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Líderes

Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 07/30/26 em todas as áreas

  1. Oi gente! Vamos lá que o tópico é um plano apenas.... Sempre tive vontade de ter meu próprio negocio e até tenho mesmo (sou mei) nunca fui boa em trabalhar para os outros porque meus primeiros empregos foram no varejo e com salários medíocres... mas mesmo assim eu sempre gostei de vender. Quando comecei a trabalhar para mim mesmo as coisas começaram a dar certo finalmente: tinha mais tempo livre, mais dinheiro e liberdade. E assim vivo até hoje. Meu trabalho hoje porém não é escalável. Posso ter mais clientes, investir mais em divulgação? sim. Mas pela lei não posso contratar ninguém para trabalhar comigo (moro na Irlanda e meu visto não permite porque não é "critical skills" no pais. Pretendo morar aqui mais uns 3-4 anos e volto para o Brasil com frequência. Posso abrir uma empresa de outro nicho aqui na Irlanda? Posso. Mas eu não conheço outros nichos pois trabalho com a mesma coisa já tem quase 10 anos. Mas sinto várias inseguranças: não confio em nenhum advogado aqui, não conheço as leis direito e meu inglês é intermediário, as vezes posso soar boba quando falo inglês e passar insegurança para as pessoas. A maioria das empresas na irlanda feitas por brasileiros são: comida ou estética. Duas áreas que não entendo bulhufas. Hoje tenho só minha profissão que é minha atual fonte de renda e meus investimentos penso em usar apenas para comprar um apartamento no futuro e ter minha aposentadoria. Gostaria de ter uma segunda fonte de renda já faz tempo... já comecei uma microscópica empresa com uma amiga de camisetas que foi a falência (ainda bem que investimos mixaria) Também tenho um segundo ponto:Quero muito voltar para o Brasil, então não sei se começar um negócio aqui para fechar em poucos anos é uma boa ideia. Um ponto que penso como estratégia é: vou para SP em novembro e só volto começo de março, pensei em fazer alguns cursos do senac/sesc/etc gratuitos de preferencia e tentar encontrar algo que eu gosto para quando eu voltar poder começar com mais consciência e preparo do que estou fazendo. Porém isso levaria anos. Sempre que pesquiso/leio sobre empreendedorismo esse tipo de estratégia não é visto com bons olhos: que o feito é melhor que perfeito, que quem muito analisa nunca faz nada, se você não tentar nunca consegue mesmo, que todo mundo quebra mesmo no inicio e faz parte do processo, etc etc Mas eu também acho que começar um negócio que eu não entendo bulhufas muito imprudente. Poderia começar uma sociedade com alguém que tem conhecimento dessa área especifica? Sim. Mas não acho também uma boa ideia. Vocês que tem empresas pequenas, como começaram? Tem conselhos? No momento estou completamente perdida, não tenho pressa. Mas obviamente também não quero ficar planejando por toda a eternidade.
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  2. Ajudou demais meu amigo. Uma aula! Muito obrigado. Foi um belo norte que você deu de por onde começar.
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  3. Luciana, me identifiquei bastante com seu relato. Também moro na Irlanda, tenho vontade de empreender e enfrento várias das mesmas limitações como a insegurança com a legislação, dificuldade de enxergar oportunidades fora da área em que já trabalho. Na minha visão, existe uma diferença grande entre ter prudência e ficar paralisado por analisar de mais uma determinada area. Esse discurso de que “o feito é melhor que o perfeito” tem seu valor, mas pode ser perigoso quando vira ele e usado mcomo desculpra pra entrar sem preparo em um setor que você não conhece. Empreender envolve risco, mas isso não significa assumir qualquer risco de forma inconsequente. Talvez o melhor caminho seja fazer pequenos testes, estudar áreas que despertem interesse, conversar com pessoas do setor que voce esta de olho, validar uma ideia com pouco capital e observar se existe demanda antes de assumir compromissos maiores. Também acho interessante buscar algo com certa portabilidade, que possa começar na Irlanda e continuar caso você volte ao Brasil, mas ai seria algo mais online imagino eu. Assim, esses próximos anos não seriam necessariamente um prazo para abrir e fechar uma empresa, mas um período de preparação, validação e experiência. Também estou tentando me encontrar nessa trajetória. Ainda não tenho uma resposta definitiva, mas acredito que não precisamos escolher entre agir no impulso e planejar eternamente. Dá para avançar aos poucos, com riscos controlados. Espero ter ajudado !🤘
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  4. Boa tarde Mário, tudo bem com você? Vi sua postagem sobre a insatisfação com a contabilidade atual. Hoje atuo como Executiva de Relacionamento na https://groupaccounting.com.br/. Tenho inclusive alguns clientes que estão aqui na AUVP. Gostaria de conversar brevemente com você para entender um pouco melhor sobre o que está faltando pra você nessa contabilidade e qual a melhor forma de atender aquilo que realmente é importante pra você. Segue meu contato (11) 96585-5852. Fique à vontade para me chamar sem compromisso. Um abraço espqro que dê tudo certo 🙏 Atenciosamente, Sheila Vasconcelos
