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Tudo postado por Daniele Vilela
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Valesca, os ETFs e os fundos multimercado são ambos tipos de fundos de investimento, mas com algumas diferenças bem importantes, especialmente na forma como funcionam e são administrados. Um ETF é como uma "carteira de ações" ou de outros ativos, mas que segue um índice já definido, como o Ibovespa (índice da bolsa brasileira), ou seja, ele replica esse índice. Isso significa que, quando você investe em um ETF, está comprando uma "parte" desse índice, o que dá a você uma forma de investir de maneira diversificada, com baixo custo e de forma simples. A principal vantagem é que o ETF é negociado na bolsa de valores, como se fosse uma ação, o que facilita a compra e venda a qualquer momento durante o pregão. Ele não é gerido ativamente, ou seja, não há um gestor tentando "escolher" as melhores ações ou ativos para investir. O ETF simplesmente replica o índice, e sua rentabilidade depende da performance desse índice. Ou seja, se o ETF replica o Ibovespa e ele cai, o ETF também vai cair, e o contrário da mesma forma. Por outro lado, um fundo multimercado é mais flexível e pode investir em vários tipos de ativos diferentes, como ações, títulos de renda fixa, moedas, imóveis, etc.. Ao investir em um fundo multimercado, você está deixando que um gestor profissional tome decisões sobre onde investir, com base nas condições do mercado e nas estratégias que ele acredita serem as melhores. Isso significa que o fundo pode mudar de direção a qualquer momento, buscando aproveitar oportunidades, mas, por outro lado, também tem um custo maior por conta da gestão ativa. Ou seja, o fundo multimercado tem mais liberdade para tomar decisões, mas isso pode resultar em mais riscos, assim como custos mais altos. Em resumo, a principal diferença entre eles é a gestão e a flexibilidade, ou seja, ETFs são fundos mais simples, que seguem um índice e têm custos mais baixos. São mais indicados para quem quer investir de forma diversificada e com menos complexidade. Ou seja, investidores que não entendem muito do mercado a opção de investir em ETF, ao meu ver, faz mais sentido. Já os fundos multimercado são fundos mais flexíveis e podem investir em diversos tipos de ativos, mas têm um custo de gestão mais alto e dependem de uma análise ativa do gestor para tentar gerar melhores retornos. E também uma análise mais complexa do investir para escolher um fundo e entender a estratégia escolhida pelo gestor.
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Riscos associados à instituição do fundo imobiliário
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Yann Teixeira em 📈 Renda Variável
Complementando as respostas dos colegas, eu vou na linha do @Flavio Prado, pois concentrar investimentos em fundos imobiliários associados a uma mesma empresa, como XPML, XPLG e XPIN, pode trazer riscos relacionados, principalmente, à gestão desses fundos. Em caso de falência ou problemas financeiros da XP, que atua como gestora ou administradora, o impacto direto na operação e na capacidade de geração de renda dos fundos seria limitado. Isso ocorre porque o patrimônio dos fundos imobiliários é segregado do patrimônio da administradora ou gestora, ou seja, os imóveis e contratos de locação pertencem aos cotistas e não à XP.. No entanto, a falência da gestora poderia gerar outros problemas. Primeiro, poderia ocorrer um impacto, vamos dizer, "psicológico" no mercado, levando a uma desvalorização das cotas, independentemente da qualidade dos ativos, já que investidores tendem a reagir negativamente a eventos como esse. Além disso, haveria a necessidade de substituir a gestora ou administradora, o que poderia gerar custos adicionais e períodos de incerteza até que uma nova empresa assumisse a gestão, isso já acontecem em outros fundos e houve uma queda significativa do valor de percepção das cotas. Outro ponto importante é que uma eventual má gestão antes de um colapso da XP poderia, sim, afetar a qualidade dos fundos, seja na seleção de ativos, na condução de renegociações de contratos ou na manutenção dos imóveis. Assim, embora a falência da XP não comprometa automaticamente os ativos dos fundos, ela poderia afetar sua performance operacional e gerar volatilidade nas cotas. Portanto, concentrar investimentos em fundos vinculados a uma mesma empresa aumenta o risco, especialmente em relação à governança. -
Recebi minhas cartinhas e um pouco da minha jornada como investidora
