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Tudo postado por Daniele Vilela
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Discussão cultural de alto nível
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Fabio Curvelano em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Ah, sem nem pensar duas vezes: Dragon Ball! Nada contra o Naruto, mas crescer vendo o Goku virando Super Saiyajin, dando aquelas porradas épicas e ainda soltando Kamehameha não tem preço. Fora que a nostalgia fala alto. E vamos combinar, o Goku salvou o universo quantas vezes mesmo? Perdi até a conta! -
Não dá mais !!
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniel Correa Silveira em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
cade os bombonzinhos da AUVP? -
Não dá mais !!
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniel Correa Silveira em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Vc é de Floripa? To indo pra Floripa mês que vem. vou tirar foto tbm hahahahaha -
Anônimo, a vida como funcionário público tem seus desafios (fui por mais de 8 anos, sei bem como é, tive cargos altos dentro do serviço público e você assume responsabilidades que trazem seu peso), e passar por algo assim deve ter sido extremamente pesado pra você. Mesmo não tendo vivido isso diretamente, sei o quão difícil pode ser enfrentar essas situações, principalmente quando a culpa não é sua, mas acaba carregando as consequências (já vi acontecer muito no serviço público). É uma sensação de impotência que muitos já enfrentaram injustamente no serviço público, e isso deixa marcas. O importante agora é olhar pra frente e focar em como reverter essa situação da melhor maneira possível, sem se deixar abater pelo que passou. Como alguém que atua no Direito de Família, mas também compreende o Direito Administrativo, vou te dar uma visão completa da sua situação, levando em conta tanto o lado jurídico quanto o prático. A improbidade administrativa realmente é uma questão delicada, já que, em regra, as sanções relacionadas são imprescritíveis no que diz respeito ao ressarcimento ao erário, conforme entendimento consolidado. Isso significa que, enquanto não houver o pagamento, essa dívida seguirá pesando contra você. Por outro lado, é importante lembrar que existem instrumentos para renegociar e até parcelar dívidas com a Fazenda Pública. O programa de parcelamento ou renegociação pode ser uma alternativa, principalmente se o Estado de São Paulo estiver oferecendo algum regime especial de transação ou desconto para pagamentos à vista. A alternativa de "ignorar" a dívida pode funcionar a curto prazo, mas, como você já experimentou, há o risco constante de bloqueios, penhoras e até restrições judiciais que podem dificultar sua vida financeira e operacional. Sobre a questão da herança, aqui entra o ponto do Direito de Família. O fato de você ter renunciado à herança no papel é estratégico, mas pode gerar questionamentos. Mesmo com a renúncia, se houver comprovação de que você tem acesso aos rendimentos ou bens dela por meio de acordos informais, isso pode ser explorado em um eventual pedido de penhora futura, dependendo de como isso for tratado. Se decidir usar a herança para quitar a dívida, avalie com cuidado o impacto disso na sua vida futura. Essa escolha pode trazer alívio imediato e evitar a perpetuação do processo judicial, mas também exigirá que você tenha um plano claro para reorganizar sua vida financeira. Sua opção pelo regime de separação universal de bens é uma proteção válida, mas, na prática, os bens da sua esposa podem ser questionados se houver indícios de que eles são adquiridos com recursos seus. Em casos de execução fiscal, é comum o fisco tentar desconsiderar situações como essas, invocando o princípio da fraude à execução. Minhas considerações sobre suas dúvidas: Pagar a dívida com a herança e repatriar seu nome: essa opção traria alívio judicial imediato, mas consome um patrimônio considerável que poderia ser usado para construir uma nova base financeira. Avalie se há como negociar um abatimento substancial no valor total da dívida ao fazer o pagamento à vista. Esquecer o