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Eddy Paulini

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Tudo postado por Eddy Paulini

  1. Bom dia, @Dione Zeviani ! Pelo que vi o caso dessa empresa é um pouco atípico. Foi realizada uma segregação referente a empresa Vamos Concessionária. Essa segregação fez a criação de uma nova empresa que seria a Automob inscrita no ticket AMOB3. Ou seja, não foi uma empresa que já existia antes por assim dizer, ela surgiu a partir de outra e teve uma característica de ela ter sido inscrita representando um percentual do EBITDA da Vamos. Um percentual pequeno no final que resultou este valor equivalente de cotação bem abaixo de R$1. Não sei dizer ao certo como a B3 enxerga a inscrição de uma empresa com este valor. Como você bem colocou, existem regras no quesito preço dos ativos mas como comentei antes, este é um caso atípico. Além disse, existe uma regra da B3 que uma empresa não pode ficar por um determinado período com a cotação a abaixo de R$ 1 e não que ela não pode nunca chegar a este patamar. Quando ela fica abaixo da linha de 1 real, a empresa tem um período para se reajustar seja com suas operações e resultados para que o mercado precifique de forma mais otimista suas cotações fazendo com que elas subam para cima de R$1 ou que ela tome outras medidas como, por exemplo, o agrupamento de ações que faz com que os preços sejam ajustados proporcionalmente ao cálculo base aplicado do agrupamento gerando um novo preço acima de R$1.
  2. Bom dia, @Edson Arcanjo Pereira ! Apenas complementando as respostas dos amigos. Essa métricas de rentabilidades de sites informativos de ativos como investidor 10, status invest, gorilla, etc, como dito tem formas diferentes de se calcular e só vendo com eles mesmo como calculam. A única coisa que vai ter de mais semelhante entre eles é que a base dos valores é o preço. Logo, isso abre margens para interpretações digamos incorretas. Se por algum motivo o preço do ativo cai ou como comentado pelo pessoal, um desdobramento ou alguma bonificação que afeta o preço dos ativos, podem gerar visualizações incorretas da rentabilidade que tem como base o preço. E aqui, quero chegar no ponto de que os preços na verdade não fazem muito sentido na nossa estratégia de buy and hold. Como mencionado, os fundamentos e resutlados da empresa são informações de fato mais importantes do que a variação do preço do ativo. Espero que agregue ao tema!
  3. @Lucas Bandeira minha vez! Apesar de minha formação inicial ser outra (fiz engenharia da computação e trabalhei com TI por 10 anos), hoje sou cozinheiro e confeiteiro (estruturando meu delivery de confeitaria)! PS: e como extra, também sou moderador de uma comunidade de investimentos que existe por aí Haha. Quase um Julius com dois empregos 😂
  4. Poxa, Martinha. Virava mesmo um encontro em Campinas. Tem bastante gente daí.
  5. Bom dia, @Vytor Silveira Lima ! Não me recordo de ter visto alguma alteração neste sentido mas acredito que sim, que possa acontecer. Como essa é uma informação que vai estar definida no estatuto da empresa, a mesma deve fazer um comunicado a mercado indicando alterações.
  6. Bom dia @Vytor Silveira Lima ! Na minha opinião o melhor é alguma rede social mesmo como o linkedin ou talvez algo mais pessoal se possível como o instagram. Este é um ponto de análise que pode ser um pouco mais difícil de conseguir informações.
  7. Não digo que os riscos não existem. Na verdade reforço que os mesmos existem, assim como investir na renda variável por si contém riscos, investir em renda fixa também tem riscos mesmo que em menores escalas. Na verdade acho de suma importância dizer que sim, existem os riscos! Dando uma visão mais pessoal, apesar dos riscos existentes com o aluguel, ainda acho válido o risco X retorno ainda mais em consideração com a filosofia de investimentos que seguimos do buy and hold. Novamente, opinião pessoal. A B3 informa o seguinte sobre este ponto: O doador corre o risco de não receber os ativos de volta no vencimento? A B3 toma uma série de medidas para mitigar esse risco, no entanto em casos extremos que não houver a devolução no vencimento, o tomador será responsável por remunerar o doador com o dobro da taxa originalmente contratada até a data da emissão do direito recompra ao doador, que possibilita o doador executar uma recompra conforme regras do manual de procedimentos operacionais da B3. Entendo então que de alguma forma, a B3 consegue ressarcir o investidor mesmo em algum tipo de caso mais complexo. Dizer no detalhe como ela faz isso, acredito que somente em contato com a B3. O que inclusive acho válido até mesmo para um maior entendimento com informações direto da fonte de quem exerce as garantias sobre a operação em questão.
