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Filosofia bizarra sobre dinheiro
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Ricardo Marques Pereira em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Você tocou em um ponto profundo sobre a evolução do valor da moeda e a natureza do capitalismo. Realmente, as moedas, que começaram como objetos tangíveis de troca, evoluíram para representações abstratas de valor, como as criptomoedas, que se baseiam em algoritmos e códigos em vez de bens físicos. Esse processo reflete como as sociedades e economias se transformam ao longo do tempo. Hoje, o dinheiro digital e os conceitos de "whitepapers" demonstram como a confiança e o valor são moldados por tecnologia e pelas expectativas de uma rede global de participantes, mais do que por ativos físicos. Isso é especialmente evidente no mercado de criptomoedas, que desafia conceitos tradicionais de valor e financiamento, com ativos como o Bitcoin e Ethereum sendo avaliados em números digitais em vez de metálico ou físico. As pessoas se unem em comunidades em busca de maneiras de aumentar suas riquezas, muitas vezes com base em novas tecnologias e na busca por inovação, como nas criptos, ações ou outros ativos digitais. É fascinante pensar sobre como, nesse contexto, o valor "real" de um ativo tornou-se algo tão subjetivo e dependente do acordo coletivo sobre o que é valioso. Esse é um reflexo das mudanças econômicas e sociais, onde a abstração do valor, antes ancorada em bens tangíveis, agora se baseia em confiança, percepção e, em muitos casos, a especulação. -
Questão incompleta durante a prova do primeiro módulo.
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de João Lucas Dos Santos em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Analisando essa cadeia hereditária Quero me livrar dessa situação precária Analisando essa cadeia hereditária Quero me livrar dessa situação precária.... -
dúvida sobre taxas
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Carlos José De Lima Filho em 💸 Renda Fixa
Não se sinta mal por "errar" ao investir. O mercado de renda fixa, como os Tesouros Prefixados, varia com as expectativas da economia, especialmente as taxas de juros e inflação. As taxas de juros tendem a aumentar quando o Banco Central está tentando controlar a inflação, e diminuir quando há estímulos econômicos. Para tentar prever essas mudanças, você pode acompanhar o cenário econômico, como decisões do Copom (Comitê de Política Monetária), que define a taxa Selic, e as projeções de inflação. Além disso, analisar relatórios de economistas e as expectativas de mercado pode ajudar a identificar tendências. Em resumo, a melhor estratégia é investir de acordo com seus objetivos de longo prazo e não tentar "acertar o momento exato". -
Qual o melhor uso que você já fez de um limão que a vida te deu?
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de William Redig em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
História linda. Obrigada por ter compartilhado conosco 🤗 -
Qual o melhor uso que você já fez de um limão que a vida te deu?
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de William Redig em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Não sei se tinha plena consciência de como transformar o limão em limonada, mas um dos momentos mais marcantes da minha vida foi um acidente de carro que sofri aos 5 anos. Estava com meus pais, e, embora meu pai, o motorista, tenha saído com poucos arranhões, minha mãe sofreu fraturas graves no rosto, e eu, tragicamente, fraturei o fêmur em três partes e fiquei muito machucada. Passei meses imobilizada, da cintura para baixo engessada, e quase um ano inteiro de fisioterapia. Fui prejudicada em diversas áreas da vida: perdi a chance de brincar como outras crianças, atrasei o começo da escola, entrei um ano depois do que seria o normal. Essas perdas se tornaram as primeiras memórias fortes da minha vida: o momento em que fui retirada do carro, o medo de quase perder minha mãe e o impacto daquela experiência que quase tirou nossa vida. Esse episódio me moldou profundamente. A sensação de ter “perdido tempo” me acompanhou por muitos anos. Fiquei com um receio persistente de não estar acompanhando o ritmo da vida, de estar sempre um passo atrás. Mas, depois de muitas terapias e reflexão, percebi que a experiência de quase morte, o susto de quase perder tudo, me fez uma pessoa mais dedicada, mais focada. Hoje, entendo que preciso dar o meu melhor para os meus sonhos, não me perder em coisas que não têm sentido e investir meu tempo e energia em pessoas que realmente me fazem crescer. Aprendi a confiar no processo do tempo, reconhecendo que ele cura, evolui e traz os frutos da nossa perseverança. Eu me tornei resiliente, e, mais do que tudo, sou grata por cada passo dado, mesmo que o caminho tenha sido mais longo do que o esperado. -
Que alegria é essa com os FIIs hoje ?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Marcelo R em 📈 Renda Variável
Pensei o mesmo hahahahahaha -
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A raiva de aumentar o preço médio
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Regis Edgar Castilho Junior em 📈 Renda Variável
Ótimo raciocínio também...Se você confia na empresa e ela está alinhada com sua estratégia, aportar em momentos de valorização pode ser um sinal de consistência, não de contradição. -
Aliviada! hehehehe Acredito em 150K ao longo dos anos e por aí vai... Este foguete não tem ré (mas o do Musk tem...) hahahhaha
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Consórcio - dando o lance vale a pena?
