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Tudo postado por Daniele Vilela
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Pq fazer a coisa certa é difícil
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Ricardo Ochoa Pachas em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
hahahahahhahaha -
Quando existe foco, parece que a coisa anda
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Murilo Klug em 🥇 Depoimentos
É exatamente isso: dar um passo de cada vez faz toda a diferença. Muitas vezes, olhamos para o objetivo lá na frente e parece gigante, mas quando começamos a caminhar, percebemos que o tempo trabalha a nosso favor. O fato de você ter focado e ajustado sua estratégia, mesmo achando que seria um longo caminho, mostra o quanto a consistência é poderosa. E olha só, no fim das contas, você alcançou sua meta antes do previsto! Essa lição é ouro: as coisas podem parecer difíceis ou distantes, mas o mais importante é começar e manter o foco. -
O MELHOR DA AULA AO VIVO.
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Isaac Feitosa Araújo em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
kkkkkkkkkkkkkkkkkk cada live só melhora! Enquanto n entrar ng nu ta tudo certo, música é sempre bem vinda kkkkkkk -
Boa jogada tirar seus avós da poupança, ainda mais com essa grana parada. 1. Melhor meio de investir: Direto no Tesouro: dá pra investir pelo site do Tesouro Direto, mas pode ser meio complicado pros seus avós lidarem, especialmente pela idade e pela burocracia inicial. Não acho a melhor opção pra eles. Abrir conta no Betegê (ou outra corretora): mais fácil de gerenciar, e geralmente as corretoras têm uma interface intuitiva. Além disso, algumas oferecem suporte que pode ser útil nesse caso. Investir pelo Santander: sim, dá pra investir no Tesouro Direto pelo Santander mesmo, mas geralmente os bancos cobram taxas mais altas e nem sempre são transparentes nas opções de investimento. Fique de olho nas taxas, porque podem comer boa parte do rendimento. Minha dica: corretora. Melhor custo-benefício e mais flexibilidade. E pelo valor indicaria procurar um consultor de investimento. 2. Proteção no caso de falecimento: Aqui entra uma questão importante, porque grana em nome de quem falece entra em inventário e fica bloqueada até resolverem tudo. Algumas dicas: Conta conjunta com solidariedade ativa: se eles já têm essa conta conjunta, vale checar no banco se é do tipo em que o outro titular pode movimentar os recursos mesmo após o falecimento de um deles. Previdência privada (VGBL): uma parte desse dinheiro pode ser colocada em um VGBL. Ele não entra no inventário, e os beneficiários recebem direto. Mas cuidado: pesquise antes, porque não é o melhor investimento em termos de rentabilidade, mas ajuda na sucessão (vale como estratégia para uma sucessão mais rápida_. Divisão dos investimentos: se for pelo Tesouro ou corretora, deixe claro na plataforma quem são os herdeiros para facilitar a transferência futura. 3. Reserva de emergência: Manter um pouco na poupança ou em conta corrente é válido, mas dá pra deixar parte em um CDB de liquidez diária, que rende mais do que a poupança e dá acesso imediato. Resumo do plano: Abre conta em uma corretora confiável. Analise a possibilidade de conversar com um consultor. Transfere a grana pra lá, mantendo uns 30-50k como reserva de emergência em poupança ou CDB de liquidez diária. Investe o restante no Tesouro Selic pela corretora. Pra proteger o acesso ao dinheiro no caso de falecimento, avalia previdência privada ou veja com um advogado se tem alguma solução legal que faça sentido.
