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Flavio Prado

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Tudo postado por Flavio Prado

  1. @Yann Teixeira eu vejo a Gestora com o mesmo papel que a Corretora. Se a Corretora quebrar, você não perde os seus investimentos, você vai transferir a custódia para outra Corretora e vida que segue. No caso da Gestora, é similar. Cada Fundo tem seu CNPJ individual e seu patrimônio independente, claro que o Mercado não perdoa e vai penalizar, mas olhando de forma prática, os galpões do XPLG11 continuam a existir e a funcionar normalmente. A questão será que uma nova Gestora vai precisar assumir as operações. Eu acho que o risco de concentrar vários FIIs da mesma Gestora está, não pelo risco da Gestora quebrar, mas dela gerir mal cada Fundo e os Fundos terem problemas de vacância, de altos custos de manutenção, compras de imóveis que não performaram como esperado, no caso de FII de papel, inadimplência alta, sair emprestando sem critério etc. A Gestora é importante, porém o FII em si é mais ainda.
  2. Eddy, para quem fica vendo Barbie nos vídeos até que @Franklys Barros Guimaraes foi bem hahaha
  3. @Diego Gasparotto complementando os colegas, os títulos do Tesouro Direto têm dois preços. O preço de compra e o preço de venda. O preço compra é um pouco maior que o preço de venda, e isto se dá para que não haja especulação de curtíssimo prazo com os títulos do Tesouro. De qualquer maneira, se você levar o título até o vencimento você receberá o valor aportado com a rentabilidade contratada. No Portal do Tesouro Direto temos a página de Preços, e nela tem duas abas, um é INVESTIR e a outra é RESGATAR. Se você olhar um título específico na aba INVESTIR e procurar o mesmo título na aba RESGATAR, verá que o preço na primeira aba é maior que o preço da segunda aba. https://www.tesourodireto.com.br/titulos/precos-e-taxas.htm
  4. Flavio Prado

    Varejo

    @Valesca De Campos Mendes assim como a @Louise Valença nunca estudei o Setor, pois não creio que seja que exista alguma empresa saudável rsrs Pensando nas lojas de varejo, eles basicamente oferecem todos os mesmos produtos, então o que vale é preço e aí lasca rsrsrs Sofrem com variação do dólar, pois vendem à prazo em Reais e precisam comprar num prazo bem mais curto e muitas vezes com dólar mais caro. E a margem vai sendo espremida.
  5. Francisco (11 anos) e sua tartaruga. E ele nunca disse o nome dela(e). O nome dele é em homenagem a São Francisco de Assis. E aqui ele em um passeio supervisionado kkkk 20241201_114542.mp4
  6. @Caio Moreira Nunes criamos uma calculadora para comparar os títulos de renda fixa de diferentes tipos. O link é https://investidorsardinha.r7.com/calculadoras/comparador-de-renda-fixa/ Nesta calculadora você vai colocar as informações dos dois títulos que está querendo comparar, e para aqueles que são pós fixados a ferramenta utiliza uma estimativa para o IPCA e para o CDI, porém como você disse, são índices futuros que não temos como afirmar que realmente renderão aqueles percentuais. Seria uma tabela unicamente de comparação entre um título prefixado e um título que rende um percentual do CDI, todos os demais títulos não teríamos como fazer uma tabela, e justamente por esta situação é que foi criada a Calculadora "Comparador de Renda Fixa", onde iremos colocar as informações dos dois títulos e teremos um resultado que nos permite compará-los.
  7. @Douglas Vergara Malkoun faltam duas informações nos cálculos, e muito importantes, o valor do cashback ao longo do tempo e também quanto de rentabilidade a mais por conta da taxa private na renda fixa. Este gráfico mostra somente o valor que a Corretora terá de receita ao longo do tempo. Por conta da variação que há no rebate pago pelos Emissores, nos valores de cashback, então não tem como fazer o cálculo de quanto teremos de retorno no prazo da simulação.
  8. @Pedro Henrique Ostti USD20 é o valor mínimo de ordem e não o custo da ordem. Segue a tabela.
  9. @Arthur Célio Cruz Ferreira Jorge Garcia cuidado com esta prática, pois ela demanda tempo e tem risco. De um dia para o outro a cotação pode subir, para ficar no zero a zero precisa considerar as taxas da B3 na venda e na compra, além disto você pode vender na data-com e perder uma bonificação ou dividendos ou JCP. A ideai por si só faz sentido, porém o risco é alto. Eu prefiro não fazer.
