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Eddy Paulini

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Tudo postado por Eddy Paulini

  1. Boa noite, @Bruno Godoy De Carli ! Sim, a marcação a mercado é aplicada para os tesouros IPCA+ e prefixados sejam eles nas modalidades que pagam cupons de juros ou não. Logo, conforme a taxa dos títulos muda, o preços destes títulos que pagam os juros semestrais também muda.
  2. Bom dia, @Guilherme Gonçalves Da Silva ! Na minha opinião, o tesouro renda+ não seria a melhor opção para você. Aqui no curso você vai aprender a investir legal até montar uma carteira diversificada e inclusive com um viés mais conservador. Até porque, no último módulo você terá uma ferramenta que vai ajudar a elencar os percentuais de cada classe de ativos de acordo com seu perfil. O tesouro renda+ é legal para quem não tem conhecimento sobre investimentos. Como o tesouro é um programa seguro de investimentos e o tesouro renda+ não passa de um título indexado ao IPCA e com pagamento de juros, ele é bem prático para quem não vai estudar sobre dividendos, analisar empresas na bolsa, entender sobre as diversas ofertas de produtos de renda fixa, etc. O que não acontece com nós aqui que iremos justamente aprender sobre isso! Na minha opinião, o melhor que você poderia fazer é aportar seu valor no tesouro Selic 2031 enquanto você faz o curso com calma, monta sua estratégia e uma carteira bacaninha que com certeza irá lhe oferecer o que procura. A título de curiosidade, se você deixasse este valor de R$200.000 parado rendendo apenas 8%a.a., em 20 anos você teria uma renda aproximada de quase R$6.000. Montando uma carteira legal e com seus aportes mensais, você tem jogo ganho de forma conservadora! Espero que ajude a refletir!
  3. Bom dia, @Willian Frederico ! Aqui na comunidade rolou uma discussão semelhante com dois amigos. Vou deixar os links para você ver também as sugestões. Espero que ajude!
  4. Bom dia, @Andrey Cesar ! Na minha opinião não é viável fazer um investimento visando a marcação a mercado. A começar que as movimentações de mercado são imprevisíveis. Apesar de as divulgações do boletim focus indicarem as expectativas de onde o mercado está indo, ele não é uma verdade dizendo o que vai de fato acontecer. Segundo ponto, vamos pensar em como seriam os valores aproximados em um exemplo hipotético: Compra-se um tesouro prefixado para 4 anos a uma taxa de 13,7% e investimos R$600. Em um período de 1 mês para sair da dedução do IOF, a variação da marcação não será expressiva. O título deveria estar valendo teoricamente depois de 30 dias aproximadamente R$606,45. Mesmo que a taxa variasse e seu título subisse o preço, não acredito que estaria valendo mais do que R$615. Mesmo que fosse isso, vamos deduzir os 22,5% do IR em cima deste rendimento aproximado de R$15 o que resultaria em pouco mais de R$11. Os 11 não estão muito acima do o que título estaria valendo como preço real. Acha que vale a pena? Aqui veja que a variação da taxa do título não acontece de forma abrupta e instantânea. Levam-se meses, quiçá anos para se fazer uma curva acentuada e viável para marcação. Na minha opinião, a marcação a mercado é mais efetiva e garantida (quando marcado para cima) depois de 2 anos quando estamos na menor alíquota do IR. Ao menos eu começo a olhar a marcação dos meus títulos do tesouro depois de 2 anos. Particularmente sou da visão de que devemos seguir o contrafluxo nos investimentos da renda fixa do que focar em fazer uma marcação. E por fim, acho importante lembrar que a marcação a mercado é uma antecipação de rentabilidade. Jamais conseguiremos receber mais do que a taxa contratada antes do vencimento. Falando em valores, suponhamos o tesouro prefixado que vai valer R$1.000 no vencimento. A marcação fará com recebamos, por exemplo, R$800 quando o título deveria estar valendo R$700. Não existirá um momento em que antes do vencimento o título esteja valendo mais que R$1.000. Ou falando em percentuais de taxa, suponhamos que o título pague 14% no vencimento e no momento que ele deveria estar com a rentabilidade acumulada de 11%, já está em 12. Jamais a rentabilidade estará acima dos 14% que é a taxa a ser recebida no vencimento. Veja as imagens abaixo que podem ilustrar melhor isso: Pense na marcação a mercado como um bônus que podemos eventualmente conseguir com um título do tesouro. É uma carta na manga e não um objetivo implícito. Espero que ajude a refletir no tema!
