Jump to content

Daniele Vilela

Turma 18
  • Interações

    1138
  • Entrou

  • Última visita

  • Dias Ganhos

    5

Tudo postado por Daniele Vilela

  1. Allyson, a resposta depende muito do seu perfil e dos seus objetivos. Por exemplo, em relação a aportar tudo de uma vez, se você já sabe onde quer investir e acredita que os ativos estão bem precificados (ou seja, não estão muito caros), faz sentido colocar tudo de uma vez. Isso porque, historicamente, o mercado tende a subir no longo prazo. Então, quanto mais cedo o dinheiro estiver investido, maior o tempo pra ele render. Só que, claro, tem o risco de cair logo depois, o que pode dar aquele frio na barriga, seria uma estratégia de um perfil mais moderado/arrojado. Já sobre dividir a longo do tempo, essa é uma estratégia mais conservadora e serve pra diluir o risco de entrar em um momento ruim, tipo no topo de um ciclo. A ideia de fazer preço médio é justamente "se proteger" de variações grandes no mercado. Mas, por outro lado, pode significar perder boas oportunidades se o mercado continuar subindo. Se fosse comigo, eu analisaria primeiro o cenário do mercado atual e minha própria tolerância ao risco. Se você tá de boa com oscilações e confia na sua estratégia, aportar tudo de uma vez pode ser mais eficiente no longo prazo. Agora, se você é mais cauteloso e prefere dormir tranquilo, dividir o valor e ir aportando aos poucos pode ser uma opção mais confortável. Ah, só uma coisa: seja qual for a estratégia, mantenha um bom equilíbrio na carteira e não esqueça de reforçar a reserva de emergência, se for o caso. E parabéns pela grana extra!
  2. Conrado, sobre os cashback e os spreads, sim, as corretoras sabem exatamente quanto vão ganhar quando oferecem os títulos. Os bancos combinam com elas um "rebate" (comissão) por distribuir o título, e é esse rebate que pode ser convertido em cashback em algumas plataformas. No entanto, esses valores geralmente não são detalhados para nós, investidores. Agora, sobre a transparência disso, existe a Resolução 179 da CVM, como o @Eddy Paulini citou, que exige que as corretoras informem aos clientes sobre potenciais conflitos de interesse. Isso inclui o fato de que elas podem receber comissões por vender certos produtos financeiros. Mas, na prática, não há uma obrigação de detalhar exatamente o quanto elas estão ganhando em cada operação ou quanto é o spread que estão aplicando. Por isso, o rebate ou cashback acaba não sendo claramente descrito na contratação do título. Não há proibição, mas também não é prática comum do mercado mostrar essa informação diretamente. Quanto ao impacto na escolha, faz total sentido levar em conta essas comissões se você tiver acesso a elas, mas o principal é sempre olhar pra rentabilidade líquida e avaliar o custo-benefício final. Um CDB de 14% com 1% de cashback pode ser equivalente a um de 13%, então a escolha depende do que realmente rende mais para o seu bolso, já descontados IR, taxas, e considerando a liquidez e os prazos. Com mais corretoras apostando na transparência, a tendência é que esses detalhes fiquem mais acessíveis no futuro. Até lá, comparar rentabilidades e condições entre diferentes plataformas é o melhor caminho, na minha opinião.
  3. Fala, João! Então, sobre a BBSE3, o lance de não aparecer receita nos indicadores é porque ela é uma holding pura. Isso significa que, tecnicamente, ela não tem uma operação direta que gere receita própria. A grana que entra vem dos resultados das empresas que estão debaixo dela, como a Brasilseg, que é uma parceria com a MAPFRE no ramo de seguros. Por isso, em vez de receita, o foco tá no lucro líquido, que reflete o desempenho consolidado das empresas que ela controla. Agora, sobre o perfil de administração, você tá certo! Apesar de ser controlada pelo Banco do Brasil, a BB Seguridade é vista como uma empresa com governança mais voltada pro mercado, o que faz ela escapar daquele rótulo típico de estatal. Isso explica os múltiplos mais altos (P/L, P/VP), porque o mercado confia mais na gestão e nos resultados consistentes dela. Não é besteira, não! É um ponto positivo, inclusive. Quanto a ser uma boa empresa, ela tem um modelo de negócio bem lucrativo, focado no segmento de seguros e previdência, que tem crescido bem no Brasil. Os dividendos geralmente são atrativos também. Claro, como sempre, vale considerar os riscos, como o setor financeiro ser muito atrelado ao desempenho econômico do país e possíveis interferências políticas, mesmo que sejam menores aqui. Se você não é fã de estatais, a BBSE3 pode ser um ponto fora da curva, mas sempre bom comparar com outras opções do setor antes de decidir.
