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Tudo postado por Daniele Vilela
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2025 - ano do quadrado perfeito
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de William Redig em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Interessante, hien? Espero que seja especial mesmo e de muita sorte (e prosperidade) para todos nós! -
O que te energiza?!
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Marcela M S em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Que delícia, aproveite muito! -
Contrafluxo x marcação a mercado
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Fernando Bandeira Soares em 💸 Renda Fixa
Vamos tentar entender isso de uma forma mais clara. A ideia de "marcação a mercado" tem a ver com o preço de um ativo no mercado em um determinado momento. A marcação a mercado é ajuste do valor do ativo de acordo com o seu preço atual no mercado. Ou seja, a cada momento, o valor do ativo é reavaliado conforme a oferta e demanda dele no mercado. Isso significa que o valor de mercado pode variar ao longo do tempo, dependendo das condições econômicas e do comportamento dos investidores. Quando você compra um título Selic Pré a 10%, por exemplo, seja o valor dele é o preço que você pagou. Mas, à medida que o tempo passa, o preço desse ativo pode mudar, por exemplo, subir. A marcação a mercado é o processo de ajustar esse valor para refletir o preço atual do ativo no mercado. Neste caso, se a Selic subiu, o mercado está pagando um valor maior para os títulos atuais, então o seu título "desvalorizou", mas como é uma taxa pré, se você levar para o vencimento já estava acordado que ela te pagaria aquele valor. Agora, quando falamos em "ir no contrafluxo", estamos falando sobre investir em ativos que podem se beneficiar quando as condições do mercado não são as mais favoráveis para a maioria dos investidores. Ou seja, se todo mundo está saindo de um ativo porque a SELIC está alta e está com medo de perdas, pode ser uma boa oportunidade de investir nesse ativo. Isso é o "contrafluxo" – investir enquanto todo mundo está saindo, porque você acredita que o preço vai se recuperar no futuro. O benefício de ir no contrafluxo está exatamente nisso: quando o mercado está excessivamente pessimista, os preços dos ativos caem mais do que deveriam, criando uma oportunidade de compra. O rebote maior que você mencionou se refere ao fato de que, quando a SELIC cai, ou o mercado muda, esses ativos que estavam "depressivos" começam a se valorizar mais rápido, justamente porque estavam "baratos", descontados. Por exemplo, vemos agora uma fuga de capital no mercado de ações, então você encontra boas empresas (olhando os números, balanços, projeções, vendo que os lucros se mantém consistentes, por exemplo), mas com preços muito mais baixos que antes. Então, sim, a marcação a mercado pode te fazer perder uma oportunidade de lucro se você não acompanhar de perto as flutuações da SELIC. Mas o segredo de "ir no contrafluxo" é justamente entender que essas quedas momentâneas podem ser temporárias e abrir uma janela de compra para quem sabe aproveitar esse "baque" do mercado para um lucro maior mais à frente. Exemplo, no contrafluxo na compra de um título Selic Pré Fixado funciona quando a taxa SELIC está muito alta, por exemplo, agora. Isso acontece porque, quando a SELIC está alta, a tendência é que as pessoas comprem mais títulos de renda fixa, aproveitando a alta rentabilidade. Porém, quem investe no contrafluxo está aproveitando a alta das taxas de juros, já que quando a SELIC começar a cair, esses títulos podem continuar com taxas interessantes em relação ao mercado. Aí você pode perguntar, mas se ele estiver com expectativa de subir ainda mais? Você pode aguardar e comprar no próximo ajuste, mas concorda que como é cíclico uma hora ele vai cair e você travou sua rentabilidade em cima, correto? Imagine que a SELIC está em 13% ao ano e você compra um título atrelado a essa taxa. Quando a SELIC começar a cair, o mercado pode ficar menos interessado nesse tipo de ativo, mas quem comprou no pico da SELIC tem uma rentabilidade mais atrativa garantida. Esse é o conceito do contrafluxo: comprar quando muitos estão esperando pela queda das taxas para "entrar", mas você aproveita uma boa rentabilidade enquanto