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Tudo postado por Daniele Vilela
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Primeira do ano
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Ludmyla Cruz Da Silva em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Li e gostei, eu gosto bastante de biografia, acho que este livro vale para todas as pessoas que buscam inspiração e aprendizado sobre investimentos e construção de riqueza. Lógico que diz muita coisa sobre as teses que o Barsi criou baseado nos momentos de vida (e época que ele percorreu). Enfim, gostei bastante, vale a pena. -
Que bom ler isso, chega deu um calor bom no coração! Que você fique bem e saiba que pode contar conosco. Apesar de ser uma comunidade virtual, existem muitas pessoas reais aqui que estão unidas em busca de se ajudar e crescer junto. Estou à disposição para o que precisar =)
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Anônimo, antes de qualquer coisa, quero dizer que ler teu relato foi intenso. Dá pra sentir o peso de tudo que você passou e tá passando. É muita coisa pra alguém tão jovem, e não tem nada de errado em se sentir perdido com tudo isso. Primeiro, respira, outra coisa, também me coloco à disposição para conversar se precisar (se se sentir confortável pode mandar DM). A vida não tá fácil, mas dá pra recomeçar, mesmo quando parece que tudo tá desmoronando, vivemos de ciclos e este vai finalizar para quem um melhor aconteça, tenha fé. Sobre sua situação com sua mãe e a pensão, acho que você tem direito de questionar e buscar mais transparência sobre o dinheiro que é seu por direito. Se ela não tem guardado, talvez seja a hora de ter uma conversa direta, mas tenta fazer isso sem briga (sei que é difícil). O que você descreveu parece muito com uma relação que te prende e te desgasta. Priorizar sua independência emocional e financeira vai te ajudar a sair disso. Agora, sobre o futuro, ciências da computação? O mercado de tecnologia é gigantesco, e com dedicação, você pode crescer rápido. Dá pra conciliar o curso com freelas ou trabalho remoto, que são comuns na área. Sobre mercado financeiro? Também um ótimo mercado. Se é algo que você curte e aprende com facilidade, tem muito potencial aí. Começa pequeno, estuda mais, e aplica o que aprender (mesmo que com pouco dinheiro no início). Essa área também tem oportunidades que podem mudar tua vida, você pode estudar para se certificar e buscar vagas na área. Sobre suas finanças, pega o que ainda tem da pensão e seus recursos guardados e faz um plano. Calcula quanto tempo consegue viver com isso e prioriza investir em conhecimento ou formação que te abra portas. E principalmente, busque apoio. Se puder, procure um psicólogo ou alguém de confiança pra conversar sobre tudo isso (temos a @Sheila Gonçalves Vasconcelos que se disponibilizou aí em cima). Essa bagagem emocional que você carrega não é leve, e ajuda profissional pode fazer diferença pra clarear a mente e recomeçar. Lembre-se: a grana é importante, mas seu valor vai além dela. O que importa agora é criar um caminho que te tire desse ciclo e te coloque no controle da sua vida. Passinho de cada vez, e vai dar certo. Se precisar, estamos por aqui pra trocar ideia. E saiba que vai passar e você vai ficar bem.
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Tá certíssimo em fazer o dinheiro render até as férias, e já descartando a poupança, que é praticamente um “colchão com glitter” hoje em dia. hahahaha Vou tentar tre ajudae: - Tesouro SELIC: Acho uma boa, segurança e liquidez garantida. Perfeito pra curto prazo e para uma parte da reserva de emergência. - CDB com liquidez diária: vários bancos oferecem CDBs que rendem 100% do CDI ou mais, com a vantagem de poder sacar a qualquer momento. Dá uma olhada no app da sua corretora, pode ser uma boa tbm. - LCA/LCI com prazos curtos: algumas têm liquidez rápida e são isentas de IR, então é bom ficar de olho nas ofertas (veja apenas se atende o prazo que você precisa) Pro seu caso, eu focaria no Tesouro SELIC ou CDB com liquidez diária, porque é tudo sem dor de cabeça e cumpre os 3 requisitos que você listou, mas se achar uma LCA ou LCI que vale mesmo a pena se jogue.
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Onde caberia todo o ouro já extraído no mundo?
