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Tudo postado por Daniele Vilela
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Vi um tópico sobre vícios e meu amigo quer saber....
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
Concordo, o consumo livre de álcool também ilustra bem como substâncias legalizadas podem gerar problemas graves quando não há regulação adequada e educação sobre seus riscos. E sim, temos poucas restrições ao uso do alcool, que apesar de ser uma droga legal, seus efeitos são devastadores em muitas famílias, especialmente nas classes mais vulneráveis, que têm menos acesso a tratamentos ou informações sobre consumo responsável. Assim como o uso de maconha, o consumo descontrolado de álcool frequentemente é uma tentativa de fuga de problemas mais profundos, como pobreza, desemprego ou falta de perspectivas. Apesar de beber ocasionalmente, concordo que deveria existir uma maior conscientização a respeito disso. Minha questão com a maconha, no hoje, é o ciclo que mantém o tráfico e a violência. A maconha e outras substâncias percorrem uma rede criminosa que envolve contrabando, exploração de pessoas e corrupção, perpetuando um sistema que vitimiza tanto consumidores quanto comunidades inteiras. Então, sim, o problema não é a substância em si, mas que ilustra como a questão é muito mais profunda do que o ato de consumir. -
Vontade de realizar lucro
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Deyvid Pasa Maier em 📈 Renda Variável
Eu entendo perfeitamente esse sentimento, ainda mais com 40% de lucro em tão pouco tempo, é realmente tentador! No entanto, vale lembrar que decisões impulsivas podem atrapalhar sua estratégia no longo prazo, eu estou com bastante lucro nos ativos internacionais, mas estou escolhendo manter. O que está muito esticado, não estou aportando nesse momento. Se a venda parcial faz sentido dentro do seu plano, seja para realizar um lucro e reinvestir em outras oportunidades, seja para reduzir a exposição, pode até ser uma boa opção. Mas, antes de agir, avalie se está alinhado com seus objetivos e com a análise que fez da empresa. Essa abordagem de começar com aportes menores para entender o mercado é super válida. O importante é que você está aprendendo e ajustando o caminho conforme avança. Erros no início fazem parte, e o aprendizado que você ganha com eles é o que realmente importa. -
Acho que vício prejudicial eu não tenha nenhum kkkk mas esse da música eu adoro. Leitura é mto bom, mas como você disse, as vezes o tempo não permite que a gente se dedique mais.
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Opa, com certeza!
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Falando nisso, o Tesouro só pagando cada vez mais rs.... janeiro vai ser uma loucura! Obs: sua contribuição nunca é centavinhos, é sempre muitos reais hehehe
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Vi um tópico sobre vícios e meu amigo quer saber....
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
Concordo com sua visão. E acredito que debater sobre isso é muito importante sim. Quanto mais o ser humano for questionador e crítico, mais podemos evoluir como sociedade. Foi o que trouxe em meu comentário, o excesso é o grande vilão, independente da substância. Acho que o que pega mesmo é essa questão do autocontrole, que nem sempre é fácil, principalmente quando a gente usa algo como "fuga" e não consegue enxergar os limites (isso vale para bebida, cigarro, etc - com certeza tem um ponto a mais de atenção nas substâncias que alteram a consciência). E você tá certíssimo em trazer isso pro debate de forma tão honesta, porque é o tipo de discussão que ajuda todo mundo a refletir, seja quem usa, quem não usa, ou quem simplesmente tá tentando entender o tema sem preconceitos. O ponto do consumo consciente é bem válido. A questão não é demonizar ou romantizar, mas entender que qualquer coisa na vida – seja maconha, álcool, comida ou até trabalho – pode virar um problema se passar da medida. E o mais interessante é pensar no por quê a gente busca essas válvulas de escape (creio que por isso você citou a questão disso ser um ponto há séculos na sociedade). Essa reflexão vai além do uso de uma substância e toca em algo mais profundo, sobre como a sociedade se comporta e como cada um tenta lidar com isso. É um debate que precisa acontecer sem tabus e com mais compreensão, sem julgamentos, porque no fundo, todo mundo tá tentando equilibrar as contas internas de alguma forma, seja com ou sem substâncias rs. E que legal que você tem essa visão e tem consciência sobre o equilíbrio. -
Vi um tópico sobre vícios e meu amigo quer saber....