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Emilia Drivas em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Não é nem só o fila da fila, é o subterrâneo do fim da fila kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Meu Deus to aguardando um zoologico logo mais kkkkkkkkkkkkkkkk tbm vou liberar foto dos meus gatos hehehe -
COE da XP
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de José Anderson Alves Feitoza Santos em 📖 Confessionário (Anônimo)
O COE pode, à primeira vista, parecer uma boa oportunidade devido ao apelo de altas rentabilidades ou exposição a mercados internacionais. No entanto, é fundamental analisar os detalhes da lâmina com cuidado para entender os riscos envolvidos, eu vejo vários conforme abaixo: - Rating do emissor e risco de crédito: o emissor do COE tem um rating BB na Fitch, o que já indica um risco elevado de crédito. Isso significa que há uma probabilidade considerável de inadimplência, pois o emissor não está classificado como grau de investimento. Se o emissor tiver problemas financeiros, você pode não receber o valor investido, muito menos a rentabilidade prometida. - Ausência de garantia de recompra e liquidez: sem a garantia de recompra pela XP ou por outra instituição, você está essencialmente preso ao investimento por 9 anos. Além disso, o mercado secundário de COEs costuma ser pouco líquido, dificultando a venda antecipada caso você precise do dinheiro antes do vencimento. - Risco de perda total do capital: dependendo da estrutura do COE, pode haver cenários em que você perca todo o capital investido. Muitas vezes, a "rentabilidade atrativa" é vinculada a condições específicas (como o desempenho de um índice, ações ou commodities) que, se não forem atingidas, podem resultar em prejuízo. - rentabilidade aparentemente alta: a promessa de 17,52% ao ano pode parecer tentadora, mas é fundamental comparar com alternativas no mercado que ofereçam rentabilidade mais previsível e com menor risco (estamos em tempos de juros altos, existem diversas outras opções de rentabilidade alta, neste cenário, sem o mesmo tipo de risco). Um investimento com risco elevado precisa justificar uma relação risco/retorno adequada, e, neste caso, o retorno prometido não parece compensar os riscos identificados (rating BB, prazo longo e falta de garantias). Prazo muito longo: 9 anos é um período extenso para manter um investimento com tantas incertezas. Nesse intervalo, muitas variáveis podem mudar, tanto no mercado quanto na sua própria situação financeira. Ou seja, muito risco envolvido. Eu figiria de qualquer tipo de COE, é um investimento que pode fazer sentido para investidores muito experientes no mercado que, realmente, tem ideia do cenário do que estão investindo. -
Diego, embora o Tesouro Direto seja uma modalidade de renda fixa, os títulos pré-fixados, como o que você adquiriu a uma taxa de 13,98% ao ano, estão sujeitos a oscilações no preço de mercado. Isso ocorre porque esses títulos têm seus valores influenciados pelas variações das taxas de juros no mercado secundário. Quando você compra um título pré-fixado, está garantindo aquela taxa de 13,98% ao ano se mantiver o investimento até o vencimento. No entanto, caso precise resgatar o título antes disso, o preço será ajustado com base na taxa de juros vigente no mercado no momento do resgate. Se a taxa de juros subir após sua compra, como aconteceu, os novos títulos emitidos pelo Tesouro pagarão uma taxa maior, o que torna o seu título menos atrativo em comparação. Consequentemente, o preço do seu título cai, refletindo essa desvalorização. Essa variação negativa que você observou, cerca de R$ 17,00, é a marcação a mercado. Ela é um reflexo do preço do título no mercado secundário e não significa uma perda definitiva, a menos que você venda o título nesse momento. Se mantiver o título até o vencimento, você receberá exatamente o valor acordado, correspondente à rentabilidade de 13,98% ao ano, pois a taxa foi pré-acordada no momento da compra, está "travada" no vencimento nessa rentabilidade. Essas oscilações de curto prazo são normais em títulos pré-fixados, por isso não é bom deixar em títulos pré qualquer quantia que você pode precisar em curto prazo, o ideal é deixar contando que possa aguardar o vencimento, pois você só aproveitaria da marcação a mercado se os juros caíssem (nesse caso seu título se valorizaria). Por isso, é sempre importante alinhar esse tipo de investimento com seu horizonte de tempo e sua necessidade de liquidez.