está mais alto. O contrafluxo nos títulos atrelados ao IPCA ocorre quando a inflação está alta ou está prestes a subir. Investir nesse tipo de título em um cenário de inflação crescente pode ser vantajoso porque você ganha proteção contra a inflação com a parte variável do título (atrelada ao IPCA). Quando a inflação está subindo, a rentabilidade desses títulos tende a aumentar, já que a parte do IPCA sobe de acordo com o aumento dos preços. Exemplo: se você compra um título IPCA+6%, significa que a rentabilidade será a inflação do ano (IPCA) mais 6% ao ano. Se a inflação for 6%, o seu retorno será 12% ao ano (6% da inflação + 6% do juros fixo). O contrafluxo aqui seria, então, comprar quando o mercado pode estar com receio da alta inflação e as pessoas estão mais relutantes em investir nesses ativos, mas quem compra com visão de longo prazo pode se beneficiar de uma boa rentabilidade ajustada à inflação. Porém, não é algo simples e exige um pouco de paciência e visão de longo prazo. Se você entrar no contrafluxo de forma muito agressiva sem saber o timing, pode se decepcionando, bom entender o fluxo econômico, o Diagrama do Cerrado também te ajuda com isso. Ou seja, se você entender bem o movimento do mercado, pode ser uma estratégia lucrativa. Ficou mais claro agora? Qualquer dúvida manda, porque não sei se baguncei mais sua cabeça hahahaha -
E aí, meu nobre! 😁 Primeiro de tudo, mandou bem por estar analisando além do básico. Esses pontos que você levantou (alavancagem e discrepância entre resultado e distribuição) são sim importantes pra entender a saúde do fundo, mas talvez não tenham tanto peso dependendo do que você busca. Sobre a Alavancagem: A alavancagem é um ponto que divide opiniões. Ela não é necessariamente ruim – pode até ser uma estratégia pra alavancar o crescimento do fundo e melhorar a rentabilidade no longo prazo. No caso do XPLG11, como é um fundo de logística, faz sentido que ele tenha dívidas pra financiar a aquisição de imóveis. O segredo aqui é entender se a alavancagem está controlada. Normalmente, um nível saudável é algo em torno de 30% a 40% do patrimônio líquido. Se passa disso, pode ser um sinal amarelo, porque o fundo pode ter dificuldade em pagar essas dívidas se a receita (aluguel) cair, especialmente em cenários de vacância alta. Dá uma olhada no prazo e nas condições dessas dívidas também. Se forem de longo prazo e com taxas controladas, é bem menos preocupante. Se o relatório gerencial ou as atas mencionarem planos claros pra reduzir a alavancagem ao longo do tempo, ponto positivo. Sobre a Discrepância nos Resultados: Isso é mais comum do que parece, e às vezes não é um problema real. A diferença entre o resultado obtido e o distribuído geralmente acontece por causa das regras contábeis. Os fundos imobiliários são obrigados a distribuir 95% do lucro caixa, mas o "resultado contábil" pode incluir itens não-caixa (como reavaliação de imóveis, ajustes de valor justo, etc.), que não impactam diretamente o dinheiro disponível pra distribuir. Se o fundo tá retendo um pouco do lucro caixa (abaixo dos 95%), pode ser pra fortalecer o caixa, abater dívidas ou até reinvestir. Isso não é ruim se o objetivo for sólido. Agora, se a retenção for recorrente e sem justificativa clara, aí é bom presta atenção, entendeu? Então, se a alavancagem ou a discrepância nos resultados começarem a prejudicar pontos como vacância, dividend yield ou até a qualidade dos imóveis no portfólio, aí sim vira uma preocupação maior. Mas, se esses parâmetros estão OK (como você disse), talvez o mercado esteja só mais receoso com a alavancagem ou algum ruído externo. Concluindo, se a alavancagem está controlad (30-40% do PL) e tem dívida de longo prazo bem estruturada, tá de boa. A discrepância nos resultados, se tem justificativa clara e o fundo continua performando bem, não é um problema. O XPLG11 é um fundo bem consolidado no segmento de logística, mas vale ficar de olho nesses detalhes se você pretende carregar ele a longo prazo. E, claro, nunca é demais comparar com outros fundos logísticos pra ver como ele tá se saindo no setor, eu tenho ele em carteira, inclusive. Se tá alinhado com a sua estratégia e objetivos, talvez ele ainda seja uma boa opção, sim!
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Sensação de frustração, de não se encaixar?!