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Victor Dias De Souza em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Hahaha, adorei a curiosidade "inútil"! Mas olha, ficou super claro e fez sentido! Essa comparação com piscinas olímpicas ajuda muito a ter uma noção real do volume. É bizarro pensar que todo o ouro extraído no mundo inteiro cabe em 4 piscininhas olímpicas – sério, é pouquíssimo! Meu deus! E sobre a matemática, tá tudo certo (ou quase). Se alguém achar um errinho, tá valendo também, porque já tá valendo só pelo esforço de transformar os números em algo palpável. -
taxa bancária para investir em títulos ipca+
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Jander Renato Godinho Barros em 💸 Renda Fixa
Olha, pra descobrir a taxa de administração, você pode olhar no site ou app da corretora/banco onde está investindo. Normalmente, isso fica especificado na página do produto ou no regulamento do investimento. Se não achar fácil, dá pra entrar em contato com o suporte deles. Sobre o que seria uma taxa aceitável: hoje em dia, muitas corretoras não cobram nada pra você investir em títulos do Tesouro Direto, então o ideal é buscar opções com taxa zero (acredito que a maioria seja). Mas, se for um banco ou corretora que cobra, algo em torno de 0,1% ao ano ainda é razoável. Mais do que isso, melhor pesquisar outras alternativas. -
A melhor escola do Brasil
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Bielan Camilo Neres em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Olha, pelo que entendo se a escola é privada, ela tem mais liberdade pra definir suas regras de matrícula, mas não pode ser algo arbitrário ou discriminatório. Se a recusa for só porque o aluno não iniciou na data certa e não tem uma justificativa clara no contrato ou regulamento interno, pode dar margem pra questionamento, sim. O ideal seria a escola ter uma política bem definida sobre isso e comunicar de forma transparente. -
Desafio 24 livros em 2025 + Lista de livros
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Lucas Cruz Wottrich em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Já li boa parte da lista e são ótimos livros, inclusive, estou finalizando o 23° da lista do Ray Dalio (e já estou com vontade de reler). -
Conflito de Interesses "Compliance" em operação de compra de FII´s
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Jean Mendler Neto em 📈 Renda Variável
Feliz 2025 pra você também, que seja um ano de muitas bênçãos e sucesso! 🙌 Sobre essa questão do cancelamento, realmente é estranho e não acontece com frequência. Esse aviso de "conflito de interesse - compliance" geralmente tá relacionado a políticas internas do administrador. Pode ser algo ligado a regras específicas pra evitar conflitos com investidores ou com a própria gestão dos fundos. Um palpite é que pode ter a ver com a sua corretora ou o perfil cadastrado lá, tipo o enquadramento como "investidor qualificado" ou algo assim. Outro ponto a conferir é se o fundo em questão (BTAG11 ou BTAL11) tem alguma restrição ou política específica pra certos tipos de investidores. Entre em contato com o suporte da corretora, eles devem esclarecer rapidinho o que rolou. E fica tranquilo, às vezes é só um detalhe técnico e não tem nada demais! -
Tanto no LCI/LCA quanto no Tesouro Direto, cada novo aporte funciona como se fosse um "contrato" novo com prazo e condições específicas. LCI/LCA: Se você aplicar mensalmente, cada aporte vai ter seu próprio vencimento e taxa. Ou seja, o prazo de resgate começa a contar do dia da aplicação. Por isso, é bom planejar bem pra não acabar com um monte de datas de vencimento diferentes espalhadas. Tesouro Direto: Já no Tesouro, dá pra fazer aportes mensais no mesmo título, e o que muda é que os rendimentos de cada compra vão ser proporcionais ao tempo que o dinheiro ficou investido e a taxa praticado no momento da compra. No geral, dá pra usar as duas opções de forma recorrente, mas é bom organizar o planejamento pra alinhar com seus objetivos.
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A VIDA DEPOIS DA AUVP PODE SER DURA
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de João Marcos De Carvalho E Silva em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
E agora tudo novo de novo! Feliz 2025! -
Acho bacana, caso fizer sentido pra você, buscar um consultor (que é diferente de assessor - desses de banco, de algumas corretoras), um consultor de investimento, não sei se você investe pela AUVP, mas o pessoal da AUVP Capital é super profissional. Caso não invista, pode ser por intermédio da sua corretora atual. Esse valor de patrimônio já te ajudaria muito. Não se preocupe com isso, os profissionais são eles e eles irão te fazer as perguntas necessários, entender seu perfil, entender seus objetivos e criar uma estratégia alinhado a isso. E o que você quiser entender melhor também irão te explicar (nunca tenha vergonha de perguntar, além do mais, um assunto que é tão complexo pra tanta gente, eu sempre digo que isso aqui é uma bolha rs, a gente está aqui estudando e aprendendo, mas o conhecimento financeiro, ainda mais no nosso país, é para poucos ainda).