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
Legal demais o ponto que você trouxe. Concordo contigo, especialmente quando fala sobre equilíbrio entre direitos e deveres. É aquela velha história: todo mundo quer liberdade, mas às vezes esquece que liberdade vem com responsabilidade. E não dá pra ignorar que qualquer escolha individual pode, sim, ter impacto na coletividade. E uma coisa que muita gente esquece de considerar quando fala sobre países onde o consumo é legalizado, existem várias restrições bem definidas. Geralmente, o consumo é restrito a espaços privados ou locais específicos, longe de escolas, locais de trabalho, e áreas públicas, como acontece com o álcool e o cigarro em muitos casos. Se você parar para pensar, muitos países tem muito mais controle de restrição sobre o álcool do que temos no Brasil, por exemplo, na questão de beber na rua, beber em locais abertos, idade para consumo mínimo, etc. Essa questão da legalização é complexa demais porque mexe com saúde pública, economia, segurança, política... precisamos criar uma estrutura robusta de fiscalização, controle, cultivo, distribuição, tributos, etc... o que é bem complexo também. E disse bem, tem o problema do contrabando, descaminho, mercado paralelo, como hoje acontece com anabolizantes, remédios (e isso sem contar com o que você já citou). Então, teríamos a substância liberada para compra no mercado formal, mas teríamos um mercado paralelo (mais barato ou sem restrição de quantidade ou ambos ou com substâncias mais fortes) atuando concomitantemente. Concordo também com a ideia de que o fim é o dinheiro, não a substância. E regularizar não é um passe de mágica, como a galera às vezes romantiza. Como você disse, a Califórnia tá aí pra provar que nem tudo são flores. Quanto mais educação e conscientização, mais autonomia as pessoas vão ter nas escolhas delas. Mas isso exige que o Estado realmente invista em preparar a sociedade pra lidar com as consequências das suas liberdades. Só proibir e achar que resolveu não funciona, como já vimos há décadas. Acho que o caminho é mais liberdade, mas com um debate honesto e pé no chão sobre as responsabilidades que vêm junto. -
Apenas Apenas complementando,a priorização de investimentos atrelados ao IPCA, como o IPCA+6,5%, tem muito a ver com estratégia e diversificação, já que esses ativos protegem o poder de compra ao longo do tempo, pois a rentabilidade acompanha a inflação, garantindo um rendimento real (acima da inflação). Isso é ótimo pra objetivos de longo prazo. Por outro lado, o CDB pré-fixado que você mencionou, com 19,92%, pode estar entregando uma rentabilidade maior no cenário atual, mas ele não protege contra a inflação. Se a inflação subir muito nos próximos anos, a rentabilidade real (o que você realmente ganha descontando a inflação) pode ser menor. Já o IPCA+ mantém essa segurança contra variações inflacionárias. A ideia é diversificar: ter um equilíbrio entre ativos pré-fixados, pós-fixados e atrelados à inflação. Assim, você se protege em diferentes cenários econômicos. O IPCA+ é um "pilar" da carteira justamente por oferecer essa segurança no longo prazo, enquanto os pré-fixados podem ser usados estrategicamente pra aproveitar momentos de juros altos, como o que estamos vivendo. Então sim, a prioridade no IPCA+ tem um motivo estratégico além da diversificação, mas isso não significa que você não possa aproveitar oportunidades pré-fixadas se fizerem sentido no seu planejamento.
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Vi um tópico sobre vícios e meu amigo quer saber....
