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Daniele Vilela

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Tudo postado por Daniele Vilela

  1. Floripa é lindo mesmo, eu amo e tenho super vontade de morar lá um dia kkkk Conheci GoiÇania (aooooooooo Goiânia), conheci Cunha (SP), conheci Santo Antonio do pinhal (SP) - já tinha ido uma vez quando pequena, mas não lembrava muito, conheci Sapucaí-Mirim, fui viajar pra fora, conheci Madri, Toledo, Lisboa, Porto, Carcavelos, Cascais... Acho que foi só... Sempre muito bom viajar!
  2. Boa pergunta! Com o cenário atual, a exposição ao Bitcoin pode ser uma jogada interessante se você tiver um perfil mais arrojado, já que o mercado de cripto tende a ser bem volátil. Porém, também tem o lado da desvalorização de moedas e incertezas regulatórias. Então, é bom ir com calma e sempre ponderar o quanto está disposto a assumir de risco. Se não tem experiência na área e não entende o que está fazendo vai bem com calma mesmo. Quanto ao mercado americano, faz sentido sim, principalmente se você quer diversificar mais a carteira e dolarizar. O dólar tende a ser mais seguro e as ações americanas, em geral, são mais resilientes a crises internas do Brasil. Só fique atento aos custos e ao momento de entrada, porque, como qualquer mercado, tem seus altos e baixos. E também veja se pelo tamanho do seu patrimônio já está no momento de dolarizar uma parte. No fim, tudo depende do seu perfil de risco e objetivos. Se for uma grana que você está disposto a deixar a longo prazo e assumir alguma volatilidade, pode ser um bom movimento. Mas, se preferir algo mais conservador, é bom dar uma analisada nas alternativas.
  3. É fundamental fazer algo por nós mesmos de vez em quando, ainda mais com a correria do dia a dia. Eu também andava deixando de lado algumas coisas que gosto, e percebi que preciso me lembrar de cuidar de mim. Fico feliz que tenha tirado um tempinho pra você, e sozinho ainda! Dá uma sensação de liberdade boa, né? Eu gosto muito também. Foi ver o Lobisoooooooooomen kkkkkk Eu, por exemplo, tô precisando fazer algo só pra mim também. Talvez pegar uma praia no final de semana ou até uma noite sem fazer nada, só relaxando mesmo. Acho que a vida fica mais equilibrada quando a gente tira um tempo pra essas pequenas coisas, então valeu até como um lembrete pra mim também! <3
  4. Ah, legal que bom que rolou! Sobre o TFLO na Avenue, ele paga os juros diretamente na conta, mas pra te passar o detalhe certinho, vale dar uma olhada na área de investimentos ou na parte de produtos dentro da plataforma. Se não encontrar me avise que te ajudo. Valeu!
  5. Com 36 anos, você ainda tem um bom tempo pra construir um patrimônio sólido e garantir um futuro tranquilo. O mais importante é que você já teve esse "estalo" e tá começando a se movimentar. Muita gente só percebe isso lá pros 50, 60 anos, quando já ficou bem mais complicado. E sobre não contar com o estado... você tá certíssimo! Depender de aposentadoria pública é um risco enorme, então construir sua própria segurança financeira é a jogada certa. Agora é aprender, agir e investir com inteligência. Bora pra cima que ainda dá tempo de sobra pra construir algo bem sólido!
  6. Estudar mais, voltar e fazer a prova de novo.... TENTEEE OUTRA VEEEEZ...
  7. O VNQ já é uma boa porta de entrada pros REITs, mas se você quer investir direto, aí é bom focar nos setores que mais te atraem. Aqui vão algumas sugestões que costumam ser interessantes: Realty Income (O): é clássico, aquele REIT de dividendos mensais. Setor de varejo com contratos longos. Prologis (PLD):fForte em galpões logísticos e ligado ao crescimento do ecommerce. Digital Realty (DLR): se curte tech, esse é voltado pra data centers e tá bem alinhado com o crescimento da nuvem. AvalonBay Communities (AVB): REIT de residenciais de alto padrão, focado em áreas metropolitanas. Public Storage (PSA): investimento em self-storage, um setor que cresce bastante nos EUA. Só fica ligado em estudar cada um antes de investir, ver os fundamentos, setor e, claro, se eles batem com a sua estratégia. Eu não invisto em REITS, mas pode fazer sentido dentro da sua carteira.