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Tesouro direto VS confisco
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Heverton Oliveira em 💸 Renda Fixa
Sobre a sua dúvida, olha, a probabilidade de confisco em qualquer investimento é uma questão bem específica, mas é bom ficar de olho nos cenários econômicos e na legislação de cada momento. O Tesouro Direto é um título público, ou seja, a dívida do governo, então tem um risco de crédito relacionado ao próprio governo. Porém, historicamente, o Tesouro tem sido considerado mais seguro, pois o governo brasileiro tem uma política de honrar suas dívidas (com exceção de algumas crises). Por outro lado, os CDBs de bancos privados não estatais têm o risco de crédito do banco, ou seja, se o banco quebrar, o investidor pode ter problemas, embora o FGC cubra até 250 mil reais por CPF, por banco. Então, de uma maneira geral, os CDBs têm um risco mais relacionado à saúde financeira da instituição, enquanto o Tesouro Direto envolve o risco de calote do governo. Em um cenário hipotético de confisco do governo, o Tesouro Direto poderia ser afetado, já que ele é um título da dívida pública emitido pelo próprio governo. No entanto, é bom lembrar que, em situações extremas, qualquer tipo de medida de confisco ou intervenção seria muito complexa e provavelmente envolvesse um contexto de crise econômica grave, algo bem fora do comum. se o governo decidisse implementar algo como um "confisco" de recursos em uma medida muito radical, provavelmente atingiria a maioria dos ativos financeiros (e não só o Tesouro Direto), incluindo dinheiro em conta bancária ou investimentos em CDBs. Se você está preocupado com o risco de confisco, pode ser interessante diversificar seus investimentos e também considerar outros fatores, como liquidez, rentabilidade e perfil de risco. Eu pessoalmente vejo o Tesouro como mais seguro em termos de risco de calote, mas sempre é bom ter um equilíbrio em diferentes tipos de investimento. Resumindo: não há uma instituição que proteja especificamente o Tesouro Direto de um confisco, mas é um investimento que, no contexto normal, tem o governo como garantidor. O cenário de confisco seria algo bem mais amplo e extremado. -
Bom dia! Primeiro de tudo, parabéns pelo lucro no terreno. Transformar um investimento de 2018 em um negócio que superou os índices de referência é ótimo, ainda mais considerando que você tava começando a investir na época. Sobre as dúvidas: 1) Vou precisar pagar imposto por ganho de capital na venda? Depende de alguns fatores, por exemplo, se esse é seu único imóvel e a venda foi abaixo de R$440 mil, você pode estar isento do imposto de ganho de capital, desde que não tenha vendido outro imóvel nos últimos 5 anos usando essa isenção. Caso não se enquadre nisso, o GCAP vai calcular o imposto. Como você teve o terreno por mais de 5 anos, pode aplicar o redutor progressivo (pra cada ano após o 5º, uma porcentagem do ganho é reduzida). Dá uma olhada no simulador do GCAP pra ter uma ideia mais precisa. 2) 80% Selic + 20% IVVB11 é uma boa estratégia? Pra quem tá pensando em algo de curto a médio prazo (1-2 anos) pra manter o poder de compra e ainda assim se proteger do risco Brasil, pode ser interessante. A Selic é segura e líquida, ótimo pra quem quer ter acesso rápido ao dinheiro e ainda se beneficiar da taxa. O IVVB11 é uma boa opção, mas apesar de ser uma forma de se expor ao mercado internacional, ele ainda não elimina completamente o risco local. Isso acontece porque o IVVB11 é negociado na B3, nossa bolsa, e seu preço está em reais. Ou seja, ele carrega uma dependência indireta do cenário econômico e político brasileiro. Se o dólar dispara ou a B3 sofre com instabilidade, o valor do IVVB11 pode oscilar bastante. Isso pode até ser positivo em momentos de alta do dólar, mas em um cenário de queda ou estabilidade da moeda americana, o retorno pode não ser tão atraente. Se sua intenção é proteger o patrimônio para a compra de um imóvel e "mitigar o risco Brasil", opções como dólar físico, contas no exterior (como no exterior via corretoras internacionais) ou ETFs diretamente fora do país podem ser mais eficientes. Então, se quiser diversificar com uma parte do valor, pode ser uma ideia, mas com a consciência de que não elimina totalmente o risco Brasil. Talvez ajustar a proporção (ex.: 90% Selic, 10% IVVB11) seja mais interessante se a segurança for sua prioridade. Se sua ideia é um imóvel à vista no futuro próximo, também vale ficar de olho em leilões ou negociações com desconto, especialmente agora que o mercado tá mais favorável a quem tem dinheiro na mão. Boa sorte, e que 2025 seja um ano de grandes conquistas pra você!