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
Exatamente como o Raul colocou aí em cima, o uso contínuo (e em excesso) pode prejudicar funções executivas do cérebro, como tomada de decisões, planejamento e julgamento. Talvez agora você sinta mais criatividade, euforia, libertação, mas vai de encontro com a "euforia" e "socialização" que quem bebe sente, mas por outro lado também tem o dano no sistema nervoso. No caso da maconha há um dano comprovado no sistema cognitivo a longo prazo. O uso contínuo também pode trazer problemas como ansiedade, piora da depressão, etc. Não confundindo com o uso do CBD que isola a substância que seria benéfica com acompanhamento médico. Então, assim como não acho saudável consumir qualquer substância como "muleta" para algum fim, seja para relaxar, acordar, dormir, se divertir, o que for, é uma questão também de consciência dos potenciais riscos. E estar atento ao impacto que o uso pode ter na saúde física e mental. -
Com certeza, já passei por isso também! E foi estudando muito sobre investimentos que me apaixonei tanto a ponto de me especializar na área rs. Às vezes parece que a gente fica mais tempo pesquisando, lendo e tentando entender tudo sobre investimento do que realmente colocando a mão na massa e investindo. Acho que faz parte do processo, principalmente no começo, quando a gente quer entender cada detalhe antes de se arriscar. Mas, com o tempo, a prática vai começando a andar junto com o estudo. A chave é equilibrar os dois, investir enquanto vai aprendendo. Eu resolvi atuar na área, mas se não é seu caso, utilize um tempo do seu dia que não te atrapalhe no trabalho para estudar e foque em se especializar para aumentar sua renda com o tempo. Sempre disse que o mais importante não é a rentabilidade, mas o volume dos aportes que fazemos ao longo do tempo. Boa sorte e bons estudos!
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Entendo bem suas preocupações, principalmente quando envolve o lado financeiro e questões de confiança no relacionamento. Em geral, sim, a maioria dos contratos de locação é feita de forma a proteger o proprietário do imóvel. Eles costumam ser mais favoráveis para o dono, justamente para garantir que o aluguel seja pago certinho. Mas isso não significa que todo contrato é excessivamente injusto para quem aluga. Se você sentir que está muito desigual, talvez valha a pena conversar com um advogado especializado em direito imobiliário para ver se tem como negociar algumas cláusulas. Sobre a sogra terminar o pagamento com a Porto Seguro e transferir o contrato de aluguel, sim, é possível transferir o contrato para a sogra, desde que o proprietário aceite e as duas partes concordem com isso. Se ela regularizar a situação com a Porto Seguro, talvez seja mais fácil. A melhor forma de proceder é conversar com o dono do imóvel para ver se ele topa essa mudança e fazer isso de forma legal. Sobre a outra questão, o fato de ser fiador não te dá direito de morar no imóvel, fiador é um papel diferente de locatário, ele é um garantir da dívida do aluguel, principalmente se você não está no contrato como residente. O fiador é responsável apenas pelas dívidas, mas não tem garantias de que pode morar no local. Se você quiser mudar isso, vai precisar pedir ao proprietário para te incluir no contrato como morador. E sobre pedir pra elas saírem, é mais complicado. Caso o contrato tenha sido feito dessa forma, você não pode simplesmente tomar essa decisão sozinho. Seria preciso entrar com uma ação de despejo, o que não é simples nem rápido. No final das contas, a confiança no relacionamento é super importante, mas também é fundamental que você se sinta seguro nas questões financeiras. Inclusive, conselho de advogado, topar essa situação pode te deixar tão incomodado emocionalmente que poderá impactar seu relacionamento com ambas (sogra e namorada). Se esse contrato tá te deixando desconfortável, talvez seja bom buscar uma consultoria jurídica pra ver quais são suas opções e decidir o que é melhor. Priorize sua paz e seu bem estar acima de tudo, será isto que fará você seguir e tomar as melhores decisões.