  8. Conforme o Matheus explicou: quando você vê uma LCI no mercado secundário com 105% do CDI, o rendimento já tá proporcional ao tempo que falta pro vencimento. Então, se faltam só 6 dias, o que você vai receber é basicamente o valor investido + os juros acumulados pra esses 6 dias (e não 105% do CDI cheio como se fosse um ano). Sobre os 90 dias de carência: isso só vale pra LCIs compradas no mercado primário (direto do emissor). No mercado secundário, como você tá comprando de outro investidor, a regra da carência não se aplica. Quando vencer em 6 dias, o valor cai na sua conta, sem precisar esperar nada além disso. Resumindo: se investir nessa LCI, em 6 dias você recebe o principal + o rendimento proporcional. É uma opção legal pra deixar o dinheiro rendendo enquanto espera por outra oportunidade, mas lembra que o retorno vai ser pequeno por causa do prazo curtinho.
  9. Complementando os amigos, então, é verdade que, com os FIIs negociando a P/VP baixo, a taxa de administração acaba pesando menos no curto prazo, mas ainda é um fator importante no longo prazo, principalmente se o fundo não performar tão bem quanto esperado. Uma taxa "razoável" vai depender muito do tipo de fundo, vou dar meus pitacos: - Fundos de Tijolo: normalmente, taxas entre 0,5% e 1% são comuns, dependendo da complexidade do portfólio. Acima disso, já começa a ficar pesado. - Fundos de Papel: por lidarem com CRIs, às vezes a gestão cobra um pouco mais. Aqui, algo em torno de 0,8% é aceitável, mas dá pra encontrar boas opções com taxas menores. - Fundos de desenvolvimento: esses costumam ter taxas mais altas (1% ou mais), porque o trabalho de gestão é mais intenso. Sobre comparar 1,2% vs. 0,6%, a diferença pode parecer pequena, mas no longo prazo isso afeta os rendimentos acumulados. A questão é: a gestão está entregando valor suficiente pra justificar essa diferença? Se o fundo com taxa maior tem uma gestão ativa, que traz boas oportunidades e otimiza o portfólio, pode valer a pena. Por outro lado, se o fundo com taxa menor faz o básico e já cumpre o que você espera, não tem por que pagar mais. Resumindo: taxa é um critério importante, mas não tem que ser julgada por si só, olhe sempre o conjunto. Avalia a gestão, os rendimentos, a consistência e o próprio histórico do fundo antes de decidir.
  10. Silvio, essa dúvida é super válida, e é ótimo que você esteja atento aos movimentos do mercado e às análises feitas, mas aqui vai uma dica importante: o Raul sempre reforça que investir com base em notícias, lives ou hype não é a melhor abordagem - caso contrário, não precisaria estudar, era só ficar ligado na bola da vez rs. O foco precisa estar no estudo e no entendimento real da empresa e do mercado - tudo quer chega para nós já estava precificado antes. Sobre a NVIDIA, sem dúvida, é uma empresa gigante com um portfólio diversificado que vai muito além de inteligência artificial. Mas isso não significa que qualquer queda na cotação é automaticamente uma "oportunidade de compra". A decisão de investir nela (ou em qualquer outra empresa) precisa levar em conta análise fundamentalista: Como estão os fundamentos da empresa? Ela está negociando acima ou abaixo do valor justo? Os planos de longo prazo dela fazem sentido dentro da sua estratégia e do seu PIAR? Outro ponto é entender que o mercado muitas vezes precifica expectativas futuras conforme comentei acima. Só porque uma empresa caiu na cotação não significa que ela está "barata". Às vezes, o mercado já antecipou os lucros futuros e a ação pode ainda estar cara, mesmo depois de uma queda. Por isso, antes de decidir comprar, estude os números da NVIDIA: - Receitas e lucros. - Margem de crescimento. - Dívidas e estrutura de capital. - E como o setor em que ela atua está se comportando. Resumindo: não invista só porque alguém comentou ou porque a cotação caiu. Entenda o porquê de cada movimento e veja se faz sentido para o seu perfil e objetivos. O que faz diferença no longo prazo é comprar boas empresas por preços justos e com base em um planejamento claro.
