Anônimo Postado 21 de Maio Postado 21 de Maio Assistindo ao vídeo de hoje (20/05) em que o Raul deu uma aula sobre os 5 erros dos empresários, quase consegui gabaritar kkk. Sou do ramo de Restaurantes, especificamente comida caseira, comecei da forma citada pelo Raul, iniciamos em 2011 com pouquíssimo dinheiro e com a necessidade de dar certo ( sem conhecimento algum de gestão no padrão tentativa e erro ). Aos trancos e barrancos chegamos aos dias de hoje, passamos por algumas crises ( inflação descontrolada), pandemia ( meses com com portas fechadas), recentemente falta de interesse da mão de obra especializada ( devido aos efeitos dos benefícios do governo) e atualmente problemas com a alta de insumos e dificuldade de repassar aos clientes. Hoje temos um bom faturamento, uma boa taxa de fidelização de cliente, um delivery com bastante demanda, porém, a sensação de estar em dificuldades eterna. Tenho dúvidas se estamos oferendo mt além do que a margem do nosso nicho permite. ( falha na precificação) Procurei relatos na comunidade falando sobre esse segmento mas não encontrei.
Caleb Carneiro Postado 21 de Maio Postado 21 de Maio Fala anônimo, beleza? 7 minutes ago, Convidado Anônimo disse: Hoje temos um bom faturamento, uma boa taxa de fidelização de cliente, um delivery com bastante demanda, porém, a sensação de estar em dificuldades eterna. Cara, eu acho bem desafiador esse segmento. Parabéns pela empreitada! 7 minutes ago, Convidado Anônimo disse: Tenho dúvidas se estamos oferendo mt além do que a margem do nosso nicho permite. ( falha na precificação) Se você não controla suas perdas, não sabe quanto foi a inflação de cada insumo, não calcula CMV por ficha técnica, vai dar nisso. Precificação é um rolê importan-TÍSSIMO. Qual sistema ERP você tá usando hoje?
Thiago Souza#6777 Postado Sexta-feira às 01:20 Postado Sexta-feira às 01:20 22 horas atrás, Convidado Anônimo disse: Assistindo ao vídeo de hoje (20/05) em que o Raul deu uma aula sobre os 5 erros dos empresários, quase consegui gabaritar kkk. Sou do ramo de Restaurantes, especificamente comida caseira, comecei da forma citada pelo Raul, iniciamos em 2011 com pouquíssimo dinheiro e com a necessidade de dar certo ( sem conhecimento algum de gestão no padrão tentativa e erro ). Aos trancos e barrancos chegamos aos dias de hoje, passamos por algumas crises ( inflação descontrolada), pandemia ( meses com com portas fechadas), recentemente falta de interesse da mão de obra especializada ( devido aos efeitos dos benefícios do governo) e atualmente problemas com a alta de insumos e dificuldade de repassar aos clientes. Hoje temos um bom faturamento, uma boa taxa de fidelização de cliente, um delivery com bastante demanda, porém, a sensação de estar em dificuldades eterna. Tenho dúvidas se estamos oferendo mt além do que a margem do nosso nicho permite. ( falha na precificação) Procurei relatos na comunidade falando sobre esse segmento mas não encontrei. Olá tudo bem? Sigo hoje no mesmo ramo de delivery, atualmente tenho somente uma açaíteria em casa mesmo, mas que me da um bom retorno, hoje sou eu e minha mãe que estamos no controle, e mais ninguém. Achei muito interessante pois você é alguém com muito mais experiência do que eu na área, pois tenho apenas 18 anos. Queria saber como foi a tua forma de escalar, teu restaurante está nas plataformas de delivery e cardápio digital? Atualmente uso a logística das plataformas pretendendo contratar meus próprios entregadores, você tem ou já teve experiência com isso? Se sim, pode me ajudar a como começar com esse projeto?