  8. Pessoal, dando um ponto de vista aqui sobre o aluguel. Como colocado pelo @Sergio Tanaka, atualmente os alugueis de ações são mais consolidados por assim dizer, tanto no quesito regulamentação como na facilidade para declaração em IR. Há poucos anos atrás era muito mais obscuro. Hoje a B3 garante ressarcimentos para o doador em diversas situações previstas; A prática não é considerada ilegal. Isso advém de quem argumenta contra; Existem sim taxas cobradas por este tipo de operação. Mas em algumas corretoras podemos ter um lucro maior. Na AUVP Capital ficamos com 70% dos valores da operação. Na minha opinião, não riscos altos a se correr e não enxergo como uma prática ilegal.
  9. Pqp, anônimo. Isso tá uma novela das 7. Confesso que eu ri na parte que o "cidadão" (não chamar de outros nomes mais adeptos) fugiu. 😂 O cara tá ferrado...
  10. Bom dia, @Franklys Barros Guimaraes ! Tanto prefixados como IPCA+ no momento em que estamos de mercado são atrativos. Não tem certo ou errado. A depender poderia ser até ambos Haha Precisa avaliar os emissores, limites do FGC e se o prazo lhe é coerente. Uma opinião mais pessoal e de acordo com minha estratégia, títulos assim com vencimento para o final do não valem a pena. Prefiro prazos maiores para fazer os títulos surfarem em outros ciclos de mercado e também diminuir a alíquota do IR. PS: Não é recomendação de compra ou venda de ativos.
  11. Daqui a pouco a gente organiza um encontro entre sardinhas de Campinas e região!
  12. Bom dia, @Lucas Foscarini ! Apenas complementando nossos amigos. O intuito de um cancelamento normalmente é fazer com que as ações em circulação diminuam e isso tende a gerar alguns benefícios. Um deles e eu diria o principal é gerar mais valor as ações em circulação (se tem menos ações em circulação, o preço pode subir semelhante a lei de oferta e demanda). Em segundo lugar e também com relevância é que quanto menos ações disponíveis no mercado, maior é participação do acionista dentro da empresa. Por exemplo: Imagine que a empresa SARD3 tenha em circulação 10.000 ações e você tenha 1000. Isso significa que você possui 10% de participação na empresa. Imaginando que SARD3 recompre 2000 ações e as cancele fazendo com que sobre 8000 mas você ainda tem 1000. Logo, seu percentual de participação é de 12,5%. Isso pode refletir em maior valorização de mercado bem como um aumento de DY (analisando este indicador de maneira mais isolada). É comum também ter a visão de que a empresa está com visão de futuro pois ela está acreditando em seu potencial de valorização. E por fim, é comum também essa manobra ser feita quando a empresa acha que o mercado não está precificando muito corretamente suas ações. Se ela enxerga que está precificada muito abaixo por exemplo, ela podem fazer a recompra em um preço barato por assim dizer e em dado momento caso ocorra uma valorização (como comentado anteriormente) ela pode reemitir essas ações caso as mesmas tenham sido mantidas em tesouraria e isso gera mais dinheiro no caixa. Esses são alguns do fatores mais comuns que temos quando falamos do programa de recompra. Espero que agregue ao tema!