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Primeiro aporte internacional com dólar nas alturas
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Gustavo Gomes Balbino em 📈 Renda Variável
Opa, feliz Ano Novo! 🎉 Que 2025 traga muito $$$ e sabedoria nos investimentos pra gente! 🤑✨ Sobre sua dúvida, se você tá pensando em começar a investir fora agora, mesmo sem ter 50k investidos aqui, não é uma regra fixa que precisa esperar bater esse valor no Brasil. O importante é avaliar se seu portfólio tá equilibrado e se faz sentido pra você diversificar globalmente já. Com o dólar no patamar atual, a questão é mais sobre estratégia do que só timing. Se você acredita na diversificação e quer se expor a ativos internacionais, pode ser válido começar aos poucos. O câmbio pode subir ou descer, mas se a ideia for longo prazo, essas oscilações se diluem. Agora, se você acha que o dólar tá meio caro pra sua estratégia, pode ser interessante ir acumulando em ativos locais ou atrelados ao câmbio. Assim, você se expõe ao dólar indiretamente sem comprometer muito agora. No fim, o que pesa é o objetivo. Quer diversificar? Proteção? Acessar empresas gringas? Dependendo disso, dá pra decidir melhor! -
A melhor escola do Brasil
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Bielan Camilo Neres em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Achei a ideia muito interessante, mas precisaria projetar isso com mais dados, como algum colega citou aqui, o Brasil é continental e as realidades são muito distintas. A sacada de começar desde a pré-escola/alfabetização é bacana, porque é aí que os valores, habilidades e a visão de mundo começam a ser moldados. Ao restringir as matrículas a esse início, você garante que todos os alunos terão contato direto com o modelo e a filosofia da escola desde o começo. Isso cria uma unidade na formação e ajuda a alcançar seu objetivo de formar cidadãos vencedores e altamente competitivos. Ensinar os princípios universais – como pensamento crítico, respeito e ética – dá a liberdade para eles escolherem o que querem ser no futuro, sem que a instituição imponha nada. Isso é muito poderoso, porque valoriza a autonomia dos alunos enquanto garante que a escola se mantenha focada no ensino. Também acredito que o ensino tradicional por muitas vezes ser desconectado da realidade. Trazer a aplicabilidade de conceitos como ângulos, cálculo de áreas ou até mesmo o básico de geometria para problemas reais do cotidiano é uma revolução. Exemplo: ensinar cálculo de área com uma aula prática onde as crianças resolvem o problema de um pedreiro no "canteiro de obras" da escola é o tipo de experiência que marca e fixa o aprendizado. A ideia de formar pessoas com mentalidade de sucesso, que sejam capazes de se destacar em qualquer área, é um baita objetivo. Pra isso, além do foco técnico, seria interessante incluir conteúdos como inteligência emocional, resolução de problemas, habilidades interpessoais e até empreendedorismo. São competências que complementam o lado técnico e preparam para a vida. Mesmo que a ideia seja começar com as crianças desde cedo, talvez valha pensar em estratégias para que talentos de fora, que não tiveram a chance de começar no modelo, possam ser incorporados de alguma forma (quem sabe com turmas preparatórias?). Ensino interdisciplinar também seria interessante, unir matemática com arte, ciências com práticas manuais, ou história com debates sobre o presente. Assim, tudo fica mais dinâmico e interligado. Empresas, ONGs ou outros projetos educacionais podem ajudar a trazer recursos, estágios e visibilidade. Seria interessante desenhar algo mais concreto, mas tudo começa de um sonho, com certeza. -
100 reais
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Danilo Alves Silva Spinola Barbosa em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Opaaaa esse é o brabo! Isso aí, logo mais vai dobrar a meta! -
Investir em TSMC (BDR/ADR/ETF?)