Eddy Paulini Postado Sexta-feira às 17:02 Postado Sexta-feira às 17:02 On 20/05/2026 at 23:51, Convidado Anônimo disse: Assistindo ao vídeo de hoje (20/05) em que o Raul deu uma aula sobre os 5 erros dos empresários, quase consegui gabaritar kkk. Sou do ramo de Restaurantes, especificamente comida caseira, comecei da forma citada pelo Raul, iniciamos em 2011 com pouquíssimo dinheiro e com a necessidade de dar certo ( sem conhecimento algum de gestão no padrão tentativa e erro ). Aos trancos e barrancos chegamos aos dias de hoje, passamos por algumas crises ( inflação descontrolada), pandemia ( meses com com portas fechadas), recentemente falta de interesse da mão de obra especializada ( devido aos efeitos dos benefícios do governo) e atualmente problemas com a alta de insumos e dificuldade de repassar aos clientes. Hoje temos um bom faturamento, uma boa taxa de fidelização de cliente, um delivery com bastante demanda, porém, a sensação de estar em dificuldades eterna. Tenho dúvidas se estamos oferendo mt além do que a margem do nosso nicho permite. ( falha na precificação) Procurei relatos na comunidade falando sobre esse segmento mas não encontrei. E aí, Anônimo! Tudo bom? Vamos lá, entanto contribuir um pouco aqui que eu também faço parte da área, hoje com um pequeno negócio de doces sob encomenda. Acho que você já teve já um bom norte com o vídeo do Raul (aquele vídeo realmente está muito bom haha) e acredito que nessa altura você já deva estar com tudo mais alinhado com relação a gastos, separar PF da PJ, etc. Mas onde exatamente você está sentindo dificuldades? É na precificação mesmo? Como anda o cardápio de vocês? Muito extenso? Mais enxuto? Conseguem fazer reaproveitamento de ingredientes? Fichas técnicas em dia e sendo seguidas? Controle de perdas? Falando um pouco de precificação, não sei que região você é, mas aqui onde estou no interior de São Paulo, a questão de preços está meio complexa mesmo. Eu dou o exemplo do chocolate que atualmente está beirando uns R$100 o kg ;/ O repasse disso é complicado. As margens diminuem um pouco e por aqui, parece piada talvez, mas tem certos bairros e uma cidade vizinha que parece que é cultural reclamar de preço, principalmente que faz coisas por conta, seja doces, marmitas, etc. Gostam de reclamar de preço, mas na hora de comprar vinho caro e queijo francês no mercado ninguém reclama 😅 Não sei se já fizeram, mas uma consultoria voltada no ramo pode ajudar. Pagar um consultor para um dia mesmo de consultoria e ajudar a entender custos, cardápio, otimizar isso, pode ser uma saída bem viável. Espero que ajude! 2
Kevin CP Postado Sexta-feira às 17:14 Postado Sexta-feira às 17:14 On 20/05/2026 at 23:51, Convidado Anônimo disse: Assistindo ao vídeo de hoje (20/05) em que o Raul deu uma aula sobre os 5 erros dos empresários, quase consegui gabaritar kkk. Sou do ramo de Restaurantes, especificamente comida caseira, comecei da forma citada pelo Raul, iniciamos em 2011 com pouquíssimo dinheiro e com a necessidade de dar certo ( sem conhecimento algum de gestão no padrão tentativa e erro ). Aos trancos e barrancos chegamos aos dias de hoje, passamos por algumas crises ( inflação descontrolada), pandemia ( meses com com portas fechadas), recentemente falta de interesse da mão de obra especializada ( devido aos efeitos dos benefícios do governo) e atualmente problemas com a alta de insumos e dificuldade de repassar aos clientes. Hoje temos um bom faturamento, uma boa taxa de fidelização de cliente, um delivery com bastante demanda, porém, a sensação de estar em dificuldades eterna. Tenho dúvidas se estamos oferendo mt além do que a margem do nosso nicho permite. ( falha na precificação) Procurei relatos na comunidade falando sobre esse segmento mas não encontrei. Talvez tenha algum insight. Espero que ajude. 1
Time AUVP Capital Debora Sanders Postado Segunda-feira às 19:44 Time AUVP Capital Postado Segunda-feira às 19:44 On 20/05/2026 at 23:51, Convidado Anônimo disse: Assistindo ao vídeo de hoje (20/05) em que o Raul deu uma aula sobre os 5 erros dos empresários, quase consegui gabaritar kkk. Sou do ramo de Restaurantes, especificamente comida caseira, comecei da forma citada pelo Raul, iniciamos em 2011 com pouquíssimo dinheiro e com a necessidade de dar certo ( sem conhecimento algum de gestão no padrão tentativa e erro ). Aos trancos e barrancos chegamos aos dias de hoje, passamos por algumas crises ( inflação descontrolada), pandemia ( meses com com portas fechadas), recentemente falta de interesse da mão de obra especializada ( devido aos efeitos dos benefícios do governo) e atualmente problemas