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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 04/14/26 em todas as áreas

  1. Olá, equipe do Suporte AUVP! Tudo bem? Me chamo Lucas Hernandez, sou aluno da AUVP e professor de matemática no Ceará. Acabei de participar da live com o Raul Sena, onde apresentei meu projeto de educação financeira gamificada para escolas públicas e privadas, o Educa Bank. O Raul validou a iniciativa e me orientou a entrar em contato com vocês para receber um 'presente especial' que ele mencionou durante a conversa (aos 1:43;24 em diante). Além disso, ele me deu diretrizes valiosas sobre a construção do Business Plan e métricas de engajamento dos alunos no app que desenvolvi com suporte de IA. Gostaria de saber como proceder para receber esse presente e se há algum canal específico onde eu deva enviar as atualizações do projeto conforme ele sugeriu. Muito obrigado pela atenção e pelo suporte de sempre! Atenciosamente, Lucas Hernandez Livramento da Silva
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  2. Boa noite, @Lucas Hernandez ! Tudo bom? Antes de mais nada, parabéns demais pela sua iniciativa! Acompanhei a live e vi quando você foi trocar ideia com o Raul. Simplesmente sensacional! Vamos lá então. Quanto aos presentes, só enviar uma mensagem ao nosso suporte que o pessoal te orienta direitinho: https://sard.ink/auvp-atendimento Já sobre a parte do projeto pode dar continuidade aqui nesse post mesmo que é uma área de Devs que irão acompanhar e seguir trocando ideia com você sobre o tema! Espero que ajude!
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  3. Olá Investidores. Estou iniciando meus primeiros investimentos conforme as aulas, o PIAR e minhas análises. Vendi um imóvel e recebi 250mil para iniciar os aportes. Coloquei 55% no AUPO11 até finalizar as aulas e a montagem da carteira. Esses 45% restantes, devo aportar de uma única vez ou por serem os primeiros investimentos devo manter um percentual maior no AUPO11 e ir retirando e aportando em valores menores mês a mês para ajustes de preço médio e para não "pagar caro" em alguns ativos agora? Minha carteira inicialmente será: Renda Fixa: 55% Ações Nacionais: 20% Fundos Imobiliários: 10% Ações Internacionais: 10% Cripstos BTC: 5% Obrigado pela ajuda!
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  4. Bom dia @José Luiz Soares Junior, beleza? Bom demais É isso aí, bem mais sensato @José Luiz Soares Junior, porque aportar em uma única vez é aumentar o risco convexo. Interessante essa alocação, agora é partir pra dentro de cada classe!
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  5. Fala, pessoal! Valeu demais pelo feedback, galera. É exatamente essa visão de pé no chão e escala que eu tô buscando agora. Só pra situar vocês de como tá o Educa Bank e o que vem por aí: Dados reais chegando: Como os meus "jovens matemáticos" estão em semana de prova, o bicho vai pegar mesmo no app a partir da semana que vem. Vou segurar a ansiedade pra trazer dados mais 'limpos' de retenção e uso pra vocês em breve, pra embasar o Business Plan com números reais e não só no 'eu acho' (digo isso pois os dados que apresentei foram unicamente da participação de sala e não fora, que é o mais buscado). Onde tá o dinheiro (Escala): O projeto nasceu na escola pública e meu coração tá nela, mas pra escala comercial o foco é escola privada. O plano é o licenciamento por aluno (SaaS, dei uma pesquisada por cima após a live nessa estrutura). Isso dá o fôlego financeiro que a gente precisa pra manter o impacto social e profissionalizar o negócio. Metodologia > App: O app é o motor, mas o diferencial quero frisar novamente: é a metodologia. Estamos unindo o que aprendi na AUVP com a dinâmica de 'ativos' na sala de aula. É isso que a gente tá validando e protegendo, afinal é ele o "incentivo/motivo" dos alunos comprarem a ideia de forma mais ativa. Próximo nível técnico: O MVP no Lovable foi animal pra validar rápido e no "caos" da Escola Pública. Mas pro jogo profissional de escala, já estamos planejando a migração pra uma infra própria, focada em segurança e pra rodar liso em várias escolas ao mesmo tempo. Galera da tecnologia, se tiverem dicas de stack pra esse 'export' de código visando monetização, sou todo ouvidos! Aqui eu deixei alguns prints da interface.