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Putz, que situação complicada! Essas promessas de fração imobiliária muitas vezes são só armadilhas bem montadas, cheias de discurso bonito e promessas impossíveis de cumprir. É muito frustrante pagar tanto dinheiro e, no final, se sentir enganado. Sobre o seu caso, a boa notícia é que muita gente já conseguiu reverter isso na justiça. Normalmente, o argumento central é que o contrato é abusivo ou que houve má-fé na venda, especialmente se te venderam o negócio com um monte de vantagens que nunca se concretizaram. Dependendo do caso, a justiça pode determinar que você receba de volta uma parte significativa do que pagou, descontando taxas administrativas proporcionais (mas nada desse valor ridículo que te ofereceram). Uma dica importante: documenta tudo! Se tiver qualquer material de venda, prints de mensagens, e-mails ou até gravações de como te apresentaram a ideia, isso pode ser essencial no processo. Vale mencionar que em casos como o seu, dependendo das circunstâncias, pode até haver espaço para alegar estelionato. Isso porque, se a empresa te vendeu o produto ou serviço com promessas irreais, omitindo informações importantes ou te induzindo ao erro de forma clara, isso pode ser enquadrado como crime de estelionato (art. 171 do Código Penal). O estelionato ocorre quando há enganosidade intencional para obter vantagem ilícita em prejuízo de outra pessoa. Por exemplo, se te prometeram resultado sabendo que isso dificilmente seria entregue, isso pode ser interpretado como uma tentativa de te enganar pra fechar o contrato. Já existem casos em que consumidores processaram empresas de fração imobiliária e a questão foi além da esfera cível, chegando à criminal. E fica tranquilo que a justiça tende a ser favorável nesses casos. É demorado, mas muitos já conseguiram um final feliz. Espero que você recupere uma boa parte desse prejuízo e sirva como aprendizado pra nunca mais cair nesse tipo de cilada. Boa sorte e qualquer coisa estamos por aqui!
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Vi um tópico sobre vícios e meu amigo quer saber....
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
É muito massa ver alguém falando de um tema que ainda é tão tabu de forma reflexiva e aberta, sem imposição. Realmente, o lance com a maconha vai muito além do estigma que colocaram nela ao longo dos anos. Você tocou em pontos muito importantes: a questão da regulamentação e como isso impacta a qualidade e segurança do que é consumido, de modo que isso acaba sendo central nesse debate. Eu não uso, eu sou "sensível" para diversas substâncias e também pratico muito esporte, o que conflita com ingerir qualquer tipo de fumaça rs. Por outro lado, concordo contigo, enquanto continuar ilegal, o mercado fica na mão de quem não tá nem aí pra redução de danos ou pra quem consome. O cultivo caseiro poderia ser uma solução. Dá controle, qualidade e até um cuidado com a planta que pode fazer a diferença para quem consome. Sobre as sensações, eu te entendo. É muito pessoal, e o que funciona pra uns pode ser completamente o oposto pra outros. Por exemplo, em relação a bebida, eu gosto de beber socialmente, conversando, apreciando o sabor, mas tenho amigos que não se sentem bem com o efeito da bebida ou, sequer, gostam do gosto do álcool. Inclusive, mesmo utilizando socialmente, sabemos que o álcool, ainda que socialmente aceito, tem um impacto pesado no corpo e na mente de algumas pessoas. O problema real com qualquer substância, seja maconha, álcool ou até mesmo café, está no excesso e na forma como a pessoa lida com o uso, não na substância em si. Lógico que algumas substâncias são mais danosas ao organismo do que outras, por exemplo, não existe dose segura no consumo de álcool também. Sobre a maconha não tenho conhecimento para afirmar. Tudo depende de intenção e consciência: quem usa de forma consciente, sabendo dos limites e sem prejudicar sua saúde ou rotina, tende a encontrar benefícios ou, no mínimo, evitar malefícios. Já o abuso geralmente reflete algo mais profundo, como questões emocionais, psicológicas ou até falta de informação. É por isso que o foco da discussão deveria