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Caraca olha a estica do Wilshire 5000 sobre GDP americano
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Daniel Correa Silveira em 💸 Renda Fixa
O Howard Marks sempre solta uns insights que fazem a gente pensar. Ele tem aquele radar pra identificar quando o mercado tá passando do ponto. Quando menciona a bolha das ponto.com, ele tá basicamente dizendo: “Cuidado com os eufóricos, porque quanto mais alto o voo, maior o tombo.” E o mercado atual, com valuations nas alturas, pode estar criando uma bolha moderna, só que disfarçada por narrativas (tipo IA, ESG, etc.). Já no caso do Buffett, se o Oráculo de Omaha tá acumulando tanto cash, é porque ele tá no modo sniper, esperando o momento certo de puxar o gatilho hahahaha. Não é à toa que o velhinho prefere perder uma oportunidade a perder dinheiro. É aquele clássico "be fearful when others are greedy". Esse movimento dele é um baita indicador de que talvez o mercado esteja um pouco... otimista demais. O índice "todo o mercado" (provavelmente você tá falando do Wilshire 5000/GDP) tá dando sinais de que a galera esqueceu da gravidade. É como se todo mundo estivesse apostando que "dessa vez é diferente". Spoiler: nunca é diferente. Quando tudo tá precificado pra perfeição, a margem pra erro some — e basta um deslize (juros subindo mais, crescimento menor, crise geopolítica) pra casa começar a balançar. A gravidade tá aí, firme e forte. O que muda é que o mercado pode parecer suspenso no ar por um tempo, especialmente quando os ventos (tipo liquidez, juros baixos ou hype) tão soprando a favor. Mas no final das contas, o peso sempre puxa pra realidade. Penso o seguinte, pra quem é "buy and hold" como você falou, o jogo não é acertar o timing, mas sim garantir que você tá posicionado em empresas sólidas, que aguentem até os momentos em que a gravidade volta a funcionar. E claro, ter um pouco de caixa no bolso (como o Buffett) pra aproveitar as promoções quando o mercado resolver lembrar que não pode desafiar Newton pra sempre. -
O Futuro dos Bancos - Reflexões.
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Kevin Cordeiro Peixoto em 📈 Renda Variável
É verdade, o jogo tá mudando e os bancos já não têm aquele controle absoluto de antes. Com o PIX, os bancos perderam uma boa grana que vinham ganhando com TEDs e DOCs. Foi tipo um baque inicial, porque agora as transferências ficaram rápidas, fáceis e gratuitas — coisa que eles nunca quiseram facilitar. Se o Drex for implementado com uma carteira estilo "Caixa Tem", os bancos podem ser deixados meio "de lado" no básico das transações financeiras do dia a dia. E, se isso já incomodou com o PIX, imagina agora que o próprio "liquido" no tubo pode nem precisar de intermediário. Isso é um golpe pesado no modelo tradicional deles. As fintechs e corretoras já chegaram bagunçando. Investir antes era quase exclusivo de bancos, com taxas absurdas. Hoje, com Nubank, XP, Rico e afins, o mercado tá super competitivo. A galera tá tirando grana dos bancos e botando onde dá pra ganhar mais e pagar menos taxa. Isso forçou os bancões a se mexerem, mas, no fundo, muitos ainda dependem dos financiamentos (casa, carro, crédito pessoal) pra manter a operação. Essa ideia de crédito baseado em score social e financiamento estatal é um cenário futurista, mas não impossível. Se o governo pegar pesado na oferta direta de crédito ou criar um sistema de "confiança financeira" baseado em dados, os bancos podem perder ainda mais relevância. Eles vão ter que se reinventar pra sobreviver nesse cenário. Muitos bancos tradicionais estão criando apps mais completos, com marketplace, cashback, seguros, investimentos, tudo num lugar só. É uma forma de manter o cliente na plataforma e competir com fintechs. Eles ṕdem comprar fintechs, já que quando não