  10. @Regis Edgar Castilho Junior é normal pensarmos no preço médio, em aportar somente quando a cotação estiver abaixo do nosso preço médio, porém a realidade do investidor Buy and Hold é outra. Se formos aportar somente em empresas que o preço médio estiver maior que a cotação, chegará em um momento que não vamos ter onde aportar kkkk Não sei a sua idade, mas imagine que você vai aportar por pelo menos 20 anos, estamos falando em no mínimo 240 aportes neste período, mas garanto que serão tranquilamente mais de 400 rsrsrs. É muito tempo, é muito aporte, haverão momentos que o preço médio estará maior que a cotação, mas com o passar do tempo a tendência é que o seu preço médio seja menor que a cotação, e tudo bem aumentar o preço médio. Assim como a cotação, o preço médio não é a baliza principal que devemos olhar. Conforme você fizer os Módulos e com o tempo, você vai entender.
  11. @Matheus Laerte a lista é tão grande que acho que não daria para colocar aqui kkkkk Na minha opinião, basicamente 99% do que consumimos são das mesma empresas, ou seja, estamos com a Síndrome de Estocolmo kkkkk
  12. @Valesca De Campos Mendes a sua análise não é a análise de sócia da empresa. Quando compramos uma ação não temos mais aquele dinheiro, agora temos uma parte de uma empresa. O valor que esta parte vale varia diariamente, mas isto não importa. Só teremos lucro ou prejuízo se vendermos a nossa parte, portanto se a cotação de uma empresa está caindo sem motivos reais que justifiquem a queda, vamos comprar mais para aumentar a nossa participação em uma boa empresa, não estamos colocando mais dinheiro para perder mais dinheiro. Como disse o @Jaimson Bispo, você vai acompanhar os relatórios da empresa, se ela não perdeu seus fundamentos, segue aportando normal conforme do Diagrama do Cerrado vai indicar. Se a empresa perdeu fundamentos, você vai congelar os aportes nela e vai fazer um acompanhamento mais próximo. Se após alguns trimestres ela continuar a perder os fundamentos, você começa a fazer vendas parciais, não vai sair de uma vez só.
  13. @Marina como disse o @Henrique Magalhães, primeiro passo é calma. Ficamos anos sem investir ou investindo aleatoriamente, e quando temos contato com o conhecimento de como investir queremos resolver em 1 semana. É normal e todos nós passamos por isto. Finalize as aulas. Sem o conhecimento da AUVP ESCOLA você não vai conseguir extrair o melhor que AUVP CONSULTORIA pode nos proporcionar. Não sei quanto você tem, mas pelo que entendi está no Nubank rendendo os 100% do CDI. É o melhor lugar para deixar o dinheiro enquanto estamos estudando? Não é, mas pelo menos está rendendo 100% do CDI, e como em teoria em 8 semanas finalizamos as aulas, então OK, sem muito terror. O melhor e mais seguro seria o Tesouro Selic, então até finalizar o curso, novos valores podem ser colocados no Tesouro Selic para no futuro você fazer os aportes. Com relação a AUVP CONSULTORIA, o melhor é mandar mensagem para o Suporte informando qual o seu patrimônio e se há uma previsão de atendimento. Como falado pelo Henrique, a fila de espera é grande, pois não queremos prestar um serviço meia boca e colocar 300 clientes por Consultor. SUPORTE AUVP ESCOLA: https://sard.ink/auvp-atendimento
  14. @Rafael Lopes Novais ainda não foram divulgadas mais informações sobre a colab.
  15. @Lucas Foscarini o BDR não tem a isenção em vendas até R$20mil como temos com as ações, então se você teve lucro em swing trade vai recolher 15% sobre o lucro, e se foi lucro com day trade, será 20%. Será com o código 6015. Emissão do DARF é no SICALC https://sicalc.receita.economia.gov.br/sicalc/principal E prejuízo anterior em Ações ou BDRs podem ser usados para diminuir o lucro na venda de BDR.
  16. @Petrus Bento não tem mais negociação de BCFF11. É aguardar a finalização do processo de fusão.
  17. @Leonardo Lima Ferreira neste teu exemplo o valor da empresa passa de R$1.000.000 para R$1.250.000 e a quantidade de ações passa de 100.000 ações para 125.000 ações, sendo que o free float passa de 25.000 ações para 50.000 ações (de 25% para 40%). A sua participação era 5% (5.000 ações sobre 100.000 ações) e agora é de 4% (5.000 ações sobre 125.000 ações). Espero ter ajudado.
  18. @Marina sim, só precisa verificar se a cotização será feita em 2024, mas em teoria, sim, é possível.
  19. Anônimo, pessoalmente não acho ruim, pois se o valor do bem é justo e sendo diretamente com a Incorporadora, ela está apenas repondo a inflação com um reajuste real relativamente baixo. Claro que será uma parcela crescente e isto é o lado ruim. O importante é ficar de olho com IPCA e ter um plano B, que pode ser amortização parcial ou quitação antecipada, porém precisa verificar as condições para isto, pois podem ter cláusulas que não deixem vantajosas para você fazer a amortização/quitação.