estar em educar e acolher, ajudando as pessoas a entenderem suas motivações e a buscar equilíbrio, em vez de culpar automaticamente a substância. Afinal, o uso responsável depende muito mais de quem consome do que da substância em si. Já o que você falou sobre os povos antigos é real demais. Sempre rolou essa busca por formas de se conectar com algo maior ou simplesmente relaxar e desligar um pouco do caos. Acho que a conversa precisa ser mais sobre educação, autoconsciência e respeito pelas escolhas individuais do que sobre julgar. Outro ponto que vale muito trazer nesse papo é como o consumo de drogas, inclusive a maconha, se conecta diretamente com saúde pública e interesses governamentais. A gente sabe que o uso de substâncias é algo que sempre fez parte da sociedade, mas a forma como é tratado pode transformar isso em um problema ou numa oportunidade de gerar benefícios coletivos. Quando colocamos a substância no campo da proibição, todo o impacto cai nas costas da saúde pública: desde intoxicações por produtos de qualidade duvidosa até problemas sociais mais amplos, como violência e criminalização. Talvez com a regulamentação e controle, seria possível investir em educação sobre o uso responsável e em estratégias de redução de danos, como acontece em países onde o consumo é legalizado. Isso inclui tanto o uso recreativo quanto o medicinal, que já tem milhares de estudos mostrando resultados positivos pra várias condições de saúde. Agora pensa no outro lado: a grana dos impostos. Nos lugares onde a maconha foi legalizada, tipo Canadá, Uruguai ou alguns estados dos EUA, o governo lucra pesado com a tributação. Esse dinheiro pode (e deve) ser investido em áreas essenciais, como saúde, educação e segurança pública. Além disso, legalizar também gera empregos formais, incentiva o empreendedorismo e tira o controle das mãos do tráfico, o que reduz conflitos e violência. É literalmente transformar um problema em solução. O que pega, muitas vezes, é a resistência política e cultural, porque a mudança exige romper com décadas de preconceito e interesses que se beneficiam da proibição (e sabemos que é uma proibição até a segunda página, já que muita gente tem acesso e usa normalmente). A grande questão é que a legalização da maconha no Brasil enfrentaria vários desafios, e muitos deles estão relacionados à nossa estrutura social, econômica e política. Embora a legalização enfraqueça o tráfico em longo prazo, no curto prazo pode gerar conflitos. Traficantes que hoje controlam o mercado ilegal poderiam resistir à perda de território e renda, possivelmente intensificando atos de violência para preservar seu poder em outras áreas. Regulamentar significa criar um sistema robusto para cultivo, distribuição, venda e fiscalização, algo que o Brasil ainda não domina. Isso exige investimentos em agências reguladoras, controle de qualidade, licenciamento e até treinamento de pessoal, além de políticas claras para evitar o desvio de maconha do mercado legal para o ilegal. A legalização tem grande potencial de gerar benefícios sociais e econômicos, mas sem um planejamento detalhado e políticas bem executadas, os desafios poderiam se transformar em problemas sérios. Ou seja, precisa ser pensado, mas tem que ser muito bem estruturado para isto ter chances de trazer os reais benefícios. Valeu por abrir espaço pra esse papo! Acho que é importante falar sem medo e ouvir outras vivências. Afinal,é um tópico interessante de ser discutido e deve ser tratado com mais maturidade e pragmatismo. -
Preciso de um corretor ?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Tales Vinícius Ribeiro Mota em 💸 Renda Fixa
