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Eddy Paulini

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Tudo postado por Eddy Paulini

  1. Antes do @Rai Nunes Espindola se pronunciar com a galera que quer um comentário dele naquele post do "me marque eu falo algo sobre você", certeza hauhuahuah
  2. Boa noite, @Maurício Leite ! Apenas agregando com um centavinho ao tema. Não sei se você encontrou o gráfico que o @Flavio Prado indicou, mas por via das dúvidas, segue uma imagem de onde fica o ícone que direciona para este gráfico. Ele estará ali mais à esquerda das linhas dos seus títulos:
  3. Tmj! Sempre bom trocar essas ideias. O conhecimento é agregado para todos inclusive nós da moderação 🤘
  4. Vamos lá. A começar pela quantidade de ativos. Não sei quais ativos você segue aportando mas a quantidade é um fator deveras importante a ser considerado no quesito de acompanhamento dos ativos. Como sabemos, não existe um número mágico ou exato de ativos em carteira. Mas que tenhamos um número de ativos que consigamos acompanhar e acompanhar é ler os relatórios, interpretar números, ver se as empresas estão mantendo seus fundamentos que tornem viável a continuidade de nossa parte como sócios. E isso é aplicável tanto para ações como para FIIs. O segundo ponto eu ressaltaria a parte de maiores exposições em um mesmo setor onde se tem mais de uma empresa inserida em um mesmo setor. No caso, bancos, energia e saneamento. Isso não chega a ser de fato um problema, mas é importante ressaltar que isso implica no aumento de risco não sistemático da carteira que é o risco inerente a uma empresa ou a um setor. Ou seja, em eventos econômicos que afetem um setor, automaticamente uma parte maior de sua carteira pode oscilar e ter seu riso aumentado dado que existem mais de uma empresa daquele setor na carteira e isso tende a gerar uma exposição maior. Por fim, uma atenção nos FIIs de papel e ativos que tendem a oscilar mais como as empresas que lidam com commodities. Como seu comentário inicial pondera a questão de risco não elevado, os FIIs de papel pecam um pouco nessa parte pois são bem mais arriscados em comparação aos FIIs de tijolo, bem como tem um tom de risco maior em empresas comoditizadas pois tendem a oscilações mais bruscas por serem mais sensíveis a diversos outros fatores diretos como, por exemplo, a dolarização. Lembrando que são apenas pontos de atenção que podem auxiliar a ter alguns pontos de vista diferentes na carteira. Espero que ajude!
  5. @Artur Barbosa aula 15 do módulo 3. Em resumo bem resumido, é uma estratégia para se aproveitar boas taxas de títulos de renda fixa, travando estes títulos para o longo prazo para eles se beneficiarem em ciclos futuros de mercado.
  6. Boa noite, @Marcus V B Lontra ! Na minha opinião, sim. Nunca estudei a fundo o setor. Mas olhando por cima e considerando algumas empresas que são praticamente um varejo só que de medicamentos, as margens são bem baixas.
  7. Boa noite, @Lucas Eduardo Wendt ! Os títulos do Tesouro Prefixado e IPCA+ tem valores de vencimento pré determinados. Ambos valem R$1.000 no vencimento. O que muda um pouco é o Tesouro IPCA+ que causa confusão pois ele vale R$1.000 corrigidos pela inflação. Ou seja, nominalmente seu valor é maior. Sabendo que temos então um ponto de chegada que é o valor final, o Tesouro então avalia as taxas sendo oferecidas de mercado hoje para estipular uma taxa nos seus títulos. Por exemplo, hoje conseguimos encontrar no mercado CDBs prefixados sendo ofertados a uma média de 15%. O tesouro vai lá e coloca uma oferta para um título de tesouro prefixado de 14,71% com vencimento para 2028. Se o título precisa valer R$1.000 no vencimento, aqui será definido a quanto o título precisa ser vendido para que com essa taxa, ele chegue em R$1.000 daqui a 3 anos. É uma "conta inversa" onde se começa pelo final. Cada compra é única. Cada compra de título feito mesmo que seja de uma mesmo tipo de tesouro, cada um terá sua taxa. Essa parte ficarei devendo, pois estudei pouco renda fixa americana. Nunca tive interesse e/ou vi vantagens. Mas partindo de uma lógica (de vozes da minha cabeça 😅) acredito que as mecânicas sejam semelhantes dado que muita coisa que temos aqui no quesito bolsa, etc, o Brasil se espelhou (para não dizer que copiou) da bolsa americana. Espero que tenha ficado claro!
