Jump to content

Eddy Paulini

Time AUVP
  • Interações

    12760
  • Entrou

  • Última visita

  • Dias Ganhos

    322

Tudo postado por Eddy Paulini

  1. Boa tarde, @Yuri De Souza Pereira ! Sua linha de raciocínio está correta. Eu só faria um adendo de que normalmente a nota 10 ou um 9 são usadas para o tesouro mesmo dado a segurança de não haver risco de crédito. Aqui nessa nota, há quem considere CDBs com valores cobertos pelos FGC. CRIs e CRAs sempre ficam com notas mais baixas independentes dos emissores. Por mais que o emissor possa ser relativamente confiável, o título em si ainda é arriscado, sem cobertura do FGC e eu ainda diria que tem o risco de reinvestimento para quem está na fase de acúmulo de patrimônio. Espero que agregue!
  2. Exatamente!
  3. Eddy Paulini

    RANI3

    Bom dia, @Kennedy ! Apenas complementando o @Flavio Prado. Irani vem fazendo já há um bom tempo investimentos relativamente altos o que acende um ponto de atenção para seu endividamento que é bem alto. Eu diria que é proporcionalmente mais alto do que se comparado com os concorrentes Suzano e Klabin. Além disso, como estamos falando de uma small cap, é necessário se atentar muito aos seus resultados e interpretar os frutos destes investimentos, se está gerando mais receita, lucros, etc. Ela sofreu um pouco recentemente com um aumento do custo de matéria prima o que consequentemente afeta seus números. São pontos de atenção para levar em consideração se a empresa cabe realmente em sua estratégia, mas considero ela uma empresa viável para estudo. Espero que ajude!
  4. @Felipe Andreazza você pode utilizar a calculadora de juros compostos para se ter uma ideia do valor a ser recebido. No exemplo que citei em meu comentário anteriormente, foi por lá que eu fiz simulando a taxa de 14% e o valor inicial aportado de R$1.000. Depois consultei a tabela e vi o valor acumulado de juros depois de 6 meses. Para títulos pós fixados como, por exemplo, o IPCA+, é praticamente impossível cravar o valor exato, mas dá para ter uma noção.
  5. A correção pelo IPCA aumenta do capital investido fazendo com que a taxa de rendimento incida sobre um montante maior.
  6. Bom dia, @Caio Augusto Freitas Bizerra ! Eu me considero um pouco o inverso do que a nossa amiga @Mirella Fonseca comentou sobre o Buffett: uns 80% Fisher e 20% Graham 😅 Eu acredito que não tem certo ou errado. Cada um deles tem sua abordagem mais distinta entre elas e ambos fizeram história. Ou seja, ambas as teses tem muito fundamento. Vai de acordo com o perfil da pessoa. Como comentei, acabei criando mais afinco o viés do Fisher por ser mais qualitativo, metódico e detalhista, e isso bate com meu jeito de ver as coisas.
  7. Bom dia, @Felipe Andreazza ! O que será pago de acordo com o valor que foi rendido até o momento do pagamento. Apenas ilustrando números hipotéticos. Você investe em um tesouro prefixado o valor de R$1.000 a uma taxa de 14%a.a. Depois do seu aporte, chegou a data do pagamento do cupom de juros. Vamos pensar que até essa data, o título tinha acumulado de rendimento o valor de R$70. Este é o valor que lhe será pago, lembrando de descontar o IR. Sempre é realizado no valor total. Ou seja, capital investido + juros acumulados. Como explicado anteriormente, são os juros acumulados que voltam para o investidor. Espero que tenha ficado claro!
  8. Bom dia, @Raimundo Neto ! Seu raciocínio está correto. O que o Raul propõe na aula é baseado nos títulos que devem estar mais coesos com o contrafluxo no momento. Seria como se você deixasse já pré cadastrado todos os tipos de títulos e ajustasse as notas de acordo com o que o contrafluxo manda no momento. Por exemplo: tenho cadastrado Tesouros prefixado e IPCA+, CDB prefixado, IPCA+ e %CDI. Hoje o contrafluxo diz que as melhores ofertas para o longo prazo são os prefixados. Logo, eu coloco notas maiores nos títulos prefixados como, por exemplo, 10 no tesouro prefixado e 8 no CDB prefixado. Títulos indexados ao CDI hoje não valem a pena. Logo, a nota fica zerada para o diagrama não indicar aportes neles. Espero que tenha ficado claro!
  9. @Marcelo Henrique Noronha Brito a princípio uma vitamina C pode ajudar. Mas melhor que isso, se está muito frequente, nada melhor do que passar com um bom clínico e fazer um checkup geral e entender porque a imunidade está baixa mesmo fazendo atividade física que é um santo remédio para isso. Não sei se é seu caso, mas sobrecarga mental, stress e afins também derrubam a imunidade que é uma beleza.