Com o capital inicial de R$100 mil e os aportes mensais de R$20 mil, você já está construindo uma base sólida, mas não precisa se apressar para procurar um consultor agora. Até você concluir o curso da AUVP, o ideal é manter o valor em algo conservador e líquido, como o Tesouro Selic ou um CDB com liquidez diária, porque isso garante segurança e flexibilidade. Essa estratégia é especialmente importante enquanto você aprimora seus conhecimentos e define com mais clareza os objetivos da sua carteira. Em geral, o atendimento de consultores especializados geralmente se torna mais interessante quando seu patrimônio chega a R$300 mil ou mais, já que eles podem te ajudar com uma alocação mais diversificada, como renda fixa avançada, renda variável e até estratégias de proteção patrimonial. Por enquanto, o foco em aprender e investir em ativos simples e seguros vai te deixar mais preparado para tomar decisões assertivas no futuro. Estude, termine o curso, tire suas dúvidas na comunidade, por enquanto deixe o dinheiro em Tesouro Selic (ou equivalente) e continue com os aportes mensais enquanto avança os estudos Assim, você ganha confiança e conhecimento para montar uma carteira mais estratégica no futuro. E, quando chegar aos R$300 mil, buscar um consultor de confiança pra te auxiliar (tem a auvp capital). Até lá, o foco é segurança, aprendizado e consistência! -
Equal Weight não faz sentido?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Eduardo Cardial Leite em 📈 Renda Variável
A ideia de balancear a carteira para manter o mesmo valor em todas as ações pode até funcionar bem pra quem quer reduzir o risco e evitar concentração, mas é um pouco mais "mecânica". Já o que o Diagrama do Cerrado propõe tem mais a ver com maximizar o potencial de crescimento dos ativos com base na análise qualitativa e nos fundamentos. Eu vejo que o lado contra a estratégia que usava é acabar reduzindo exposição a empresas que estão performando bem ou com mais potencial, só pra manter "tudo igual". Já a estratégia do curso visa uma abordagem mais "estratégica", porque você direciona mais capital para os ativos que têm mais potencial (baseado em fundamentos) e reduz em empresas que estão perdendo força. Isso casa bem com a filosofia buy and hold, porque o foco é na qualidade e no crescimento ao longo do tempo. Ou seja, se você tá olhando pro longo prazo e confia na análise dos fundamentos (e no método do curso) vale a pena seguir o buy and hold, que é o que sigo. Afinal, o objetivo é construir uma carteira que cresça com o tempo, não só "equilibrar" os valores. Agora, se você não está sentindo confiança ainda, talvez uma solução seja migrar aos poucos. Você pode adotar o método do Diagrama pra parte nova dos aportes pouco a pouco. Vejo que pensar a longo prazo, tende a te dar uma carteira sólida, diversificada e crescendo com o tempo. -
Quem viu o video do Raul hoje sobre FIIs ? ( vamos nos ajudar ? )
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Marcelo R em 📈 Renda Variável
Estou contigo, também tinha parado até porque atingiu minha meta na carteira, mas até devido o preço estar baixa e aproveitando para rebalancear, eu voltei a aportar um pouco em FIIs também. -
To com o @Antonio De Matos Teixeira Neto, ultimamente tem sido economia, mercado financeiro e etc. E leitura que sou completamente viciada. Tb sou fã de esporte (assistir e praticar). E música (faço tudo com música).
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Só Quinta Série na Sexta da Maldade
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Henrique Magalhães em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
kkkkkkkkkkkkkkkkkk esse deve ter sofrido muito bullying quando criança! -
Venda na Internet / Loja On Line
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Marco José Pereira em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Oie, se não me engano só pra quem assina os cursos, mas a plataforma deles de cursos tem mto curso legal, acho que vale a pena. -
Imagine, se precisar de mais alguma coisa só chamar. Faz todo sentido esse pensamento! Concentrar 10% do portfólio em um único ativo pode ser meio arriscado mesmo, então diversificar entre uns três é uma ótima ideia. O HGLG é uma escolha sólida, muito bem visto no segmento de logística. Agora é só escolher os outros dois que complementem bem o portfólio. Sobre se desfazer dos que você tem agora, acho que organizar tudo em ativos que você acredita ser mais viáveis vai trazer mais tranquilidade e clareza pra estratégia. No final das contas, o importante é manter um equilíbrio que faça sentido pra você e pro seu objetivo de longo prazo.
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Quantos % de provendos rendeu esse ano.