processo e investir tudo no nome da esposa: parece uma solução "tranquila", mas não elimina o risco. O Estado pode tentar atingir esses bens futuramente, especialmente se houver comprovação de que eles foram adquiridos com recursos seus. Além disso, viver sempre na informalidade traz instabilidade (financeira e emocional). Fazer um fundo com aportes mensais e quitar a dívida no futuro: essa opção pode funcionar, mas tem dois desafios: levará tempo, e você estará exposto ao risco de bloqueios ou restrições enquanto constrói esse fundo. Além disso, a dívida pode continuar crescendo com juros. Viver de vender miçangas na praia (risos): brincadeiras à parte, fugir da questão não resolve. Mais cedo ou mais tarde, você precisará encará-la de frente. Minha sugestão: Reorganize a defesa jurídica: procure um advogado especializado em execuções fiscais e Direito Administrativo. Ele pode negociar melhores condições para o pagamento da dívida ou até mesmo identificar eventuais inconsistências no processo. E pegue um advogado MUITO experiente e bom, alguém que tenha bastante expertise com processos como o seu. Se precisar de ajuda para encontrar algum e avaliar a experiência, me chame no inbox que te auxilio. Avalie a possibilidade de transação tributária: caso o Estado de SP ofereça um programa de negociação, essa pode ser uma oportunidade de reduzir a dívida total. Divida os planos: considere usar parte da herança para quitar uma parcela significativa da dívida, reduzindo a pressão judicial, e invista o restante de forma estruturada, preferencialmente com auxílio de um consultor da área. Formalize sua renda: Ttrabalhar na informalidade pode ser um paliativo, mas, a longo prazo, dificulta a construção de um futuro financeiro sólido. Pense em estratégias para regularizar sua situação sem expor seus rendimentos diretamente. Consulte um bom contador. Por fim, qualquer decisão deve ser tomada com base em um planejamento jurídico e financeiro bem alinhado. Encare isso como uma oportunidade de recomeçar com mais segurança e liberdade. Você já superou muita coisa e tem recursos para virar esse jogo. E vai conseguir.
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Obrigada, lindona! Pois é, também não acho que estarei viva pra ver isso hahahaha ou vou estar muito idosa… eu tenho um ETF ou outro em algo mais específico, mais voltado pra tecnologia mesmo, o resto acho que é uma previsão bem futura, vc falou bem… muito tempo se fala nisso, na verdade, quando a gente era criança achávamos que haveriam carros voadores em 2025 kkkkkk
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Felipe, essa dúvida é super válida e é ótimo discutir esses pontos. O Renda+ realmente tem uma dinâmica interessante para quem busca uma aposentadoria mais tranquila com uma renda extra no futuro, mas a questão da liquidez é importante. O que muita gente não sabe é que o Renda+ possui liquidez diária. Ou seja, você pode vender os títulos a qualquer momento no mercado secundário, antes da data de conversão (ou vencimento). Isso quer dizer que, caso surja uma necessidade urgente, você pode resgatar seu dinheiro investido, mesmo que originalmente estivesse planejando usar o título para aposentadoria. Porém, vale o alerta: o preço de venda no mercado secundário pode ser maior ou menor do que o valor que você pagou inicialmente, dependendo das condições de mercado no momento da venda. Se o mercado estiver favorável, você pode até vender com lucro. Se estiver em baixa, pode acabar vendendo com prejuízo. Então, o ideal é que esse tipo de estratégia seja utilizado com planejamento, para evitar "precipitações" nos momentos de necessidade. Portanto, embora o Renda+ seja voltado para um objetivo de longo prazo, ele tem essa flexibilidade de liquidez diária, o que ajuda muito em casos de emergência. Porém, sempre vale a pena lembrar de ter uma reserva de emergência separada, caso precise de dinheiro rápido e não queira depender do mercado para vender seus títulos. Em resumo: o Renda+ tem liquidez diária, mas o valor de resgate pode variar conforme o mercado. Ideal para quem quer flexibilidade, mas deve ser usado com cautela.
