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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 08/01/26 em todas as áreas

  1. Fala galera tudo bem? Então eu sou produtor rural e toda minha renda vem da minha propriedade mas recentemente adquiri um trator para me ajudar aqui na terra e tbm para levantar uma grana prestando serviços agrícolas. Mas eu sou um péssimo vendedor e nunca me dei tão bem trabalhando para as pessoas, porém quero esse desafio para mim. Vcs que já estão no mercado de trabalho a algum tempo quais dicas sobre esse tema vcs me dão?
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  2. Fala galera, Atualmente eu sou um desenvolvedor backend e todo o conhecimento que adquiri até o momento basicamente foi mais baseado na necessidade do problema que estava enfrentando. Sou desenvolvedor a quase 6 anos, e sou Senior na empresa em que trabalho, mas me sinto um pouco atrasado em relação a algumas tecnologias que as empresas utilizam atualmente, por issoestou me candidatando para vagas de Pleno para me situar novamente no mercado. (Kubernets, AWS...) Gostaria de conversar um pouco com outros desenvolvedores para trocar algumas ideias e conselhos
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  3. Ela precisa dominar inglês e excel em níveis avançados. eu não sei a área de eng de produção especificamente, mas sei que ainda nos dias de hoje multinacionais contratam com bons salários e cargas horárias justas para funções diversas, muitas vezes para lidar com processos internos e etc que eles mesmo criam internamente para lidar com a complexidade das suas operações. é muito comum contratarem em qualquer área da engenharia desde que a pessoa seja desenrolada. e aí é onde entra o excel e o inglês. vão me crucifucar por isso, mas é a realidade do mundo corporativo.
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  4. Boa noite, @Douglas Aviz. O primeiro passo é olhar para o valor da hora trabalhada. Ganhar R$7mil bruto para trabalhar 12 horas por dia, além do tempo em casa, deixa a hora dela muito desvalorizada pelo estresse que passa. Com 25 anos, duas pós e cargo de gerente, o problema não é capacidade, mas estratégia. Depender só de panfletar currículo no LinkedIn vai atrair pouca vaga boa. Tente orientar ela para mapear empresas da região ou vagas remotas com o perfil dela e abordar diretores diretamente, mostrando resultados concretos que ela gerou (redução de custos ou processos otimizados) em vez de só listar tarefas.
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  5. Bom dia, Opa, ser do desenvolvimento embarcado é uma palavra muito forte hahahaha mas sou formando em engenharia eletrica com enfase em sistemas embarcados. Mas confesso que pouco atuei na área.
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  6. Essa pergunta é muito abrangente, sou engenheiro e tenho experiência, mas precisa ser mais específico para te ajudar.
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  7. Fala Marlon, beleza? Cara, pra mim o caminho mais fácil pra pegar a primeira vaga gringa é começar por consultorias (tipo X-Team, BairesDev, FullStack Labs, etc). Elas contratam bastante gente, flexibilizam mais o nível de inglês e te colocam em clientes gigantes lá fora que nem contratariam brasileiros diretamente. O legal é que, depois que você entra e coloca a primeira experiência internacional no LinkedIn, chove convite. Inclusive, é super comum depois de um tempo você ser contratado direto pelo próprio cliente em que foi alocado (que foi exatamente o meu caso). Sobre o inglês: não encana com pronúncia ou falar perfeito. O que importa é a comunicação funcional. Se você consegue entender o que pedem e se fazer entender (mesmo errando uma gramática ou outra), já era, tá valendo. O resto você destrava no dia a dia. No mais, garante que seu LinkedIn e currículo estejam 100% em inglês e vai aplicando direto no site dessas consultorias. Tendo o básico pra se comunicar, o resto é questão de constância! Tamo junto e boa sorte na busca!
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