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  5. Já toquei empresa do zero e hoje sou advisor em algumas, então vou começar pelo que costuma dar mais trabalho. Antes de fluxo de caixa e de tributação, defina em que condição você entra: sócio com participação no contrato social, prestador com contrato e honorário definido, ou ajuda informal de amigo. Cada uma tem consequências diferentes lá na frente. A ambiguidade não aparece de início, mas quando o negócio começa a dar dinheiro ou prejuízo, a conversa vira sobre relação pessoal em vez de números. Outra coisa, você é funcionário de banco. Precisa ver se o código de conduta do Santander trata de conflito de interesses e de participação em outras empresas, porque normalmente isso exige uma declaração e, em alguns casos, aprovação prévia. Principalmente para cargo de administrador no contrato social. Consulta logo o compliance interno antes de assinar qualquer coisa. Vale também manter a conta PJ da borracharia fora da sua agência e da sua carteira, porque isso é o tipo de coisa que ninguém questiona até o dia em que questiona. Feito isso, eu começaria pelo básico. Regrinha chata mas que ajuda demais: conta PJ aberta antes do primeiro faturamento, pró-labore fixo pros dois sócios definido no papel desde a assinatura, mesmo que seja um valor baixo e proibição de tirar dinheiro do caixa pra despesas pessoais. O ponto é que borracharias são negócios de recebimento em dinheiro e Pix. O risco do caixa virar extensão do bolso do dono é grande. Se você resolver só isso, já justificou sua presença. Sobre a tributação, como serão dois sócios, esquece MEI e vamos de ME no Simples Nacional. Mas tem um problema a resolver... borracharia mistura serviço com venda de mercadoria. O conserto, o remendo e a montagem entram como serviço, com ISS municipal. A venda de pneus, câmaras, válvulas, etc... como comércio, com ICMS. São CNAEs e anexos diferentes do Simples e a receita precisa ser segregada na apuração. Não tente resolver isso remotamente sozinho: contrate um contador da cidade dele, que conheça a prefeitura local, o alvará, o bombeiro e as exigências de destinação de pneus inservíveis. A fiscalização ambiental adora pegar borracharia desprevenida. Antes do DRE, começa pelo fluxo de caixa semanal projetado pra 10-15 semanas. Levanta o custo fixo mensal inteiro (aluguel, energia, água, salário, encargos, pró-labore, contador, internet, seguro) e calcula quantos serviços por dia vocês precisam pra pagar essa conta. Esse é o número que o sócio dele precisa ter na cabeça todo dia de manhã. A partir dele você discute preços para a realidade dele e não comparando com o concorrente. Separe a margem de serviço da margem de produto desde o começo. Serviço tem margem alta e não imobiliza capital, já pneu tem margem baixa e o dinheiro fica parado na prateleira. Vi mais borracharia e autopeças quebrarem por estoque comprado no impulso do que por falta de cliente. Acompanhe o giro por item e resista à promoção do fornecedor que geralmente só serve pra transferir estoque parado dele pra vocês. Outro ponto importante é o prazo de recebimento. O cartão de crédito cai em 30 dias, parcelado é pior ainda e só ganha da antecipação. Já o fornecedor quer receber em 7, 14 dias. Essa diferença é o capital de giro que a maioria não imagina que vai precisar. Taxa de maquininha se negocia no início (mas esse é um assunto que você domina melhor que 99% dos donos de borracharia) e antecipação se trata como crédito ultra caro. Só deve ser aceitável em emergências e não pode jamais virar um hábito. Em cima de tudo isso, reserva de caixa equivalente a três meses de custo fixo, que tem que ser formada antes de sequer sonhar com qualquer retirada de lucro. Sobre ser remoto, não creio que atrapalha na sua parte. Qualquer ERP simples tipo Conta Azul, ou até uma planilha bem feita nos primeiros meses já resolve o lado mais crítico. O que não dá pra ser remoto é a contagem de estoque e conferência física de caixa, então precisa combinar uma rotina. Eu cobraria fechamento diário lançado por ele no fim do expediente, com conferência sua no fim da semana e fechamento do mês com um Teams/Zoom/Meet de meia hora, quarenta minutos. Eu trataria pelo menos três indicadores: faturamento por linha, margem e saldo projetado das próximas semanas. Digo isso porque se o lançamento diário não acontecer, você vai terminar tendo que escavar nota fiscal e aí a distância começa a atrapalhar bastante. Uma última coisa que vai ter ajudar bastante mais adiante: acordo de sócios entre os dois, escrito, com regra de retirada, de entrada de novo sócio, de saída e de morte. Preserve sua paz. Espero ter ajudado.