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Sim, o SMH realmente é mais concentrado nas big techs do setor de semicondutores, com um peso enorme em empresas como NVidia, TSMC e Broadcom. Isso pode ser bom se essas empresas continuarem performando bem (o que rolou esse ano), mas também significa que o fundo pode ser mais volátil, já que está muito dependente do desempenho dessas gigantes. Eu tenho SMH, mas com consciência nisso, pois estava apostando forte na NVidia. Por outro lado, o SOXX, por ser menos concentrado, pode te oferecer mais diversificação, o que ajuda a reduzir o risco caso algum dos maiores players sofra algum revés (acho mais seguro). Mas, claro, isso também significa que ele pode não ter o mesmo potencial de valorização explosiva que o SMH pode ter se as empresas dominantes no setor continuarem crescendo a passos largos. A escolha vai muito do seu perfil de investidor e do seu objetivo: se quer mais segurança e diversificação, o SOXX pode ser mais interessante. Se está disposto a correr mais risco em troca de um possível retorno maior, o SMH pode ser o caminho (esse último foi minha opção dentro da estratégia de carteira de valorização). Para o curto e médio prazo, como você mencionou, o SMH tem se saído melhor, mas é importante considerar o risco envolvido nessa maior concentração.
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Qual o melhor investimento internacional
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de André Micheluzi em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Mandou bem <3 -
Sobre o SOXX, semicondutores são o coração de várias revoluções tecnológicas, especialmente com o avanço da IA e outras tendências como 5G e computação de alto desempenho. A demanda por esses chips só tende a crescer, então ter exposição via ETF é uma escolha bem estratégica. Tem o SMH, alternativa ao SOXX, com foco semelhante, mas composição um pouco diferente (gosto de ambos, mas tenho o SMH que performou absurdamente bem esse último ano). O QQQ também já te coloca num bom lugar pra pegar carona no crescimento das gigantes da tecnologia, eu particularmente também tenho. Se você tá pensando em reforçar ainda mais sua posição em IA, energia renovável ou até tecnologias espaciais (olhando para o futuro com coisas tipo Hélio-3, fusão nuclear e por aí vai), dá pra considerar diversificar em ETFs que foquem nesses temas ou até ações de empresas específicas. Falando em outros ETFs que não sei se você conhece, tem o ARKK focado em empresas inovadoras, incluindo IA, biotecnologia e robótica. É mais agressivo, mas pode trazer grandes retornos a longo prazo. ROBO focado em robótica e automação, que têm sinergia com IA e semicondutores. ARKX investimento em empresas relacionadas a exploração espacial, drones e tecnologias avançadas. ICLN dá exposição às principais empresas de energia limpa, um setor em crescimento. Um outro que ando estudando é o IBB boa alternativa para quem quer explorar biotecnologia, um setor com grande potencial de crescimento ligado à inovação. Esses ETFs ajudam a diversificar ainda mais sua exposição em setores estratégicos, apenas estudaria bem antes e entraria aos poucos com percentual pequeno da carteira. Afinal, como sempre, é aquela história: essas tendências têm potencial enorme, mas também podem trazer volatilidade. E
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Qual o melhor investimento internacional
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de André Micheluzi em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Se não me engano, é isso mesmo. Tem que colocar dinheiro pra "ativar" a conta. -
Qual o melhor investimento internacional
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de André Micheluzi em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Então tem que segurar a ansiedade e terminar o curso huahuahuahua André, guarda as dicas aqui, termina o curso, guarda seu dinheirinho no Tesouro Selic que está lá lindão rendendo legal, juros nas alturas. Termina tudo bonitinho, revê as aulas que tiver dúvida, aíííí você pega seu lindo dinheirinho e começa alugar aos poucos, montando uma base em renda fixa, depois em renda variável... muita calma nessa hora, jovem! -
É criança chorando, cachorro latindo, veio passando mal...