com a alta de insumos e dificuldade de repassar aos clientes. Hoje temos um bom faturamento, uma boa taxa de fidelização de cliente, um delivery com bastante demanda, porém, a sensação de estar em dificuldades eterna. Tenho dúvidas se estamos oferendo mt além do que a margem do nosso nicho permite. ( falha na precificação) Procurei relatos na comunidade falando sobre esse segmento mas não encontrei. Que relato bom de ler. Eu já tive negócios de alimentação e tem que ter muita estratégia! Você trouxe um ponto que provavelmente conversa com muita gente aqui, principalmente quem empreende em negócios de margem apertada, operação pesada e muita variação de custo. Restaurante é um daqueles negócios em que faturamento sozinho pode enganar bastante, porque a casa pode estar cheia, o delivery pode estar rodando, o cliente pode estar voltando, e ainda assim a sensação ser de aperto constante. Muitas vezes o problema não está na demanda, mas no quanto cada venda realmente deixa no caixa depois de insumo, equipe, desperdício, embalagem, taxa de aplicativo, energia, aluguel e tempo de operação. Sobre oferecer além do que a margem permite, acho que essa é uma pergunta muito importante. Às vezes, na tentativa de fidelizar, o negócio vai colocando mais benefício, mais volume, mais entrega, mais “agrado” e sem perceber começa a educar o cliente a pagar pouco por muito. Aí o cliente ama, mas a conta não fecha com a mesma intensidade. Talvez um bom caminho seja olhar para três coisas com bastante frieza. O que mais vende, o que mais dá margem e o que mais dá trabalho. E ser estratégico com o que você vai fazer com esses dados. Eu odiava tirar produto que eu achava delicioso do meu cardápio... mas é a vida. O caixa é rei, se não me dá retorno não tem espaço no meu menu. Nem sempre o item campeão de venda é o item que sustenta o negócio. E nem sempre aquilo que o cliente mais elogia é o que mais vale a pena manter do jeito que está. Se vocês já têm bom faturamento, fidelização e demanda, parece que existe valor percebido. Agora talvez a provocação seja menos sobre vender mais e mais sobre entender onde o lucro está escapando. Precificação em restaurante não é só “quanto o mercado aceita pagar”. É ficha técnica bem feita, margem por produto, CMV, controle de desperdício, aproveitamento de insumos documentado na ponta do lápis, revisão de cardápio, análise do delivery separado do salão e coragem de ajustar o que ficou barato demais para a operação que vocês construíram. E parabéns pela trajetória. Passar por 2011, pandemia, inflação, mão de obra e alta de insumos mantendo o negócio vivo, com cliente fiel e demanda, já diz muita coisa sobre a força da operação de vocês. É coisa de ajustar os ponteiros para não ter que pagar pra trabalhar. 1
Time AUVP (Admin) Raul sena Postado Segunda-feira às 19:48 Time AUVP (Admin) Postado Segunda-feira às 19:48 On 20/05/2026 at 23:51, Convidado Anônimo disse: Assistindo ao vídeo de hoje (20/05) em que o Raul deu uma aula sobre os 5 erros dos empresários, quase consegui gabaritar kkk. Sou do ramo de Restaurantes, especificamente comida caseira, comecei da forma citada pelo Raul, iniciamos em 2011 com pouquíssimo dinheiro e com a necessidade de dar certo ( sem conhecimento algum de gestão no padrão tentativa e erro ). Aos trancos e barrancos chegamos aos dias de hoje, passamos por algumas crises ( inflação descontrolada), pandemia ( meses com com portas fechadas), recentemente falta de interesse da mão de obra especializada ( devido aos efeitos dos benefícios do governo) e atualmente problemas com a alta de insumos e dificuldade de repassar aos clientes. Hoje temos um bom faturamento, uma boa taxa de fidelização de cliente, um delivery com bastante demanda, porém, a sensação de estar em dificuldades eterna. Tenho dúvidas se estamos oferendo mt além do que a margem do nosso nicho permite. ( falha na precificação) Procurei relatos na comunidade falando sobre esse segmento mas não encontrei. No self-service, controlar a praça resolve 99% dos problemas. Deixar carne por último, uma oferta generosa e bonita de alimentos mais baratos no antes. Esse cara ajuda a melhorar. Pela internet você tem o ifood consumindo parte da margem, colocar seu cartão na entrega oferecendo desconto no segundo pedido ajuda muito. Aquele sisteminha de pediu 3 vezes ganha 1, que acaba sendo a taxa do ifood. E tenta aumentar o valor mesmo! Pode rolar! 1