  4. Então, a Intelbras é uma empresa que chama atenção mesmo. Esse lance de estar presente em quase todos os condomínios que a gente vê mostra que eles têm um domínio legal no segmento de segurança, que é o carro-chefe deles. E, pelo que você comentou, a empresa tem um histórico de crescimento bem consistente, o que sempre dá aquela segurança pra pensar em investir, mas quando você olha na AUVP analítica ela é viável para estudos com ressalvas. Vale lembrar que o IPO da Intelbras foi recente, em 2021, então ainda é uma empresa que está mostrando seu potencial no mercado. Mesmo assim, já dá pra ver que ela tem números consistentes, lucros sólidos desde 2016 e conseguiu mais que dobrar o faturamento desde 2019. Isso não é pouca coisa, principalmente pra uma empresa que atua em segmentos que estão só crescendo, como segurança e automação. A parte de automação e conectividade também é interessante, porque é uma tendência forte, né? Casas inteligentes, condomínios automatizados... Esse mercado só tende a crescer. Sobre a Positivo, compartilho do seu receio. Eles têm melhorado, mas ainda carregam essa fama de produtos meio “básicos”. Quando se trata de segurança, acho que a confiança no produto conta muito, e a Intelbras parece estar à frente nesse quesito. O risco de estrangeiras entrando no mercado é real, mas ao mesmo tempo a Intelbras tem um diferencial por já entender bem o público brasileiro e estar consolidada aqui. Isso pode ser um bom escudo contra novos entrantes. No geral, parece um case interessante, principalmente pelo potencial de crescimento nos segmentos em que atuam. Se fosse eu, continuaria estudando as empresas, mas de primeira impressão, vejo a Intelbras como uma empresa mais interessante e, se fosse ter em carteira, teria uma parte pequena dentro de renda variável.
  5. Existe e se vc bater em alguém que falar gratiluz me chame que te defendo hahahahaha
  6. Inclusive minha casa tem vários itens da AUVP que me acompanham no café, nos estudos, na academia kkkkkkkk
  7. Vcs não comecem não hein kkkkkkkkkk
  8. hahahahahaha e vc responsável aí trabalhando, olha só! O kit ressaca foi bom!
  9. hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaahhahaahahhaahahahahahaha
  10. Eu acredito que a resposta depende do que você prioriza nesse momento: acumular patrimônio mais rápido ou investir com tranquilidade a longo prazo. Investir no Brasil tem a vantagem de acelerar o crescimento inicial do patrimônio, principalmente com os juros compostos trabalhando mais cedo a seu favor. Afinal, com R$60k investidos aqui, você tem acesso a boas opções de renda fixa com alta previsibilidade e a possibilidade de ganhos interessantes na renda variável. O lado ruim é exatamente o que você mencionou: exige mais atenção. Fazer stock picking, acompanhar o cenário econômico e político do Brasil (que pode mudar do dia para a noite) pode ser estressante e desviar seu foco do trabalho. Agora, investir no exterior é uma abordagem bem mais passiva, especialmente se você optar por ETFs. Nesse caso, você diversifica automaticamente em mercados gigantes, mais estáveis e com menos volatilidade política. Sim, os $10k no final do ano podem parecer pouco em comparação com R$100k, mas lembre-se de que o dólar pode funcionar como uma proteção contra a desvalorização do real. Além disso, no longo prazo, a exposição internacional tende a trazer mais segurança e consistência, já que você não fica preso aos altos e baixos do Brasil. Então, se o objetivo principal é focar no trabalho e reduzir preocupações, investir no exterior pode ser a melhor escolha. O crescimento do patrimônio pode parecer mais lento no começo, mas você ganha em paz de espírito e previsibilidade. Por outro lado, se a ideia é turbinar o patrimônio mais rapidamente e você está disposto a dedicar um pouco de tempo para monitorar o mercado, o Brasil pode ser mais vantajoso a curto prazo. Ou seja, a escolha o Brasil se a prioridade for crescer rápido e você aceitar o "drama" que vem junto. Escolha o exterior se quiser uma abordagem mais passiva e diversificada, mesmo que o crescimento inicial pareça menor. Eu acredito que o ideal é a diversificação (geográfica, cambial e setorial), baixa correlação e paciência rs.