  11. Então, sobre a liquidação de ETFs de renda fixa no exterior, isso é mais uma característica do próprio mercado do que da corretora. ETFs, no geral, seguem o prazo padrão de T+2 para liquidação (ou seja, dois dias úteis após a negociação). Isso vale para a maioria dos ETFs listados nos EUA, incluindo o TFLO, independentemente da corretora ou banco que você usar. Infelizmente, não há como fugir desse prazo nos ETFs de renda fixa tradicionais, porque ele está atrelado à operação do mercado secundário. Mas tem alternativas: Corretoras Internacionais: usar plataformas como Interactive Brokers, Avenue ou Passfolio não altera o prazo de liquidação dos ETFs, mas pode melhorar a experiência no geral com taxas mais competitivas ou maior praticidade na execução. Se este for o caso. Ativos de liquidez imediata: se a ideia é ter acesso rápido ao dinheiro, talvez vale a pena considerar investimentos em money market funds (MMFs) nos EUA. Eles oferecem alta liquidez e podem ser uma opção interessante para quem busca rentabilidade próxima da renda fixa com acesso mais rápido aos recursos. Dólar à vista ou contas remuneradas: dependendo do seu objetivo, outra opção é manter parte do capital em contas que remuneram o saldo em dólar, como a da Avenue, que já paga rendimento automático sobre o saldo disponível. No caso específico do TFLO, ele é super eficiente para capturar a alta dos juros de curto prazo nos EUA, mas o prazo de liquidação vai ser sempre T+2. Então, a chave seria diversificar com ativos que tenham liquidez diária ou instantânea para complementar a estratégia.
  12. Fala Paulo, Tudo bem por aío? Primeiro, parabéns por finalmente conseguir focar no curso e começar a colocar o conteúdo em prática! O importante é o progresso, e você já está mandando bem ao estruturar o PIAR e organizar os aportes. Sobre sua proposta, aqui vão alguns pontos que achei interessantes e algumas sugestões: 1. Ações Internacionais (65%) Gostei da escolha dos ETFs, principalmente pelo VT e IVV, que já trazem uma boa diversificação global e exposição ao mercado americano. O QQQ é mais focado em tecnologia, então talvez valha a pena ficar de olho na volatilidade. Pode ser uma ótima ideia começar equânime e ajustar com o tempo, dependendo da performance. 2. Ações Nacionais (10%) A concentração em BBAS3, ITSA4 e SAPR11 faz sentido para quem está começando, já que são empresas sólidas. No futuro, quando sentir mais segurança, diversificar com outros setores pode ajudar a reduzir riscos específicos. Dá para olhar setores como energia, materiais básicos e saúde. 3. Fundos Imobiliários (15%) KNRI11 e HGLG11 são boas escolhas por serem FIIs consolidados e de qualidade. Se quiser diversificar um pouco mais, pode incluir algum FII de papel (CRI/CRA) para equilibrar renda fixa com um toque imobiliário. 4. Criptomoedas (10%) BTC é uma escolha clássica e faz sentido se você ainda está explorando o mundo cripto. Aos poucos, pode estudar outros projetos sólidos, como ETH (ou até SOL), dependendo do seu apetite por risco. Contexto geral: Seu ponto de não diversificar tanto no início é válido, principalmente enquanto você está se aprofundando no conteúdo. O foco em qualidade e aprendizado antes de pulverizar é estratégico. Mas, com o tempo, à medida que aumentar sua confiança, vale ampliar um pouco para diluir os riscos. Considerações finais: A proporção que você montou parece bem equilibrada e condizente com o perfil e objetivos que descreveu. Lembre-se de revisar a carteira periodicamente para manter o alinhamento com o PIAR, especialmente nos aportes futuros. Continue acompanhando as aulas e aprendendo mais sobre análise fundamentalista para dar passos mais seguros na diversificação.