ERIK PUPE Postado 3 horas atrás Postado 3 horas atrás On 22/05/2026 at 14:02, Eddy Paulini disse: E aí, Anônimo! Tudo bom? Vamos lá, entanto contribuir um pouco aqui que eu também faço parte da área, hoje com um pequeno negócio de doces sob encomenda. Acho que você já teve já um bom norte com o vídeo do Raul (aquele vídeo realmente está muito bom haha) e acredito que nessa altura você já deva estar com tudo mais alinhado com relação a gastos, separar PF da PJ, etc. Mas onde exatamente você está sentindo dificuldades? É na precificação mesmo? Como anda o cardápio de vocês? Muito extenso? Mais enxuto? Conseguem fazer reaproveitamento de ingredientes? Fichas técnicas em dia e sendo seguidas? Controle de perdas? Falando um pouco de precificação, não sei que região você é, mas aqui onde estou no interior de São Paulo, a questão de preços está meio complexa mesmo. Eu dou o exemplo do chocolate que atualmente está beirando uns R$100 o kg ;/ O repasse disso é complicado. As margens diminuem um pouco e por aqui, parece piada talvez, mas tem certos bairros e uma cidade vizinha que parece que é cultural reclamar de preço, principalmente que faz coisas por conta, seja doces, marmitas, etc. Gostam de reclamar de preço, mas na hora de comprar vinho caro e queijo francês no mercado ninguém reclama 😅 Não sei se já fizeram, mas uma consultoria voltada no ramo pode ajudar. Pagar um consultor para um dia mesmo de consultoria e ajudar a entender custos, cardápio, otimizar isso, pode ser uma saída bem viável. Espero que ajude! Opa meu amigo, boa noite! Parece que sou um robô repetindo as coisas que o Raul fala nos vídeos kkkk.... Mas tenho aprendido bastante, essa semana fiz o que ele recomendou em outro vídeo, procurei alguém do meu círculo de contatos ( cerque se de pessoas mais inteligentes e capacitadas do que vc) achei uma consultora... Iniciamos uma reestruturação do restaurante, chegamos a conclusão de que chegou a hora de subir mais um degrau na gestão do restaurante. Comecei em 2011 com intuito de proporcionar uma fonte de renda para minha mãe e assim fomos até os dias de hoje com a equipe de 20 colaboradores. Agora é ajustar a proa e buscar a constância que trará o sucesso.
ERIK PUPE Postado 3 horas atrás Postado 3 horas atrás On 25/05/2026 at 16:44, Debora Sanders disse: Que relato bom de ler. Eu já tive negócios de alimentação e tem que ter muita estratégia! Você trouxe um ponto que provavelmente conversa com muita gente aqui, principalmente quem empreende em negócios de margem apertada, operação pesada e muita variação de custo. Restaurante é um daqueles negócios em que faturamento sozinho pode enganar bastante, porque a casa pode estar cheia, o delivery pode estar rodando, o cliente pode estar voltando, e ainda assim a sensação ser de aperto constante. Muitas vezes o problema não está na demanda, mas no quanto cada venda realmente deixa no caixa depois de insumo, equipe, desperdício, embalagem, taxa de aplicativo, energia, aluguel e tempo de operação. Sobre oferecer além do que a margem permite, acho que essa é uma pergunta muito importante. Às vezes, na tentativa de fidelizar, o negócio vai colocando mais benefício, mais volume, mais entrega, mais “agrado” e sem perceber começa a educar o cliente a pagar pouco por muito. Aí o cliente ama, mas a conta não fecha com a mesma intensidade. Talvez um bom caminho seja olhar para três coisas com bastante frieza. O que mais vende, o que mais dá margem e o que mais dá trabalho. E ser estratégico com o que você vai fazer com esses dados. Eu odiava tirar produto que eu achava delicioso do meu cardápio... mas é a vida. O caixa é rei, se não me dá retorno não tem espaço no meu menu. Nem sempre o item campeão de venda é o item que sustenta o negócio. E nem sempre aquilo que o cliente mais elogia é o que mais vale a pena manter do jeito que está. Se vocês já têm bom faturamento, fidelização e demanda, parece que existe valor percebido. Agora talvez a provocação seja menos sobre vender mais e mais sobre entender onde o lucro está escapando. Precificação em restaurante não é só “quanto o mercado aceita pagar”. É ficha técnica bem feita, margem por produto, CMV, controle de desperdício, aproveitamento de insumos documentado na ponta do lápis, revisão de cardápio, análise do delivery separado do salão e coragem de ajustar o que ficou barato demais para a operação que vocês construíram. E parabéns pela trajetória. Passar por 2011, pandemia, inflação, mão de obra e alta de insumos mantendo o negócio vivo, com cliente fiel e demanda, já diz muita coisa sobre a força da operação de vocês. É coisa de ajustar os ponteiros para não ter que pagar pra trabalhar. Boa noite Débora! Traduziu perfeitamente tudo que aconteceu. Espero voltar em 6 meses e dar boas notícias 🙏. 1
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