conseguem vencer, eles compram. Já vimos vários bancos adquirindo startups de tecnologia financeira pra absorver inovação e manter o mercado. E em relação ao crédito e aos seguros eles ainda dominam o mercado de grandes financiamentos e estão reforçando essa posição. Seguro de vida, de carro, financiamento imobiliário — essas são áreas onde as fintechs têm menos presença. Muitos estão começando a usar IA, big data e outras techs pra personalizar produtos e atender melhor os clientes, tentando não ficar pra trás. Mas, na real, os bancos não vão morrer fácil. Eles têm recursos, dados e, principalmente, influência política. Mesmo com o Drex e o avanço da descentralização, os bancões vão achar uma forma de se adaptar. A pergunta é: será que vão fazer isso rápido o suficiente ou vão acabar como os Blockbusters financeiros? -
Nossa estrutura social é uma parede (de dry wall)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Fabio Curvelano em 🥇 Depoimentos
Fabio, que viagem boa! E sabe o que é mais louco? Eu acho que você pegou exatamente o espírito da coisa. Essa parada dos deuses existirem porque a galera acredita neles é uma metáfora pesadíssima. "American Gods" exagera pra dramatizar, mas quando você coloca isso na mesa da economia, faz um sentido quase assustador. O contrato social, que é tipo o "pacto invisível" que mantém tudo funcionando, é literalmente baseado na fé. A gente acredita no sistema, e por isso ele continua de pé. Não é espiritualidade, é psicologia em massa. Sobre a grana: dinheiro é um conceito. É só isso. Não importa se é papel, número no app ou um pedaço de ouro. O valor tá 100% na cabeça das pessoas. E aí vem aquele "mind-blowing moment" da economia: os bancos funcionam porque ninguém tenta sacar tudo de uma vez. É como se eles fossem os deuses modernos. A galera acredita e, por isso, tudo funciona — até o dia que alguém quebra o encanto, tipo um "paganismo financeiro" que gera corridas bancárias. Agora, quando você falou que a AUVP foi um soco no drywall que parecia concreto... é exatamente isso! A gente cresce achando que a economia é um bloco sólido e eterno. Mas aí você descobre que é tudo uma construção delicada, que parece frágil, mas, no fim das contas, é flexível e se adapta, diferente do concreto que racha e desmorona. O drywall só tá lá porque funciona. E funciona porque as pessoas querem acreditar. Sobre Seu João e Dona Maria: exato! Eles são os pilares. Enquanto a fé coletiva existir, o sistema vive. Se todo mundo parasse de acreditar amanhã, o colapso seria mais rápido que um piscar de olhos. Só que, como você disse, essa fé é uma reserva de valor que vai além do ouro ou do dólar. É a cola invisível que mantém o jogo rodando. Ah, e relaxa, não foi só o café. A AUVP tem esse poder de explodir cabeças. Ela tira você da Matrix econômica e faz enxergar que nada é tão sólido quanto parecia — e que tá tudo bem. O sistema só funciona porque a gente quer que funcione. A questão agora é: você vai usar isso pra jogar melhor o jogo ou pra virar o cara que derruba o tabuleiro? -
O SXR8 é listado na bolsa de Frankfurt (Xetra), um mercado europeu, e segue as regulamentações da UE (União Europeia). Para acessá-lo, você precisa de uma corretora que opere em bolsas europeias. Muitas contas internacionais, como as disponibilizadas no Brasil por corretoras como o Betegê, só oferecem acesso a ativos listados nos EUA. É por isso que você encontra ETFs americanos, mas não irlandeses. As corretoras geralmente priorizam ETFs dos EUA (como SPY, IVV ou VOO) porque são mais populares, têm maior liquidez e são negociados em bolsas como a NYSE e NASDAQ. Plataformas disponíveis: ETFs irlandeses, como o SXR8, só estão disponíveis em plataformas globais que operam com acesso a bolsas europeias. Um exemplo é a Interactive Brokers, que permite negociação na bolsa Xetra.