  8. Meus títulos IPCA+ agradecem essa inflação 😂
  9. Boa tarde, @Daniel Luiz Sans De Lima ! Apenas complementando nosso amigo @Artur Barbosa. Realmente esperar ao término do curso para fazer investimentos, ter sua estratégia montada, é mais viável do que de repente cair em momentos de euforia ou deixar o emocional falar alto agora que estamos adquirindo mais conhecimento. E reforçando o conceito de marcação a mercado, não é muito coeso investir em renda fixa pensando na marcação pois tem um risco de reinvestimento no futuro quando tiver uma janela para uma antecipação de rentabilidade. Investir na renda fixa pensando no contrafluxo é mais assertivo por assim dizer. Pense na marcação a mercado como uma carta na manga que pode ser usada em algum momento, mas não algo a ser objetivado. Espero que agregue ao tema!
  10. Boa tarde, @Cesar Augusto Medeiros ! CMIG e ISAE na minha opinião não entram para nossa estratégia como buy and holders. Acredito que você tenha mencionado as ações ordinárias (ON) destes ativos por conta de as ações preferenciais (PN) não terem tag along, certo? Só que tem um problema a mais além do tag along. O free float dos papéis ON de CMIG e ISAE são baixos e a liquidez pior ainda. Acaba que existe uma dificuldade na entrada e na saída dos papéis além de se gerar uma alta volatilidade nos preços o que pode mexer com o psicológico da pessoa bem como afetar o preço médio ao longo dos anos que investiremos. Além disso, eu diria que isso mostra que a empresa não quer ter sócios e não liga por assim dizer para pequenos investidores. Os papeis PN não oferecem proteção para os pequenos sócios. Os papeis ON não tem liquidez viável para atrair investidores. Eu particularmente não fico tranquilo em querer me tornar sócios de empresas que não a princípio não visam sócios. PS: não é recomendação de compra ou venda.
  11. Boa tarde, @Bruno Mendes Da Silva ! Os spreads que o Raul comenta que são devolvidos envolvem apenas a conta nacional e no que tange o spread da renda fixa, aluguel de ações e IPOs. Investimentos internacionais e em criptos no BTG não possuem essa devolução.
  12. Para mais receitas, basta me consultar Hahah
  13. Se está de acordo com seus objetivos, show de bola! Normalmente quando falamos de carteiras, percentuais, metas, etc, não tem muito como fugir da nossa visão de mundo, dos nossos vieses 😅 Mas isso não significa que tem certo ou errado. Mas acho que sempre vale ver os pontos de vistas. Tanto que agora com você comentando de eventualmente morar fora, pode fazer mais sentido um percentual maior no exterior. Tem lógica o que você pensou. Coerente! Existem alguns pontos que podem ser avaliados nos ETFs. Vou deixar abaixo alguns que eu costumo sugerir e que inclusive uso na avaliação dos meus: - estratégia que o ETF segue; - taxa de administração; - tempo de mercado; - gestão passiva o ativa; - número de ativos e seus percentuais; - DY; - beta; - correlação de ativos com relação a sua carteira e outros ETFs. Lembrando que são sugestões e você pode ver o que lhe faz sentido. Quanto mais estes pontos que mostram qualidade no ETF e maior diversificação (acho este ponto da diversificação um dos mais importantes), melhor a nota.
