pra envento pra conhecer novos tópicos e temas de tecnolgia que posso colocar na minha lista de estudos ou então pra conhecer coisas que posso usar no dia a dia. Mas principalmente, evento tech é conexão, e networking. Conhecer a galera, trocar ideias, quem sabe até fazer projetos juntos. É ganha ganha. Uma sugestão de algo mão na massa, seria a galera mostrar ou aprensentar seus projetos pessoais ou coisas que gostariam de mostrar e compartilhar... Poderíamos ter um momento pra isso. As vezes o cara tem um projeto e precisa de ajuda de mais alguém, ou um projeto opensource que alguém se interessar pra contribuir... Esse tipo de coisa... Acho que é mais valioso.
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