Daniele Vilela respondeu para ~> em 📖 Confessionário (Anônimo)
Anônimo, dado o contexto, acho que o consórcio apresenta mais armadilhas do que vantagens, mesmo com a possibilidade de dar um lance. A principal questão é que, mesmo sendo contemplado rapidamente, você ainda pagará a taxa de administração sobre o valor total da carta de crédito, além do reajuste pelo INCC. Esses custos diluídos podem parecer baixos, mas, no longo prazo, corroem o benefício financeiro que o consórcio poderia trazer frente ao financiamento. Além disso, não há garantia absoluta de contemplação, e depender de sorte em um cenário de alto valor envolvido adiciona um risco desnecessário. Com uma renda mensal de R$75k, o aluguel parece uma opção mais prática e flexível. Sim, a ideia de "gastar" R$10k por mês pode ser incômoda, mas, no curto prazo, você mantém liquidez, evita dívidas e não compromete seu patrimônio com um imóvel que pode precisar vender rapidamente, caso decida sair do Brasil. Essa flexibilidade é fundamental, especialmente em um cenário de incerteza sobre permanência no país. Investir o valor que seria usado como entrada ou lance em aplicações mais rentáveis, enquanto aluga um imóvel de qualidade, pode gerar retorno suficiente para equilibrar ou até superar o "custo perdido" do aluguel. Pense com carinho, mas como já foi falado, é uma decisão individual e você sabe de sua realidade. -
Sou totalmente a favor dessa campanha! #VoltaSnoopy
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A raiva de aumentar o preço médio
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Regis Edgar Castilho Junior em 📈 Renda Variável
Quando uma ação como SAPR4 dispara por conta de rumores, como a possibilidade de privatização, é importante avaliar se a alta reflete uma mudança nos fundamentos ou apenas especulação. Se o movimento for baseado somente no "burburinho", existe o risco de a cotação recuar quando o mercado ajustar as expectativas. Nesse caso, pode ser mais prudente esperar antes de fazer novas compras, evitando aumentar o preço médio em um momento de alta instável. Por outro lado, se você acredita no potencial de longo prazo da empresa e ela está alinhada com sua estratégia de investimento, continuar aportando com regularidade pode ser uma boa escolha, independentemente das oscilações de curto prazo. Diversificar sua carteira e manter constância nos investimentos eu vejo como a melhor forma de diluir riscos e focar no objetivo maior, que é o crescimento consistente do patrimônio ao longo do tempo. 🤑 -
Façam amigos pela comunidade
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Aline Correa em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Bora marcar isso! Super topo! -
Investimento para reserva de emegencia.