  14. Boa tarde, @Artur Barbosa ! Exatamente. Perfeito! Pegou certinho a ideia do todo =)
  15. Bom dia, @Alexandre Rocha Albino ! Parabéns pelos estudos! Na minha opinião, se seu objetivo é viver de renda no Brasil, 30% eu acho muita coisa no exterior. A carteira de ações está boa. Bem diversificada. Quanto a exposição em commodities, é variável de pessoa para pessoa. Quanto mais exposição em setores comoditizados, maior a volatilidade e até mesmo o risco da carteira. Se você está tranquilo com isso, não tem problemas. Eu deixo o adendo também de se ter ciência sobre estar exposto a mais de uma empresa de uma mesmo setor. Por exemplo, você tem três empresas no setor financeiro, mais especificamente no segmento bancário. Existe uma exposição maior ao que chamamos de risco não sistemático. E também, não sei se é do seu interesse mas pode aumentar a diversificação, uma empresa do setor de seguros pode ser bacana para estudar. OBS: particularmente não considero Ambev como uma empresa comoditizada. Novamente, uma boa diversificação. Principalmente na parte de ETFs internacionais onde eles complementam legal sua carteira e não tem correlação entre eles. Qual foi sua dúvida nas notas especificamente? Eu acho que você está no caminho certo. Tem bastante coerência no que você optou. E digo isso sem saber especificamente seus objetivos, aportes, tempo que ainda vai investir, etc 😅 Mas está indo bem!
  16. Bom dia, @Carlos Lucas Vidal Lima ! Acho importante reforçar alguns conceitos. Seu raciocínio está correto em pensar que se a taxa de juros depois de um tempo começar a cair dado o patamar de hoje é que considerado elevado, você pode realizar uma marcação a marcado. Mas o conceito da marcação é antecipar ganho e rentabilidade. Jamais uma marcação a mercado pagará para você um valor ou rentabilidade maior do que o que será entregue no vencimento do título. Por isso é mais correto pensar sempre primeiro no contrafluxo do que na marcação. Entenda a marcação como um bônus que podemos eventualmente ter ao levar um título do tesouro IPCA+ ou prefixado. Além disso, para a marcação fazer sentido, é necessário reinvestir o valor em um outro título que esteja pagando minimamente mais do que se você levasse o título até o vencimento. Caso contrário, você estaria apenas desacelerando os juros compostos. Vamos pensar em um exemplo onde você adquiriu um título do tesouro prefixado de 13%a.a. Ao decorrer do tempo, o título está marcado para cima e já lhe pagou 11% da rentabilidade antes do momento em que ele teria acumulado essa rentabilidade. Se ao resgatar você não conseguir reinvestir este valor em outro título que gere uma rentabilidade minimamente de 13% (valor contratado do título), não faz sentido resgatar. Se você reaplica o valor, por exemplo, em um título pagando 10%, você receberia mais levando o título até o vencimento que pagará os 13%. Espero que tenha ficado claro!
  17. Paciência e dedicação do homem para ajudar no entendimento!
  18. Casal que caminha junto que cresce muito mais! Parabéns a essa família que está crescendo!
  19. Boa noite, @Waleska Barros ! Tenho posição no banco há um bom tempinho, e realente o que você colocou reflete o que acontece no banco. Está em seus topos de preços beirando os R$29 como foi em meados de fevereiro, março e setembro de 2024. Desde que acompanho, sempre houve o viés político/estatal que reflete nas baixas expectativas de mercado deixando seu preço descontado assim como acontece com outras estatais como, por exemplo, a Sanepar. Mas vejo que o Banco sofre um pouco mais. Em teoria, o preço não está cotado corretamente por assim dizer dado os números que o banco entrega. Obvio que ele estar abaixo para quem investe, está em um bom cenário. PS: não é recomendação de compra ou venda.