  5. Existem diversos cursos preparatórios para se tirar a certificação. Não sei indicar um em específico. O que posso te afirmar é que estes cursos serão mais fáceis se você já concluiu o curso aqui da AUVP, pois já vai te dar muita noção sobre termos, tipos de investimentos, etc. E a certificação é tirada na própria Anbima.
  6. Boa noite, @Everton Mota! Você chegou a olhar no RI do FII ?
  7. Boa noite, @Rafael Dias Dos Santos#5796 ! Vai depender de qual título foi vendido. Quando falamos do tesouro direto, quem recompra o título é próprio governo. Caso você venda em um momento de marcação para baixo, o governo "ganha" pois ele te paga menos do deveria estar valendo seu título em vista que ele está sendo marcado para baixo. Caso a venda seja feita com a marcação feita para cima, o governo adianta um aparte da rentabilidade pois seu título está com o preço real acima do teórico. A compra de um tesouro só é feita por outros investidores quando os títulos de tesouro são do mercado secundário. Não é tão comum de achar pois comumente adquirimos títulos diretamente do tesouro. Mas existem os títulos de tesouro do mercado secundário que são títulos comprados pelas corretoras para revender. As principais características destes títulos que difere dos títulos que compramos diretamente no tesouro são os prazos e taxas. É muito comum achar títulos que "não existem" no site do tesouro pois são até mesmo emissões exclusivas para corretoras ou são título mais antigos que a corretora compra para fazer essas catiras posteriormente, onde elas obviamente ganham umas taxinhas em cima. Agora no caso de títulos de outros emissores como CDBs, LCIs, LCAs, etc, quem compra nossos títulos quando vendemos antecipadamente são outros investidores. O processo que vai ocorrer de forma mais resumida, é que iremos informar a corretora que queremos vender um título, a corretora por sua vez vai avaliar se o títulos possui liquidez, ou seja, se tem chances de o título ser vendido. Em caso positivo, ela vai colocar o título a venda, vai cobrar por este processo obviamente e depois é aguardar algum investidor comprar. Só então vamos receber algum valor sobre essa venda que normalmente iremos perder rentabilidade e até mesmo capital tanto pelas taxas que a corretora cobra como por uma espécie de marcação a mercado que o título vai sofrer para ele poder ser disponibilizado para venda. Por este motivo que nestes casos de CDBs, LCIs, LCAs, o ideal é comprar visando levar o título até o vencimento pois a venda antecipada pode gerar uma perda de rentabilidade ou até mesmo capital. Essas regras só não se aplicam para títulos com a característica de liquidez diária, onde costumamos ver em alguns títulos de CDB assim. E aqui a título de curiosidade, quando um título tem essa característica de liquidez diária, é o próprio emissor que garante a recompra e aqui não há marcação a mercado. Por fim, até poderíamos falar também de CRIs, CRAs e debêntures. Só que estes títulos não possuem liquidez, nem pelos emissores nem para que outros investidores comprem. Então, se compramos um destes títulos, teremos de levar até o vencimento pois as corretoras normalmente nem perdem tempo tentando colocar os mesmos para venda no mercado secundário. Espero que tenha ficado claro!
  8. Boa noite, @Ademilton Carvalho ! Eu penso que varia de plataforma para plataforma. Mas o meu palpite é que é mantido as rentabilidades dos ativos mesmo depois de uma venda, vencimento, etc. Vamos pensar. Você colocou um dinheiro em uma compra de um ativo. X meses ou anos depois, o ativo foi vendido para realizar um lucro ou assumir um prejuízo. Em tese, estaríamos firmando o quanto aquele dinheiro nos retornou . E isso é uma parte da carteira e o objetivo destes consolidadores é avaliar a carteira. Mesmo que um ativo deixe de fazer parte dela, ele rentabilizou (ou não) de alguma forma a carteira. Fonte: vozes da minha cabeça 😅
  9. Rapaz, meu carrinho tem mias de 160 mil rodados, já é um carro de 15 anos (fabricação 2010). Começou a dar uns probleminhas tem uns meses. Nada que esteja atrapalhando mas que dá aquele certo receio. Até porque o bichinho não é novo. Não vou fazer nada na loucura, óbvio, mas adorei ver essa ideia para ir me planejando! Valeuzasso pela dica, William!