  13. Você tá certo em dizer que tudo começa com uma ideia e disposição. É justamente dessa vontade de "não aceitar o status quo" que nascem as maiores inovações. Sim, barreiras existem, e o Brasil tá longe de ser o lugar mais fácil pra empreender. Mas, se a gente focar só nas dificuldades, fica preso no círculo vicioso da reclamação. Quem já tá se movendo (empresários, investidores, sonhadores como você) mostra que é possível. A ideia do fundo não precisa ser perfeito no começo. Pode ser um piloto, algo menor, pra ir ganhando corpo. O mais importante é sair da inércia. Investir em algo que fomente tecnologia, inovação e impacto social no Brasil é plantar uma semente que pode levar tempo pra florescer, mas vai transformar o cenário no longo prazo. E sabe o que é interessante? Impacto e retorno financeiro não são mutuamente exclusivos. Empresas e projetos que resolvem problemas reais tendem a prosperar, ainda que o ganho venha no médio/longo prazo. Não é sobre criar uma megaestrutura de cara, mas sim começar com: Pequenos projetos: escolher uma ou duas áreas específicas pra testar o modelo (energia limpa, tecnologia agrícola, biotecnologia, saúde, etc.). Rede de apoiadores: engajar pessoas que compartilham da sua visão. Como você disse, aportar 1 a 3% do patrimônio em algo transformador é viável pra quem acredita na ideia. E tem mais: o impacto de um projeto assim vai muito além dos resultados financeiros. É sobre criar cultura, motivar outros a sonhar e mostrar que é possível fazer diferente no Brasil. Além de financiar projetos, esse fundo poderia ser um catalisador de educação e mobilização, tipo mostrar pra outras pessoas que o dinheiro delas pode ser um agente de mudança, criar conteúdo e campanhas pra inspirar mais investidores (seja pequeno, médio ou grande), além de conectar mentes criativas com quem tem capital e quer fazer a diferença.
  14. Não tá falando besteira, não. O lance de ter uma estrutura tipo angel investors pode funcionar bem como uma camada inicial. Só que, pra isso, o fundo precisaria criar uma metodologia clara, por exemplo: - Critérios de seleção: Quais projetos entram? Só de tecnologia? Algo relacionado a impacto social? - Alocação de recursos: ter limite de quanto pode ser investido por projeto e, principalmente, um buffer pra cobrir sinistralidade, como você disse, pra não comprometer a saúde financeira do fundo. Esse é o desafio central. Sem um fluxo constante de recursos ), o fundo corre o risco de virar só mais uma boa ideia no papel. Uma parte do lucro gerado pelos projetos poderia ser reinvestida no fundo, criando um ciclo sustentável.
  15. Oie Leo, chegar nos 40k investidos com 24 anos é um feito, principalmente vindo de um contexto difícil. E o melhor de tudo: você já tá criando um futuro mais tranquilo pra comer queijo todo dia de manhã hehehe Se presentear com a AUVP foi um passo inteligente, porque investir em conhecimento só vai te levar ainda mais longe. E pode ter certeza, o que você tá plantando agora vai virar uma baita árvore no futuro. Tamo junto nessa caminhada e que venham os próximos 40k (e muito mais)!