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Caramba, Antonio, esse é um conjunto de questões bem maluco, mas vamos por partes. Vamos lá... rs Então, sobre o novo levante do Trump e a anexação do Canadá, acredito que esse tópico parece estar ligado a uma ideia geopolítica, mas até onde eu sei, não há movimentos concretos para a anexação do Canadá pelos EUA. O que pode estar acontecendo, na verdade, é uma movimentação política de reforço da influência dos EUA no continente, mas a anexação é mais um boato do que algo real, pelo menos por agora. É bom manter um olho em como as políticas de Trump ou outros líderes podem afetar o cenário geopolítico, pois pode afetar mercados e empresas. O negócio das empresas indo à Lua atrás de Hélio é interessante, já que o é um isótopo raro que pode ser usado em fusão nuclear. No futuro, se os reatores de fusão nuclear funcionarem, o Hélio 3 pode ser uma enorme fonte de energia limpa e praticamente inesgotável (o que explica esse interesse). Esse é um dos motivos pelos quais várias empresas e países estão começando a se interessar por missões à Lua, já que a Lua pode ser rica nesse material. Empresas como a SpaceX do Musk, estão em pleno processo de criar viagens espaciais comerciais e projetos voltado a isso. Jeff Bezos pode estar com a Blue Origin nessa também. Agora, a IA vai ser crucial para o desenvolvimento de várias tecnologias, inclusive para otimizar processos de resfriamento de reatores nucleares, além de ajudar em tudo, desde a exploração espacial até o controle de missões lunares. A IA pode melhorar a eficiência de sistemas de resfriamento em reatores nucleares, ajudando a reduzir custos e aumentar a segurança. Eu, particularmente, adoro esses assuntos todos que você citou hahahahaha Inclusive, as empresas de energia renovável e nuclear como a própria Tesla, que já está expadindo sua atuação em enegia, além da TerraPower do Bil Gates tem projetos ligados a energia nuclear limpa. Gigantes como Google, Microsoft, e Nvidia estão muito bem posicionados para se beneficiar do avanço da IA. A Nvidia, por exemplo, é líder em chips usados em IA, e pode se beneficiar do aumento da demanda por IA em várias indústrias. Sobre o Zuck (para os íntimos) para muitos, isso representa uma vitória para a liberdade de expressão, pois os moderadores profissionais, com suas escolhas editoriais e políticas, poderiam ser vistos como um obstáculo. : Por outro lado, esse modelo também pode trazer riscos. O "sistema de notas da comunidade" pode ser manipulado por grupos organizados para promover desinformação, o que pode agravar ainda mais os problemas de fake news que já são comuns nas redes sociais. A falta de checagem profissional e especializada pode permitir que boatos e informações falsas se espalhem mais facilmente. Essa mudança também desloca uma parte importante da responsabilidade da plataforma. O que eu penso é que empresas de tecnologia e plataformas de mídia social podem observar esse movimento como um exemplo de como o mercado está se moldando, com mais foco em autonomia e liberdade dos usuários. No entanto, pode haver também um risco de diminuição da confiança nas plataformas, caso a moderação de conteúdo se torne ineficaz. Como se posicionar antes disso tudo acontecer? Investir em setores chave: de energia (especialmente renovável e nuclear), empresas de IA, e tecnologia espacial são os principais setores a monitorar. Investir em ações dessas empresas focadas nessas áreas pode ser uma boa. Além de diversificar entre empresas de tecnologia, energia e aeroespacial, também ficar de olho em ETFs (fundos de índice) que atendem a essas áreas. Eu acredito que isso é uma corrida de longo prazo e envolve muito risco. Então, nos temos que estar preparado para a volatilidade, pois o caminho pode ser bem sinuoso.
