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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 04/13/26 em todas as áreas

  1. Rapaiz, aprender desenvolver apps Fiori, e se puder conhecer um pouco do lado funcional eu não focaria tanto em mba não , e sim é senioridade com abap, talvez seguir o lado de integrações , pra depois tb tentar emendar com AI, enfim , o SAP tem um ecossistemas enorme , vale mais a pena fazer cursos focado no próprio SAP! De uma pesquisada na Moovi Education! Se na me engano eles tem um pós focada em SAP!
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  2. @Pedro Diniz aqui tem o programa de conselheiros e acho que o @Henrique Magalhães é o cara que consegue te ajudar.
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  3. Bom dia!! Estão todos bem? 😁 Galera, é o seguinte. Não vou contar toda minha trajetória até aqui, vou tentar resumir pra não ficar um texto chato. Tenho 27 anos, sou Dev Java Júnior CLT. Recebo R$3.300 por mês. Eu estava satisfeito porque antes eu tinha uma renda por fora só que agora não tenho mais. E estou querendo pisar no acelerador novamente. Atualmente atuo em projetos imensos da Bradesco Seguros. Projetos legados... Não sei se já criaram algum tópico sobre isso, mas não encontrei! Caso saibam de outros tópicos falando sobre esse mesmo assunto podem mandar aqui que eu ficarei feliz de ler todos eles. O que eu queria é, acredito que já estou com um nível satisfatório em programação pra ser pleno mas não acho que seja fácil conseguir uma vaga pra pleno só com quase 3 anos de experiência... Como tenho um inglês bem avançado eu queria tirar dúvidas sobre ser dev no exterior com vocês que já passaram por essa experiência. 🙏 Dúvidas: 1. Qual o salário médio de Dev Júnior no exterior? Gostaria de saber pra ter uma noção de qual perspectiva de salário que eu deveria ter 2. Como são as entrevistas? E os testes para conseguir a vaga? 3. O que vocês fizeram pra conseguir/encontrar um emprego como Dev no exterior, foi pelo LinkedIn mesmo? 4. Vocês têm algum conselho? Estou disposto a receber qualquer conselho que tiverem e agradeço imensamente por isso. Acho que só com essas respostas já vão me ajudar bastante a conseguir essa evolução na carreira que estou buscando. Obrigado!
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  4. Opa @Pedro Henrique Queiroz, boa tarde, meu nobre!! Eu comecei a trabalhar em 2023 como júnior. Na virada de 2024 para 2025, fui promovido para pleno. E, em novembro de 2025, consegui uma vaga em uma startup americana. Vou compartilhar aqui minha experiência e o que aprendi durante minha jornada até conseguir uma vaga de dev no exterior. Acredito que possa te ajudar de alguma forma. A primeira coisa que eu aconselharia é não se limitar a “Dev Júnior”. Isso não só limita o leque de vagas para as quais você pode aplicar, mas também reduz a chance de recrutadores encontrarem o seu perfil. Obviamente, uma pessoa que acabou de começar na área não vai sair aplicando para vagas de pleno/sênior. Porém, acredito que, se você leu a descrição da vaga e faz match com pelo menos uns 60/70% do que está sendo pedido, vale ajustar seu CV e aplicar. Uma coisa óbvia, mas que é sempre bom reforçar: para subir de júnior para pleno, é preciso assumir mais responsabilidades. Na prática, isso pode se traduzir de várias formas, como: Assumir a frente de uma feature mais complexa Liderar uma refatoração grande Ajudar a liderar pessoas (treinar estagiários ou novos membros do time, por exemplo) Trazer ideias e soluções nas reuniões etc. Algo que me ajudou bastante e me fez amadurecer e crescer exponencialmente foi fazer projetos práticos no meu tempo livre. Pegue um grupo de tecnologias que você quer estudar ou se aprofundar, pense em um problema que você tem ou gostaria de resolver (ou algo que você acha que pode fazer melhor) e comece um projetinho prático, seguindo padrões profissionais (versionamento de código, subir no Git, fazer PRs, etc.). Isso pode virar portfólio para você mostrar no futuro durante entrevistas. A importância de tratar projetos pessoais como profissionais nessa fase é que você cria uma espécie de “memória muscular” ou hábito de fazer as coisas do jeito certo. Além disso, eu posicionei/atualizei todo o meu LinkedIn para inglês e fui fazendo conexões com recruiters, mandando mensagens, trocando ideias e fazendo posts em inglês sobre meus projetos pessoais. Sobre o processo de aplicação e entrevistas: Não sair aplicando para qualquer vaga aleatoriamente Para mim, o que mais funcionou foi separar um tempinho do meu dia (todos os dias) para analisar e estudar vagas que realmente faziam sentido para mim. Algo em torno de 1 ou 2 vagas por dia já está excelente. É importante priorizar qualidade ao invés de quantidade nessa fase, pois isso aumenta suas chances de ser chamado para uma etapa inicial (initial screening), que geralmente é uma conversa com o RH. Algumas dicas importantes antes de aplicar: Ajustar o currículo para a vaga Enviar uma cover letter bem escrita (sem exagero e sem parecer gerada por IA) Pesquisar a empresa no LinkedIn/Glassdoor. Por exemplo, ver quantos funcionários da LATAM a empresa tem pode ser um indicativo de que ela contrata da região (caso isso não esteja claro na descrição da vaga) Se preparar para as entrevistas → jogo é jogo, treino é treino Para chegar bem nas entrevistas, você pode se preparar para cada etapa. Algumas das mais comuns são (os nomes podem variar): Initial Screening: conversa com o RH. Basicamente, você vai contar sua experiência e a empresa vai avaliar se você faz sentido para a vaga. Você pode treinar essa etapa simulando entrevistas com IA (em inglês), assistindo vídeos de entrevistas reais, etc. É importante já ter um pitch bem estruturado, porque aqui sempre aparece a pergunta: “Me conte mais sobre você e sua experiência” Tech Discussion: geralmente você entra em uma call com alguém técnico da empresa. Espere perguntas sobre as tecnologias que você usa, como resolveria determinados problemas, decisões técnicas, etc. Vale revisar bem os requisitos da vaga e estudar os principais conceitos para chegar mais confiante. Live Coding / Code Challenge: Muitas vezes há uma etapa em que você resolve um problema em tempo real com alguém da empresa. O que me ajudou bastante em live coding foi treinar exercícios comuns no LeetCode. Já nos casos de code challenge (quando você recebe um problema para resolver em um período de tempo), o que mais me ajudou foi ter experiência com projetos práticos. Durante esses projetos, eu me gravava codando e explicando meu raciocínio. Isso ajuda muito a ficar confortável em falar enquanto programa. Algo que, na minha visão, vale a pena explorar também são as tecnologias com maior demanda no mercado em que você quer atuar. Sei que ainda tem muita vaga para Java, mas as stacks que mais vejo hoje em dia são: Python Go JS/TS Não estou dizendo para você migrar completamente de stack, mas talvez valha a pena pesquisar o mercado e avaliar aprender algo complementar. Bom, isso foi um resumo do que eu aprendi e observei ao longo da minha jornada até aqui. O mercado está mudando com a IA, e tenho visto muitas vagas pedindo para mostrar como você usa IA no seu workflow do dia a dia. Mas, no fim, tudo depende muito da empresa e da vaga. Espero que ajude na sua jornada!! 🤝
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  5. Boa vou dar uma olhada nessa pós deles, me interessa bastante esse lado de integração
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  6. Bom, teu foco é criar um projeto Vc eh dev? (pra saber pra onde a conversa vai) de qqer modo se eh pra criar projeto, ou vc usa cursor/claude/copilot pra criar do zero um app, ou pode usar algum SaaS para isso como Lovable, Replit, Bolt etc. voltando a pergunta do titulo, eu particularmente uso ia pra tudo literalmente tudo, ate aqui na comunidade eu uso, nao leio mais os topicos inteiros, peco pra IA do opera resumir o que esta sendo discutido so hj devo ter usado gpt, cursor, gitlab, gemini (pra tudo q eh do google workspace e meet), elastic, grafana, pipefy onde tem agent eu to usando pra investir eu uso o gpt, ele le minha carteira no investidor10 e sabe qual minha metodologia e ai ele me da sugestoes
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