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FIQE3, SERÁ QUE VALE O RISCO?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Hesley Cassio De Araujo Junior em 📈 Renda Variável
E ae Hesley! E vamos falar de a Unifique (FIQE3), porque parece que você fez um belo levantamento e trouxe pontos muito interessantes. Primeiramente, small caps são sempre uma aposta mais arriscada, mas o fato de a Unifique ter um histórico de lucros consistentes, baixa dívida líquida e os CEOs com grande participação no capital é um bom sinal de alinhamento com os acionistas. também temos a questão do reconhecimento de mercado, premiação da Anatel e relatos de clientes satisfeitos indicam que o serviço parece estar alinhado com a entrega de valor, o que é crucial em um setor tão competitivo quanto telecomunicações. Valuation e Indicadores: P/L (Preço/Lucro) de 7,14: considerando a média do setor, isso pode indicar que está “barata” em termos de múltiplos, especialmente se o lucro continuar consistente. DY (Dividend Yield) de 6,23%: um dividendo interessante para uma empresa desse porte, mas vale observar se é sustentável no longo prazo, especialmente se forem necessários mais investimentos para expansão. P/VP (Preço/Valor Patrimonial) de 1,06: indica que a empresa está sendo negociada próximo ao seu valor contábil. Não é exatamente um "desconto", mas parece razoável para uma empresa com fundamentos sólidos. Pontos de atenção: Crescimento regional: a Unifique é forte no Sul, mas será que consegue escalar esse nível de qualidade para outras regiões? Expandir sem perder eficiência é um desafio gigantesco, especialmente num setor com margens apertadas. Concorrência pesada: telecom é dominado por gigantes como Vivo, Claro e Tim. Mesmo que a Unifique esteja crescendo, ela precisará continuar inovando e sendo eficiente para não ser engolida. E eu, particularmente, não confio muito no setor de telecom, setor extremamente regulado, com fortes barreiras de entrada e expansão, ainda mais que as gigantes do setor (como Vivo, Claro e TIM) possuem vastas redes já implantadas, o que lles permite operar com custos menores por unidade. Novos entrantes têm dificuldade para competir com a eficiência dessas grandes empresas. E há uma constante necessidade de modernização tecnológica (5G, fibra ótica, etc.), o que aumenta os custos ao longo do tempo. Obs: por outro lado, empresas menores, como a Unifique, conseguem conquistar mercados regionais com qualidade de serviço superior, o que pode trazer retornos interessantes para investidores que buscam small caps (se for colocar esta pimenta na carteira, vá com calma e saiba os riscos) IPO recente (menos de 5 anos): empresas pós-IPO às vezes enfrentam oscilações e mudanças estratégicas. Fique de olho na consistência dos resultados e se eles estão entregando o que prometeram aos investidores Enfim, parece ter bons fundamentos e pode ser uma aposta interessante, especialmente se você está construindo uma carteira diversificada e não se importa com a volatilidade natural de small caps. O DY de 6,23% é um belo atrativo, mas lembre-se que small caps costumam oscilar bastante, então o preço pode dar sustos antes de entregar valor real no longo prazo. No final das contas, é bom continuar acompanhando os relatórios trimestrais, expansão de mercado e a capacidade deles de manter esse ritmo de crescimento. Se a Unifique conseguir expandir além do Sul e manter a qualidade que tem hoje, ela pode surpreender. -
Seria isso, uma indicação de compra WEG? 🤔
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Douglas Montouro Alves em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
aiaiai está cara, 40 reais está caro, 45 reais está caro, 55 reais está caro kkkkkkkkkkkkk -
Primeiro, parabéns pela conquista no concurso. Agora, sobre a decisão, vou tentar te ajudar com alguns pontos pra pensar. Pelo que você falou, sua rotina tá insana. 