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Carteira de Dividendos
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Hesley Cassio De Araujo Junior em 📈 Renda Variável
Hesley, acho que essa distribuição de 70% em renda variável e 30% em renda fixa tem bastante potencial, dependendo do seu perfil de risco e dos seus objetivos. Por exemplo: Renda variável (70%): A alocação maior em ações e FIIs de galpão logístico pode ser bem interessante se vc tiver um perfil mais arrojado ou se seu foco for o crescimento de longo prazo. A renda variável tende a ser mais volátil, mas, se você escolher bem as ações e FIIs, pode se beneficiar de bons dividendos e valorização no longo prazo. Lembrando que a renda variável exige mais atenção e paciência, mas se vc tiver o prazo adequado (10, 15 anos), essa exposição pode gerar um bom retorno. Renda fixa (30%): Ter 30% em renda fixa é legal pra balancear o risco da carteira. Essa parte te dá mais segurança e estabilidade, principalmente em momentos de turbulência no mercado (por exemplo: o atual). Títulos como Tesouro Direto ou CDBs podem ajudar a proteger parte do capital, mesmo que o retorno não seja tão alto quanto a renda variável. Essa parte vai te trazer menos risco e um fluxo de caixa mais previsível. O que você pode considerar: Diversificação: Oo bom dessa alocação é que vc está se expondo a tipos diferentes de ativos dentro da renda variável (ações e FIIs de logística), o que já é um ponto positivo. Mas também vale a pena pensar em diversificar um pouco mais, por exemplo, com outros setores. Mesmo dentro de FIIs, diversificar entre galpões logísticos e outros tipos pode reduzir o risco específico de um setor. Atenção ao perfil de risco: se vc está confortável com a volatilidade e entende os riscos da renda variável, essa alocação pode ser boa. Se sentir que pode se estressar demais com quedas no curto prazo, talvez 70% em variável seja um pouco pesado, mas isso depende de cada um. Futuro e liquidez: renda fixa te dá mais liquidez e previsibilidade, enquanto a renda variável depende mais de paciência. Se você não precisar dos recursos para um objetivo de curto prazo, esse percentual de 70% pode funcionar muito bem. Mas, se precisar de uma reserva para imprevistos, uma alocação maior em renda fixa poderia dar mais segurança. No geral, a alocação que você propôs é bem interessante, equilibrada e com um bom mix de risco/retorno. Só lembre de ajustar conforme sua evolução e objetivos. -
Financiar o Imóvel ou juntar e comprar á vista?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Julio Cesar De Sousa Macedo em 📖 Confessionário (Anônimo)
Comprar agora ou esperar? Primeiro, é legal considerar que vocês já estão num momento financeiro estável, com um bom patrimônio e capacidade de poupança. Isso coloca vocês numa posição confortável pra escolher entre as opções, o que já é meio caminho andado. Ponto a favor de comprar agora: Vc mencionou que a região tá em alta, com muitos lançamentos. Isso pode sim valorizar os imóveis nos próximos anos. Então, se esperar, pode ser que os R$ 800 mil que vocês juntarão não sejam suficientes pra pegar um apartamento com essas características. Necessidade futura: Vocês pretendem ter um filho em breve, então um imóvel maior será necessário. Comprar agora resolve esse problema de uma vez, sem o estresse de correr atrás de um lugar no meio desse processo. Amortização com sobra: Como conseguem investir R$ 7 mil por mês, dá pra pagar o financiamento (R$ 3.500 de parcela inicial) e ainda investir o restante pra ir acumulando patrimônio ou amortizando o financiamento mais rápido. Essa flexibilidade é um baita ponto positivo. Ponto a favor de esperar: Custo total do financiamento: Financiar R$ 250 mil por 20 anos com custo total de R$ 568 mil significa pagar R$ 318 mil só de juros e encargos. Esse é um dinheiro que, se investido, poderia render bem mais no longo prazo. Fortalecer a reserva: Se vocês esperarem mais 2 anos, poderiam juntar cerca de R$ 800 mil, reduzindo muito (ou eliminando) a necessidade de financiar. Isso significa entrar no imóvel com uma situação ainda mais sólida e sem o peso dos juros. Flexibilidade futura: