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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 06/08/26 in Posts

  1. Opa, vi esse post agora, mas se você se interessar, vai no meu canal no youtube - @devmagro, lá eu posto muito conteúdo pra iniciante, se te interessar, tenho um guia do 0 a vaga com java onde várias pessoas conseguiram se preparar para vagas java backend (caso seja a área que você goste mais) Enfim, boa sorte na jornada, se quiser, me manda uma mensagem que posso te orientar.
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  2. Pedro, sim, faz sentido deixar esse valor em um CDB de liquidez diária enquanto ele ainda não tem uso imediato. Pelo que você explicou, esse dinheiro é um caixa da empresa que pode ser usado nos próximos meses para comprar insumos, ouro, prata ou equipamentos. Então eu não colocaria em nada que tenha prazo fechado, oscilação ou risco de precisar resgatar em um momento ruim. Nesse caso, o CDB de liquidez diária entra bem porque mantém o dinheiro acessível e, ao mesmo tempo, evita que ele fique completamente parado na conta. Só cuidaria de três coisas: separar esse caixa da sua pessoa física, escolher uma instituição sólida e não colocar ali um valor maior do que o limite coberto pelo FGC por instituição. Fora isso, para o seu cenário, eu acho uma decisão bem coerente.
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  3. Cara, tem que ser algo muito bem estruturado, se não a chance de dar ruim é grande. Vou responder conforme os pontos para ficar mais coeso: 1º) Quando ele diz que não vai passar por licitação é história para boi dormir. Vai sim, mas o edital certamente já vai ser feito para que o único produto que se encaixe seja o de vocês, apesar de não ser exatamente correto, é bem comum no mercado governamental. 2º) Uma coisa importante sobre patentes é que elas seguem a mesmíssima regra de criptos: se não são suas chaves, não são suas moedas. Por isso registre a patente no INPI para ontem. Não vá confiar que o pessoal vai jogar limpo com vocês, porque muito provavelmente não vão. A patente não é para ser do governo. A patente deve ser de vocês com a licença de exclusividade ao governo por X anos. Basicamente uma concessão, vocês continuam donos, mas o governo pode usar pelo período da licença. 3º) Quanto à questão da empresa interposta, façam um contrato de representação comercial que deixe muito bem amarrado para que vocês somente figurem como fornecedores e, caso estoure uma bomba, ela não caia no colo de vocês. Um contrato bem feito custa muito menos do que a dor de cabeça futura de um contrato mal feito. 4º) Sempre exite esquema e treta com isso, mas se você se distanciar o suficiente do olho do furacão vocês conseguem ter bons proveitos. Lembre que a carta trunfo está na sua mão, mas só faz sentido jogar na hora certa. A mesma mão que faz carinho as vezes precisa bater. Eles dizem que precisa ser do jeito deles e tal, mas eles precisam de vocês tanto quanto se não mais do que vocês deles. Eles são o governo de uma UF, mas tem 26 UFs no país e um DF, então mercado consumidor existe. Quanto à sua pergunta final: se eu ou qualquer outra pessoa na comunidade faria ou não é completamente irrelevante. A gente quer ajudar, mas só você sabe o que te deixa confortável ou desconfortável. Eu, particularmente, já fui mais moralista um dia, mas sendo bem sincero, nada é 100% bom ou 100% ruim. O produto vai ajudar milhares pessoas e isso é excelente, mas o lado escuro faz parte e é inerente á coisa. Santos Dummont ficou depressivo quando viu aviões sendo usados em guerra e dizem que se matou por isso. Meu avô uma vez me disse que água em falta desitrata, água na medida certa lhe hidrata e água em excesso afoga, ou seja, é uma questão de ver o produto sem a visão dualista de bom e mal. Eu adoto na minha vida uma regra que chamo a regra do travesseiro: eu tenho que deitar de noite no travesseiro e dormir tranquilo com a decisão, se isso for atormentar meu sono e minha vida é algo que não vale a pena. No final das contas, eu respondo com uma pergunta: você dormiria tranquilo com a decisão? Se sim, segue adiante. Se não, deixa de lado.
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  4. Fala pessoal, tudo certo? 👋 Um tempo atrás criei um tópico aqui falando sobre minha preferência em relação ao controle manual do orçamento doméstico em comparação com as soluções que puxam e classificam automaticamente os gastos da conta. Comentei que tinha pensado em fazer um app para isso e resolvi tirar a ideia do papel. 🚀 Estou compartilhando aqui porque talvez existam outras pessoas que, assim como eu, prefiram ter controle manual das finanças e possam se interessar. O funcionamento é bem parecido com o orçamento doméstico da plataforma, mas com algumas funcionalidades que eu sentia falta e resolvi implementar: 📊 Criação livre de categorias para classificar gastos da forma que fizer mais sentido para cada pessoa 📅 Calendário de vencimentos para organizar contas a pagar 📲 Lembretes via WhatsApp: após cadastrar as contas no calendário, o sistema envia os vencimentos da semana e também lembra cada conta na data de vencimento 📱 Aplicativo para iOS e Android, facilitando lançamentos rápidos em qualquer lugar Como investi tempo no desenvolvimento, além dos custos de infraestrutura e colaboradores envolvidos no projeto, o app possui uma assinatura mensal de R$ 14,90. A ideia é evoluir a plataforma continuamente com base no feedback dos usuários. Futuramente pretendo disponibilizar também opções de automação, mas sempre mantendo o controle manual para quem prefere acompanhar as finanças dessa forma. O app já está disponível nas lojas de aplicativos como "Strato - Gestão de Orçamento", desenvolvido pela Wima Group Soluções Digitais, e também na versão web pelo site meustrato.com.br. 🔒 Não armazenamos dados de pagamento, o sistema possui políticas de privacidade e termos de uso disponíveis, e cada cobrança gera nota fiscal automaticamente. Qualquer dúvida, sugestão ou crítica, fico à disposição. 🙂
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