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
Olha, primeiro de tudo, deixa eu te dizer: você tá mandando bem mais do que imagina! Ter R$50k investidos já é uma baita conquista, ainda mais considerando que você veio de uma família com poucos recursos e foi a primeira a fazer faculdade. É importante reconhecer isso, porque às vezes a gente se pega focando só no que ainda não conseguiu e esquece de valorizar as vitórias que já acumulou. Agora, falando do carro: entendo 100% o que você sente. Sim, carro é um passivo, mas ele também pode representar liberdade, conforto e até qualidade de vida – especialmente se andar a pé ou de Uber tá complicando a rotina. O segredo aqui é planejar direitinho: defina um orçamento realista, incluindo os custos de manutenção, seguro, IPVA e combustível, e veja se não compensa buscar um seminovo em bom estado. Se for financiar, tenta dar uma entrada maior pra reduzir as parcelas e os juros. Sobre a casa, é um sonho grande, mas não precisa parecer inalcançável. Primeiro, coloca no papel quanto seria necessário pra entrada, parcelas e custos extras. Enquanto isso, continue investindo e construindo sua reserva. Dependendo da sua situação, alugar pode ser mais vantajoso no curto prazo, especialmente se isso permitir juntar mais dinheiro ou investir melhor. A casa vai chegar, mas dá pra ir com calma, sem se apertar. Agora, sobre os gastos: o fato de você já ter identificado que tá gastando mais do que deveria é o primeiro passo pra mudar isso. Começa ajustando aos poucos. Foca nos seus objetivos – como o carro e a casa – e direciona parte do que economizar pra um fundo pros seus sonhos. Não precisa cortar tudo de uma vez, mas faça escolhas conscientes. Pergunta pra você mesma: "Isso aqui tá realmente agregando valor na minha vida ou é só um conforto momentâneo?" E quanto a se sentir nadando contra a maré, deixa eu te falar: essa fase de construção é assim mesmo. É um processo que exige consistência, e os resultados nem sempre aparecem rápido. Mas olha só: cada ajuste que você faz, cada real economizado ou investido, é um passo mais perto dos seus sonhos. É normal parecer que todo mundo tá avançando mais rápido (acho que todos nós já tivemos essa impressão, ainda mais na era das redes sociais que as outras vidas sempre parecem mais prósperas, felizes e melhores), mas a verdade é que cada um tem sua jornada e suas dificuldades – o que a gente vê dos outros é só a parte bonita, sabe? Pra 2025, que tal definir metas claras e possíveis? Algo como economizar um valor específico por mês pra entrada do carro, ajustar seus gastos em um certo percentual e continuar investindo com consistência. Não precisa mudar tudo de uma vez, mas tenha paciência e celebre cada passo no caminho. Comprar o carro e, mais pra frente, uma casa, vão ser resultados desse esforço que você já tá fazendo. Continue nessa pegada e, principalmente, acredita no seu potencial. Seus sonhos são possíveis, sim! E parabéns por andar até aqui, com certeza já percorreu um longo caminho! -
Falta pouco para 2025...
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Fabio Souza De Souza em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Quero ler em primeira mão hein, já avise que vou comprar antes de todo mundo hahahaha -
Imposto do pecado.
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de José Mateus Bianchini Junior em 📈 Renda Variável
Brasil sendo Brasil, né? Sempre inventando umas formas criativas (ou trágicas) de complicar a vida de quem trabalha e investe. Esse tal "imposto do pecado" parece mais um tapa na cara da economia do que uma solução. Taxar petróleo, minério e transporte é basicamente mirar nos setores que já são cruciais pra economia e dizer: "agora fica mais difícil". Sobre o impacto na bolsa, se isso realmente sair do papel, pode rolar um efeito em cascata: empresas de petróleo, mineração e transporte podem sofrer com margens apertadas, repassando custos e diminuindo lucros. Isso derruba o valor das ações e ainda pode respingar em outros setores ligados à logística e energia. Sem falar no aumento do custo de vida que vai na cola. Quanto às carteiras, o cenário pede cautela, mas sem desespero. Alguns pontos pra pensar: - Diversificação é a chave: se você tem muita exposição a setores afetados, talvez seja a hora de balancear. Ações de bancos e empresas exportadoras (que sofrem menos com políticas internas) podem ser uma boa. - FIIs de logística: dependendo de como esse imposto for implementado, pode complicar o setor, já que transporte é um dos alvos. Vale ficar atento. - Renda fixa: com toda essa incerteza, o mercado pode precificar um aumento no risco, o que pode gerar boas oportunidades em títulos como IPCA+ ou prefixados. - Olhar global: se a coisa desandar muito por aqui, investir em ativos internacionais pode ser um porto seguro. ETFs lá fora ou fundos de investimentos globais são opções pra quem quer se proteger. No mais, concordo contigo que algumas notícias são importantes demais pra ignorar. Não dá pra se guiar por elas no impulso, mas também não dá pra fingir que não existem. Fica de olho, respira fundo e lembra que o mercado é cíclico. E, para nós que somos brasileiros, lidar com o caos a incerteza já é parte da vida, infelizmente. -