Com mais capital investido, vocês podem negociar melhor ou até aproveitar oportunidades diferentes, caso apareçam imóveis melhores ou mais em conta. Minha sugestão: se você já fez simulações e acredita que financiar e investir ao mesmo tempo é mais vantajoso, pode valer a pena comprar agora desde que o financiamento seja administrado com estratégia. Algumas dicas: Amortize sempre que puder: Se o banco permitir, use o dinheiro investido pra fazer amortizações anuais no saldo devedor, reduzindo o total de juros pagos. Assim, você aproveita a compra agora, mas diminui o impacto do financiamento no longo prazo. Mantenha parte do patrimônio líquido: Use os R$ 350 mil de entrada, mas tente não zerar o caixa. Deixa pelo menos uns R$ 50 mil como reserva de liquidez pra emergências. Acompanhe o mercado: Mesmo comprando agora, mantenha-se de olho no mercado. Se perceber que a valorização da região tá explodindo, pode ser uma validação do bom negócio que vocês fizeram. Se estabilizar, vocês ainda têm a segurança de morar onde querem e precisam. No final, o mais importante é alinhar a decisão com o que faz sentido pra vocês emocionalmente e financeiramente. Se vocês já têm a convicção de que o imóvel é ideal pra fase atual e futura, pode ser mais inteligente resolver isso agora. -
Aprendendo sobre investimentos, entrei em depressão
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
Anônimo, sabe o que é mais importante? Você percebeu onde estava errando e agora tá com a oportunidade de mudar o jogo. Isso é muito bom. Não importa onde você tá começando, o que importa é que você começou. Olhando pra trás, é fácil bater aquele arrependimento e pensar no que poderia ter sido (todo mundo já passou por isso, ainda mais pq só a experiência o tempo - e a informação - conseguem nos fazer tomar boas decisões), mas o passado não dá pra mudar (e pensar nisso será só gasto de energia). O que dá pra fazer é usar isso como combustível pra nunca mais voltar para aquele ponto. Cada decisão que você tomar agora, cada aprendizado que você aplicar, é um passo na direção do seu "eu" que você ainda pode ser – e esse cara ainda pode ser incrível, acredita nisso. E sobre "vai passar", eu concordo 100%. Essas dores, essas frustrações, tudo isso passa. E o que fica é a pessoa mais forte, mais sábia e mais preparada que você tá construindo agora. Segue firme e conta com a gente pra trocar ideia, motivar e comemorar as conquistas, porque elas vão vir! -
essa pergunta sobre proporção entre renda fixa e variável na fase de acúmulo é super comum, mas a resposta depende muito do teu perfil e dos teus objetivos. Na fase de acúmulo, geralmente a galera tende a ter um peso maior em renda variável porque o foco é crescer o patrimônio no longo prazo. Se você é conservador, por exemplo, pode fazer algo como 70% renda fixa e 30% variável, mesmo na fase de acúmulo. Se é moderado, talvez uns 60% variável e 40% fixa. Se é arrojado, pode ir pra 80% variável e 20% fixa ou até mais. São proporções como exemplo, não são engessadas. Quanto mais renda variável, mais volatilidade você vai ter que aguentar. Aqui vai depender de como você lida com quedas no curto/médio prazo. Antes de aumentar a renda variável, garanta sua reserva de emergência bem sólida em renda fixa de alta liquidez. Isso dá paz de espírito nas quedas. Se você tá pensando em 15, 20, 30 anos, dá pra carregar mais risco. No curto prazo, a renda variável vai ter altos e baixos, mas no longo prazo, a tendência é que os retornos compensem. Não coloca tudo em ações ou num único tipo de ativo. Dá pra diversificar dentro da renda variável (ações, FIIs, ETFs) e também balancear com renda fixa (Tesouro IPCA, CDBs, debêntures, etc.). Depende de você. Na fase de acúmulo, o foco é maximizar o crescimento, mas não adianta botar 100% em renda variável se você não dorme à noite nas quedas. Conforme seu patrimônio cresce e você se aproxima dos objetivos, vai reduzindo o risco. O que importa é manter o plano e ser consistente. No fim das contas, a proporção ideal é aquela que você consegue seguir sem surtar nas crises. O importante é estudar, fazer ajustes e ter paciência pra colher os frutos no longo prazo.