  10. @Vanessa Baptista na minha visão ainda acho redundante. Particularmente eu prefiro focar mais no payout (claro que não de maneira isolada) do que no DY em si. Até porque o DY por si só pode ser muito distorcido pois ele é um cálculo simplificado que envolve o preço e oscilações no preço podem fazer este DY subir muito ou cair. Este final de semana, um dos meninos daqui da consultoria, o @Douglas Ribeiro (carinha brabo demais) soltou um vídeo no canal dele que fala sobre DY. Achei muito bacana e creio que pode agregar neste tema! Vou deixar o link abaixo:
  11. Boa tarde, @Gustavo Guedes ! Tive essa dúvida no passado também. Após estudar um pouquinho mais sobre, conversar com uns colegas e trocar uns pontos de vista diferentes, hoje minha opinião é que falando de quem investe na B3 pode se gerar um risco. Explico. Com o aparecimento de um concorrente, existe uma tendência das receitas que a empresa gera serem divididas pois haverá uma competição pelo mesmo marketshare. Em outras palavras, os lucros e crescimentos da empresa poderão ser disputados e eventualmente reduzidos de alguma forma. Talvez nem haja uma redução significativa mas penso que exista este risco. Além disso, as margens podem diminuir para se conquistar ais clientes. Serão necessários mais investimentos e mais inovações como forma de se conquistar clientes. Mas para o cliente/consumidor do serviço das bolsas, pode ser bem benéfico pois como também comentado pelo nosso amigo @Henrique Magalhães, os serviços podem melhorar, mais benefícios, etc.
  12. @Vinicius Santoros Candido Correa tirando a nossa média aqui, pelo menos umas 3 vezes por ano a gente se reúne em algum lugar de SP. Fica de olho aqui na comunidade pra se reunir com a gente =)
  13. E há quem diga que o nosso Bradescão não se reinventa. Achei massa!!
  14. Virava ter um que fosse pra frente. Já tentaram aqui antes mas infelizmente não perdurou ;/
  15. Mano Hauhauuahuahua
  16. Bom dia, @Diomar Machado Neto ! Com uma carteira diversificada, com ativos de qualidade e devidamente estudados para se encaixarem na sua estratégia, esperamos um retorno tranquilo e bem conservador de 8%a.a. acima da inflação. E aqui vou contar uns pontos a mais pois sei que talvez este percentual pareça baixo: - Essa é como eu disse uma rentabilidade conservadora. A tendência é que ela seja maior mesmo considerando a rentabilidade real, ou seja, descontando a inflação; - Fundos de investimentos quando mostram as rentabilidades deles normalmente não consideram o desconto da inflação, taxas de administração e come cotas. Ou seja, essa rentabilidade de 130% não é líquida. Atenção com isso; - Olhar uma rentabilidade de apenas 1 ano não significa muita coisa para quem é investidor de longo prazo como nós. Sabemos que o mercado tem seus ciclos, tem seus perrengues, ora uma classe de ativos apanha mais mais que a outra, ora uma rende muito mais que a outra, etc. O que vai ditar realmente o quanto iremos rentabilizar é o tempo. Logo, não será já no primeiro ano que uma rentabilidade consolidada e real será atingida. Você inclusive entenderá isso melhor no decorrer do curso. Espero que ajude a refletir no tema!
  17. Bom dia, @Alan Cruz ! Assessoria de investimentos? Gestão de patrimônios de pessoas físicas? Ou algo voltado a uma controladoria empresarial? Se for a primeira opção, já cogitou estudar para tirar uma certificação como o famigerado CEA da vida?
  18. Bom dia, @Dimitri Oliveira E Silva! Sobre quantos CDBs comprar, isso na minha visão variar um pouco com o tamanho do aporte. Por exemplo, é comum achar os investimentos mínimos na renda fixa como R$1.000. Se o aporte da pessoa é de R$500, ela vai precisar segurar um pouco para acumular o valor. E há quem vai optar por comprar mais. Falando um pouco do que eu faço, normalmente quando tenho aporte pra fazer na renda fixa e dado o tamanho do meu aporte, eu compro um título, as vezes dois para dar uma variada na carteira com um indexador diferente se tiver uma boa oferta ou um prazo de vencimento diferente para proporcionar uma diversificação na carteira. Quanto ao IR, vou no pensamento dos amigos @Marcelo R e @William Redig. Não me preocupo com IR nessa parte. Até porque o que muda é lançar umas linhas a mais na declaração. E eu vejo isso até como bom sinal. Mais títulos é sinal de mais aportes que eu venho fazendo Hauhauhuah
  19. @Juan Da Silva Rocha Como o Flavio disse ali, aqui realmente não existe dúvida simples, dúvida besta, dúvida, não sei o que. Quanto mais você usar a comunidade, mais você aprende sobre muita coisa. Especialmente sobre conteúdo do curso mesmo para ir refinando o conhecimento.