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A margem líquida no setor de varejo dificilmente é positiva devido a vários fatores estruturais que impactam diretamente a lucratividade. O varejo, de forma geral, opera com margens brutas relativamente baixas, já que a competição no setor é acirrada, obrigando as empresas a manterem preços competitivos para atrair e fidelizar clientes. Isso reduz a capacidade de repassar custos ao consumidor final. Além disso, os custos operacionais no varejo são elevados, por exemplo, aluguéis de pontos comerciais, despesas com logística e transporte, folha de pagamento, marketing e tecnologia (especialmente com o crescimento do ecommerce). Esses custos fixos e variáveis são difíceis de reduzir sem comprometer a qualidade do serviço ou a experiência do cliente. Outro fator é o impacto da carga tributária que é alta no nosso país. Impostos sobre mercadorias e serviços pesam bastante no setor varejista, afetando diretamente a lucratividade. Além da alta dependência de capital de giro que também é uma característica do setor. Empresas de varejo precisam manter estoques para atender à demanda e, muitas vezes, oferecem condições de pagamento facilitadas aos clientes, enquanto arcam com prazos curtos para pagamento a fornecedores. Isso pode gerar uma pressão adicional sobre o fluxo de caixa, especialmente em momentos de alta inflação ou juros elevados, aumentando as despesas financeiras. Em geral, empresas que conseguem reverter essa tendência geralmente têm modelos operacionais extremamente eficientes ou operam em nichos de maior valor agregado.
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Suzano ou Klabin?
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Thomaz De Camargo Da Dalt em 📈 Renda Variável
Vou dar minha contribuição. Eu tenho Klabin em carteira, mas é uma escolha de acordo com sua estratégia. A Klabin é uma empresa com características bastante distintas em relação à Suzano, especialmente quando analisamos a questão da diversificação de portfólio e a dependência do câmbio. A Klabin possui um modelo de negócios integrado e diversificado, ela atua tanto no segmento de papel e celulose quanto na produção de embalagens, incluindo caixas de papelão ondulado e sacos industriais. Eu vejo que essa diversificação permite que a empresa atenda a diferentes mercados e setores, como o de alimentos, bebidas, ecommerce e agronegócio, reduzindo sua exposição a oscilações específicas de demanda. Além disso, a Klabin também é uma importante produtora de celulose fluff (usada em fraldas e absorventes) e celulose longa, também atendendo mercados globais. Essa variedade de produtos ajuda a suavizar o impacto das flutuações cambiais ( o que vejo como uma questão importante quando se trata de commoditie), já que a empresa tem uma parte significativa de sua receita oriunda do mercado interno, em reais. A Suzano, por outro lado, é mais exposta ao mercado de celulose, especialmente a celulose de fibra curta, cujo preço é cotado em dólar e altamente influenciado pelas condições globais de oferta e demanda. Isso a torna mais vulnerável a variações do câmbio e do preço da commoditie. Por outro lado, esse mesmo fator pode representar uma oportunidade em momentos de desvalorização do real, já que amplifica a receita em moeda local (seria algo a se pensar em um momento como este que a alta do dólar influencia a exposição da carteira). Ou seja, se o objetivo é buscar uma empresa com maior resiliência às oscilações do câmbio e dos preços globais de celulose, a Klabin pode ser uma escolha mais estratégica. Por outro lado, a Suzano pode ser atrativa para quem busca maior exposição ao mercado externo e está disposto a lidar com a volatilidade de preços e câmbio, especialmente considerando o fim do ciclo de investimentos que pode liberar caixa para dividendos futuros. No seu lugar, eu ponderaria o horizonte de investimento: se a ideia é de longo prazo, a Klabin oferece um modelo de negócio mais resiliente e diversificado, enquanto a Suzano pode oferecer ganhos significativos em um ciclo positivo da celulose e do câmbio. Vale considerar também que o "caro ou barato" depende do potencial futuro de geração de caixa, então talvez aprofundar a análise de valuation seja uma boa ideia antes de tomar uma decisão. -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
ebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...libera as histórias pra gente! kkkkk -
Opiniões impopulares👀
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Bruno Godoy Dias em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Concordo total com sua opinião e penso da mesma forma... -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Adorei o nome e a história kkkkkkkkkkkkk o filho do galo fugitivo de macumba kkkkkkkk Mto lindão, dá pra ver que reina pleno nesse galinheiro! -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Ai meu Deus que lindona! A carinha... dá vontade de agarrar essa peluda! A gente gasta e gasta feliz pra ver eles levando a vida de rei (e rainha) que merecem <3 -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
São lindos!!! Da vontade de ter de todas as cores 🥰 -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
O que não gosta muito é o persa? Eu tenho uma, as vezes rola um mal humor dela por aqui tb hahahha -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Hahahahaha que fofos! E eles vivem de boa um com o outro? Tenho gatos e cachorros, eles vivem bem, mas as vezes rola um estresse no reino animal hahahhaa -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Tenho três gatinhos tbm, estou doida pra levar um deles pra passear. Acho que ele super curtiria! Os seus são lindos!!! -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Hahahaha amei o nome. A carinha dele! E como curte a vida esse Geraldo hein 😍😍😍 -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Que coisa mais linda!!!! ❤️❤️🍆 -
Conquista profissional ❤️
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Ludmyla Cruz Da Silva em 🥇 Depoimentos
Parabéns, lindona! Que seja o primeiro de muitos que virão em sua trajetória. É muito bom mesmo ser reconhecida! -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Eu amo cachorrinho também. Eles são minha alegria aqui em casa! Você pode pensar na possibilidade de deixar em uma creche uns dois, três dias por semana enquanto está no trabalho. É um custo, mas é uma opção tbm. Mas entendo quando fala de deixar sozinho, dá peninha mesmo. -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Ahhhh que fofinho, pequenininhos… a mamãe é sua tbm? -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Se for de estimação pode tbm hahahahaha -
Qual é o seu bichinho de estimação? Ou vc é do time das plantas)
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Daniele Vilela em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Eu queria reagir com “que fofo”, mas não tem esse botão. Buaaaa! que linda!!!! Ela parece o Pudim, parece um Jack Russel. Que coisa mais fofinha. Ela era muito linda. Sou suspeita que amo todos os bichos, sou quase a branca de neve hahahaha eu tenho mais três gatos ainda kkkk ja tive tartaruga, porco da índia… -
Retrospectiva Spotify e Youtube
Daniele Vilela respondeu o(a) tópico de Ludmyla Cruz Da Silva em 🍺 Baguncinha (Tema livre)
Eu coloco playlist para academia e começa tocar uns eletrônicos de balada, depois vem Madonna, depois toca Beyounce, depois Bruno Mars, aí começa rolar uns trap (e eu até curto pop, mas as músicas jovens atuais são zero minha praia kkkkk). agora tô colocando “rock para treinar” e aí ele acertou melhor o gosto… gosto de rap americano tbm pra treinar com raiva kkkk -
Cálculo da renda tributável para investir em previdência PGBL
Daniele Vilela respondeu o(a) pergunta de Ariel Evaldt Schmitt em 💸 Renda Fixa
Muito bem observado e complementado!