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Empresa com nota negativa no diagrama do cerrado
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Leonardo Hauck em 📈 Renda Variável
Se a empresa que você quer no topo da pirâmide tá com nota negativa no Diagrama do Cerrado, é um sinal de alerta, porque ela não tá atendendo os critérios básicos da análise. O ideal seria revisar o que tá pesando na nota negativa: pode ser um problema de endividamento, margem apertada, governança ou algum outro ponto crítico. Então, empresas de topo da pirâmide tendem mesmo a ter notas mais baixas no Diagrama do Cerrado. Isso é quase padrão, porque elas geralmente carregam mais risco – e o diagrama tá ali justamente pra ser o "freio de mão" racional, apontando que, no momento, a empresa não tá viável pra receber aportes. Ele não tá "contra" você investir, mas sim alertando que o risco é alto e as chances de dar ruim estão presentes. Agora, se você ainda acredita muito nela, mesmo com a nota negativa, uma saída é ajustar o percentual de aporte baseado no risco maior. Em vez de colocar um peso grande, dá pra destinar uma parte menor do seu capital, tipo algo mais simbólico, até que ela melhore os fundamentos e a nota suba. Assim, você se expõe sem comprometer muito sua estratégia. Se você estudou a fundo, acredita na tese e tá disposto a assumir esse risco, aí é questão de ajustar. O que você pode fazer é deixar a nota positiva no diagrama. Isso não significa ignorar os problemas, mas sim que você tá ciente do risco e tá disposto a investir mesmo assim. Mas, claro, com cautela – coloca um peso menor nos aportes e acompanha a empresa de perto. No final das contas, o diagrama é uma ferramenta pra te ajudar a ser mais racional, mas quem decide o caminho é você. Só lembra de equilibrar a convicção com o tamanho do risco que tá disposto a carregar. -
João, vou responder e esperar o complemento do @Eddy Paulini Faz muito sentido sim incluir uma pergunta no diagrama sobre o número de ativos do fundo. Apesar de já ter a regra de "exclusão" pra fundos com apenas monoativo, esse tipo de filtro adicional pode te ajudar a diferenciar melhor quando dois fundos atingem a mesma pontuação máxima. No cenário que você trouxe, realmente o fundo com mais ativos diversificados tende a ser mais robusto, porque dilui os riscos e aumenta a chance de manter uma performance estável. Se um fundo tem X ativos iguais ao outro, mas também tem N ativos a mais, ele provavelmente tem uma diversificação mais ampla, o que pode ser considerado uma vantagem. Isso pode justificar um peso maior na carteira, porque fundos mais diversificados são menos impactados por problemas em ativos específicos. Talvez seja interessante criar uma pontuação no diagrama pra premiar essa diversificação adicional. Tipo, algo como: Mais de 10 ativos: Sim ou Não (algo do tipo) Assim, o diagrama reconhece e ajusta os pesos de acordo com a diferença na diversificação. Isso te ajuda a ter uma análise mais precisa e uma distribuição que reflete melhor a qualidade dos fundos. No final, tudo depende de como você quer ajustar o peso na sua estratégia, mas acho que vale testar essa ideia. Diversificação extra é sempre um ponto positivo!
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Carteira de Dividendos
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Hesley Cassio De Araujo Junior em 📈 Renda Variável
Vc já tá pensando no longo prazo e em reinvestir dividendos. Isso é um diferencial enorme pra quem quer crescer no mercado financeiro! Agora, sobre ter só ações na carteira, pode ser um pouco arriscado. Por mais que você escolha empresas sólidas e consolidadas, o mercado é imprevisível e volátil. Por isso, diversificar é sempre uma boa ideia. Não significa abrir mão das ações, mas sim combinar com outros ativos pra deixar a carteira mais equilibrada. Você pode incluir um pouco de renda fixa, como Tesouro IPCA ou CDBs, pra ter algo seguro e ainda proteger contra inflação. Outra ideia são fundos imobiliários (FIIs), que geram renda passiva e têm menos volatilidade que as ações. Se tiver interesse em ativos internacionais, ETFs globais também são ótimos pra diversificação. A ideia é ter uma carteira que aguente tanto os altos quanto os baixos do mercado. Assim, você garante uma proteção maior e aproveita oportunidades em diferentes cenários. -
Só os educados(as) dão bom dia...
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Marcus Márcio Fernandes Oliveira Filho em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Bom diaaaaaaaaaa! E bora para uma sexta incrível! -
Qual o melhor investimento internacional
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de André Micheluzi em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Vale a pena olhar para ETFs globais, ações de grandes empresas gringas ou até mesmo REITs (os fundos imobiliários lá de fora). Eu começaria por ETFs, acho que é uma forma mais "devagar" e diverisificada.. ja terminou o curso?