  16. Oi, Dener! Primeiro: parabéns pela proposta! Assumir um cargo de liderança é um grande desafio, mas também uma grande oportunidade pra crescer profissionalmente. Sobre o cenário que você descreveu, parece que o foco principal vai ser organizar os processos e criar um ambiente mais motivador. A dica que posso te dar é começar mapeando tudo o que acontece hoje: quem faz o quê, quais são os gargalos e onde estão os maiores problemas. Assim, você já vai ter uma visão clara do que precisa ser ajustado. Pra liderança em si, recomendo fortemente o livro “Os 5 Desafios das Equipes” do Patrick Lencioni. Ele dá insights muito bons sobre como criar um time mais unido e produtivo. Outro livro que pode te ajudar é “Liderança Tática” do Jocko Willink, que fala muito sobre responsabilidade e como lidar com situações complexas. Já pra organização de processos, “Scrum: A Arte de Fazer o Dobro do Trabalho na Metade do Tempo” do Jeff Sutherland pode te dar umas ideias bacanas, mesmo se o método não for 100% aplicável no seu caso. Sobre a pós, talvez algo voltado pra Gestão de Projetos ou Engenharia de Produção faça sentido, já que você vai lidar com processos e equipes. Também dá uma olhada em cursos de curta duração ou até certificações como Lean Six Sigma, que são bem úteis pra otimizar processos e reduzir desperdícios (como essas multas aí). E não esquece de ouvir sua equipe. Como você tá começando, trazer eles pro jogo e mostrar que você quer melhorar junto vai ser uma chave pra conquistar a confiança do pessoal.
  17. Com esses R$ 900 pingando todo mês o lance é fazer esse dinheiro trabalhar por você no longo prazo. Se você já concluiu o curso, se não vai deixando no Tesouro Selic. Se você já tá adicionando aos seus aportes mensais, ótimo! O Tesouro Direto realmente pode ser uma boa, principalmente se você escolher algo atrelado à inflação (Tesouro IPCA+) pra garantir o poder de compra desse valor no futuro. É jogo pra longo prazo e vai crescendo de pouquinho em pouquinho. Agora, outra ideia é juntar por alguns meses (tipo 2 - 3 meses) e ir aportando em ações ou fundos imobiliários, dependendo do que já tem na sua carteira e do que tá mais interessante no momento - seguindo o diagrama. Isso evita de gastar com taxas toda vez que cai o valor e ainda dá uma diversificada nos investimentos. O importante é pensar que mesmo "pingado", esse dinheiro pode virar uma grana considerável lá na frente se for bem alocado. E claro, não esquece de olhar os custos envolvidos no que escolher investir, pra não deixar nada comendo seu lucro à toa.
  18. Módulo 6, se não me engano, por volta da quinta ou sexta aula, já vi o curso umas trẽs vezes, praticamente decorei hahahaha ótimo que você já tá buscando estudar sobre REITs e Renda Fixa nos EUA! Esses temas são super relevantes, principalmente pra quem quer começar a diversificar em ativos internacionais. Sobre REITs: pra iniciante, REITs são basicamente "fundos imobiliários gringos", só que com algumas diferenças. Eles podem investir em imóveis físicos (tipo shoppings, hospitais, galpões logísticos) ou em financiamentos imobiliários, e têm a vantagem de pagar dividendos recorrentes. Pra quem tá começando, ETFs de REITs são uma ótima pedida porque já te dão uma diversificação automática. Alguns bem conhecidos são VNQ (imóveis nos EUA) e VNQI (imóveis globais, fora dos EUA). Dá pra começar com pouco e já pegar a manha do mercado. Renda Fixa lá fora tem os Treasuries (títulos do governo dos EUA), que são considerados super seguros, e Corporate Bonds (títulos de empresas). Você também encontra ETFs que investem nesses ativos, tipo o TLT (que foca em Treasuries de longo prazo) ou o HYG (que investe em high yield bonds, os famosos "junk bonds" com maior risco, mas potencial de retorno maior). Minha dica: foca nos ETFs primeiro, tanto de REITs quanto de Renda Fixa, pra entender como funcionam os mercados lá fora. Depois você pode aprofundar nos ativos individuais. E, claro, cuidado com os custos de remessa e tributação pra não deixar o IR te pegar de surpresa.
  19. eu sei que você já pensou que queria colocar no fundo do Raul kkkkkkkkkkkkkkkkkk
  20. O controle de gastos é um divisor de águas, né? Só de começar a anotar tudo, já rola aquele “choque de realidade” e você percebe pra onde o dinheiro tá escorrendo sem nem perceber. É tipo virar a chavinha. Principalmente aqueles gastos "invisíveis", ou seja, aqueles pequenos gastos feitos com frequência. E que baita resultado vocês já estão tendo! Economizar 2,5k no primeiro mês é incrível, ainda mais considerando que vocês ainda estão quitando a AUVP. Essa história de “dinheiro some em coisas que não fazem diferença” é muito real. Quando a gente começa a organizar, vê como pequenas mudanças fazem uma diferença gigante. E o mais massa é que isso vai virando hábito, fica natural. Parabéns pela disciplina e pelo foco nas metas!