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  6. Eu estou caminhando lentamente no uso da IA. Vejo o pessoal falar de loop engineering, IDE para orquestração de agentes, etc... mas não estou com tempo para acompanhar e testar do jeito que gostaria por causa de trabalho, curso e faculdade, e me mantenho no meu humilde Claude Code Pro com skills Meu megabrain ainda está caminhando para força total kkkkk
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  7. Oiii Thaina!! Li teu post e ele me pegou muito, porque eu tô num momento bem parecido mesmo que em outro contexto.Eu passei muitos anos trabalhando muito na Irlanda, num ritmo bem intenso, muito voltado pra performance, dinheiro e construção de futuro. E recentemente comecei a questionar exatamente isso: quando é a hora de reequilibrar essa balança. No meu caso, eu acabei tomando uma decisão consciente de voltar pro Brasil justamente pra trazer mais equilíbrio pra vida. Financeiramente isso não é a decisão “otimizada” — eu vou ganhar menos por conta da moeda e das oportunidades — mas eu cheguei num ponto em que o custo invisível começou a ficar alto demais.Eu não percebi no início, mas fui entrando num modo muito automático de viver, só trabalho e entrega. E o alerta real veio quando isso começou a bater no corpo e na mente. Eu desenvolvi ansiedade, sintomas de depressão e tive que procurar terapia pra entender o que estava acontecendo. E foi nesse processo que ficou claro pra mim que não era só “cansaço de fase”, era um desequilíbrio de vida mesmo.Pra mim, o ponto de virada não foi uma decisão racional de planilha foi quando meu corpo começou a pedir mudança.E isso me fez entender algo que conecta muito com o que você trouxe: a gente consegue sustentar muito esforço por um tempo, principalmente quando tem objetivo claro, mas chega uma hora em que o custo de não equilibrar começa a afetar quem a gente é no processo.Hoje eu vejo essa escolha menos como “droga vs salada” e mais como sustentabilidade vs exaustão. E nem sempre a decisão mais racional no papel é a mais saudável na vida real.No fim, acho que o difícil é exatamente isso que você colocou: saber a hora.
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  8. Thainá, acho que você já trouxe a resposta no próprio texto: esse ritmo faz sentido por um período, com um objetivo claro. O perigo é quando o “por um período” vira modo de vida sem data pra acabar. Pra mim, o mais importante é transformar isso em meta. Tipo: vou manter esse ritmo até juntar X, terminar tal etapa da casa, pagar tal coisa, chegar em tal ponto. Porque quando não tem meta, prazo ou critério de parada, isso vira ansiedade disfarçada de produtividade. E também acho importante ficar muito atenta aos sinais de esgotamento. Cansaço constante, irritação, falta de prazer, sono ruim, saúde indo pro ralo… essas coisas vão acumulando. Eu já passei por fases assim e, normalmente, só percebia tarde demais. Aí para arrumar a casa depois é bem mais difícil. Então acho que não é sobre parar de correr atrás, até porque tem fases da vida que exigem mais mesmo. Mas precisa ter consciência de ciclo. No fim, tudo na vida é equilíbrio. Construir patrimônio é importante, mas construir uma vida que você consiga viver e aproveitar também faz parte do investimento.
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  9. Não se mete nos negocios dos outros, principalmente parente.
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