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Rafael Mendonça Colares em 📈 Renda Variável
Ah, faz total sentido o que você tá falando! Esses pontos de idioma, regulamentação e a treta de entender bem o mercado local realmente pesam na decisão. Sobre os BDRs, ADRs e ETFs, é aquela balança clássica: facilidade e diversificação versus controle total e os custos que vêm no pacote. E quanto a investir diretamente na corretora taiwanesa, é tipo "modo expert": pode ser vantajoso se você manja muito do mercado lá, mas exige um nível de dedicação e conhecimento que não é pra qualquer um. SOXX e SMH são ótimos pra surfar na onda de semicondutores, mas se tem empresa ali que você não quer nem ver o dinheiro perto, tá certíssimo em dar um passo atrás e analisar, eu tenho o SMH, gosto do ETF, fez sentido para mim, mas acho interessante você fazer o que faz sentido pra você. Talvez valha considerar ETFs mais setorizados ou até montar uma carteira própria (se o volume de grana justificar). A ideia é encontrar um equilíbrio entre simplificar as coisas e investir com aquela segurança de saber exatamente onde o dinheiro tá indo. Eu, particularmente, também gosto bastante desse nicho e da empresa. -
Esse mix aí de RDB, IPCA+, Selic e um CRA pra dar aquele toque de ousadia tá bem diversificado no estilo "vou ajustando no caminho" hehehe. Você tá mandando bem no esquema DIY, mas vou te falar: ter um consultor financeiro pode ser o boost que falta pra otimizar ainda mais essa estratégia. Eles têm uma visão panorâmica do mercado, acompanham diariamente e podem afinar detalhes que fica mais difícil uma pessoa fora do mercado pegar sozinho. Além disso, um consultor pode te ajudar a identificar ativos que combinem melhor com teus objetivos (tipo aquele CRA que você curtiu, mas com menos loucura, talvez 😜), ajustar a alocação de forma estratégica e até te apresentar coisas que você nem sabia que existiam. Sem falar que eles ajudam a poupar um tempo precioso e evitar armadilhas – porque tem umas coisas no mercado que parecem boas, mas só são ciladas bem maquiadas. E claro, tem o lance de alinhar tudo com teus objetivos de longo prazo, como segurança, crescimento ou renda. Aí sim você estaria numa pegada de fazer teu dinheiro trabalhar por você de forma redonda. Essa ideia de liquidez diária é esperta, principalmente pra dar flexibilidade enquanto você planeja e investiga melhor os ativos. E olha, dedicar uma semana por mês pra estudar faz muita diferença, com consultor ou sem acho importante se informar cada vez mais.
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Começo da análise do setor bancário e reflexões sobre o Bradesco
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Thomaz De Camargo Da Dalt em 📈 Renda Variável
Thomaz, vou te passar uma análise própria pra te ajudar a tomar essa decisão. Itaú é aquele "feijão com arroz", sólido e eficiente, que entrega resultados consistentes. O ROE tá excelente e o DY bem atraente. Apesar de o P/VP de 1,51 indicar que ele não está barato como o Bradesco, é o preço que se paga por qualidade. Se o seu objetivo é consistência, é uma escolha mais segura. O bradesco enfrentou maiores desafios no controle de inadimplência, o que pressionou os resultados. O banco teve dificuldade em ajustar suas operações para lidar com o cenário macroeconômico, especialmente após a pandemia, que trouxe um aumento significativo no risco de crédito. Já o itaú teve maior eficiência no controle de inadimplência e na precificação de produtos. E também o Itaú investe fortemente em tecnologia e aprimorou a experiência digital do cliente por meio do app Itaú, além de expandir o iti, sua plataforma de pagamentos e serviços digitais. Eu vejo também que o bradesco passou por dificuldades em se comunicar de maneira eficaz com seus clientes, o que pode ter contribuído para uma percepção de falta de inovação e competitividade. O P/VP do Bradesco em 0,68 tá super descontado, mas o ROE de 8,70% é preocupante, ainda mais considerando que já foi um dos bancos mais rentáveis do país. O EBIT baixo de 5,86% reflete os desafios operacionais que o Bradesco vem enfrentando. A empresa tem o plano de turnaround em andamento, mas é bom aguardar sinais claros de melhora antes de apostar aqui. Caso contrário, o