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Regis Edgar Castilho Junior em 💸 Renda Fixa
A reserva de emergência é a base da saúde financeira, e a escolha de onde mantê-la deve equilibrar segurança, liquidez e rendimento, priorizando a facilidade de acesso aos recursos quando necessário. Conforme o pessoal já falou, ele não é tratado como investimento, mas para atender alguma necessidade emergencial, por isso a importância da liquidez e acesso rápido ao valor. Concordo na questão pontuada do Nubank de talvez não seja a melhor opção de se manter a reserva, em relação ao Santander, com CDB a 102% do CDI, oferecendo liquidez diária, atenderia a função da reserva. Eu optaria por deixar um mês (em média) dos custos fixos em espécie em algum lugar seguro. Uma parte você pode deixar em um bancão, como Santander com liquidez diária (eu deixo 2 meses de custos fixos) e o restante no Tesouro SELIC é a escolha mais segura para reservas de emergência. Ele tem liquidez diária (D+1) e está vinculado ao governo, oferecendo a garantia máxima do mercado. Em resumo: - Alocar uma parte no Tesouro SELIC, como o núcleo mais seguro da reserva. - Outra parte em um CDB de liquidez diária que renda acima de 100% do CDI (bancão) - Outra parte em espécie (para uma emergência mais "urgente" (imagine cai o sistema bancário - ex: houve um dia que o sistema PIX estava fora do ar na parte da manhã ou acontece algo que não te permita transferir ou sacar). E o Tesouro fica fora de final de semana. EU faço dessa forma, mas veja sua realidade. De todo modo, é bom ter diversas opções para resolver caso precise de acesso a sua reserva. -
Notas do diagrama do cerrado
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de João Victor Cunha em 📈 Renda Variável
Complementando o Eddy vou dar minha contribuição =) Renda Fixa: suas escolhas aqui são sólidas. O Tesouro SELIC e o Tesouro IPCA+ são de baixo risco e cumprem bem o papel de proteger o capital contra inflação ou volatilidade. O CDB AGIBANK com taxa de 13% a.a. parece atrativo, mas não esqueça de avaliar sempre o emissor (rating, solidez) antes de atribuir uma nota alta. Notas 10 para títulos públicos e 8 para o CDB fazem sentido pela segurança relativa. Crypto: A lógica de comparar dentro da mesma classe está correta. Bitcoin como "nota 10" reflete seu papel de ativo mais consolidado e seguro dentro de crypto. Ethereum com nota 5 pode parecer conservador, já que é amplamente usado e confiável, mas se reflete sua percepção pessoal de risco, está tudo bem. Já Solana com nota 1 parece alinhado à sua avaliação mais crítica, especialmente considerando sua maior volatilidade e desafios recentes. Ações Internacionais (ETFs): Sua alocação aqui foi diversificada, o que considero ótimo. O VT, como ETF global, faz sentido ter nota 10, já que é o mais abrangente e oferece exposição ampla ao mercado mundial, inclusive também tenho em carteira. IVV (S&P 500) e QQQ (tecnologia) têm notas bem ajustadas, considerando que o setor de tecnologia (QQQ) pode ser mais volátil, mas ainda promissor. Ações Nacionais: A seleção é bem interessante, BBAS3 e BBSE3 são sólidas, mas atreladas a bancos, o que exige atenção ao risco de concentração setorial. As notas 8 e 6 também me parecem adequadas. PNVL3 é uma empresa defensiva (varejo farmacêutico), e 8 reflete bem sua estabilidade. Eu apenas considero que CPFE3 com nota 4 parece baixa para uma empresa de energia elétrica, setor historicamente resiliente, mas pode ser resultado de sua percepção pessoal (e isso tudo bem). EIGIE3 (Engie) é um ativo forte no setor elétrico, justificando a nota 10. Sobre SAPR3/SAPR4, concordo com o Eddy, se você já iniciou os aportes em SAPR3, não faz muito sentido migrar para SAPR4 mas SAPR4 tem mais liquidez e costuma ser preferida pelos investidores (então, não sei se foi esse ponto que você levou em consideração). FIIs: Os fundos escolhidos têm estratégias distintas, mas as notas indicam uma percepção mais conservadora: HGRU11 e BTLG11 são FIIs estáveis, e notas 5 refletem bem uma neutralidade no cenário atual. XPML11 e MALL11 têm exposição a shoppings, um setor ainda desafiado após a pandemia. A nota 3 para MALL11 pode ser justificada, mas XPML11 talvez mereça um pouco mais, dependendo de sua visão do setor, como eu disse acima, são notas de acordo com a percepção individual, então tudo bem. No geral, sua carteira está bem planejada. Continue estudando e ajustando conforme seu perfil e objetivos evoluírem =) -
A raiva de aumentar o preço médio
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Regis Edgar Castilho Junior em 📈 Renda Variável