  20. @Lucas Xavier Fernandes este tema realmente é lúdico, por assim dizer rsrsrs Vamos tentar explicar de outra forma. Tanto na live de 02/12/2024 com o exemplo da empresa do Erlam, quanto aqui no exemplo do @Arthur Célio Cruz Ferreira Jorge Garcia, os exemplos falam de uma empresa que tem um valor e saca ou distribui um valor. - Vamos dar um passo para trás. Quem é o Sr. Mercado? Somos todos nós que estamos negociando na Bolsa as ações. Um lado está comprando e o outro lado está vendendo. - Quem defini o valor destas negociações? Somos nós, quem compra coloca um preço e quem vende coloca um preço. Quando os dois preços são o mesmo, ocorre a liquidação da negociação e o "valor da empresa" naquele momento é este preço multiplicado pela quantidade de ações que a empresa tem. Paralelamente a isto existe o "valor contábil" da empresa, aquele valor registrado legalmente. O P/VP será a relação entre estes dois "valores". Se forem iguais será P/VP = 1. As negociações feitas na Bolsa, financeiramente falando, não afetam a empresa, pois o dinheiro da compra e venda feitos na Bolsa é transacionado entre as contas dos investidores. No caixa da empresa nada entra e nem sai. No entanto o preço da ação varia conforme as expectativas do Sr. Mercado, ou seja, varia conforme as nossas expectativas de como a empresa vai evoluir no futuro com base como a empresa está trabalhando no presente. No longo prazo a cotação vai acompanhar os números reais da empresa, se eles sobem, a cotação sobe, se os números reais da empresa caem, a cotação cai, mas lembre, no longo prazo, pois no curto prazo a cotação vai subir e descer sem esta relação direta. Com este passo a trás explicado acima, quando a empresa distribui o lucro aos acionistas é preciso fazer um ajuste gráfico da cotação e isto não é literalmente tirar o valor distribuído da cotação histórica. Imagina que temos a SARD3 que fez IPO em 1.998 ao preço de R$5,00 e hoje a cotação está valendo R$100,00 e fez uma distribuição de R$8,00. Se fosse simplesmente diminuir R$10,00 de todas as cotações mostradas no gráfico a cotação em 1.998 seria de -R$3,00. O ajuste gráfico é feito percentualmente. Simplificando, SARD3 pagou 8% então o valor de cada cotação mostrada no gráfico histórico será reduzido em 8%, portanto o que seria R$100,00 passa a ser R$92,00 e a cotação de R$5,00 em 1.998 passa a ser R$4,60. Paralelamente a empresa também ajustou seus lançamentos contábeis retirando o valor distribuído dos registros e ela passa a ter o "valor contábil" menor e o "valor da empresa" também mudou com o ajuste gráfico, no entanto abriu a Bolsa, o Sr. Mercado vai fazer seu "trabalho" e não temos como saber se vai subir ou cair após o evento, só o futuro vai dizer rsrsrs Espero ter ajudado e esclarecido, e se retou ou apareceu mais dúvida, só mandar.
  21. @Tauan Rui Azambuja Cachoeira não me recordo desta fala. Em que aula e minuto ele fala isto para eu dar uma olhada? Talvez tenha sido um entendimento equivocado, pois não existe avisos de marcação a mercado, pois vai depender de qual taxa você comprou seu título e isto varia de investidor para investidor.
  22. @Kaique Martins Marques como disseram os colegas, qual empresa não está sofrendo? Não é exclusividade do XPLG11 e nem somente dos FIIs de Logística rsrsrsrs
  23. @Regis Edgar Castilho Junior antes de mais nada vale lembrar que reserva de emergência não é investimento e não devemos pensar em rentabilidade, e sim devemos pensar/priorizar disponibilidade. A sugestão que damos aqui na AUVP ESCOLA é que tenha metade no Tesouro Selic 2029 (ou vencimento mais longo no momento), uma parte na conta do bancão, podendo estar em CDB de liquidez diária com baixa automática para a conta, e 1 ou 2 meses em espécie em casa. Esta seria a distribuição bem conservadora e segura. Se o CDB do Santander for de liquidez diária e com baixa automática para a conta corrente, me parece OK. O Nubank temos nossas restrições, pois se der um pau no aplicativo e você não conseguir fazer transferência e nem sacar, não tem agência física para ir sacar e reclamar.
  24. @Romeu Carlos é super normal incluirmos os títulos do Tesouro no rol de títulos com cobertura do FGC. Como disse o @Arthur Célio Cruz Ferreira Jorge Garcia, se o Tesouro quebrar, significa que o Brasil já quebrou e junto muuuuitas empresas, inclusive o FGC rsrsrs
  25. @Daniele Vilela como disseram os colegas, alguns detalhes que precisam ser corrigidos. Quando falamos em investimentos feitos pela PJ, as isenções de IR são praticamente todas canceladas, como por exemplo, os rendimentos pegos pelos FIIs não são isentos, as LCI/LCAs são são isentas. A PJ não pode investir em Tesouro Direto, porém podem investir em Títulos Públicos, que são títulos dos Tesouro Nacional comprados diretamente pelos Bancos/Corretoras e ofertados aos seus clientes.
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