desconto pode ser uma "armadilha de valor". O BeTeGê é outro patamar. Apesar de ter o menor DY da lista (3,14%), ele compensa no ROE de 20,25%, o mais alto do grupo. Esse é o banco voltado pra alta performance, com foco em gestão de ativos e investimento, então o público-alvo é bem diferente dos bancos tradicionais. O P/VP de 1,86 mostra que ele não tá barato, mas é o preço da qualidade e do crescimento que entrega. Já o BB é sempre uma boa opção pra quem quer renda passiva. O DY de 10,75% é o mais alto da lista, o que pode atrair muito investidor de longo prazo. Apesar de um ROE menor que o Itaú, ainda tá bem sólido. O P/VP abaixo de 1 indica um desconto interessante, mas lembre-se que ele pode carregar riscos ligados ao governo, já que é um banco estatal. A depender do cenário político, isso pode impactar na eficiência. Se você tá pensando no Bradesco (BBDC4), a análise faz sentido: aguardar o turnaround é uma decisão prudente. O desconto no P/VP chama atenção, mas o baixo ROE e os desafios operacionais levantam bandeiras amarelas. Nesse cenário, pode ser mais interessante focar em opções mais consistentes como Itaú (se quer solidez), Banco do Brasil (se quer bons dividendos), ou BeTeGê (se quer crescimento). Minha sugestão? Continue acompanhando os resultados do Bradesco, principalmente no próximo trimestre. E, enquanto isso, use o momento pra fortalecer sua carteira com empresas que já estão entregando bem. Palavras de quem tem Bradesco na carteira rs.- 1 resposta
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Nunca é tarde para começar...
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Douglas Montouro Alves em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Que história inspiradora! 🥹 Olha, dá até um quentinho no coração ler isso. Mostra que nunca é tarde para mudar, aprender e buscar algo melhor. Sua mãe é um exemplo de coragem, determinação e foco. Ela encarou os desafios de frente, desde terminar o supletivo até encarar uma faculdade híbrida sem muita familiaridade com tecnologia. É aquele clássico "se eu posso, você também pode" que deixa qualquer um motivado. E sabe o que é mais legal? Não foi só sobre "ganhar mais". Claro que o salário melhor é importante, mas dá pra perceber que foi uma jornada de valorização pessoal, de sentir que ela merecia mais e foi atrás disso. Além de abrir portas profissionais, estudar trouxe uma nova perspectiva de vida pra ela, e isso é poderoso demais. Pra quem acha que já passou da idade: a sua mãe tá aí pra provar que o tempo só atrasa quem desiste de usá-lo. Sempre dá pra recomeçar, aprender e construir algo novo. 🌟 -
Investir em TSMC (BDR/ADR/ETF?)
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Rafael Mendonça Colares em 📈 Renda Variável
Fala, Rafael, tudo bem? Acho que investir na TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Company) é bem legal pensando na exposição a uma das maiores fabricantes de chips do mundo, mas escolher o "caminho certo" (BDR, ADR, ETF ou direto em Taiwan) depende de alguns fatores. Por exemplo, via BDR, no Brasil, você pode investir na TSMC através do BDR nível I (TSMC34). É negociado em reais e funciona como um "espelho" da ação lá fora, mas a liquidez no Brasil pode ser limitada, além das taxas de admnistração e conversão cambial (não gosto mto de investimento em BDR, pois em minha opinião, é mais interessante investir direto fora). Via ADR, nos EUA, a TSMC é negociada como ADR na NYSE, sob o ticker TSM. A liquidez nos EUA é excelente, e as corretoras internacionais (como sua conta na Interactive Brokers) conseguem fazer esse tipo de operação. Eu tinha estudado bastante o mercado de semicondutores, você tem tbm via ETF, pode investir indiretamente na TSMC através de ETFs focados em tecnologia ou mercados asiáticos, como o SOXX (focado em semicondutores) ou ETFs que incluem TSMC no portfólio. Vantagem: maior diversificação. Desvantagem: menos controle sobre o peso específico da TSMC no investimento. Mas acho que entre as opções é a melhor, pois você diversifica o portifólio em outras empresas do segmento. Diretamente por corretora de Taiwan, é possível abrir conta em corretoras taiwanesas, mas é um processo mais burocrático e envolve questões de idioma e regulamentação local. Além de custos adicionais de conversão cambial, etc. Nessas opções o ETF creio que seja o mais prático e traz mais segurança por conta da diversificação. -