  13. Bom dia, @André Micheluzi ! Na AUVP Analítica tem! Só acessar lá em https://analitica.auvp.com.br/
  14. Eita nois Hhahaha Está perdido aonde agora? PS: o calor continua dos inferno igual 😅
  15. Boa noite, @Roberto José Giordano Barra ! Na renda fixa é praticamente impossível aportar nos mesmos títulos. A oferta e as taxas mudam diariamente. Além disso, quando o diagrama sugere um aporte na renda fixa, a depender de como organizamos nosso diagrama nessa parte, podemos somar os valores indicador de aporte na categoria e comprar um ou dois títulos a depender do valor seguindo uma análise de risco X retorno. Quanto as ações, eu concordo que a compra fracionada daria problema sim com o quesito pulverização nas cobranças de taxas de corretagem. Mas como na AUVP Capital + BTG nós alunos estamos isentos dessa taxa, não vejo problemas em comprar no mercado fracionado. Além disso, o começo de uma carteira ou quem já investe a mais tempo que provavelmente ter uma carteira mais desequilibrada, o diagrama vai mandar umas compras estranhas mesmo, mas isso é por um tempo até chegar a um equilibrio mais próximo do que é estabelecido. Ih rapaz, fica frio! O objetivo aqui é trocar ideia! Esses pontos de vistas enriquecem nossas conversas e ajuda a todo mundo =)
  16. Está no caminho! Dúvidas mais, grita aqui pra gente o/
  17. @André Mesquita Albuquerque se manifeste Hahaha PS: estamos com saudades de você também!
  18. Vale quem está "perto"? Hahaha Jundiaí aqui (Várzea Paulista ne verdade, mas é do lado 😂)
  19. Boa noite, @Marlon Santos Pereira ! Apenas complementando nosso amigo @Marco José Pereira. Na minha opinião o percentual das classes gera um risco bem mais elevado. Não que isso seja ruim, mas é bom estar atento se isso está de acordo com seu perfil, objetivos e momento de vida. Gostei das notas na renda fixa que está bem alinhada com o cotnrafluxo do momento. Os ativos em ações são bons e cabe mais diversificação. Explorar um setor de consumos cíclico e não cíclico, um setor de seguros que também é muito bom e tem opções legais. Os FIIs na minha opinião são interessantes também. Uma dúvida extra aqui. Você já terminou o curso? Só curiosidade mesmo Haha
  20. Boa noite, Anônimo! Impressão minha ou eu já respondi você em um outro tópico? 😅 No anonimato não tem como saber, mas partes do relato aí estão iguais Haha
  21. Boa noite, @Diomar Machado Neto ! Todos os seus títulos de renda fixa estão rendendo sobre juros compostos. O que pode ter de diferença é que cada título rende a uma taxa diferente, mas sempre incididos sobre a forma de juros sobre juros.
  22. Boa noite, Anônimo! Primeiro de tudo, o melhor a se fazer é não aportar. Você pelo seu relato ainda está fazendo o curso e não chegou no módulo 8 que tem aula que aborda sobre nossas cagadas em carteira. Por mais que pareça tentador as oportunidades de hoje, com certeza serão apenas algumas das muitas que você terá pela frente. Você é jovem e ainda vai investir por longos anos e vai conseguir surfar em muitas outras oportunidades. O mercado é feito de ciclos, lembre-se disso. E outro ponto é que investir agora sem estudos é só pedir para fazer mais besteira igual quando feito antes os investimentos sem estudar. Segura a mãozinha! Aqui você cita um ponto interessante. Seu cálculo é com base no seu aporte atual. Mas dentro desse período de 3 anos, as chances de você aumentar o valor do seu aporte ainda mais considerando a área em que você atua, são grandes. Ou seja, o rebalanceamento pode acontecer bem antes do previsto. Em qual módulo você está no curso hoje? Já concluiu o módulo 4 e estudou seus FIIs? Novamente, uma dúvida de módulo 8. Dando um spoiler, com certeza compensa você estudar seus ativos em carteira. É um exercício necessário e de suma importância para você identificar o que tem de tranqueira bem como ver que eventualmente começou bem com bons ativos que farão sentido na sua estratégia. O jeito é segurar mesmo a ansiedade e seguir com parcimônia nos estudos!
  23. Foi assim que eu soube na verdade hahahha Sempre que aparecem esses CDBs de procedência duvidosa mercado a fora esse vídeo vem na mente xD
  24. Bem vindos ao time Hauhauhuaha
  25. @Fabio Alexandre Uema o principal para começar é montar a reserva de emergência. Se por ventura já tiver sua reserva montada, pode pegar o dinheiro que seriam os seus aportes e investir no tesouro Selic.
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