Cara, essa discussão é muito boa e a real é que, depois de fazer um MBA em IA e Gestão Estratégica para lideranças, eu percebi na prática que não existe essa de uma ser melhor que a outra para tudo. No meu escritório a gente aplica isso todo santo dia e a escolha da ferramenta é totalmente guiada pela finalidade específica e, principalmente, pela qualidade do prompt que você constrói.
Para você ter uma ideia de como a gente divide o jogo por aqui, quando o assunto é peticionamento e rotina jurídica, o GPT ainda nos atende muito bem na estruturação. Agora, se eu tenho uma pilha de documentos gigantesca e preciso de uma janela de contexto maior para analisar tudo de uma vez, eu viro para o Gemini porque ele tem um fôlego que os outros ainda não alcançam ou usamos o NotebookLM que é preciso nas fontes. Já o Claude a gente utiliza bastante na parte financeira, dashboards, análise de planilhas, por ele ser muito assertivo, e quando precisamos desenvolver aplicações, usamos o Lovable.
O que eu aprendi é que o modelo de IA é apenas um motor e você precisa saber qual combustível ele queima melhor. Alucinação, toda IA generativa pode ter, principalmente se usar pra finalidade inadequada em janela de contexto insuficinte.
É preciso tomar um cuidado danado com esse hype do momento, porque cada hora vai aparecer uma ferramenta nova sendo coroada como a salvadora da pátria. O segredo não é se apegar à marca da vez, mas entender que as ferramentas vão mudar constantemente. O que realmente importa é a sua capacidade estratégica de saber como usar e para que usar cada uma delas conforme o seu objetivo.