30k por mês é um baita salário, mas tá custando caro em termos de tempo e qualidade de vida. Noites em claro, pouco tempo pra família… isso, com o tempo, pode cobrar um preço alto, tanto na saúde quanto no emocional. Então, é importante considerar o impacto disso no longo prazo. A estabilidade que um cargo público oferece é inegável, ainda mais sendo militar de carreira. Os 10k líquidos iniciais não chegam nem perto do que você faz hoje, mas tem o lado positivo: - Estabilidade financeira: não vai precisar se preocupar em "correr atrás" de contratos ou bicos. - Previsibilidade: dá pra planejar melhor o futuro. - Possível crescimento: com o tempo, você mencionou que o salário pode chegar perto dos 20k. Não é o mesmo que seus 30k, mas é uma renda considerável, especialmente somada ao patrimônio que você já tem. Por outro lado, a vida militar tem suas próprias exigências. Não sei como você enxerga essa rotina, mas ela pode ser mais regrada e, às vezes, limitante. Se você decidir seguir com sua rotina atual, um milhão investido, dependendo de como você alocar, pode gerar algo em torno de 7 a 10 mil por mês em renda passiva (considerando rendimentos médios de FIIs e renda fixa). Agora, concordo com o @Eddy Paulini, você já sentiu que tá pesado. Dá pra aguentar mais um tempo, mas será que vai valer a pena se chegar ao milhão esgotado ou afastado de quem você ama? Se for qualidade de vida e tempo pra família, o concurso pode ser uma boa escolha. É um recomeço com mais equilíbrio, mesmo que a renda seja menor no início, mas você se vê na carreira militar? Porque estabilidade é legal, mas viver preso a uma rotina que não te agrada também não é o ideal. Pensa bem sobre isso. Se o plano é chegar a 1 milhão e, depois, desacelerar, talvez você possa ajustar sua carga de trabalho agora pra algo mais sustentável. Dá pra rever prioridades, cortar horas extras e, quem sabe, até chegar nesse valor sem se desgastar tanto. No fim, não existe certo ou errado, só o que faz mais sentido pra você e sua família no momento. Seja qual for sua escolha, parece que você já tá bem encaminhado, só tente equilibrar mais, pois tem consequências do desiquilíbrio que podem cobrar um preço alto.
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Minha esposa mandou bem! 😍🫢
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Sebastian Bevilaqua em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Hahahaha que massa! Mto bom! Tema da festa: baguncinha! feliz niver adiantador, queridão! Boa diversão pra vcs e elogia ela que arrasou no bolo! -
PRONAMPE - INVESTIR
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Floricultura Elaine Theodoro Ltda em 💸 Renda Fixa
Veja se concorda com a resposta acima ;) -
PRONAMPE - INVESTIR
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Floricultura Elaine Theodoro Ltda em 💸 Renda Fixa
Que situação chata =/ Primeiro de tudo: você não está sozinha. Esse tipo de abordagem, infelizmente, é super comum, e muitos gerentes acabam empurrando produtos ou empréstimos sem avaliar de verdade a necessidade do cliente. Selic + 6% no Pronampe é uma taxa relativamente alta quando a Selic está elevada, então investir pra "bater" isso e ainda pagar as parcelas é realmente complicado, especialmente em cenários de curto prazo. Investimentos com esse tipo de retorno garantido praticamente não existem, e o gerente que sugeriu isso foi, no mínimo, irresponsável (pra não dizer outra coisa...). Sobre processar o banco, é viável sim, mas como você mesma disse, o judiciário tem uma certa complacência com os bancos, então o ponto chave é a prova. Se você tiver: - Mensagens do gerente sugerindo isso; - Alguma proposta formal falando sobre o rendimento "garantido" do investimento; - Comprovantes dos produtos sugeridos; Isso fortalece muito o caso! O ideal seria procurar um advogado especializado em direito bancário ou do consumidor pra analisar. Pode ser que você consiga: - Cancelar ou renegociar o empréstimo; - Uma compensação por danos (se conseguir provar que houve má-fé ou indução ao erro). Já que seu caixa tá saudável (ufa!), uma saída pode ser: - Avaliar se antecipar o pagamento do Pronampe faz sentido, pra evitar mais juros acumulados. Se você tem aplicações líquidas que rendem menos que os juros do Pronampe, pode ser uma boa. - Se preferir manter o empréstimo, talvez seja interessante rever sua carteira de investimentos e buscar ativos mais conservadores (como o Tesouro Selic ou CDBs com liquidez diária), pelo menos enquanto você estrutura as finanças pra lidar com as parcelas. Por fim, nada impede de você simultaneamente se organizar financeiramente e buscar justiça pelo que aconteceu. Espero ter auxiliado em algo =) -
ETF's Eua X ETF's Irlandeses
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Romeu Carlos em 📈 Renda Variável
E vc sempre com seus comentários complementares certeiros. Esse bate bola é mto bom! -
@Henrique Magalhães sua trajetória é uma inspiração. Eu espero que vc chegue cada vez mais longe. E que vc e sua esposa possam usufruir de toda essa dedicação partilhando momentos ainda melhores! Afinal, dinheiro é sobre isso: liberdade, segurança e para nos proporcionas boas lembranças. Esse ano estaremos juntos na baguncinha 2025!