  11. Gratiluz dá vontade de dar um soco na pessoa kkkkkkkkkkkk
  12. Já tinha feito, mas farei mais um amanhã hehehe, último dia antes de dar adeus a 2024 e investir mais em 2025!
  13. Imagine, qq ajuda, no que eu puder, to aí =) Estou ajudando meus pais a estruturar o ecommerce deles tbm (não é minha área, sou advogada, mas sempre bom aprender coisas novas ehehe)
  14. Oddie já mostrando a importância da reserva de emergência hahahahaha. O Pudim, o meu Jack Russel, fez o favor de roubar uma barra de chocolate na velocidade da luz de cima de um móvel e comer inteiro =/ tive que levar no veterinário semana passada, mas ainda bem que ficou bem e não precisou de cirurgia (ele tinha comigo o plástico junto). Ele já fez o favor de comer hastes de óculos, pedaços de brinquedos, etc... Ainda bem que continua passando ileso. Apronta demais também. Amora como todo cachorrinho pequeno é valente e destemida né (até chegarem perto kkkkkkkk). Pandora é linda (tenho três gatos tb, irei postar por aqui)
  15. Ah meu Deus do céu, olha aqueles bebezinhos ali na foto ooooown. São lindas demais. O amor deles para nós e entre eles nos ensinam muito. Eu sempre digo que é um amor muito puro e incondicional. Ela são lindas. Que gostoso entrar aqui e ver esse monte de bichinho fofo!
  16. Uma baguncinha que teve um resultado mto fofo hahahahahaha
  17. Apenas complementando, o Tesouro IPCA+ 7% 2029 tem uma taxa melhor no curto prazo e um vencimento mais próximo. Se o foco é algo mais certeiro pra daqui a uns anos, tipo ajudar na faculdade, pode ser uma boa ideia começar a aportar nele. Mas lembre que o prazo menor pode limitar o potencial de crescimento. Já o Tesouro IPCA+ 5% 2035 tem um vencimento mais longo, o que pode render mais no longo prazo porque o poder dos juros compostos vem mais forte rs. Se você ainda quer algo pra um horizonte mais distante, como um suporte na vida adulta dele, vale manter, como o @Flavio Prado explicou cada aporte que você fizer neste título terá uma rentabilidade diferente, mesmo sendo o mesmo título. Talvez a jogada seja diversificar: continua com o 2035 pra longo prazo e começa um novo aporte no 2029 pro médio prazo. Assim, você ganha flexibilidade e aproveita o melhor dos dois, mas na real, vai depender o objetivo de cada um, não faria isso apenas pensando em rentabilidade, mas visando objetivo e liquidez de acordo com o período de vencimento.