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Clis Uchoa em 📈 Renda Variável
Ahhh, 6,31% de dividendos já é um baita resultado, ainda mais num ano meio capenga como esse. O importante mesmo é que o total recebido foi maior que no ano passado, isso mostra que a bola de neve tá rodando, e no longo prazo, é isso que importa. Agora, uns 10% em dividendos seria um sonho, hein? E sobre o rendimento da carteira, nem esquenta... Esse ano foi osso pra quase todo mundo. O importante é continuar firme nos aportes, estudar e focar no longo prazo. Bora virar esse jogo nos próximos anos! 🚀 -
pré-fixados ou black friday de FII's
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Christian Matos em 💸 Renda Fixa
Olha, a escolha entre FII e Tesouro Pré depende muito dos seus objetivos e do que faz sentido pra sua estratégia. Se você pensa em construir renda passiva a longo prazo, os FII's podem ser uma ótima pedida, ainda mais nesse momento de queda. Abaixar o preço médio agora pode te render bons frutos no futuro, porque quando os juros começarem a cair (e uma hora isso vai acontecer), os FIIs tendem a se valorizar, e os rendimentos mensais continuam pingando na conta. É aquele famoso "comprar na baixa e segurar pra colher lá na frente". Agora, o Tesouro Pré-fixado também tá interessante. Os títulos tão pagando taxas boas, e você trava essa rentabilidade pra frente. É mais seguro e previsível, ideal se você quer proteger parte do patrimônio ou tem algum objetivo mais definido com o dinheiro, tipo algo pra 2026 ou 2028. Mas, eu seguiria o diagrama, daria as notas, faria as divisões em proporção e deixaria ele guiar minhas escolhas, pode ser que te direcione para ambos. Assim, aproveita a queda nos FII’s pra baixar o preço médio e pega uma fatia pro Tesouro Pré, pra diversificar e dar uma equilibrada no risco. Assim, você se expõe aos dois cenários: aproveita os rendimentos do FII e a segurança do Tesouro. No fim das contas, o mais importante é alinhar com o que te deixa mais confortável e com seu perfil de investidor, além de seguir o diagrama do cerrado. -
Só Quinta Série na Sexta da Maldade
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Henrique Magalhães em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
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Oi, anônimo! Primeiro, parabéns pela tua trajetória até aqui, sério. Dá pra ver o quanto você é determinado e batalhador. Olha, investir no seu negócio parece uma ideia muito alinhada com o que você quer pro futuro. Você já tá num mercado onde tem potencial de crescimento, especialmente com a alta demanda no verão/carnaval aí no RJ. Se o tráfego pago for bem direcionado e feito por alguém que entende do público que você atende, pode ser um baita retorno. E considerando que sua consulta avulsa tem um preço competitivo, é bem provável que o aumento de visibilidade traga mais pacientes. Sobre o investimento no gestor de tráfego e anúncios: pensa nisso como um capital que você tá reinvestindo no próprio negócio. É claro que tem risco (tráfego pago nem sempre é garantia de retorno imediato), mas pelo que você descreveu, sua demanda tem sazonalidade favorável nesse período, então faz sentido aproveitar o timing. Outro ponto é que você tá com as finanças sob controle, tem reserva pra emergências, um planejamento claro pro apto e uma mentalidade super organizada. Então, colocar uma parte do dinheiro nesse experimento pode ser uma forma de alavancar seus ganhos. Minha sugestão é: converse com o gestor de tráfego, deixa claro seu objetivo e expectativas, e tenha certeza de que ele tem experiência comprovada com profissionais da área de saúde. Além disso, monitore de perto os resultados pra ajustar a estratégia, se necessário. Isso te dá mais segurança de que o investimento tá sendo bem utilizado. E quanto às aulas da AUVP, continua no ritmo que tá indo, porque o conhecimento vai complementar muito na gestão do dinheiro que você tá ganhando e potencialmente multiplicando com o tráfego. Vai com tudo, confia na sua capacidade de fazer isso dar certo, e depois volta pra contar os resultados! 🚀
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Já recebi meu vinho da XP , cade a lembrancinha da AUVP ?
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Leandro Ferreira Leite em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Sim, triste por isso e por não estar com vocês 😮💨