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Hahahahaha esse relacionamento com a AUVP e com vcs da comunidade é uma estrada que levará para muito longe ainda…. Tenho certeza!
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Obrigada, Igor. Eu fico extremante feliz e realizada de contribuir um pouquinho para tocar positivamente na jornada das pessoas. Se consegui fazer isso em algum momento, já valeu cada segundo do meu dia!
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Ahhhhh valeu muito! Tenho grandes inspirações de muitos aqui! Vcs são fera!
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Tesouro Prefixado
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Jose Leonardo Rezende Da Costa em 💸 Renda Fixa
Na aula 5 do módulo 3, o Raul explicou que os títulos do Tesouro Prefixado (como o Tesouro Prefixado 2025, por exemplo) têm valor de R$ 1.000,00 no momento da emissão, porque esse é o valor nominal do título, ou seja, o valor que o investidor vai receber ao final do vencimento, se o título for mantido até lá. Esse valor é fixo e está atrelado à rentabilidade acordada no momento da compra, e não tem relação com o preço de mercado ou a flutuação do título. No entanto, o preço de mercado do título pode variar conforme o mercado (taxa de juros e outros fatores), mas no vencimento, o investidor sempre receberá o valor nominal (R$ 1.000,00) mais o juros acumulados durante o período do investimento. Ou seja, o valor de R$ 1.000,00 é garantido no vencimento, independente das variações do mercado, o que te dá a certeza do retorno acordado. Se você precisar vender o título antes do vencimento, o preço de venda pode variar, mas o valor de R$ 1.000,00 é o valor que você receberá quando o título atingir o seu vencimento. Espero que tenha ficado mais claro agora! Se ainda tiver dúvida, pode perguntar! -
Transformar imóvel físico em investimento?
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
Opa, que decisão importante! Se a gente for pensar na lógica financeira, vender o apê e investir o valor parece ser a opção mais eficiente, já que o rendimento seria maior e ainda ficaria mais próximo da sua meta de viver de renda. Quando você compara o rendimento dos investimentos com o aluguel, o lado financeiro pesa mais pro investimento mesmo. Estamos num momento de taxas de juros altas, o que torna os investimentos em renda fixa super atrativos. Ou seja, vender o apartamento e investir o valor pode te render um retorno maior com bastante segurança. Você mencionou que o rendimento de R$ 600 mil investidos cobriria uns 70% do seu custo de vida, e com os juros altos, isso fica ainda mais real. Já o aluguel do imóvel daria só metade disso, então, financeiramente, o investimento sai na frente fácil. Quando os juros estão altos, como agora, o mercado imobiliário tende a dar uma desacelerada, porque o financiamento fica mais caro. Isso significa que a demanda por imóveis comprados a prazo pode diminuir, o que pode levar mais tempo pra você vender o apartamento pelo valor que ele realmente vale. Por outro lado, quem tem dinheiro à vista pode se aproveitar desses momentos para negociar descontos. Então, se você pretende vender, pode ser necessário ajustar um pouco o preço pra atrair compradores. É bom estar preparada pra isso e pra negociar bem. Agora, o outro lado da moeda é o que você já mencionou: o apego ao "patrimônio físico". Muita gente foi criada com essa ideia de que ter um imóvel é sinônimo de segurança, porque ele tá lá, é tangível, ninguém "tira de você". Isso tem seu valor emocional e psicológico, mas financeiramente pode ser menos vantajoso. Sobre a parte de investir o valor aos poucos: isso é pra evitar riscos de entrar no mercado todo de uma vez em um momento ruim, tipo numa queda brusca ou numa alta exagerada. Quando você divide o valor e vai aplicando aos poucos (famoso "aporte parcelado"), dilui o risco e pode pegar diferentes momentos do mercado. É mais estratégico e dá uma sensação de segurança, principalmente se você não tá tão confortável em colocar tudo de uma vez. Se o objetivo é liberdade financeira, o caminho mais lógico seria vender e investir, mas vale pesar o emocional também. No final, o melhor é o que te deixa tranquila pra dormir à noite -
Pessoal mais um imposto sobre os FIIs e o próximo pode ser dividendos.