  18. Exato, é um produto que parece atraente no começo, mas sem entender os detalhes, a gente acaba travando o dinheiro sem flexibilidade. Essa história do resgate antecipado é uma pegadinha clássica. Vale sempre lembrar: antes de entrar em qualquer operação, entender todas as condições é fundamental. Pelo menos serve como aprendizado, né? 😊
  19. Valeu, exatamente isso!
  20. O VT, por ser direto nos EUA, tem um custo menor de taxa de administração (0,08% ao ano) e segue o índice global diretamente, mas os dividendos recebidos sofrem tributação de 30% nos EUA. Já o WRLD11 a taxa de administração é mais alta (0,50% ao ano), mas ela já inclui a estrutura necessária pra repassar os dividendos líquidos sem a necessidade de você pagar impostos adicionais sobre eles. Eu vejo da seguinte forma, o VT realmente só começa a compensar se você for aportar consistentemente por muitos anos e acumular um capital considerável. Até lá, o impacto da taxa de administração mais alta do WRLD11 será pequeno, especialmente se você valoriza praticidade e simplicidade. No fim das contas, a escolha vai depender muito da sua estratégia, do volume investido e de quanto tempo você pretende ficar nesse ativo. Se o foco é praticidade, o WRLD11 atende super bem. Se você quer otimizar cada detalhe de custo e está disposto a lidar com as burocracias do exterior, o VT pode ser mais interessante no longo prazo. Ambos são boas opções dependendo do seu perfil.
  21. E aí Lucas, tudo bem? Vamos por partes... Primeiro, sobre a diferença entre os dois: o IVVB11 e o IVV seguem o mesmo índice, o S&P 500, mas têm algumas diferenças práticas. O IVV, por ser negociado direto nos EUA, tem uma taxa de administração super baixa (0,03% ao ano, quase nada), enquanto o IVVB11 cobra cerca de 0,23%. Parece pequeno, mas no longo prazo, essa diferença pode pesar bastante. Além disso, quando você investe no IVV, está direto em dólar, eliminando o "efeito cambial" que o IVVB11 carrega, já que ele depende tanto do índice quanto da valorização ou desvalorização do real frente ao dólar, talvez por isso que você também pensou nessa troca. Agora, sobre o IVVB11: ele é prático porque tá na B3, é negociado em reais e tem vantagens fiscais. Já investir lá fora tem outros custos, como spread cambial, taxas de remessa e a tributação de 15% sobre o ganho de capital, sem isenção. Ou seja, investir no exterior te dá acesso direto ao mercado global e mais opções de ativos, mas é um pouco mais burocrático e caro no começo. Na minha estratégia eu não tenho investimento replicando índice no exterior ou em BDR, eu prefiro investir direto fora até por questões de diversificação geográfica (além da cambial). Aí vem a questão de vender o IVVB11 agora pra aproveitar a campanha do BTG. Sinceramente, antes de tomar essa decisão, vale a pena colocar na ponta do lápis. Vender o IVVB11 agora pode gerar imposto sobre o lucro, dependendo do valor, e você também tem o custo da remessa e conversão pro dólar. Não sabemos o que o BTG irá oferecer, mas leve isso em consideração. c Uma estratégia mais tranquila seria manter o IVVB11 na sua carteira por enquanto e começar a direcionar os próximos aportes direto pro exterior, como no IVV. Dessa forma, você vai construindo sua exposição ao dólar aos poucos, sem precisar pagar imposto agora ou arcar com os custos de venda e conversão de uma vez só. Além disso, o IVVB11 ainda é um bom ativo, e não tem problema nenhum deixar ele na sua carteira enquanto você vai migrando aos poucos. Resumindo: se você acha que a campanha do BTG vai te dar um benefício que você não quer perder e tem certeza de que os custos de vender o IVVB11, converter e investir no IVV compensam, pode ser uma boa. Mas, se não tem essa urgência, o caminho mais suave é parar de aportar no IVVB11 e usar os próximos aportes pra começar no exterior, construindo sua diversificação em dólar aos poucos. Assim, você mantém o que já tá funcionando e adiciona mais flexibilidade pra sua estratégia. Espero que isso te ajude a clarear as ideias!