  20. Boa noite, @Eliane Cunha ! Apenas complementando nossos amigos. Na prática, na fase de acumulação que é onde você vai aportar mensalmente até uma determinada data para começar a receber de volta o valor, nada muda se compararmos diretamente com um Tesouro IPCA+ tradicional. O efeito da marcação a mercado irá existir mas não será um problema caso não realize vendas antecipadamente. Isso fixa sua taxa contratada em cada compra. Apenas ilustrando com números hipotéticos: No primeiro mês você compra um Renda+ IPCA+5%, no mês 2 IPCA+5,5% e no mês 3 IPCA+4,8%. No vencimento que seria a transição da fase de acumulo para a fase de recebimento, cada título vai pagar mensalmente um valor equivalente a taxa contratada. Suponhamos que o título do mês 1 de IPCA+5% gera uma renda mensal de R$50. O título do mês 2 de IPCA+ 5,5% gera R$52 e o título do mês 3 de IPCA+ 4,8% gera R$ 49. Logo, eu recebo mensalmente R$151 (considerando claro apenas estes três meses). Espero que agregue ao tema e tenha ajudado a esclarecer as dúvidas!
  21. Pessoal, a aula ainda vai ser liberada. Fiquem de olho no quadro de avisos aqui na comunidade!
  22. Boa noite, @João Martins ! Apenas complementando nossos amigos. Verifique no estatuto social da empresa qual a informação do segmento de listagem que estarão inseridas as ações ON e PN. As units seguirão os mesmos regramentos impostos tanto para ON como PN, afinal, a unit como explicado é um pacote de ON e PN. Por exemplo, a UN vem com 2 ON e 3 PN. Você tem duas cotas que lhe dão direito a voto e três com preferência no recebimento de dividendos. E salvo engano, vai valer o tag along de cada tipo de ação. O tag along também é necessário confirmar no estatuto social da empresa. Espero que ajude!
  23. Boa noite, @Lukas Israel Bagio ! Apenas complementando nossos amigos. Como dito e acho importante reforçar, a comparação direta mesmo considerando boas compras entre FIIs e ações não é justa. Os mercados e regulamentos são diferentes, as mecânicas, legislações, valores, enfim. Tem muita diferença. Isso não faz um tipo de ativo melhor ou pior que o outro. Cada um cabe de alguma forma em estratégias diferentes e nas mais diversas. FIIs tem um ponto legal que muitos acabam deixando de lado que é sua rentabilidade no longo prazo. No quesito valorização de cotas, historicamente vemos que eles andam praticamente de lado. Mas no longo prazo, a rentabilidade de um bom FII de tijolo é de 8%a.a. acima da inflação já considerando a valorização dos imóveis. Ou seja, causa-se uma ilusão de que o FII não anda, mas no quesito rentabilidade ele fica bom. Outro detalhe que gostaria de deixar para enriquecer o tema é o que também é comentado pelos amigos sobre olhar o DY de forma isolada. O DY nada mais é do que um indicador que faz uma simples divisão entre os valores pagos nos últimos 12 meses e a cotação atual. Aqui acontece o seguinte. Qualquer variação da cotação vai afetar o percentual do DY. Vamos imaginar o FII de tijolo SARD11 que religiosamente pagou R$1 de rendimento mensalmente nos últimos 12 meses e tem sua cotação a R$100. Fazendo a conta do DY, temos 12 (R$1 por mês nos últimos 12 meses) divididos por 100. O DY então é de 12%. Agora vamos imaginar que passaram-se 3 meses e essa queda do FIIs também influenciada pela taxa de juros, expectativas mais receosas de mercado e podem ter outros fatores, fizeram com que a cotação de SARD11 caísse para R$80. Mas ele seguiu pagando os mesmos R$1 mensais. Agora a conta de 12 dividido por 80 gera um DY de 15%. Gera aquele alvoroço inicialmente por um DY mais elevado. Olhar ele de forma isolada, pode ser um risco. Aqui voltamos a olhar do porque que essa cotação caiu. Foi somente pelas expectativas de mercado? Da taxa de juros? Houve algum problema de vacância? De calote? Espero que agregue ao tema!
  24. Boa noite, @Lucas Eduardo Wendt ! Na minha opinião, para nós nada muda. O objetivo de ter um formador de mercado em suma é reduzir o spread das ofertas dos papeis da empresa. Isso gera uma certa facilidade na compra e na venda. Para nós que somos investidores de longo prazo, fazemos compras regulares e normalmente com uma ordem ao preço de mercado para já efetivar a compra, não vejo nada que nos afetaria. Talvez mais para os traders.
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