A sensação de "aumentar o preço médio" pode ser desconfortável mesmo, especialmente quando você já viu as ações que possui em preços significativamente mais baixos. No entanto, essa preocupação é mais emocional do que técnica e, na minha opinião, em uma estratégia de buy and hold. O objetivo é acumular participação em empresas sólidas, que possam entregar valor ao longo do tempo, independentemente do preço pago em momentos específicos. Quando você compra ações de uma empresa como ITSA4, BBSE ou SAPR4 a preços atuais, o que importa é a perspectiva de retorno futuro e não o preço médio que você carrega no seu portfólio. Lembre-se de que, no longo prazo, o crescimento dos lucros, a geração de dividendos e a valorização patrimonial tendem a compensar essas oscilações do preço médio. É como construir uma casa tijolo por tijolo. O custo de cada tijolo pode variar ao longo do tempo, mas o que importa é o valor da casa ao final da construção. No buy and hold, a constância nos aportes, focada em fundamentos e não em sentimentos de perda ou "arrependimento" por não ter comprado mais barato, é o que faz a diferença. Se as empresas que você deixou de investir continuam apresentando bons fundamentos e estão a preços atrativos para o futuro, o ideal é voltar a aportar nelas, mesmo que isso aumente o preço médio, mas o diagrama vai te ajudar a sempre equilibrar sua carteira da melhor forma. Lembre-se: o preço médio é apenas uma referência contábil, mas não reflete o potencial da empresa. Investir com constância e disciplina, mesmo em momentos de incerteza, é o que constrói um portfólio resiliente no longo prazo. -
DIREITO DE SUBSCRIÇÃO E GARE13
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Everton Alves Dos Santos em 📈 Renda Variável
Vou tentar esclarecer. Quando um fundo como o HGBS11 anuncia uma emissão, ele oferece aos cotistas atuais o direito de subscrever novas cotas, permitindo que mantenham sua participação proporcional no fundo. Porém, se você não quiser participar, não precisa fazer nada, basta ignorar o direito de subscrição. Funciona assim, surge o direito de subscrição, os cotistas têm prioridade para comprar as novas cotas pelo preço definido na oferta, geralmente com algum desconto em relação ao valor patrimonial ou de mercado. Esse direito é proporcional ao número de cotas que você já possui. Caso você não queira participar, mas também não queira "perder" esse direito, você pode vendê-lo no mercado secundário durante o período de negociação, recebendo algum valor por ele. Se você não se interessar em participar nem em negociar os direitos, eles simplesmente expiram após o prazo. Nesse caso, sua posição no fundo não muda, mas sua participação relativa pode diminuir se muitas novas cotas forem emitidas e adquiridas por outros investidores. Participar ou não depende da sua estratégia e da análise do preço da emissão em comparação ao mercado. Se você decidir não participar, está tudo certo, sua carteira segue como está. -
DIREITO DE SUBSCRIÇÃO E GARE13
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Everton Alves Dos Santos em 📈 Renda Variável
Everton, complementando nossos nobres colegas, parece que houve uma conversão de direitos de subscrição (GARE12) para um ativo transitório (GARE13), mas ele ainda não se transformou nas cotas definitivas do fundo (GARE11). Esse processo de transição é comum em subscrições. Normalmente, após o encerramento do período de subscrição, os direitos começam a ser convertidos em cotas definitivas, e o prazo para essa conversão pode variar dependendo do fundo e da corretora. É importante verificar o cronograma oficial divulgado pelo fundo ou consultar sua corretora para saber o prazo exato. Sobre o pagamento dos dividendos: como as cotas ainda estão como GARE13, que é uma etapa intermediária, é possível que o valor pago seja proporcional ao período em que os direitos foram "ativos" ou à sua posição transitória. O pagamento de R$0,0375 por cota, abaixo dos R$0,09 previstos para as cotas definitivas, pode ser um ajuste proporcional ou devido a regras específicas para esses ativos transitórios. Exatamente como o @Edison Pauliniexplicou. -
Retrospectiva Spotify e Youtube
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Ludmyla Cruz Da Silva em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Quero um goró e quero um panetone caseiro (to de olho hehehe) -
Subscrição Xpml11
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Paula Regina Melki Chaves em 📈 Renda Variável
Paula, subscrição de cotas como no caso do XPML11, ao preço de R$118,01, só faz sentido para o investidor se o valor oferecido for inferior ao preço negociado no mercado secundário. Afinal, a lógica da subscrição é permitir que os cotistas mantenham sua participação proporcional no fundo, aproveitando a oportunidade de adquirir novas cotas a melhores preços. No entanto, se no mercado secundário as cotas estão sendo negociadas a R$93,31, não há benefício financeiro em exercer o direito de subscrição. Pelo contrário, seria mais barato comprar as cotas diretamente no mercado. Essa discrepância geralmente ocorre porque o preço da subscrição é definido com antecedência e pode não refletir as condições atuais do mercado. Em geral, quem pode acabar utilizando o direito de subscrição nessas situações? Investidores que, por algum motivo, não acompanham de perto o mercado ou não estão atentos às condições atuais, ou aqueles que têm estratégias específicas e acreditam que o preço no mercado secundário pode ser temporariamente influenciado por volatilidade. -