Como avaliar títulos de prazo mais curto e rendimento maior?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de André Papoti De Oliveira em 💸 Renda Fixa
Sua percepção tá certa em relação ao que normalmente acontece: títulos de prazo maior geralmente têm uma taxa um pouco mais alta porque você tá assumindo o risco de deixar seu dinheiro preso por mais tempo. Mas essa inversão que você observou (taxas menores para prazos maiores) pode acontecer, e geralmente tem a ver com o cenário econômico e as expectativas do mercado. Quando as taxas de títulos longos são menores que as de curtos, é sinal de que o mercado espera queda na inflação ou nos juros no futuro. Isso também pode refletir incertezas sobre o longo prazo, como mudanças políticas ou econômicas. Pra escolher entre esses títulos com uma visão de longo prazo, vale considerar: Prazo x Objetivo: primeiro, pense no que você quer fazer com esse dinheiro. Se tem uma meta específica pra 2029, o Tesouro IPCA+ 2029 é mais adequado porque casa o vencimento com a sua necessidade. Agora, se é um investimento pro futuro distante, tipo aposentadoria, os títulos de 2035 ou 2045 podem fazer mais sentido. Rentabilidade Real: apesar das taxas mais baixas nos títulos de prazo maior, ainda assim você garante proteção contra a inflação (IPCA) mais um ganho real. Mesmo com a diferença de 7,80% pra 7,12%, no longo prazo, o impacto pode ser pequeno dependendo do seu objetivo. Liquidez: lembra que, se precisar vender antes, a marcação a mercado entra em jogo. Títulos mais longos sofrem mais com variações nas taxas de juros. Se a Selic subir, por exemplo, o preço deles pode cair mais que os de prazos menores. Então, se você não tem certeza de que vai segurar até o vencimento, melhor pegar um prazo mais curto. Diversificação: não precisa escolher só um título. Dá pra dividir o investimento entre prazos diferentes, equilibrando o risco e potencializando os ganhos (além de vincular os títulos dependendo dos seus objetivos de médio e longo prazo) No fim das contas, o melhor título vai depender do seu perfil, do tempo que você quer deixar o dinheiro aplicado e de como você lida com os riscos do mercado. -
Boa noite! Olha, já começou bem demais compartilhando sua história e dando o primeiro passo pra mudar sua mentalidade financeira. Esse momento de "acordei pra vida" é um divisor de águas, ainda mais depois de ler um livro como Pai Rico, Pai Pobre. Mandou muito bem! Sobre os sonhos, é incrível ter metas tão claras: morar na Suíça e garantir uma boa vida pros seus irmãos. Isso já te dá um baita norte pra organizar as finanças. Não se preocupe se ainda não sabe colocar preços ou estimativas nesses objetivos. Isso vem com o tempo e com o aprendizado – e você já começou a jornada, então está no caminho certo. Um bom próximo passo seria estudar sobre planejamento financeiro pessoal. Entender seu orçamento atual, seus gastos e como pode economizar ou investir parte do salário. Com R$6.200,00 por mês, dá pra montar uma reserva de emergência e começar a investir pensando nesses planos maiores, a ideia que é apresentada no curso da AUVP é que você consegue separar 25% do seu orçamento para investir - é uma meta, se ainda não conseguir você pode estudar como fazer melhor a gestão dos seus recursos e até se aprimorar para aumentar a renda. Ah, e quando for calcular o custo de morar fora, não esqueça de incluir coisas como visto, seguro-saúde, custo de vida na Suíça e uma reserva pra emergências internacionais. Continue firme nos estudos!
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Você cumpriu suas metas de 2024?
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Eddy Paulini em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Alcancei todas, só não alcancei tirar o CEA, mas acabei deixando para fazer a prova agora no início do ano.. o resto foi tudo no sangue, suor e lágrimas hahahaha Mto boa essa "estar aparecendo nos top respondedores", vou deixar como meta tbm hehehe -
Falta pouco para 2025...
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Fabio Souza De Souza em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Muito boa a ideia do e-book! -
Falta pouco para 2025...
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Fabio Souza De Souza em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Vou esperar esse vídeo do cavaquinho hein! -
O maior segredo do Raul.