Vou dar minha contribuição. Primeiro, parabéns por estar aportando forte e com consistência! Ter essa disciplina já é meio caminho andado para o sucesso. Agora vamos ao que interessa: como corrigir sua carteira sem gastar uma eternidade (ou perder o sono, rs): 1 - defina as proporções pensando no longo prazo: após entender seu perfil de investimento e aversão ao risco, define a % em renda fixa, variável, ativos internacionais, cripto - como o USDC, mas com cautela) 2 - faça ajustes graduais: não precisa virar a carteira de cabeça para baixo de uma vez. Use seus 8k de aportes mensais para corrigir a alocação aos poucos, mas com foco. Ex: Se algum título vencer, reinvista de acordo com a nova alocação desejada. Se tiver títulos ruins ou ações "porcaria" (rs), avalie se vale vender para reinvestir melhor ou congelar (não investir mais) - use as notas do diagrama do cerrado e o que ele te indicar como distribuição para te guiar. 3 - diverfique (tb geograficamente): além de setores estratégicos no brasil, ações americanas ou ETFs no Brasil (IVVB11 ou VOO, se investir direto). 4 - sobre o PGBL, que você mencionou, vale lembrar uma coisa muito importante: PGBL não é investimento, é um veículo de investimento. O que realmente importa são os fundos que estão dentro dele. Esses fundos são os investimentos reais, e podem variar bastante, renda fixa conservadora (pós-fixados, prefixados, inflação), fundos multimercado (misturam várias estratégias), fundos de ações (mais arriscados, mas com potencial de maior retorno). Se você não escolheu bem os fundos ou aceitou a opção padrão da instituição financeira, pode estar investindo em algo que nem é adequado para seus objetivos ou com taxas abusivas. Tb tem que olhar isso para não se expor demais em uma categoria de ativo ou outra, mesmo que o objetivo do PGBL seja outro, por exemplo, ser uma ferramenta de planejamento fiscal e renda futura. 5- foque em renda variável (ações, FIIs, ETFs) - mas respeita o diagrama. 6 - revise periodicamente, ajustar tudo de uma vez leva tempo, corrigir mensalmente com seus aportes acelera muito. Depois de uns 6 meses, reavalie como está o progresso e ajuste se necessário. No seu caso, usar o aporte mensal como "motor de correção" parece o mais prático e eficiente. Em 1 ano, com constância, já vai ver uma baita diferença na carteira sem precisar fazer mudanças bruscas ou pagar impostos desnecessários.
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Qual setor não pode faltar? Quais setores adicionaria?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Antonio De Matos Teixeira Neto em 📈 Renda Variável
Oie, além dos setores que você já mencionou — que incluem empresas de peso como Itaú (Bancos), BB Seguridade (Seguros), Eletrobras (Energia), Sabesp (Saneamento), Suzano (Papel e Celulose), Vale (Mineração) e Gerdau (Siderurgia) — aqui estão outros setores e empresas que merecem atenção na Bolsa. O Brasil é referência global no agronegócio, e empresas como SLC Agrícola (SLCE3) e BrasilAgro (AGRO3) se destacam na produção de grãos e terras agrícolas. Já no setor de alimentos, JBS (JBSS3) e Marfrig (MRFG3) são líderes em proteína animal, com forte atuação internacional (lembrando que não são recomendações de ativos, somente citando exemplos). E outro ótimo setor é o de saúde, além do mais, temos o envelhecimento da população, empresas como Rede D’Or (RDOR3), no segmento hospitalar, e Hypera Pharma (HYPE3), com medicamentos de marca, Fleury (FLRY3), referência em medicina diagnóstica. Além das gigantes de energia elétrica, há espaço para empresas focadas em fontes renováveis, Engie Brasil (EGIE3), referência em geração de energia renovável, com forte atuação em energia eólica, solar e hidrelétrica, além de investimentos contínuos em tecnologias sustentáveis e Omega Energia (MEGA3), especialista em energia eólica e solar. Você vai ter outros setores como tecnologia e inovação, Logística e Transporte... mas eu olharia bem as expectativas do setor (barreiras de entrada, concorrência, expectativa do mercado, números das empresas, etc). -
Melhor n dar ideia para o Taxadd ou Andrade kkkkkkkkkkkkkk