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  6. Boa noite, @Gabriel Alves De Souza Cara, que história enriquecedora!! Entendi. Anotei vários pontos que você citou, inclusive essa de pedirem como você usa IA no workflow é 100% novidade pra mim. Onde estou tem uma IA própria mas não esperava que nas vagas estavam pedindo por isso! Bem bacana. Muito obrigado pela resposta
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  7. se tiver curioso e tempo, depois instala a versao free do cursor e usa o comando /best-of-n [lista de modelos] prompt ele vai criar o plano baseado em cada modelo da lista q vc passou, em worktrees distintas, vai pegar o resultado de todos, criar um resumo e vai apontar quais os melhores resultados em cada parte do plan e te sugerir se vc quer fazer um blend do q cada um fez de melhor ou se vc quer usar um plan inteiro de um modelo eu to achando sensacional o resultado, nunca vi um plan de um unico modelo ser o melhor, sempre acabo misturando um pouco de cada geralmente rodo com [gpt, sonnet, opus, composer] com o plan mto bem estruturado, dificilmente vou precisar do opus (o mais caro) para entregar o q preciso gasto no plan e economizo na execucao
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  8. Bacana o post! Tenho seguido uma filosofia parecida chamada Research, Plan, Implement. Acredito que o essencial de todas essas metodologias/frameworks/workflows com IA seguem o mesmo princípio. A IA pra executar bem precisa de um bom plano, e a IA é excelente em criar planos também, mas ela (ainda) não é tão boa em auto-gerenciar o a própria janela de contexto. Quando a gente começa a documentar todo o fluxo de trabalho da IA, colocando checkpoints de intervenção humana com revisão e discussão dos planos de desenvolvimento, ou intervindo no meio da execução caso ocorra algum problema maior, a produtividade aumenta significativamente. Pra quem tá iniciando, eu sugiro começar a entender como usar a sua ferramenta de IA no modo "Plan" invés de direto no modo agente, ou no modo "Chat". Uma ótima e curta leitura sobre o assunto, que explica na prática como implementar essa metodologia: https://grow.chaiwithjai.com/39/adopting-ralph-wiggum/859/adopting-ralph-wiggum Na prática, seus agentes de IA ao executar uma tarefa devem sempre seguir um documento de requerimentos técnicos bem detalhado, e bem revisado por humanos, e ela deve também sempre registrar seu próprio progresso em um arquivo a parte, que pode ser depois lido por outro agente e resumido o trabalho. Isso parece idiota mas é essencial pra garantir eficiência da IA. Existe um conceito chamado "Dumb-zone" que basicamente significa que a IA começa a ficar cada vez mais "burra" conforme a janela de contexto vai se enchendo de lixo durante a sessão, e é justamente por isso que precisa ser parte do fluxo de trabalho documentar o trabalho (ou melhor dizendo, mandar a IA documentar o trabalho). Isso permite ter outra IA avaliando esse trabalho de forma técnica, comparando com o plano inicial, validando se a task atende todos os critérios ou não, e principalmente registrando esse feedback todo em um arquivo a parte, para que, adivinha... Outro agente de IA possa pegar esse feedback e agir em cima. Meu trabalho há meses já não envolve mais codar, e sim revisar documentos de markdown pra ver se as coisas tão se encaminhando bem. Esse conceito acima um pouco mais desenvolvido como o OP explicitou pode automatizar todo o fluxo de trabalho de features inteiras, a partir de um planejamento bem feito. A dica que dou é ir com calma, e não ter medo de ir experimentando. Vai entendendo como a janela de contexto funciona, tentando aplicar essa metodologia na mão mesmo, pedindo pra IA ir documentando o processo conforme você julgar necessário, e aos poucos vai aplicando novos conceitos.
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