  20. O que encheu o 👌 de caldo 😂😂😂😂
  21. Bom dia, @Jonas Varao Dos Santos ! Dado os históricos de ofertas de títulos indexados ao IPCA+, os que estão sendo oferecidos hoje mesmo com a atual taxa de juros. Na minha opinião é possível achar bons títulos que eventualmente sejam viáveis para o longo prazo. PS: não é recomendação de comprar.
  22. Boa tarde, @Robson César Matias De Sousa ! Até o momento nada oficializado que tenha tal tributação.
  23. Boa tarde, @Patrícia Kohlrausch ! Não existe um período específico de ofertas. Até porque as ofertas mudam diariamente. Cravar dias ou períodos mais específicos não tem como.
  24. Boa tarde, @Jhosef Marks De Carvalho ! Apenas dando uns centavinhos de contribuição ao tema e as respostas de nossos amigos. Seu pensamento está correto. Aqui é uma boa opção pois o mercado é feito de ciclos. No momento as expectativas até são ainda de juros altos. Mas sabemos que isso uma hora vai cair. Então, o prefixado nos garante por assim dizer uma rentabilidade boa enquanto a taxa de juros vai caindo o que implica em que ela não estará tão rentável. Outro ponto que vamos ligar aqui é que se a taxa de juros está caindo e sabemos que ela é uma das ferramentas de controle da inflação, para ela cair é porque a inflação não está criando alardes. Logo, os títulos IPCA+ também não estariam tão rentáveis assim. Mas com a queda da taxa de juros, abre-se também margem para a inflação subir. Aqui que entra o próximo ponto que você comenta. Você também está correto em afirmar que no longo prazo os títulos IPCA+ tendem a ser benéficos no cenário atual. As taxas sendo oferecidas estão boas na visão. Até porque, o assunto do momento não é a inflação. Até se fala, mas o que vem dando mais ibope é a taxa de juros nas alturas. Na minha opinião tanto títulos prefixados como IPCA+ estão com ofertas que vale a pena checar para o longo prazo. PS: não é recomendação de compra ou venda de ativos.
  25. Boa tarde, Anônimo! Olha, só não vou repensar minha vida pois já tive essa fase Hauhuaha Hoje estou em uma carreira diferente. Fiz minha transição de carreira ali na casa dos 30. Curiosamente um idade que hoje é vista de uma forma totalmente distorcida onde a vida inteira "tem" que estar resolvida. Mas vivenciei que não é bem assim. Até posso dizer que minha vida começou legal mesmo a partir dessa idade. E isso se aplica para muita coisa: na transição de carreira, nas oportunidades que tive não ficando refém do horário das 9 e esperando às 17h chegar, das pessoas que conheci, enfim. Quase um efeito borboleta. E puxo um gancho ainda com relação a atividade que exerço somado a idade. Hoje com 32 anos e cozinheiro. Uma idade comumente mal vista para entrar neste ramo. Um ramo de desgaste dos grandes, físico e psicológico. Mas cá estou, quebrando uma barreirinha de leve. Agora tocando um negócio próprio e ainda com flexibilidade de ajustar minha rotina e demandas para exercer não só essa atividade mas como também outra que é aqui na comunidade, outra coisa que eu amo e me divirto fazendo! Talvez essa papagaiada toda aí soe como aquela história bonitinha de quem venceu na vida né? Huahuahuha mas não é bem assim. Veja como uma historinha de mudança, de quem acordou pra vida mesmo quando se dizia estar tarde e que tem ainda tem muuuuito chão pra rodar, muitos suor pra pingar trabalhando (afinal, este é um dos meus princípios de vida em que o trabalho dignifica o ser humano e espero trabalhar ainda por muitos anos). Talvez para você existam duas alternativas do que está ocorrendo: 1 - ainda não encontrou realmente o que lhe satisfaz; 2 - está criando muita expectativa com as coisas e isso faz aumentar um nível de exigência. A consequência disso é que nada do que chega agrada. Mas muitas vezes é por se ter uma visão turva da coisa. Achar algo 100% perfeito e que bate, francamente não acredito que exista. Alguma coisinha no meio do caminho vai ter. A questão é o quanto estamos aptos a lidar com isso.
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