CDB - Cálculo rentabilidade diária
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Daniel Souza Bezerra em 💸 Renda Fixa
Daniel, para calcular a taxa equivalente diária a partir do CDI, utilizamos a convenção de 252 dias úteis por ano, que é o padrão no mercado financeiro. Não se considera o número de dias úteis de cada mês, pois o CDI é anualizado com base nesse padrão de 252 dias úteis, independentemente da variação mensal no número de dias úteis. A fórmula básica para encontrar a taxa equivalente diária é: taxa diária = ( 1 + taxa anual) 1/252 - 1 e com CDI de 11,15% ao ano (0,1115), o cálculo é: taxa diária = (1 + 0,1115) 1/252 - 1 O resultado é uma aproximação da rentabilidade diária utilizada em ativos indexados ao CDI, como CDBs, LCIs e outros. E o IOF é aplicado sobre o rendimento nos primeiros 30 dias e segue uma tabela regressiva, sendo zerado no 31º dia. O IR segue a tabela regressiva de renda fixa, variando de 22,5% (para aplicações de até 180 dias) a 15% (para aplicações acima de 720 dias). Tipo, isso não interfere no cálculo da taxa diária, mas impactam diretamente a rentabilidade líquida da aplicação, especialmente no curto prazo. Por isso, para investimentos de curto prazo (menos de 30 dias), o impacto do IOF pode ser significativo, e o planejamento da duração da aplicação é essencial. @William Redig se eu estiver equivocada, me corrija =) Costumo usar essa fórmula para calcular taxa diária equivalante:=(1 + A1)^(1/252) - 1 -
Retrospectiva Spotify e Youtube
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Ludmyla Cruz Da Silva em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Eddy é meu confidente @Elisangela Xavier Almeida hahahahahaha -
Retrospectiva Spotify e Youtube
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Ludmyla Cruz Da Silva em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Adoro Nação Zumbi, ainda sou da época de Chico Science vivo (bons tempos) E tbm curto esse albuum do Sepultura ( curto o clipe da música tb heheeh) -
Controle emocional, o caminho para o Sucesso ?
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Joel Attilio Frcasso em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Amigo, com certeza, sua analogia com a tartaruga é muito verdadeira e carrega um ensinamento profundo. O movimento constante, mesmo que lento, é o que diferencia quem alcança seus objetivos daqueles que se perdem no meio do caminho. É sobre persistência, disciplina e o poder do hábito, mais do que sobre explosões de esforço que não se sustentam. Assim como uma construção sólida se faz tijolo por tijolo, o progresso pessoal e o aprendizado também são resultados de pequenos passos consistentes ao longo do tempo. E você está absolutamente certo sobre o controle emocional. Ele é a base para transformar momentos de aprendizado em algo verdadeiramente transformador. Estar presente, com a mente focada, ajuda não só a absorver melhor o conhecimento técnico, mas também a aplicar essas lições na prática. É esse equilíbrio entre o emocional e o técnico que nos faz crescer de forma sustentável. Como a tartaruga, seguimos sempre em frente, com propósito e consistência. 😊 -
Controle emocional, o caminho para o Sucesso ?
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Joel Attilio Frcasso em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Meu amigo, concordo plenamente com a sua visão. Nem sempre o mais inteligente ou o mais técnico é quem chega mais longe ou tem mais resultados. Conhecimento e estudo são, sim, importantes, inclusive eles são a base para qualquer progresso e ajudam a navegar no nicho escolhido. Mas o que realmente diferencia as pessoas, especialmente em situações difíceis, é o controle emocional. Ter controle emocional significa saber a hora de avançar e a hora de segurar, entender que derrotas temporárias fazem parte do processo e que os momentos difíceis, por mais intensos que pareçam, são passageiros. É enxergar as dificuldades como oportunidades de aprendizado e crescimento, confiando no processo, mesmo quando os resultados ainda não aparecem. No fundo, a vida não fica mais fácil; nós é que evoluímos. Essa evolução vem da capacidade de manter a calma, aprender com os erros e persistir, enquanto muitos desistem ou se perdem no meio do caminho. Uma boa dose de fé, seja ela em algo maior ou simplesmente no trabalho que está sendo feito, também faz diferença. Fé, muitas vezes, é o que mantém as pessoas firmes quando a lógica e as circunstâncias dizem o contrário. No fim, o equilíbrio entre o controle emocional e o conhecimento técnico é o ideal. Mas se eu tivesse que escolher, diria que o controle emocional é o que te leva mais longe, porque é ele que sustenta tudo o que você aprende, aplica e constrói ao longo da jornada. Ele é a base que te permite lidar com os altos e baixos e continuar seguindo em frente.