  22. Oi Nelson, essas contas tipo Mercado Pago e similares realmente são práticas e tudo mais, rendem 105% do CDI e têm liquidez diária, e parece ser ótimo para o dia a dia. Além do Mercado Pago, tem o PicPay e o C6 Bank, que também têm modelos parecidos, rendendo acima de 100% do CDI só pelo dinheiro estar parado lá. Mas aqui vai um alerta importante sobre essas contas, como o @Flavio Prado bem pontuou, tanto no Mercado Pago quanto no Banco iTi, existe uma pegadinha no cálculo do IR. Funciona assim: eles pegam o saldo na virada do dia, calculam a rentabilidade diária, descontam 22,5% de IR (a maior alíquota) e depois creditam o valor líquido na sua conta. No dia seguinte, fazem o mesmo processo, e isso continua indefinidamente. Como o IR nunca cai de faixa, você sempre paga a taxa mais alta, mesmo que o dinheiro fique lá por mais tempo. E isso acaba corroendo parte da rentabilidade. Por conta disso, mesmo rendendo 105% do CDI, em algumas semanas você pode ter um resultado menor do que numa conta que rende 100% do CDI, mas não faz esse esquema, como a caixinha do Nubank. Então, essas contas só fazem sentido mesmo pra dinheiro de curto prazo ou movimentação diária, como pagar e receber Pix. Para reserva de emergência ou valores que você quer deixar parados por mais tempo, elas não são tão vantajosas.
  23. Hahaha, quem nunca, né? Que massa que dessa vez fez sentido pra você! Às vezes, é só uma questão de pegar no momento certo ou ouvir de um jeito diferente. O importante é que agora você tá sacando o jogo! Bora aplicar esse conhecimento e fazer acontecer! 🚀
  24. Fernando, tudo certo? Então, acho que você fez uma escolha consciente no ano passado, levando em conta o contexto e as suas incertezas. O fundo de renda fixa foi uma decisão equilibrada para quem queria liquidez, uma rentabilidade acima de 100% do CDI e uma alíquota de IR mais baixa ao longo do tempo. Mas, agora que você está reavaliando com mais conhecimento sobre alternativas, dá pra afinar essa estratégia, na minha opinião. Pelo que você descreveu, o fundo rendeu algo próximo de 107% do CDI líquido, depois de taxas e come-cotas. Isso é ok, mas nada de outro mundo, especialmente porque fundos sofrem com o come-cotas e isso prejudica bastante a rentabilidade. Se você realmente quer otimizar a rentabilidade mantendo liquidez e flexibilidade, investir em LCI ou LCA de curto prazo pode fazer mais sentido. A LCI/LCA são isentas de IR, então Isso já elimina a dor de cabeça com o come-cotas e pode fazer uma diferença boa no rendimento líquido, principalmente em prazos mais curtos. Também tem liquidez em prazos menores, já que hoje, você consegue encontrar LCIs e LCAs com liquidez a partir de 6 ou 12 meses e ainda com taxas competitivas. Para o seu cenário de incerteza sobre usar o dinheiro, pode ser uma boa alternativa. E tem taxas melhores que CDI em fundos, uma vez que é comum encontrar LCIs/LCAs pagando 100% a 105% do CDI, mas como são isentas de IR, na prática, acabam rendendo mais que isso líquido. Agora, sobre vender sua posição no fundo, eu acho que não precisa se desesperar para sair correndo. Dá uma olhada na marcação a mercado dele (se está rendendo bem em relação ao CDI atual) e avalie os prazos das LCIs/LCAs que você pretende entrar. Você pode fazer essa transição aos poucos, sem perder tanto em possíveis oscilações do fundo, se for sair, não saia de uma vez. No final das contas, você está no caminho certo: repensando a estratégia e ajustando com base no que aprendeu. Natural quando começamos a estudar a gente repensar o que fez antes de ter o conhecimento que temos agora (e o caminho será esse, estou o tempo inteira reavaliando a estratégia e, as vezes, fazendo ajustes de rota, afinal, quanto mais conhecimento, mais a gente refina). Só não esquece de continuar respeitando a sua necessidade de liquidez, porque, no fim, a melhor estratégia é aquela que se alinha com a sua realidade. Espero ter dado uma luz =)
×
×
  • Criar novo...