  10. Boa noite, @Driele Camargo Pinheiro ! Apenas complementando nossa amiga @Elisangela Xavier Almeida. Costumo dizer que LFT, LTN, etc é a razão social. É o nome mais técnico e mais formal. Tesouro Selic, Tesouro Prefixado, etc, é o nome fantasia, mais informal 😅 Brincadeira a parte, mas acho vale para elucidar a diferença nas nomenclaturas =)
  11. Boa noite, Anônimo! Acredito que somente entrando em contato com o suporte para ver se algo pode ser feito. Infelizmente o BTG é meio complexo no quesito de avaliação de clientes e emissões. Não é como banquinhos de varejo como pic pay, nubank, C6, inter, etc, que se consegue de maneira mais fácil desde aberturas de contas até mesmo cartões com limites considerados bons já pré aprovados. Não digo que é certo ou errado, mas acho legal você ter ciência disso. Link para conversar com o suporte: https://sard.ink/auvp-atendimento
  12. Pensa em um IPCA+ 8% ou +9%, por exemplo. Correção do IPCA + uma taxinha boa rendendo acima da inflação.
  13. Antes do @Rai Nunes Espindola se pronunciar com a galera que quer um comentário dele naquele post do "me marque eu falo algo sobre você", certeza hauhuahuah
  14. Boa noite, @Maurício Leite ! Apenas agregando com um centavinho ao tema. Não sei se você encontrou o gráfico que o @Flavio Prado indicou, mas por via das dúvidas, segue uma imagem de onde fica o ícone que direciona para este gráfico. Ele estará ali mais à esquerda das linhas dos seus títulos:
  15. Tmj! Sempre bom trocar essas ideias. O conhecimento é agregado para todos inclusive nós da moderação 🤘
  16. Vamos lá. A começar pela quantidade de ativos. Não sei quais ativos você segue aportando mas a quantidade é um fator deveras importante a ser considerado no quesito de acompanhamento dos ativos. Como sabemos, não existe um número mágico ou exato de ativos em carteira. Mas que tenhamos um número de ativos que consigamos acompanhar e acompanhar é ler os relatórios, interpretar números, ver se as empresas estão mantendo seus fundamentos que tornem viável a continuidade de nossa parte como sócios. E isso é aplicável tanto para ações como para FIIs. O segundo ponto eu ressaltaria a parte de maiores exposições em um mesmo setor onde se tem mais de uma empresa inserida em um mesmo setor. No caso, bancos, energia e saneamento. Isso não chega a ser de fato um problema, mas é importante ressaltar que isso implica no aumento de risco não sistemático da carteira que é o risco inerente a uma empresa ou a um setor. Ou seja, em eventos econômicos que afetem um setor, automaticamente uma parte maior de sua carteira pode oscilar e ter seu riso aumentado dado que existem mais de uma empresa daquele setor na carteira e isso tende a gerar uma exposição maior. Por fim, uma atenção nos FIIs de papel e ativos que tendem a oscilar mais como as empresas que lidam com commodities. Como seu comentário inicial pondera a questão de risco não elevado, os FIIs de papel pecam um pouco nessa parte pois são bem mais arriscados em comparação aos FIIs de tijolo, bem como tem um tom de risco maior em empresas comoditizadas pois tendem a oscilações mais bruscas por serem mais sensíveis a diversos outros fatores diretos como, por exemplo, a dolarização. Lembrando que são apenas pontos de atenção que podem auxiliar a ter alguns pontos de vista diferentes na carteira. Espero que ajude!
  17. @Artur Barbosa aula 15 do módulo 3. Em resumo bem resumido, é uma estratégia para se aproveitar boas taxas de títulos de renda fixa, travando estes títulos para o longo prazo para eles se beneficiarem em ciclos futuros de mercado.
  18. Boa noite, @Marcus V B Lontra ! Na minha opinião, sim. Nunca estudei a fundo o setor. Mas olhando por cima e considerando algumas empresas que são praticamente um varejo só que de medicamentos, as margens são bem baixas.