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Michel Oliveira em 📈 Renda Variável
E aí, Michel Cara, concordo que a situação tá pesando cada vez mais, especialmente pra gente que investe. Esse papo de mais impostos em investimentos realmente preocupa, porque parece que querem apertar a gente por todos os lados. Mas olha só, não dá pra desanimar. Governo pode inventar o que for, mas o jogo é a gente aprender a se adaptar. Se o NINE chegar com mais peso, a estratégia vai ser ajustar as velas: procurar alternativas, explorar novos mercados, entender como minimizar o impacto dos impostos e, claro, continuar firme no foco de fazer o dinheiro trabalhar pra gente. Vai ser uma fase chata? Provavelmente. Mas se tem uma coisa que o brasileiro sabe fazer é dar um jeito. Então bora ficar atentos, estudar mais, compartilhar ideias aqui na comunidade e fazer do limão uma limonada com gelo e açúcar. hehehe Onde há caos, há oportunidades! -
Cadê a Galera do Board Game???
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Keizo Kobayashi em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Já vou começar dizendo que admiro demais quem tem esse talento pra pintura, principalmente em miniaturas! Dá pra ver que é um trabalho de paciência e dedicação. Entrei lá no @ozzz.miniaturas e, sério, tá muito bom! O nível de detalhe nas peças é insano, e dá pra perceber o capricho em cada uma delas. Parece até coisa de profissional gringo que a gente vê nos eventos grandes. Sobre o preço, depende muito do público que você tá mirando. Pra galera da bolha geek/board games, que entende o valor de uma peça personalizada, acho que dá pra cobrar tranquilo algo na faixa de R$ 80 a R$ 200 por peça, dependendo do tamanho e do nível de detalhe (e de seu gasto com mão de obra/material). Se for algo mais exclusivo ou trabalhoso, tipo miniaturas grandes ou com muitos efeitos, não tenha medo de jogar o preço pra cima. Quem entende o valor do trabalho artesanal vai pagar sem reclamar. Meu único feedback seria dar uma turbinada no Insta com fotos bem iluminadas e de vários ângulos, tipo antes e depois das miniaturas. Isso ajuda a mostrar ainda mais o impacto da sua arte, mostrar mais o processo, fazer um reels da peça mostrando os detalhes de perto (joga a trilha do game de fundo... ou outro som impactante), faz uns posts mostrando a peça e contando curiosidade sobre os games. Pensa que quem está no insta quer se entreter, então você vai ter mais engajamento para mostrar seu trabalho se for por esse lado (fiz o curso do Paulo Cuenca... alô @Eddy Paulini que tb fez, se quiser a gente vai trocando umas figurinhas). Ah, e talvez investir em uns vídeos mostrando o processo de pintura. A galera curte ver isso rolando! No mais, parabéns Transformar algo que você curte em renda extra é um baita mérito. Continua nesse caminho que tem tudo pra virar uma renda fixa geek de respeito. Tb sou fã de zumbis, medieval, franquias de jogos, quadrinhos, personagens, coisas geeks em geral hehehe