  21. Sou apaixonada pela área, então sou suspeita, pois estou, inclusive, tirando a certificação de consultor. Na época, acho que finalizei os módulos em dois meses, sempre revisitando as aulas e pegando os módulos adicionais pra aprofundar (vez ou outra revejo). É impressionante como sempre dá pra aprender algo novo ou reforçar o que já sabemos. Sobre os conceitos e a prática: no começo, parece um bicho de sete cabeças, mas a prática vai fluindo naturalmente com o tempo. Minha rotina de investimentos tá bem organizada, mas claro, sempre ajustando e testando estratégias, porque o mercado não para de mudar, né? Se tá no módulo 5, tá numa fase super importante! Colocar em prática no início pode parecer meio tenso, mas o negócio é começar com valores menores pra pegar confiança. Dá pra ir calibrando conforme as coisas ficam mais claras. Termine o curso e comece devagar! E você, como tá achando o conteúdo até agora? Algum módulo que tá mais travado ou fluiu de boa?
  22. Gente você mora em uma cidade que é interior, mas é interior de uma região populosa... esse povo tá de PALHA ASSADA....
  23. Tem a contabilizei que tem uma assinatura mais cara pra ter um acompanhamento mais próximo, veja se te ajuda =) uhahuahuahua simplifica complicando hahahaha Se precisar de mim sabe que é só chamar !
  24. Eddyyyyyyyy quando a atividade principal do MEI envolve comércio, sim, existem algumas diferenças importantes em relação ao MEI de prestação de serviços. Se o seu MEI tem atividade de comércio (compra de insumos, fabricação e venda de produtos), ele será tributado com base no regime do Simples Nacional, que aplica alíquotas diferenciadas dependendo do tipo de atividade e receita. Nesse caso, os custos com a compra de insumos e a fabricação de produtos podem ser deduzidos para o cálculo do lucro, mas de forma mais restrita em comparação ao MEI de serviços. Ou seja. no seu caso, como a atividade é mista (comércio e prestação de serviços), a tributação pode ser ajustada conforme a predominância da atividade. Se o comércio for a principal atividade, ele será tributado como MEI de comércio, e o serviço pode ser tributado separadamente. Além disso, caso você queira fazer deduções mais detalhadas ou lançar dividendos isentos, é altamente recomendável a ajuda de um contador para garantir que tudo esteja correto na parte contábil e fiscal. Tendeu?
  25. Sobre se especializar em investimentos como PJ, tem umas coisas que podem te ajudar bastante: - Cursos e materiais específicos pra PJ: A B3 oferece cursos gratuitos sobre mercado de capitais e estruturação de investimentos, que podem dar uma base bem sólida. Se você quer um conteúdo mais técnico, tem algumas casas de análise também. Eles têm relatórios e até cursos que podem te ajudar a refinar estratégias pra PJ. - Estude fundos e instrumentos específicos pra empresas: talvez faça sentido fundos de investimento, como os de Renda Fixa DI pra caixa PJ. - Debêntures incentivadas também são uma opção interessante pra PJ, porque são isentas de IR pra pessoa jurídica, dependendo do enquadramento. Se você tá usando essa estratégia do diagrama, vale se aprofundar em material sobre diversificação de caixa. Analise com calma a relação entre liquidez, segurança e retorno que ele sugere. Um curso mais avançado de alocação de ativos pode ser útil. Conversr com um especialista em finanças PJ: se for possível, marque uma call com algum planejador financeiro que entende de gestão empresarial. Às vezes, só uma troca de ideias com quem vive isso todo dia já dá um gás pra afinar estratégias. O Sebrae também tem vários materiais e cursos voltados pra finanças empresariais. Apesar de ser mais básico, pode trazer insights legais pra estruturar o caixa.
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