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Dario Moreira Panciere em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
E eu que nunca comi essa maravilha? Que tristeza.... -
Marcação a mercado
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Wagner Fernandes Coura Junior em 💸 Renda Fixa
A marcação a mercado é sobre acompanhar o valor dos títulos, que varia conforme as taxas de juros. Se você quer aproveitar essas oscilações, o Tesouro Prefixado (LTN) e o Tesouro IPCA podem ser boas opções, dependendo do seu objetivo e do cenário econômico. O Tesouro Prefixado é bem direto: quando os juros caem, o preço do título sobe, porque o rendimento fixo dele fica mais atrativo. Isso abre uma chance de lucrar vendendo antes do vencimento. Mas, se os juros subirem, o valor do título cai, e aí, caso você precise vender, pode ter prejuízo. É uma boa escolha pra quem quer surfar nas variações do mercado, mas exige atenção ao que o BC tá fazendo com os juros. Já o Tesouro IPCA+ tem uma dinâmica parecida, mas com um diferencial: ele paga uma parte fixa (prefixada) e uma parte que acompanha a inflação (IPCA) - ou seja, seria um "híbrido". Isso significa que ele também sente os efeitos da marcação a mercado – o preço sobe se os juros caírem e cai se os juros subirem. A vantagem aqui é que ele protege o poder de compra a longo prazo, já que sempre vai te pagar a inflação mais uma taxa fixa. Se você quer apostar na marcação a mercado, o IPCA+ pode ser interessante, especialmente pra momentos de expectativa de queda nos juros e inflação controlada. Mas, assim como o Prefixado, ele é mais arriscado se você precisar resgatar antes do prazo. Agora, se você tá atrás de segurança e liquidez sem se preocupar tanto com essas oscilações, o Tesouro Selic é a escolha mais tranquila. Ele quase não sofre com a marcação a mercado e é mais indicado pra reserva de emergência ou quem quer realmente não sofrer com os altos e baixos rs. -
Vocês tem alguma assinatura curiosa??
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Nelson Bertuzzi Neto em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Coffee and Joy (dá uma procurada no site deles) hehehehe ve se gosta! -
Vocês tem alguma assinatura curiosa??
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Nelson Bertuzzi Neto em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Sabia que vc ia curtir tb... vê aí se gosta e me fale: Coffee and Joy (dá uma procurada no site deles). -
Qual a periodicidade para reavaliar seu ativos?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Jeff Goes em 📈 Renda Variável
E aí Jeff! O filtro do Diagrama do Cerrado, pelo que lembro das explicações do Raul, é mais pra selecionar ativos com fundamentos sólidos no momento da escolha, então a ideia não é ficar mexendo o tempo todo. Eu dou uma olhada nos ativos todo trimestre (sem mexer no diagrama), mais pra acompanhar como as empresas estão performando nos resultados. Mas passar pelo filtro de novo mesmo, tipo reavaliar tudo do zero, só faço uma vez por ano ou se alguma coisa bem fora do comum acontecer (tipo mudança pesada na gestão, setor muito afetado, etc.). Acho que o lance principal é não entrar no loop de overanalyze e ficar mudando estratégia o tempo todo, sabe? Se os fundamentos ainda fazem sentido e estão alinhados com o que você quer, tá tranquilo. Mas também é legal ouvir o que o pessoal daqui faz, sempre dá pra pegar uns insights. -
Essa comunidade realmente é "duca"
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Eddy Paulini em 🥇 Depoimentos
@Eddy Paulini Que bom que sua mãe já está em casa e fora de perigo, que bom também que aconteceu a tempo de passarem o Natal em casa. Imagino o susto e a correria que você passou nessa semana. Dá pra sentir daqui o alívio de poder passar o Natal juntos, com ela bem e tudo caminhando para o melhor. 🎄 E sobre a comunidade AUVP, você traduziu exatamente o que é fazer parte disso aqui. É muito mais do que aprender ou trocar conhecimento — é encontrar pessoas de verdade, que se preocupam, que oferecem ajuda de coração e criam laços que ultrapassam qualquer tela ou distância. Fico feliz de ver que, mesmo em meio a uma situação tão delicada, você sentiu o apoio dessa galera incrível. Que venha um ano novo ainda melhor, com mais histórias bonitas como essa pra compartilhar (mas menos sustos, por favor, né? 😅). Que seja um ano com mais saúde, prosperidade e troca de conhecimento! -
Jogo do Bicho
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Henrique Magalhães em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Jogo do bicho é o tigrinho retrô (mas era bem mais legal - mesmo não sendo "legal") kkkkkkkkkkk -
Vocês tem alguma assinatura curiosa??
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Nelson Bertuzzi Neto em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Eu tenho assinatura de café especial, cada mês vem 2 pacotes de grãos de safra diferentes (e tipos diferentes) e um brinde que tenha a ver com café. Eu gosto, mas sou bastante entusiasta de café, então para mim compensa... -
Imagina. Qq coisa só chamar!!!
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Bora trocar essa ideia então. Aqui tem tudo. Tem networking, parceria de trabalho… nem só de investimento vive l homem kkkk
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Olha só! Mas vamos conversar a respeito sim! Está muito bom este bate bola jurídico por aqui :) acho que dá jogo!
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Bora fazer uma sociedade hahahaha