Erika Natiele Machado Silva Postado 9 horas atrás Postado 9 horas atrás Sou empresário no ramo de conveniência. Atualmente, minha empresa fatura cerca de R$ 100 mil por mês, com uma margem de lucro líquido em torno de 15%. Há algum tempo, o negócio estava indo mal porque meu gerente estava me roubando. Como eu estava muito dedicado à minha formação e buscando novas fontes de renda, acabei me tornando advogado. Hoje tenho alguns clientes na advocacia, mas voltei a me animar com a empresa depois que assumi uma gestão mais próxima. Vi o lucro aumentar, a equipe melhorar e percebi o potencial que o negócio ainda tem. Recentemente, vi um vídeo do Raul em que ele fala sobre a importância de nos dedicarmos àquilo em que realmente somos bons. Isso me fez refletir. Não consigo me imaginar, no curto prazo, alcançando uma renda elevada com a advocacia. Além disso, não me considero um profissional excepcional nessa área e, sinceramente, não gosto de conflitos, que fazem parte da rotina da profissão. Paralelamente, estou montando uma pequena indústria para fabricação de gelo, e tudo está caminhando muito bem. Acredito que esse novo projeto tenha bastante potencial e complemente o meu negócio atual. Minha dúvida é: devo continuar tentando conciliar a advocacia com a gestão da empresa ou faz mais sentido focar integralmente nos meus negócios? Para contextualizar, a advocacia nunca me rendeu mais de R$ 2,5 mil por mês. Já a empresa chegou a me proporcionar cerca de R$ 30 mil mensais em 2022. Depois de alguns problemas pessoais, esse resultado caiu, e hoje meu lucro gira entre R$ 10 mil e R$ 15 mil por mês. Diante desse cenário, faz sentido insistir na advocacia ou seria mais estratégico concentrar meus esforços na empresa e na nova fábrica de gelo, que demonstram um potencial financeiro muito maior? 1
Eddy Paulini Postado 7 horas atrás Postado 7 horas atrás 1 hour ago, Erika Natiele Machado Silva disse: Sou empresário no ramo de conveniência. Atualmente, minha empresa fatura cerca de R$ 100 mil por mês, com uma margem de lucro líquido em torno de 15%. Há algum tempo, o negócio estava indo mal porque meu gerente estava me roubando. Como eu estava muito dedicado à minha formação e buscando novas fontes de renda, acabei me tornando advogado. Hoje tenho alguns clientes na advocacia, mas voltei a me animar com a empresa depois que assumi uma gestão mais próxima. Vi o lucro aumentar, a equipe melhorar e percebi o potencial que o negócio ainda tem. Recentemente, vi um vídeo do Raul em que ele fala sobre a importância de nos dedicarmos àquilo em que realmente somos bons. Isso me fez refletir. Não consigo me imaginar, no curto prazo, alcançando uma renda elevada com a advocacia. Além disso, não me considero um profissional excepcional nessa área e, sinceramente, não gosto de conflitos, que fazem parte da rotina da profissão. Paralelamente, estou montando uma pequena indústria para fabricação de gelo, e tudo está caminhando muito bem. Acredito que esse novo projeto tenha bastante potencial e complemente o meu negócio atual. Minha dúvida é: devo continuar tentando conciliar a advocacia com a gestão da empresa ou faz mais sentido focar integralmente nos meus negócios? Para contextualizar, a advocacia nunca me rendeu mais de R$ 2,5 mil por mês. Já a empresa chegou a me proporcionar cerca de R$ 30 mil mensais em 2022. Depois de alguns problemas pessoais, esse resultado caiu, e hoje meu lucro gira entre R$ 10 mil e R$ 15 mil por mês. Diante desse cenário, faz sentido insistir na advocacia ou seria mais estratégico concentrar meus esforços na empresa e na nova fábrica de gelo, que demonstram um potencial financeiro muito maior? Boa tarde, @Erika Natiele Machado Silva ! Tudo bom? A decisão nesses casos sempre é mais pessoal. Mas eu ponderaria o seguinte. Sou da opinião que a gente deve se dedicar naquilo que a gente gosta de fazer e ainda ser bem remunerado por isso. Não sei se estarei certo, mas me parece que você gosta mais de gerenciar um negócio e ter uma empresa debaixo dos seus cuidados, te gera mais ânimo do que pensar na área de direito e fora que essa área da advocacia entre em conflito com algo aí, como se não fosse 100% coeso com seus princípios. Sendo assim, eu iria na parte empreendedora sua. Apesar da decaída nos lucros, talvez ele possa ser retomado, bem, como pode ser um lucro que te gere um salário bem legal para já sustentar seus custos de vida atuais. Espero que ajude a refletir sobre o tema! 1
Danielle Mascarenhas Postado 3 horas atrás Postado 3 horas atrás Boa noite, @Erika Natiele Machado Silva que bom que seu negócio não morreu completamente e que ainda há outras oportunidades de crescimento e projetos como a fabricação de gelo. Contribuindo um pouco para suas reflexões: No passado você optou em estudar e cursar Direito para aumentar a sua capacidade de geração de renda. Nesse contexto, tornou-se advogado. Poderia se dizer que você entrou na área certa, mas não está no setor adequado? Exemplo, sou Engenheira Mecânica e no começo de carreira foquei no setor de Desenvolvimento de Produto Automotivo, e por um momento cheguei a pensar que tinha escolhido o curso errado. Mas, co tempo percebi que havia outros mercados de atuação da área, e que meu perfil se encaixaria melhor. Hoje trabalho como Vendedora Técnica Automotivo/ Industrial e o sentimento de que realmente fiz bem em cursar Engenharia. Portanto, se ainda mantém o mesmo objetivo de ter duas ou três fontes de renda, vindo do CLT, Autônomo e Empresa, por exemplo, penso que o interessante seria listar os motivos que o fizeram escolher o curso e quais seriam os setores e empresas/órgãos públicos , que poderia trabalhar que não precisasse lidar com causas ou clientes tão problemáticos e dentro disso quais os tipos de cargos que tem média salarial mais alto. Afinal, você não precisa advogar diretamente, certo? Outro ponto, como já dizia minha avó: quem engorda o boi é o olho do dono e pelo tamanho do seu negócio acredito que você tem que está a frente dele totalmente. Então é avaliar, se no médio prazo vai conseguir conciliar com outro tipo de trabalho e manter uma boa gestão e operação do comércio. E em relação a renda é só manter o equilíbrio e ter uma boa reserva para transição e ciclos de venda. Por fim, recomendo outro vídeo do Raul: Emprender ou ser CLT? Sucesso nos negócios e na vida! 1
Mikhail Koslowski Postado 1 hora atrás Postado 1 hora atrás 2 pontos pra pensar além do que o pessoal já comentou: 1. lucro da empresa não é o seu salário. se a empresa só lucra se vc trabalha, e vc não tira salário, nunca vai poder colocar ninguém pra trabalhar no teu lugar. 2. qual o investimento pra tirar os 10, 15 ou 30mil no mês? será que é um bom ROI? quanto disso é imobilizado e quanto ta no caixa? tem caixa suficiente pra rodar quanto tempo se a coisa ficar ruim? essas duas perguntas são fundamentais pra te dar uma noção do que fazer. 1
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