  19. Boa noite, @Lucas Eduardo Wendt ! Os títulos do Tesouro Prefixado e IPCA+ tem valores de vencimento pré determinados. Ambos valem R$1.000 no vencimento. O que muda um pouco é o Tesouro IPCA+ que causa confusão pois ele vale R$1.000 corrigidos pela inflação. Ou seja, nominalmente seu valor é maior. Sabendo que temos então um ponto de chegada que é o valor final, o Tesouro então avalia as taxas sendo oferecidas de mercado hoje para estipular uma taxa nos seus títulos. Por exemplo, hoje conseguimos encontrar no mercado CDBs prefixados sendo ofertados a uma média de 15%. O tesouro vai lá e coloca uma oferta para um título de tesouro prefixado de 14,71% com vencimento para 2028. Se o título precisa valer R$1.000 no vencimento, aqui será definido a quanto o título precisa ser vendido para que com essa taxa, ele chegue em R$1.000 daqui a 3 anos. É uma "conta inversa" onde se começa pelo final. Cada compra é única. Cada compra de título feito mesmo que seja de uma mesmo tipo de tesouro, cada um terá sua taxa. Essa parte ficarei devendo, pois estudei pouco renda fixa americana. Nunca tive interesse e/ou vi vantagens. Mas partindo de uma lógica (de vozes da minha cabeça 😅) acredito que as mecânicas sejam semelhantes dado que muita coisa que temos aqui no quesito bolsa, etc, o Brasil se espelhou (para não dizer que copiou) da bolsa americana. Espero que tenha ficado claro!
  20. Meus títulos IPCA+ agradecem essa inflação 😂
  21. Boa tarde, @Daniel Luiz Sans De Lima ! Apenas complementando nosso amigo @Artur Barbosa. Realmente esperar ao término do curso para fazer investimentos, ter sua estratégia montada, é mais viável do que de repente cair em momentos de euforia ou deixar o emocional falar alto agora que estamos adquirindo mais conhecimento. E reforçando o conceito de marcação a mercado, não é muito coeso investir em renda fixa pensando na marcação pois tem um risco de reinvestimento no futuro quando tiver uma janela para uma antecipação de rentabilidade. Investir na renda fixa pensando no contrafluxo é mais assertivo por assim dizer. Pense na marcação a mercado como uma carta na manga que pode ser usada em algum momento, mas não algo a ser objetivado. Espero que agregue ao tema!
  22. Boa tarde, @Cesar Augusto Medeiros ! CMIG e ISAE na minha opinião não entram para nossa estratégia como buy and holders. Acredito que você tenha mencionado as ações ordinárias (ON) destes ativos por conta de as ações preferenciais (PN) não terem tag along, certo? Só que tem um problema a mais além do tag along. O free float dos papéis ON de CMIG e ISAE são baixos e a liquidez pior ainda. Acaba que existe uma dificuldade na entrada e na saída dos papéis além de se gerar uma alta volatilidade nos preços o que pode mexer com o psicológico da pessoa bem como afetar o preço médio ao longo dos anos que investiremos. Além disso, eu diria que isso mostra que a empresa não quer ter sócios e não liga por assim dizer para pequenos investidores. Os papeis PN não oferecem proteção para os pequenos sócios. Os papeis ON não tem liquidez viável para atrair investidores. Eu particularmente não fico tranquilo em querer me tornar sócios de empresas que não a princípio não visam sócios. PS: não é recomendação de compra ou venda.
  23. Boa tarde, @Bruno Mendes Da Silva ! Os spreads que o Raul comenta que são devolvidos envolvem apenas a conta nacional e no que tange o spread da renda fixa, aluguel de ações e IPOs. Investimentos internacionais e em criptos no BTG não possuem essa devolução.
  24. Para mais receitas, basta me consultar Hahah
  25. Se está de acordo com seus objetivos, show de bola! Normalmente quando falamos de carteiras, percentuais, metas, etc, não tem muito como fugir da nossa visão de mundo, dos nossos vieses 😅 Mas isso não significa que tem certo ou errado. Mas acho que sempre vale ver os pontos de vistas. Tanto que agora com você comentando de eventualmente morar fora, pode fazer mais sentido um percentual maior no exterior. Tem lógica o que você pensou. Coerente! Existem alguns pontos que podem ser avaliados nos ETFs. Vou deixar abaixo alguns que eu costumo sugerir e que inclusive uso na avaliação dos meus: - estratégia que o ETF segue; - taxa de administração; - tempo de mercado; - gestão passiva o ativa; - número de ativos e seus percentuais; - DY; - beta; - correlação de ativos com relação a sua carteira e outros ETFs. Lembrando que são sugestões e você pode ver o que lhe faz sentido. Quanto mais estes pontos que mostram qualidade no ETF e maior diversificação (acho este ponto da diversificação um dos mais importantes), melhor a nota.
×
×
  • Criar novo...